Os Estados Unidos realizaram 85% dos ataques aéreos contra a organização Estado Islâmico desde o lançamento da campanha em agosto, informou na quarta-feira o Pentágono.

Os parceiros árabes da coligação liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico conduziram 56 dos 393 ataques aéreos contra a Síria, enquanto os parceiros ocidentais dos norte-americanos asseguraram 70 dos mais de 470 raides aéreos contra o Iraque, precisou o porta-voz do comando norte-americano encarregado do Médio Oriente e da Ásia central (CENTCOM), coronel Patricl Ryder.

O Presidente norte-americano Barack Obama e a sua administração sublinham frequentemente a importância crucial dos parceiros desta coligação, nomeadamente dos quatro países árabes (Jordânia, Bahrain, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita), mas os números indicam que os Estados Unidos têm a maior responsabilidade e a maioria da operação “Deteminação absoluta”.

Desde o início dos raides aéreos a 08 de agosto contra o EI no Iraque, e depois na Síria a 23 de setembro, a coligação enviou cerca de 9.020 voos, incluindo milhares para aprovisionamento ou vigilância, segundo os Estados Unidos.

Estas missões foram também, na sua maioria, assegurados pela aviação norte-americana, precisaram os responsáveis do Pentágono.

Nos três últimos meses, a coligação lançou cerca de 2.400 bombas e mísseis no decurso de mais de 800 ataques aéreos.