13 salas, um total de 15 espaços se contarmos com o Vodafone BUS e com o Mercado de Música Independente. A edição deste ano do Vodafone Mexefest volta a encher de música a artéria nobre de Lisboa com espaços renovados e novos formatos. Um deles é conhecido por Tanque, uma piscina abandonada que fica ao lado do Coliseu, por trás do Ateneu Comercial de Lisboa. O palco vai ser montado dentro da piscina, para onde o público vai ser convidado a entrar. Quem conhece o espaço, diz que é fenomenal. É neste palco original que atua um dos cabeça de cartaz: a canadiana Peaches.

Este ano o Teatro Tivoli BBVA volta a fazer parte do festival, uma sala grande que rivaliza em importância com o Cinema São Jorge. A estes, juntam-se o Coliseu, o Palácio Foz, o Ateneu, a Estação do Rossio, a Igreja de São Luís dos Franceses, a Garagem da EPAL, a Casa do Alentejo e a Sociedade de Geografia de Lisboa. O autocarro que vai andar às voltas entre a Praça dos Restauradores e o Cinema São Jorge será um palco móvel. No Picadeiro Real (perto do jardim do Príncipe Real) vai decorrer a segunda edição do Mercado de Música Independente, um evento promovido pelo jornalista Rui Miguel Abreu, que já apresentámos nesta entrevista.

Conheça o mapa geral em detalhe.

Outra das novidades, que foi muito bem recebida na conferência de imprensa que decorreu esta quarta-feira, é uma iniciativa do patrocinado principal. A Vodafone Blackout Room vai deixar o público às escuras, durante 15 minutos, na sala 3 do São Jorge. Apenas as luzes de segurança vão estar acesas, por isso promete ser uma experiência para despertar o sentido da audição. E se vão ser momentos únicos para quem conseguir um lugar sentado, para os artistas o desafio vai ser o inverso: têm de saber tocar de olhos fechados. Já imaginou? Todos às escuras. É uma ideia simples que promete lotação esgotada, como nos explicou Leonor Dias, a diretora de Marca da Vodafone.

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E já que falamos em “lotação esgotada”, há outra novidade, que recomendamos: a aplicação para smartphone (Android e iOS) do Vodafone Mexefest vai permitir, além de ver e organizar a agenda de espetáculos, conhecer em tempo real em que estado se encontra a lotação de cada sala, o que evita a deslocação para espaços esgotados. Esta função permite poupar tempo e melhorar a gestão, por vezes difícil, das opções (concertos) com lugares disponíveis.

Na génese do festival está, claro, a música. O cartaz (consulte aqui) volta a concentrar-se na música nova, na aposta na música portuguesa e nos artistas emergentes. Repete-se a competição Vodafone Band Scounting, que traz para o cartaz do festival oito novas bandas portuguesas. Os finalistas serão conhecidos no próximo dia 20, na estação de Metro do Cais do Sodré.

E como é que se escolhe um cartaz assim? A Música no Coração, promotora do festival, demora muitos meses a preparar o evento. Falámos com Vanessa Careta, responsável pela programação musical do Vodafone Mexefest, para saber como se processa a seleção de um cartaz tão diverso.

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A desempenhar um papel importante na curadoria está a Vodafone FM. O estúdio “aquário” passa para junto do Cinema São Jorge, é lá que vai poder assistir a entrevistas e atuações ao vivo. Joaquim Quadros, uma das estrelas da companhia, foi um dos convidados a construir um Roteiro do Festival, disponível através da app oficial. Outros especialistas que aceitaram o convite: Inês Meneses (locutora), Rui Miguel Abreu (jornalista), Paulo Segadães (fotógrafo, realizador e baterista de The Legendary Tigerman) e André Tentúgal (realizador e a base do projeto We Trust).

E os artistas, como é que encaram um festival onde se atua às escuras ou dentro de uma piscina vazia? Esta quarta-feira entrevistámos uma artista que partilhou connosco sobre como é estar no palco do Vodafone Mexefest. É repetente, talentosa, mas também uma fã da artista que atua a seguir a ela. Veja o testemunho de Da Chick:

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O desafio está lançado e o cartaz fechado. Encontra toda a informação na página vodafonemexefest.com. Até 26 de outubro os bilhetes custam 45€, nos dias do festival 50€ e encontram-se à venda nos locais habituais. O bilhete terá de ser trocado por uma pulseira, a partir de 26 de novembro na bilheteira localizada no Coliseu dos Recreios.