O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, inaugura esta quinta-feira a exposição evocativa dos 160 anos da morte do escritor Almeida Garrett, no Panteão Nacional, em Lisboa, e o centro de interpretação deste monumento nacional.

Em comunicado, o gabinete de Jorge Barreto Xavier afirma que o “Panteão Nacional evoca uma das mais brilhantes personalidades nacionais, através da exposição ‘Almeida Garrett – A Viagem e o Património'”, que estará patente no novo espaço expositivo do monumento, até 19 de abril próximo.

João de Almeida Garrett, autor, entre outras obras, de “Viagens na minha terra”, é uma das personalidades sepultadas no Panteão. A arca tumular do autor encontra-se na mesma sala onde estão os túmulos de João de Deus e Guerra Junqueiro.

Nesta exposição, segundo a mesma fonte, “da vastíssima obra e ação polifacetada de Almeida Garrett, privilegia-se a atividade que exerceu em torno da causa patrimonial”.

O centro de interpretação do Panteão “conta a história das ‘Obras de Santa Engrácia’ e daquele que é hoje o Panteão Nacional, através da exibição de um conjunto único de peças e maquetas, algumas delas apresentadas em público pela primeira vez”, segundo a mesma fonte.