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Quando se marca uma entrevista com Antonio Fagundes, há muitas coisas a ter em conta, mas uma das mais importantes é… chegar a horas. “Roland Barthes disse que fazer esperar é uma prerrogativa do poder. E eu não quero ter esse poder sobre você. Então não tenha sobre mim”, diz o ator, instalado num hotel no centro de Lisboa.

Felizmente, a equipa do Observador chegou dez minutos antes da hora marcada, o que não seria assunto, não fosse dar-se o caso de ter havido um “acidente geográfico”, como Fagundes o descreveu, que fez com que os jornalistas estivessem à espera na sala da entrevista enquanto o ator e a equipa estavam à espera na receção.

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