Como jogador, destacou-se sobretudo no Campomaiorense e no Belenenses, entre passagens por outros clubes do Alentejo e o Santa Clara no final da carreira. Como técnico, começou no histórico Elvas, passou por Portosantense, Pontassolense e Ribeirão, deu o salto para outros patamares entre E. Amadora, Portimonense e U. Leiria. Seguiu-se a experiência no estrangeiro, entre seleção de Angola e o Al Ittihad da Líbia (mais tarde treinou também o Maccabi Telavive, de Israel), antes do regresso a Portugal via Belenenses, Arouca e Desp. Aves. Ao longo de década e meia nos bancos como treinador, Lito Vidigal foi subindo patamares em termos de escalões e objetivos desportivos entre alguns dos “não grandes” com maior percurso no futebol nacional. Em 2018, depois de um trajeto que teve ainda a particularidade de nunca ter estado mais do que dois anos no mesmo sítio, chegou a Setúbal.

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