O fim de semana foi grande e é tempo de voltar ao trabalho. Está difícil, a segunda-feira? Pensando nos seus leitores, a BBC selecionou um conjunto de histórias que mostram como tudo podia ser bem pior. Verdadeiras, mesmo.

Como esta de Calum Hall, que era motorista para a Rolls Royce apenas há três dias e deixou um colecionador de carros em pânico quando foi buscar uma das relíquias para a empresa. O carro era perfeito, o motorista nem por isso. O dono do carro explicou-lhe como pôr o carro a trabalhar: rodar a chave e carregar num botão. Callum Hall fê-lo durante cinco minutos – e nada acontecia. “Eu ouvia um clique e pensava que estava ligado, mas não. Os meus esforços foram em vão”. Sem que percebesse, o que estava a fazer era nem mais nem menos do que abrir a porta da bagageira. Uma vez e outra. Uma vez e outra. Para desespero do dono do carro que estava a ceder às mãos do inexperiente motorista uma relíquia de milhares de euros. A aventura deste motorista só acabou depois de andar perdido no meio de Londres.

O que aconteceu a Frank Ferriss, funcionário num supermercado, foi mais simples mas igualmente embaraçoso: ficou corado até às orelhas diante de um supermercado lotado e porquê? Cena de qualquer filme cómico: ao dobrar-se, rasgaram-se as calças. “Temos divertidos”, exclamou mesmo assim.

E faltava a tecnologia. Se já enviou um email para todos os remetentes quando queria apenas enviar apenas para um, essa história é para meninos. Um anónimo contou ao Quora a história de uma conference call que não correu bem. O funcionário falava com uma colega através dos headphones e riam e diziam mal de uma outra colega a quem ia retirar competências pela sua má prestação. Mas tinham-se esquecido de desligar o botão e todos os participantes na reunião virtual estavam a ouvir a conversa entre os dois. O homem foi avisado por um outro colega que lhe enviou uma mensagem privada.

Se quiser contar a sua história, a BBC está a recebê-la, aqui. Agora, tome atenção ao próximo email que enviar e tente não fazer “responder a todos”.