Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está no ar o "3 Toques" das manhãs 360, sempre com o Bruno Vieira Amaral. Vamos lá, a pergunta do dia, a primeira da semana: qual o clube com mais títulos nacionais na Turquia?
Na Turquia. Calma que eu tenho ajudas. Antes de dizeres os clubes que conheces, eu tenho aqui ajudas. Vou dar-vos sete possibilidades.
Sete ajudas?
Então? Eu estou nervoso. Mersin İdman Yurdu, Galatasaray. Toma nota disso.
Esse era um dos que eu conhecia.
Era um dos.
O outro era o outro.
Mersin İdman Yurdu, Galatasaray, Bursaspor, Kocaelispor, Apostol, Beşiktaş e Motil.
Olha, não está o Fenerbahçe. Não está o Fenerbahçe. Ainda bem que deste essa ajuda. Então é o Galatasaray.
É o Galatasaray?
Pois. Ia para o Galatasaray. Eram os dois que eu conhecia. Não, mas tu acertaste. Não deve ser. Qual foi o outro? O Beşiktaş.
Motil.
Eu vou para o Beşiktaş.
Beşiktaş, Galatasaray. Eu vou para aquele da Coca. Kocaelispor. Muito bem. Pronto. 14% de probabilidade para cada um. Muito bem. Apostaram bem.
Estamos fortes.
Apostaram forte. E vamos falar aqui de Liga Turca e, em particular, de José Mourinho.
Não foi à toa que escolheste isso.
Não foi. Tudo isto está pensado. Vocês sabem que o José Mourinho, ultimamente, está nas notícias. Está na Turquia, no Fenerbahçe, que já se sabe que não é o clube com mais títulos na Turquia. Mas o José Mourinho, normalmente, ou ultimamente, está nas notícias por dois motivos. Aparecem duas versões. É o Mourinho feliz ou o Mourinho furioso.
Resingão.
Qual é que vocês preferem?
O resingão.
Querem o resingão? Vocês, de facto, só querem ver porrada.
O Paulo escolheu o feliz, eu escolho o resingão e a Cátia?
Resingão. Então, Paulo, vamos ao feliz, vamos ao Mourinho feliz. O que é que aconteceu aqui? O Fenerbahçe acabou um jogo, ganhou e estava a ir embora do estádio no autocarro e houve um adepto a correr atrás do autocarro. E o que é que o Mourinho fez? Mandou parar o autocarro e deixou o adepto entrar no autocarro para conhecer a equipa toda. É verdade.
Special one.
Special one. Eu estava numa boa onda, porque em outros dias ele era capaz de pegar no volante. Exatamente.
Estava numa boa onda porque ganhou.
Ganhou, claro.
Se tivesse perdido ficava a história-
Mas depois o Galatasaray, que está em primeiro, também ganhou, ainda por cima com um gol que foi muito contestado e a outra equipa, adversária do Galatasaray, até abandonou o estádio. Foi-se embora. Na Turquia as coisas são um bocado esquisitas. Mas aqui correu tudo bem. Estavam muito felizes todos, o adepto, o Mourinho, os jogadores. Os jogadores não sei.
Estavam cansados, se calhar não lhes apetecia.
Pois, não lhes apetecia muito. E houve aqui um jogador, que é o polaco Szymanski, que o Mourinho disse ao adepto para ir dar um beijinho ao Szymanski.
Um beijinho?
Um beijinho. "Vai dar um beijo ao Szymanski" dentro do autocarro.
Eles lá beijam-se muito.
Se for consentido. Faz todo o sentido.
Mesmo sem sentido.
Na seleção espanhola feminina deu problemas. Tivemos aqui a versão boa, feliz, do José Mourinho. Vamos ver se durante esta semana ainda temos a oportunidade de trazer aqui a versão "Fast and Furious", a versão furiosa do Mourinho. Agora, eu queria trazer-vos aqui uma história sobre um apanha-bolas. Vocês já sabem que os apanha-bolas, às vezes, apanhavam mais do que bolas, apanhavam pontapés.
De quem?
De jogadores.
Se demorassem muito tempo a pôr a bola.
E por isso é que a Liga Inglesa alterou estas coisas. Então agora os apanha-bolas põem a bola naqueles cones que ficam ao longo da linha lateral para não haver interação entre eles. Eles vão lá buscar os jogadores? E os jogadores vão lá buscar para não haver contacto. Vocês já sabem disso, dos cones?
Não, não.
Não estão a par disso.
Só dos lados.
Não, mas é mais rápido, ou seja, eles não têm que estar a pedir aos apanha-bolas para porem a bola em jogo e assim reduz-se a possibilidade de haver problemas. E houve um problema, isto em 2013. Charlie Morgan era apanha-bolas do Swansea, o clube da Liga Inglesa, e houve um jogo contra o Chelsea, neste caso foi para as meias-finais da Taça da Liga, e este rapaz, o Charlie Morgan, agarrou-se à bola, pôs-se por cima da bola e o Eden Hazard, o belga que na altura jogava no Chelsea, tentou tirar-lhe a bola e como o rapaz não largava a bola, deu-lhe um pontapé. E foi castigado por isso.
E o apanha-bolas não foi castigado por estar a segurar a bola.
Não foi castigado e a vida até lhe correu muito bem e talvez não tivesse corrido tão bem se não tivesse sido este pontapé. O que é que acontece agora? É que ele criou um negócio em 2015, a marca de vodka AU Vodka. AU é o símbolo químico do ouro. Com um amigo de escola, Jackson Quinn, e neste momento a empresa tem um valor estimado de 150 milhões de libras. Ou seja, este rapaz que começou a vida a apanhar bolas e a levar pontapés de uma grande estrela do futebol, agora é quase tão rico. É empresário. É empresário e é quase tão rico como o Eden Hazard.
Como o que lhe deu o pontapé.
E já disse, em declarações já veio dizer que É uma boa coisa da reforma, porque ele agora já não é apanha-bolas.
Um pontapé e um voto que mudaram a minha vida. Ganhou um impulso.
Reencontraram-se e ele disse, já em 2014, que uma boa coisa da reforma é reencontrar velhos amigos. "Tu percorreste um longo caminho em 11 anos, meu amigo", escreveu o belga nas redes sociais. Agora já são amigos e tudo. São próximos, aliás. Agora são milionários. Ele devia ser miúdo na altura, o apanha-bolas, não? Era. Porque são jovens. Era pequenino. Mas já era malandro, porque se vocês virem o vídeo.
Era malandro, diz o Bruno.
Era malandro.
Estava a agarrar assim a bola?
É. E depois fez aquela fita que os jogadores de futebol normalmente fazem quando simulam faltas, ficou ali a queixar-se: "Ai, ele bateu". Mas quando ele tinha ficado ali agarrado à bola.
Qual é o último toque?
O último toque é um momento que também envolve o Chelsea, não envolve o Eden Hazard, mas envolve um jogador que já passou por Portugal, o Enzo Fernández. O que vocês fariam se estivessem na bancada, enquanto adeptos, e recebessem os calções de um jogador? Eu tenho aqui também três hipóteses para vocês. Os calções?
Não pode ser a camisola.
Não pode ser a camisola.
Eu passava para a segurança.
Pegavam-lhes com o polegar e o indicador, guardavam os calções numa mochila, dentro de um saquinho, ou cheiravam-nos.
O último nunca.
Nunca.
Aposto que é a última que aconteceu.
Não fazia nenhuma dessas. Já ficava com os calções. Para que eu quero os calções? Não queres os calções? Então, são os calções do jogador, podes vender muito bem. Bruno, não. Essa onda, não. Pronto, então ninguém cheirava os calções. Então vocês não percebem este adepto do Chelsea que recebeu os calções. O Enzo Fernández atirou os calções para a bancada e ele agarrou nos calções e o que ele fez? Cheirou os calções.
Do meu preferido, o cheirinho.
Tão bom! É verdade. Foi um momento captado pelas câmaras, um bocadinho esquisito, mas o adepto estava todo contente.
Esquisito, por quê?
É daí que vem a inspiração para algumas fragrâncias. Isto é o pipi do-
Do Enzo. Pipi, não é pipi. É pipi. Vamos lá. Pergunta do dia. Qual o clube com mais títulos nacionais na Turquia?
Ora, então, deixem-me só explicar aqui que Mercimek Corbasi é uma sopa de lentilhas da Turquia. Paul Sandor é o nome de um antigo árbitro húngaro. Gosta conosco.
O Kocaelispor é o nome de um clube. Acertaste o nome. Acertou a Carla, já sabemos.
Mothil é um realizador bielorrusso. Apostol é uma banda de rock húngara.
Isto tem uma graça.
E o Galatasaray é o clube com mais títulos. Parabéns, Carla. Acertaste.
Isto tem muito trabalho.
24. Estou aqui para vos servir.
Fazer um ou outro, o Galatasaray ou o Fenerbahçe.
Impossível, campeonato turco. O Galatasaray. Olha, parabéns .