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O trabalho efetuado durante a noite desta terça-feira no combate ao fogo rural que deflagrou no sábado em Odemira permitiu uma “estabilização do perímetro do incêndio”, mas há ainda dois pontos críticos a motivar preocupação, segundo a Proteção Civil.

Mantemos dois pontos críticos: um a norte, na zona de Defeira, que inspira muita preocupação, e também a sul, na frente virada a Monchique“, disse o comandante regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo, José Ribeiro, num ponto de situação aos jornalistas cerca das 9h30, no posto de comando em São Teotónio, freguesia onde o fogo teve início, na zona de Baiona.

Estes dois pontos “vão exigir muita atenção e esforço dos operacionais ao longo do dia”, acrescentou, sublinhando as previsões de manutenção de temperaturas elevadas.

Nove operacionais com ferimentos ligeiros no combate ao incêndio em Odemira

José Ribeiro referiu que, depois de as operações terem tido como prioridade a defesa das populações – a GNR já deslocou por precaução 1.438 cidadãos –, houve um ajuste do plano estratégico e “os trabalhos do dia de hoje vão estar mais focados na supressão do próprio incêndio“.

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