Logo Observador
Startups

Portuguesa EyeSee Solutions vence competição de startups no SXSW

656

Empresa liderada por João Redol venceu uma das competições para startups, a SXamericas, do South by Southwest. Já a também portuguesa Loqr ficou entre as três finalistas do SXSW Accelerator.

A startup portuguesa EyeSee Solutions venceu a competição de pitch (apresentação breve) americana do South by Southwest (SXSW), o SXamericas Startup Pitch Competition, anunciou a organização do evento, em comunicado. O SXSW é um dos principais eventos de música, cinema e tecnologia do mundo e nasceu há 30 anos em Austin, nos Estados Unidos.

A EyeSee Solutions foi fundada em 2011 por João Redol, Rui Luís, André Pimentel e Mauro Lemos, e atua na área da publicidade digital em vídeo e imagem, monetizando conteúdos e apresentando soluções inovadoras e patenteadas. Com sede em Lisboa, a startup está presente em Nova Iorque, Los Angeles e Austin. O júri da competição foi composto por Fernando Campos, do espaço brasileiro Lab22, Guillermo Garza da Startup Mexico e Toni Miranda, daTexas A&M University.

Já a também portuguesa Loqr, que foi selecionada para integrar as 48 finalistas do SXSW Accelerator, outra competição de startups do SXSW, chegou ao top três da reta final. Na categoria onde estava inserida – Pagamentos e Tecnologias para o setor financeiro – o vencedor foi a a norte-americana Chroma.fund, que desenvolveu um sistema para negociar ações e títulos emitidos por empresas em fase inicial.

A Loqr é uma solução de autenticação que visa simplificar a vida dos utilizadores, eliminando passwords e adicionando mecanismos adicionais de segurança nas autenticações online. O software foi desenvolvido por Ricardo Costa, doutorado em Informática pela Universidade do Minho, e conta com mil utilizadores. O foco do negócio é, sobretudo, o setor da banca.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: apimentel@observador.pt
Catolicismo

Fátima (1): Aparições ou visões?

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

Na Cova da Iria os pastorinhos tiveram visões e não aparições, mas o valor não é menor porque, como notou Bento XVI, visões têm uma força de presença tal que equivalem à manifestação externa sensível.