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No Porto, sempre em segurança

Pedimos a André Baptista, investigador em cibersegurança, para nos mostrar o Porto de que mais gosta. Descobrimos lugares que desconhecíamos.

“Um hacker é alguém que descobre um caminho alternativo”, assim se descreve André Baptista, investigador no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência da Universidade do Porto, professor de Mestrado em Segurança Informática e vencedor do prémio de hacker mais valioso do mundo (“Most Valuable Hacker”), um concurso internacional de cibersegurança. Ao volante do SEAT Ateca, levou-nos a dar uma volta pelo Porto onde não só conhecemos os caminhos convencionais, como as vistas mais alternativas da cidade Invicta.

A volta pode ser turística, mas o ambiente é citadino e fervilhante de vida. Usar um modelo da SEAT que permite escolher o tipo de condução que melhor se adapte a cada situação, é ideal para ajudar ao conforto da viagem, bem como a um gasto de combustível mais sustentável. Desta vez, foi um perfil Eco, mais adaptado a esta condução, onde o pára-arranca nos dá mais tempo para apreciar as ruas e os seus habitantes.

Saímos da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) onde trabalha, para visitar os espaços verdes, que pertencem ao Jardim Botânico Gonçalo Sampaio. Do Jardim Botânico fazem parte a Casa Andresen, na qual está instalada a Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, onde há inúmeras exposições de interesse ao longo de todo o ano, e a Casa Salabert, onde funciona o E-Learning Café  Botânico da Universidade do Porto. Uma visita em família é, não só garantia de um dia muito bem passado, como de absorção de informação e conhecimento sem igual.

A viagem é feita com um “expert” na área da tecnologia, mas a viagem passa por inúmeros locais de relaxe. Afinal, trata-se de uma profissão altamente stressante e exigente, “comparável à de um jogador de futebol”, como diz André Baptista. No fundo, a exigência máxima num curto espaço de tempo é, não só necessária, como indispensável. Daí que seja importante não esquecer o lado humano e social.

O dia foi assim:

Jardim Botânico
Local: Rua do Campo Alegre 1191, 4150-181 Porto
Horário: 9.00 às 19:00
Tel.: 22 040 8700
Dias úteis: das 9h às 18h
Fins de semana: das 10h às 18h
Entrada livre
https://jardimbotanico.up.pt/index.php

Jardins do Palácio de Cristal
Local: Rua de D. Manuel II, 4050-346 Porto
Tel.: 225320080
Horário: 1 abr a 30 set – 8:00-21:00 // 1out a 31mar – 8:00-19:00
Entrada livre
http://www.cm-porto.pt/jardins-e-parques-urbanos/palacio-de-cristal_33

Igreja dos Clérigos
Local: R. de São Filipe de Nery, 4050-546 Porto
Horário: todos os dias das 09h00 às 19h00
Preços: €5 (exceção para visitas de grupo)
http://www.torredosclerigos.pt/

Ponte D. Luís
Local: Avenida de Vímara Peres, Porto
Acesso livre

Teleférico de Gaia
Horário de Verão (26/04 a 24/09): das 10h00 às 20h00
Horário Intermédio (24/03 a 25/04 e 25/09 a 24/10): das 10h00 às 19h00
Horário de Inverno (25/10 a 23/03): das 10h00 às 18h00
Preço: 1 Sentido – Adulto €6,00 / Criança (5-12) € 3,00
Ida e Volta – Adulto € 9,00 / Criança (5-12) € 4,50
http://www.gaiacablecar.com/

 

Saiba mais sobre o SEAT: em seat.pt

Nos Jardins do Palácio de Cristal, podemos não só apreciar a fabulosa paisagem sobre o Porto, como homenagear os grandes engenheiros do início do século XX. Da autoria do arquiteto inglês Thomas Dillen Jones, o Palácio de Cristal foi construído em granito, ferro e vidro usando como modelo o britânico Crystal Palace. Foi inaugurado a 18 de Setembro de 1865 pelo rei D. Luís, para a Exposição Internacional do Porto. O edifício original já não existe, mas os jardins de tipo romântico mantêm-se. Ocupam uma área de oito hectares e foram projetados na mesma época pelo arquiteto paisagista alemão Émille David.

Numa volta pela baixa da cidade, contornamos a Avenida dos Aliados até à Praça da Liberdade, onde podemos começar a apreciar a imponência da Torre dos Clérigos. Com 76 metros de altura, trata-se de um fabuloso exemplar de arquitetura barroca, da autoria do italiano Nicolai Nasoni (1750), e que foi palco do (provavelmente) primeiro filme publicitário em Portugal às Bolachas Invicta. “Um chá nas nuvens”, assim se intitulava esse pequeno filme da Invicta Filmes produzida por Alfredo Nunes de Matos e idealizada por Raul de Caldevilla (1878-1951). E é também de nuvens que falamos, quando falamos dessa grande rede que é a world wide web e que “hackers” como André lutam para defender. Felizmente ele está no lado bom da força!

Atravessamos a ponte D. Luís I, outro exemplar do melhor que se fez em Portugal na época do ferro e do desenvolvimento dos transportes. Permite-nos atravessar para o cais de Gaia, onde os barcos rabelos se mantêm para “turista ver”, mas que cumprem a sua função: a de memória viva, dos tempos em que as pipas de vinha vinham por esse rio abaixo, até às caves ou até outros destinos, uns mais perto, outros no lado de lá do oceano.

Estamos quase no final da viagem e vai apetecer tirar umas fotos para mais tarde recordar, ou fazer um telefonema para assegurar um jantar em boa companhia. A possibilidade de carregar o telefone no carregador sem fios, permite fazer isso tudo, mesmo que já estejamos a andar há umas boas horas. Fazemos, assim, uma pausa na condução e terminamos esta visita à boleia de um magnífico exemplar de tecnologia de ponta: o teleférico de Gaia. No mundo cada vez mais globalizado em que vivemos, as grandes empresas têm cada vez mais necessidade de se protegerem das vulnerabilidades a que estão sujeitas, sejam empresas da indústria automóvel ou, precisamente, de transportes, como um teleférico. Para a construção deste em particular foram aplicadas as tecnologias mais evoluídas e os melhores padrões de segurança. É na estação do Cais de Gaia que se encontra o sistema hidráulico de tensionamento constante do cabo, que nos permite seguir numa viagem de apenas cinco minutos, mas que vale muito a pena, e que nos leva até à Serra do Pilar. Daqui, podemos adivinhar o que canta Rui Veloso em Porto Sentido: “Quem vem e atravessa o rio/ Junto à serra do Pilar/ Vê um velho casario/ Que se estende até ao mar”. E, se já não revemos esse edifício abandonado, conseguimos sentir essa vontade de “regresso a casa”, sempre que voltamos ao Porto.

Saiba mais em https://observador.pt/seccao/diarios-de-bordo/

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