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Desejar a morte aos jogadores do Benfica? Super Dragões garantem que não repetirão cântico

Este artigo tem mais de 5 anos

A direção da claque dos Super Dragões afirma que o cântico entoado na quarta-feira é uma "sátira sem quaisquer consequências reais" mas, ainda assim, garante que não será repetido.

O cântico foi entoado na noite de quarta-feira na segunda parte do jogo de andebol entre o FC Porto e o SLB
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O cântico foi entoado na noite de quarta-feira na segunda parte do jogo de andebol entre o FC Porto e o SLB

YouTube

O cântico foi entoado na noite de quarta-feira na segunda parte do jogo de andebol entre o FC Porto e o SLB

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A direção da claque dos Super Dragões garantiu, esta quinta-feira, que não voltará a repetir o cântico entoado na noite de quarta-feira, depois de os dragões vencerem as águias em andebol. Nesse cântico — que rapidamente incendiou as redes sociais — ouve-se “Quem me dera que o avião da Chapecoense fosse do Benfica”, numa referência direta à tragédia que vitimou a equipa de futebol brasileira, em novembro de 2016.

A letra da música entoada no dia de ontem no referido jogo, não é mais do que uma sátira sem quaisquer consequências reais. Ainda assim, e por percebermos que a mesma foi interpretada como ofensiva, quer a direção esclarecer que tal não se vai repetir”, informou a direção da claque, esta tarde, na conta de Facebook.

A direção da claque começa o comunicado dizendo que “todos os elementos deste grupo, conforme provam diferentes artigos publicados nas redes sociais, estiveram e estão solidários com a tragédia ocorrida com a equipa brasileira da Chapecoense” e acrescenta que “já por diversas ocasiões demos mostras de respeito pelos adversários e vidas humanas”. Exemplo disso, refere, são os “vídeos que existem onde o nosso líder exige respeito pelo minuto de silêncio em memória de Eusébio aquando do slb-FC Porto que ocorreu após o seu falecimento”.

Este comunicado surge depois de vários comentários negativos se terem multiplicado nas redes sociais e de o antigo presidente da Chapecoense, Nilo Traesel, ter dito ao Record que não iria falar sobre o assunto com os atuais dirigentes do clube brasileiro. “Se eu falar sou capaz de exigir uma manifestação de repúdio em relação à direção do FC Porto. Foi uma atitude extremamente dolorosa para quem passou pelo que passou”, justificou o antigo dirigente.

Também o antigo jogador do FC Porto, o médio brasileiro Souza, segundo o jornal Record, manifestou “nojo” pela claque dos Super Dragões, numa mensagem no Facebook. “Enquanto os adeptos de São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos juntaram-se para cantar juntos ‘Vamos, vamos, Chape’, essa torcida deseja a morte dos jogadores do Benfica? Vergonha e nojo, mesmo. Tenho grande carinho pelo FC Porto e pelos seus adeptos, agora pela claque que cantou isso tenho nojo, mesmo, tinha que acabar.”

Ainda na noite de ontem, através da conta oficial do Twitter, a direção do FC Porto se tinha demarcado dos “cânticos ofensivos” e pediu aos adeptos que se concentrassem no apoio às equipas.

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