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Este é o som do Três Toques, sempre com o Júlio Magalhães e também em direto no YouTube, Facebook e site do Observador. E este é especial, porque é dia de São Valentim.

Pois é, é verdade.

Pois é.

14 de fevereiro.

E agora desenrasca isso. Bom, a propósito disso, ou talvez não tendo nada a ver com isso, Júlio.

Nunca se sabe. O Júlio dá sempre a volta à coisa.

Se calhar consegues dar a volta. Porque eu queria recordar aqui os resquícios do Super Bowl nos Estados Unidos, até porque Júlio, na segunda-feira demos o resultado em primeira mão, mas há números astronômicos que ainda não divulgamos. Eu estive a investigar e há, sobretudo, um número que é mesmo muito impressionante. Júlio, podes avançar.

Vamos então a isso. Sobre esta final, que já falamos aqui na segunda-feira, houve jogadores dentro do campo, houve duas equipes, o Kansas City e o San Francisco. Ganhou o Kansas, já no prolongamento, foi uma final emocionante, mas o que conta menos nesta final é o jogo, o que conta é o que está à volta, o espetáculo ao intervalo e, sobretudo, desta vez, contou Taylor Swift, que deu um espetáculo nas bancadas, conseguiu chegar a tempo de Tóquio, deu um beijo ao namorado no fim.

Lá está, dia dos namorados.

É Dia dos Namorados, para assinalar.

Está tudo ligado.

Está tudo ligado, é verdade. Havemos de perceber porque é que estas cantoras famosas andam com desportistas famosos também. Devem se conhecer.

Pensas que há aí qualquer coisa?

É uma boa reflexão para o Dia dos Namorados.

Pois é.

Não acha?

Vamos debruçar-nos sobre.

Temos que nos debruçar.

Mas alguns acabam como a Shakira. Mas vamos nos debruçar à janela, Júlio.

São coincidências, não é?

É verdade. São coincidências, eu não sei onde é que eles se conhecem, porque umas são cantoras, outras são atrizes. Eles são jogadores, uns de beisebol, outros de basquete.

Eles trabalham em áreas tão diferentes.

A Shakira, como é que conheceu o Piqué, por exemplo? Que propósito?

Eu acho que foi no supermercado.

Deve ter sido.

Devem ter ido às compras.

Ou numa área de serviço.

Ou então naquelas bares em Itália, na gelataria em Itália.

Eu acho que foram ao Lidl, ao bazár do Lidl.

Ela está. Uma vez encontrei a Rihanna na gelateria em Itália e não aconteceu nada.

E não aconteceu nada?

Não, nada na gelataria. Nem olhou para mim, coitada.

Nem trocaram uma colher do sabor? "Olhe, tome lá o stracciatella e prove o meu limão".

Mas olhe, ela estava com vergonha.

Estava.

Ela queria mesmo era pedir um autógrafo.

Não, ela quando me viu ficou envergonhada. Disse: "Olha ele". E pronto.

Acontece imenso.

Não passou disso. Acontece.

E o teu gelado era de côco ou foi no copo?

Não, foi no copo, sempre.

Nós estávamos a falar da Super Bowl.

Pois estávamos, exato.

Eles estão a ajudar.

O Paulo há bocado estava a falar das audiências televisivas.

Sim.

Era só para vos dizer que audiências é isto, mais ou menos.

O resto é para meninos.

Pois, exatamente. O que é que acontece? Esta final do Super Bowl foi a maior audiência televisiva de sempre. Ou melhor, de sempre não. Foi só superada pelo programa mais visto sempre nos Estados Unidos, que foi a aterragem na Lua, em 1969. Na altura, foi acompanhada por entre 125 a 150 milhões de pessoas. E esta final do Super Bowl agora esteve muito próximo, foi acompanhado, vejam lá, entre 115 a 120 milhões de pessoas. E dizem eles que a presença de Taylor Swift influenciou, com toda a certeza, esta audiência recorde, porque atraiu vários novos espectadores. Os concertos ao intervalo também atraíram muitos novos espectadores para esta final da NFL. E portanto, é só para vos dizer que, a seguir ao homem ter aterrado na Lua, esta é a segunda maior audiência televisiva de sempre. Sendo que, diz aqui, é um número engraçado: em 2023, 93 dos 100 programas mais vistos nos Estados Unidos pertenciam à Liga. Ou seja, lá, tal como cá, o futebol é sempre o mais visto.

O futebol comanda.

Cá manda o futebol, lá também o futebol americano.

E a seguir são os debates lá.

E a seguir são os debates, exatamente. E depois vem o homem a aterrar na Lua.

Claro.

Portanto, era só para vocês ficarem-- já agora, 30 segundos, isto também explica de alguma maneira os anúncios televisivos no Super Bowl. Vejam só que em 2019, 30 segundos custavam 4,5 milhões de dólares aos anunciantes. E este ano, os três nos 30 segundos tiveram um custo de $7 milhões. Ou seja, quem comprou 30 segundos de publicidade na final do Super Bowl, por causa da presença anunciada Taylor Swift e outros, pagou $7 milhões. E é este número impressionante.

É impressionante.

Muito bem. Continuando aqui a falar-

É coisas que só nós sabemos aqui.

Só nós é que damos o valor.

Só nós é que damos o valor, exato. É o tele amador.

Os outros pagam o preço, nós damos o valor.

Nós damos o valor.

Claro, obviamente. Continuando aqui a falar de amores e de paixões. Eu não me esqueço assim facilmente da Taça das Nações Africanas.

Outra paixão.

Outra paixão. Isto é para a vida. Terminou no domingo, logo a seguir trouxemos aqui. Diz?

Quando bate.

Quando bate, esquece. Não há nada a fazer. É aceitar, é seguir em frente.

Mas terminou.

Terminou. E logo a seguir trouxemos aqui em primeira mão todas as informações, mas há mais. Eu estive ainda a investigar, ainda há ali um restinho de coisas para dizer. Há prémios que dão muito jeito nos dias que correm. Júlio, queres avançar? Eu já te passei a informação toda.

Muito bem. Em primeiro lugar, perguntem como é que se chama o presidente da Nigéria.

Como é que se chama o presidente da Nigéria?

Vou vos dizer. Bola Tinubu.

Muito bem. Bolinha.

Tem tudo a ver.

É o presidente indicado para um campeonato africano.

A Rihanna comeu uma bola em copo.

Bola Tinubu.

O Tinubu, que é o presidente, ficou, apesar de tudo, orgulhoso da prestação da Nigéria, do nosso José Pézeiro no campeonato. Diz que aceitar uma derrota, na final custa muito, especialmente, diz ele, quando as expectativas são altas. Eram tão altas, mas diz que eles demonstraram espírito desportivo e resiliência durante todo o torneio. O que é que fica disto?

O que fica disto?

O que os jogadores e o José Pézeiro, o que ele resolveu oferecer aos jogadores e ao José Pézeiro?

O quê?

Um terreno e uma casa na Nigéria.

Um para todos?

Não. Isso aí era um condomínio. Pronto, Paula Castro com efeitos imediatos, as propriedades prometidas. Portanto, umas propriedades, um terreno e uma casa, foi o que este Bola Tinubu ofereceu. E o José Pézeiro também, ficou com um terreno e uma casa na Nigéria. Temos que ligar, ver se um dia nos emprestam a casa para irmos lá passar uma semana.

Tu levas uma máquina calculadora, o Pézeiro, na gala do Campeonatos Palpites.

Olha, mas há aqui uma frase do José Pézeiro que dá que pensar.

Então, conta lá.

Primeiro fez um discurso. Eles são recebidos na casa, pelos vistos, do Bola Tinubu. Foram recebidos, fez um discurso e tal, que a equipa fez um trabalho fantástico e depois disse assim: "Esta é a primeira vez que um presidente me convida para sua casa."

Achas que isso era uma alfinetada para algum presidente de algum país europeu haverá plantado?

Não sei. Temos que ligar ao José Pézeiro.

E tirar isto a limpo.

Tirar isto a limpo, porque temos que perceber o que isto quer dizer. Acho que é de reflexão. É mais uma reflexão para nós fazermos.

Júlio, vocês olham para mim e pensam: quando olham para mim, qual é o desporto que vos vem à cabeça?

Há tantos.

O halterofilismo.

Exato.

Eu gosto de seguir.

Estava a pensar no campeonato de peso, tu.

Diz-me muito, aliás, a nós, o halterofilismo é uma coisa que nos toca a todos. E na segunda-feira eu estive a ouvir-vos e ficámos a dar explicações sobre um campeonato europeu que já começou, mas tem também americanos. E isto faz-me lembrar alguém, eu não sei bem quem é que me faz lembrar, por isso, Júlio, avança.

Olha, eu agora estava aqui distraído. Vocês já viram as horas?

Já, não temos bom, mau e vilão. Portanto, temos mais dois minutinhos.

Estamos a estranhar o à vontade.

Mas agora não estamos à bondadinha.

Pois, é bom que se despachem, de qualquer maneira.

É melhor. Olha, o nosso ouvinte, o Vítor Gomes, que nos mandou aquele e-mail sobre o halterofilismo, os campeonatos que estão a começar agora na Bulgária, o campeonato europeu. Mandou uma explicação: por que os americanos estão neste europeu? Isto é um campeonato da Europa que tem americanos. Isto faz lembrar alguém, quando tu dizias, Maria João, era o nosso Jorge Jesus, que um dia disse no verão, que o único campeonato europeu que não parava no verão era o brasileiro. Portanto, aqui é quase a mesma coisa. O campeonato da Europa tem americanos, porque os campeonatos de qualificação para os Jogos Olímpicos iam ser na Venezuela, em Caracas. E vocês, como devem calcular, é muito difícil os americanos irem à Venezuela. Não são amigos, não se dão bem. Enfim, não há ali uma química entre venezuelanos e americanos.

Têm ali uns problemas.

Têm. Coisas que ainda não foram resolvidas e tal. E, portanto, pediram à Federação Europeia para os deixar estar cá, fazer o campeonato cá para contar para a qualificação olímpica. Está feita a explicação, é esta. Enfim, os nossos ouvintes têm que saber tudo.

E foi muito bem encadeado, ainda bem que citaste.

Da Rihanna e do nosso Vítor Gomes. Portanto, o campeonato está a decorrer. Temos lá atletas portugueses que se podem qualificar para os Jogos Olímpicos. E temos que ver, porque aqui o Vítor Gomes diz que aquilo são várias categorias e que o halterofilismo não tem aquela ideia estereotipada que nós temos deles, que são pessoas com muito peso, muito músculo, muito fortes.

Basta olhar para mim.

Nas várias categorias, há pessoas. Há várias categorias.

O João tem muita categoria, por exemplo.

O João, por exemplo, se incluía na categoria de cinco quilos. Não, mas é. Mas já são atletas normais, não têm que ter aquela ideia daqueles atletas que nós vemos no halterofilismo.

Sim, todos inchados e aqueles agentes.

Para levantar 250 quilos, não faço ideia. Havemos de saber mais sobre isso.

Havemos de saber. Bom pequeno-almoço.

É para vos dizer que no campeonato não está tudo na mesma, o Porto perdeu. Não é?

É erguer a cabeça.

É erguer a cabeça e seguir em frente, embora o Sérgio Conceição diga sempre a nos contrariar que não, é baixar a cabeça, mas não há outra coisa.

É do contra.

É do contra e pronto. Olha, o que é que há mais? Pronto, já falámos.

Vamos à nossa vida. O ouvido está a andar muito depressa.

Vamos em frente que atrás vem gente. Olha, bom dia de namorados para vocês.

Para vocês também.