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Desigualdade

E se os oito mais ricos deixassem de ser tão ricos

Se os oito mais ricos deixassem de ser tão ricos ou até se eles nunca tivessem sido ricos não só os pobres não ganhariam nada com isso como seríamos todos mais pobres.

Presidente Trump

América, Churchill e a “corrente de ouro”

Se a democracia americana tem sido capaz de assimilar tantas mudanças inesperadas, isso deve-se a um quadro de tradições estáveis — a Churchilliana “corrente de ouro” — que permite mudar sem destruir.

Presidente Trump

Democratas anti-democratas

O ódio a Trump é novo terreno fértil para plantar velhas ideias anti-democráticas. Sim, já muita gente leva a sério os perigos de Trump. Mas ainda pouca gente acordou para os perigos dos seus inimigos

Marcelo Rebelo de Sousa

O optimista crónico e às vezes um pouco irritante

Marcelo vestiu-se de “optimista crónico e por vezes ligeiramente irritante” para celebrar o seu Ano 1. Não era preciso. O país não tinha disso necessidade. Antes ficasse pelos (inofensivos) afectos.

Marcelo Rebelo de Sousa

Dêem as boas-vindas ao primeiro-ministro Marcelo

Portugal nunca tinha tido, jamais, em tempo algum, um Presidente a fazer-se passar por primeiro-ministro. Agora já tem. Para António Costa, esta entrevista foi um alívio; para Marcelo, uma armadilha.

Presidente da República

Os 36 minutos rapidíssimos de Marcelo

Marcelo quer falar, mas quer falar pouco. Ele sabe que pode falar todos os dias a jornalistas de microfone esticado, através dos quais comunica diretamente e em permanência com os portugueses.

TSU

O diabo é o Peneda

Maria João Avillez

Peneda lembra o Torres do Benfica, de quem se dizia que era “o Torres, sempre ele”. Hoje é “o Peneda, sempre ele” mas ao contrário: sem cabeça e a meter golos na própria baliza. Um diabo, embora pobre

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Crónica

A extracção

Miguel Tamen

Para eu poder conhecer um segredo de alguém tenho de ser capaz de formular as premissas de um raciocínio de que não conheço a conclusão; ou os termos de um problema para que não conheço a solução.

RTP

Da importância do jornalismo

Gonçalo Reis

Os jornais para continuarem a existir como jornais, as televisões para terem existência como televisões e as rádios para continuarem a ser rádios terão de se afirmar e descobrir novas vidas no digital

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TSU

Porque é que não pode haver oposição?

Rui Ramos

O actual governo em Portugal representa forças políticas em recuo em toda a Europa. Por isso, não se pode permitir o luxo de ter uma oposição, como se viu no esforço para "sujar" o PSD com a TSU. 

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