Arquitetura

Terminal de Cruzeiros de Lisboa finalista do Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia

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O projeto do arquiteto português João Luís Carrilho da Graça, é um dos 40 finalistas. O prémio, no valor de 60 mil euros, é considerado de maior prestígio na área da arquitetura.

Novo Terminal de Cruzeiros, Lisboa

NUNO FOX/LUSA

O projeto do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, da autoria do arquiteto português João Luís Carrilho da Graça, é um dos 40 finalistas do Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia Mies van der Rohe, anunciou a organização esta quarta-feira.

Também o projeto do edifício do Centro Arvo Pärt, em Talin, na Estónia, liderado pela arquiteta portuguesa Alexandra Sobral, do ateliê espanhol Nieto Sobejano Arquitetos, se encontra entre os finalistas.

Em comunicado, a Comissão Europeia e a Fundação Mies van der Rohe, que atribuem o galardão, anunciaram os 40 finalistas selecionados por um júri composto por Dorte Mandrup, George Arbid, Angelika Fitz, Ştefan Ghenciulescu, Kamiel Klaasse, María Langarita e Frank McDonald.

Inicialmente estavam nomeados 383 projetos para os mais importantes prémios mundiais de arquitetura, dos quais 17 eram portugueses.

O projeto de Carrilho da Graça é a única infraestrutura nomeada, estando perante candidatos como a praça Skanderberg, em Tirana, na Albânia, que juntou arquitetos de três países na sua autoria, ou a Casa da Música de Innsbruck, na Áustria, a Desert City, em Madrid, e o Museu de Artes de Nantes, em França.

O prémio, no valor de 60 mil euros, instituído em 1987 pela Comissão Europeia e pela Fundação Mies van der Rohe, com sede em Barcelona, é considerado um dos galardões de maior prestígio na área da arquitetura.

É bienal e distingue projetos de arquitetura construídos nos dois anos que precedem a sua atribuição. Também entrega um prémio de 20 mil euros a arquitetos no início de carreira.

O prémio toma o nome do arquiteto de origem alemã Mies van der Rohe, que dirigiu a escola Bauhaus, fundada há cem anos, na Alemanha, e que se fixou nos Estados Unidos depois da tomada do poder pelas forças nazis, na Alemanha, em 1933.

O projeto do arquiteto português Álvaro Siza Vieira para o antigo Banco Borges e Irmão, em Vila do Conde, foi o distinguido na primeira edição do prémio, em 1988.

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