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O campeão nacional já estava encontrado, a corrida pelo terceiro e o quarto lugares estava arrumada, a última vaga de acesso às competições europeias estava entregue. No último dia da temporada mais atípica do futebol português, um domingo quente de julho, a única decisão que faltava fechar era a equipa que descia à Segunda Liga e as que conseguiam fugir à despromoção. E nesse capítulo, com o Desp. Aves já confirmado enquanto último classificado, eram Tondela, V. Setúbal e Portimonense a lutar para escapar à penúltima posição da tabela.

As contas, ainda assim, acabavam por ser simples. O Tondela, que jogava com o Moreirense, garantia a permanência a ganhar, a empatar ou até a perder, isto se V. Setúbal e Portimonense não vencessem os respetivos jogos; o V. Setúbal escapava à descida a ganhar ao Belenenses SAD, a empatar se o Portimonense não vencesse e até a perder, se também os algarvios perdessem; e o Portimonense, por fim, só assegurava a manutenção a ganhar e com os sadinos sem vencer ou o Tondela a perder. Ou seja, e resumindo, só o Portimonense não dependia apenas de si próprio para evitar a despromoção — mas primeiro e para poder esperar por pelo menos um dos outros resultados, tinha de vencer o Desp. Aves no Algarve.

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