Sir Terry Pratchett, conhecido pelos livros da série de fantasia Discworld, morreu após uma longa batalha contra o Alzheimer.

Desde o seu primeiro livro, The Carpet People, de 1971, que desenvolveu um humor característico e apreciado por todo o mundo. Depois, com The Colour of Magic, primeiro livro da popular série Discworld, que manteve o hábito de lançar dois livros por ano. Deixou assim um enorme legado, com mais de 70 livros escritos. Discworld, que lhe deu extrema popularidade, inclui sátiras ao universo do J.R.R Tolkien, C.S Lewis e os típicos videojogos RPGs de fantasia.

Para Larry Finlay, da Transworld Publishers, “morreu uma das mentes mais brilhantes.”

“Em mais de 70 anos, Terry enriqueceu o planeta como poucos conseguiram. Como todos que o leram sabem, Discworld foi o seu veículo de sátira para este mundo: ele fê-lo com enorme exatidão, técnica, humor e constante criatividade”, acrescentou.

Terry Pratchett lutava contra a doença desde 2007, mas nunca deixou de escrever. Os seus livros mais recentes eram ditados, devido à sua incapacidade física.

“Terry enfrentou o Alzheimer (uma ‘inconveniência’ como lhe chamava) em público e com coragem. Durante os últimos anos, era a sua escrita que o completava” afirmou Finlay.

O escritor morreu em casa, junto da família e gato, que dormia na sua cama.