Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar a atualidade política nacional neste novo ao minuto:

    Carneiro proíbe acordos com o Chega: “Candidatos do PS nunca se colocarão do lado dos que podem atacar a democracia”

  • Ventura diz que Chega está “destinado a governar Portugal”

    O presidente do Chega considerou hoje que o partido está “destinado a governar” e “mais perto do que nunca” desse objetivo, num comentário a um barómetro que coloca esta força política na liderança das intenções de voto.

    “Quando estes números saíram hoje, nós ficámos felizes pelo reconhecimento, mas nós sabemos há muito tempo da força que temos em grande parte do país. E sabemos também que este partido está talhado, está destinado a governar Portugal”, afirmou.

    André Ventura discursou na abertura do Conselho Nacional do partido, que está reunido esta noite, em Lisboa, para discutir a estratégia do Chega para as eleições presidenciais do início do próximo ano.

    O líder do Chega considerou que o partido está “mais perto que nunca” de ganhar umas eleições legislativas e ser governo.

    No seu discurso, André Ventura voltou a reclamar o lugar de líder da oposição e aproveitou para criticar o secretário-geral do PS.

  • Ventura anuncia recandidatura a presidente do Chega em congresso ainda a agendar

    O líder do Chega, André Ventura, anunciou hoje que voltará a ser candidato à presidência do partido no próximo congresso, que ainda não está marcado.

    “Quero-vos deixar hoje aqui claro, tal como vos disse noutros momentos, independentemente de avançar ou não para as eleições presidenciais e independentemente do seu resultado: Eu vou-me recandidatar a presidente do Chega, porque entendo que o meu trabalho não está terminado”, avançou.

    Este anúncio foi feito pelo líder do Chega no discurso de abertura do Conselho Nacional do partido, que está hoje reunido em Lisboa para abordar as eleições presidenciais do início do próximo ano.

    André Ventura indicou que já tinha transmitido esta decisão à Direção Nacional e ao Conselho Nacional.

    O líder referiu que a próxima reunião magna do partido acontecerá “em breve, nas próximas semanas ou meses”.

  • Ventura disponível para candidatura a Belém: "Se quiserem, e entenderem que devo ir, aqui estarei"

    O presidente do Chega mostrou-se hoje disponível para voltar a candidatar-se a Presidente da República, apesar de não considerar a solução ideal, e indicou que o objetivo é apoiar um candidato que dispute a segunda volta.

    “Se quiserem, e entenderem que devo ir, aqui estarei. Se entenderem que não devo ir, aqui estarei. Se entenderem que outro ou outra e, quem, deve ir, aqui estarei também, como aquele que melhor vos representa”, afirmou, no discurso de abertura do Conselho Nacional, que está reunido esta noite, em Lisboa, para discutir as eleições presidenciais.

    André Ventura afirmou, no entanto, que candidatar-se às eleições presidenciais do início do próximo ano não é “o ideal”.

    O líder do Chega defendeu que o partido deve ter um candidato, mesmo que apoie outra figura, mas recusou “entrar em aventuras loucas” e alguém que venha a ter um resultado que seja “um desastre”.

    “Não devemos dar aos portugueses candidaturas vazias, sem significado ou sem impacto” e escolher alguém que seja desconhecido para os eleitores, acrescentou.

    Ande Ventura indicou também que o objetivo é o partido disputar a segunda volta das eleições presidenciais.

  • Presidenciais. Marques Mendes diz que subida de ‘rating’ é uma vitória do país

    O candidato presidencial Luís Marques Mendes defendeu hoje que a subida do rating de Portugal pelas agência de notação internacionais “não é apenas uma vitória deste ou daquele Governo”, mas sim uma “vitória do país”.

    As palavras de Marques Mendes foram proferidas depois de o primeiro-ministro ter afirmado, no Japão, ter notícias de que “estará por horas” a possibilidade de uma outra agência subir o rating de Portugal, salientando que, quinze anos depois da troika, “Portugal é hoje um exemplo na Europa do ponto de vista financeiro”.

    “Portugal tem vindo a ter boas notícias neste domínio. Recentemente, uma agência muito conhecida, a Standard & Poor’s, subiu o rating de Portugal. Se houver mais uma ou mais duas, isso só é bom. A mim não me surpreende. Os portugueses devem ter orgulho nisto. Para muitos portugueses isto pode ser uma coisa burocrática, mas não é. Isto significa que o estrangeiro e os investidores estrangeiros acreditam em Portugal”, reagiu Marques Mendes, quando questionado sobre as declarações de Luís Montenegro.

    Em Vila Verde, no distrito de Braga, após uma visita ao Hospital da Misericórdia, o candidato presidencial lembrou que “há dez anos não era assim” e que o país “estava em baixo”.

    “Dez anos depois, estamos em alta. Talvez seja altura de recordar o seguinte: nós já tivemos uma dívida pública em percentagem do PIB [Produto Interno Bruto] colossal. Hoje temos uma dívida pública mais baixa do que a França e de que outros países”, salientou Marques Mendes.

  • OE2026. Bloco de Esquerda considera que tudo o que se conhece do documento “é mau”

    O dirigente do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo, considerou hoje que tudo o que se conhece sobre o Orçamento do Estado para 2026 “é mau”, afirmando que o Governo se comprometeu a deixar de fora da proposta alterações à lei laboral.

    “Se existe conteúdo bom do Orçamento do Estado, não se conhece, tudo o que se conhece do orçamento do Estado é mau”, defendeu Fabian Figueiredo, dirigente nacional e ex-líder parlamentar do BE.

    O dirigente bloquista falava aos jornalistas após uma reunião com membros do Governo na Assembleia da República, na qual a coordenadora do partido e deputada única, Mariana Mortágua, participou à distância por estar numa flotilha humanitária que se dirige a Gaza.

    De acordo com o antigo deputado, o Governo comprometeu-se em deixar de fora da proposta orçamental “matéria laboral”, com o bloquista a defender que eventuais alterações ao Código do Trabalho devem ser discutidas no parlamento em diploma próprio.

  • Presidenciais. Qualquer candidato gostaria de ter o apoio de Rui Moreira, diz Marques Mendes

    O candidato presidencial Luís Marques Mendes assumiu hoje que ficaria satisfeito com um eventual apoio de Rui Moreira, considerando que qualquer candidato gostaria de ter o apoio do presidente da Câmara do Porto.

    “Evidentemente que, se Rui Moreira me apoiar, fico satisfeito. Qualquer candidato gostaria de ter o apoio de Rui Moreira. Não sei se Rui Moreira me vai apoiar, se vai apoiar outro candidato, ou se vai decidir não apoiar ninguém. Respeito a decisão dele. Nestas matérias não se faz qualquer tipo de pressão”, declarou Marques Mendes aos jornalistas, durante uma visita ao Hospital de Misericórdia de Vila Verde, distrito de Braga.

    Em nota enviada na quinta-feira à agência Lusa, o atual presidente da Câmara do Porto anunciou que não seria candidato nas Eleições Presidenciais de janeiro, depois de ter ponderado fatores pessoais e políticos.

    “Respeito a sua decisão, mas Rui Moreira tem sido ao longo destes doze anos um excelente autarca. Se fosse candidato a Presidente da República, seria um excelente candidato a Presidente da República. Só o posso felicitar pela sua atuação política destes três mandatos. Quanto à sua decisão, obviamente que respeito”, afirmou o candidato presidencial.

  • Glória. Marcelo afirma que acidente não teve “repercussão negativa” no turismo

    Presidente da República afirmou hoje que, de acordo com os primeiros dados disponíveis, o acidente com o Elevador da Glória, em Lisboa, não teve “repercussão negativa” no turismo português.

    Em declarações aos jornalistas após ter almoçado num restaurante português em Berlim, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que o turismo “não se ressentiu” após o acidente no Elevador da Glória que provocou 16 mortes em 3 de setembro, em Lisboa.

    “O que temos já de dados recolhidos nestes últimos dias, quer em relação a turistas que estavam em Portugal e continuaram em Portugal, quer marcações, reservas, para setembro, outubro e para o futuro (…) [é que] não há sinal de repercussão negativa”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

    O Presidente da República considerou que essa ausência de sinais negativos se deve ao facto de os turistas terem a “exata noção” de que “não se tratou de uma realidade que se parecesse com algo de político ou de natureza de violência política como acontece noutros casos”.

    “Em segundo lugar, porque tem-se a noção exata de que tudo o que é necessário apurar e está a ser apurado e vai ser apurado, do ponto de vista técnico e dos juízos políticos correspondentes à avaliação técnico está a ser feito”, afirmou.

    Para Marcelo Rebelo de Sousa, “a noção de que isso está a ser feito de forma exaustiva contribui para esta sensação de que o turismo não é afetado”

  • Presidente da República diz que economia nacional está no “bom caminho” e avaliações internacionais são “muito boas”

    O Presidente da República considerou hoje que a economia nacional está no “bom caminho”, salientando que as avaliações internacionais são “muito, muito boas”, o que disse ser importante para atrair investimento externo.

    “Estamos no bom caminho. Estamos no bom caminho e isso é uma coisa que eu, aliás, aproveitei para sublinhar junto do Presidente [da Alemanha, Frank-Walter] Steinmeier, porque Portugal está a ter avaliações internacionais que são muito, muito boas”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa em declarações aos jornalistas após ter almoçado num restaurante português em Berlim, onde se encontra numa visita oficial.

    O Presidente da República respondia a uma pergunta sobre as declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que, hoje, disse ter notícias de que “estará por horas” a possibilidade de uma outra agência subir o ‘rating’ de Portugal, salientando que, quinze anos depois da ‘troika’, “Portugal é hoje um exemplo na Europa do ponto de vista financeiro”.

    Marcelo Rebelo de Sousa considerou que essas avaliações internacionais são importantes para Portugal, numa altura em que, “na Europa e em muitos países do mundo”, a situação económica “é ainda crítica”.

    “É importante que, a nível macro — isto é, dos grandes números da economia e, sobretudo, das finanças para o Estado — nós estejamos com uma avaliação muito, muito positiva”, considerou.

  • Presidenciais. António Filipe enquadra possível adversário Ventura como político "da mentira, do discurso de ódio"

    António Filipe afirma que a candidatura de Ventura poderá ser um “problema dos eleitores”, sublinhando que se candidata às presidenciais “com o seu perfil” e não com um partido.

    Presidenciais. António Filipe enquadra possível adversário Ventura como político “da mentira, do discurso de ódio”

  • Montenegro cozinhou com chefs Michelin e emocionou-se na reta final da visita

    No último dia da visita oficial ao Japão, o primeiro-ministro cozinhou com ‘chefs’ Michelin, andou de comboio-bala e até se emocionou, ao entregar duas peças feitas por crianças internadas ao Pavilhão de Portugal na Expo Osaka.

    Já nesta cidade, uma parte da comitiva tinha à sua espera um almoço preparado por dois ‘chefs’ com uma estrela Michelin, o português Pedro Lemos e o japonês Yoshida San, uma ação do Turismo de Portugal destinada a promover a cozinha portuguesa neste país, que envolve outras duplas.

    Montenegro, sempre acompanhado pela mulher, visitou o pavilhão do Japão, virado para a sustentabilidade, e, depois, o de Portugal, que tem como tema “Oceano: Diálogo Azul”, da responsabilidade do arquiteto japonês Kengo Kuma.

    No final de uma intervenção feita de improviso, chamou ao púlpito a mulher, Carla Montenegro, para entregarem ao pavilhão um presente feito no âmbito da Associação Marinheiros da Esperança, um projeto feito com crianças internadas em alas pediátricas.

    A partir de desperdícios de madeira de freixo do qual saiu a mesa colocada na entrada do pavilhão, duas crianças fizeram duas peças inspiradas na Umi, e que o primeiro-ministro levou na bagagem de Lisboa até Osaka, emocionando-se na entrega.

  • Diretor de campanha de Mendes pede esclarecimentos e critica Gouveia e Melo e Ventura por almoço com Mário Ferreira como anfitrião

    Duarte Marques, diretor de campanha de Luís Marques Mendes, reagiu à notícia do Público, que dá conta de que Mário Ferreira foi o anfitrião de um almoço entre Gouveia e Melo e André Ventura, sugerindo que “os três têm a obrigação de prestar esclarecimentos públicos sobre isto”.

    Na opinião do social-democrata, a notícia “tem muito que se lhe diga” e atira a vários protagonistas. Não só diz que a “iniciativa de um grande apoiante de Gouveia e Melo e dono da TVI explica muito o que se passa na Media Capital à margem dos jornalistas”, como critica o candidato a Belém Henrique Gouveia e Melo: “É o mais grave mas não surpreende: afinal onde está o seu suprapartidarismo? Onde está a sua independência face aos partidos? Afinal parece igual aos piores políticos tradicionais.”

    Além disso, também não poupa André Ventura: “A notícia só reforça a sua tendência para ziguezagues políticos.”

    O almoço em causa foi noticiado pelo jornal Público, esta sexta-feira. Terá acontecido no fim de agosto, na quinta do proprietário da TVI em Torres Vedras.

  • Glória. Moedas diz que “decisão [tomada] há seis anos pode ter tido impacto", mas pede que "não se tirem conclusões precipitadas"

    Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, recorda que abriu “imediatamente uma investigação externa” ao acidente do Elevador da Glória e pede que não se tirem conclusões precipitadas.

    “Os dados novos que ficámos a saber têm a ver com uma mudança de um cabo há seis anos e isso mostra a importância da investigação”, começa por explicar, sublinhando que é preciso prosseguir a “inspeção e investigação e depois disso retiraremos conclusões”.

    Carlos Moedas entende que é preciso esperar: “Só peço que não se retirem conclusões precipitadas. É verdade que houve uma mudança do tipo de cabo há seis anos e isso vai ter de ser investigado, vai ter de ser visto porque é que isso aconteceu.” E acrescenta: “Vamos investigar até às últimas consequências.”

    “Obviamente que a administração da Carris virá aqui responder a todas as perguntas, mas isto é anterior a esta administração”, reitera. Carlos Moedas diz ainda que “há uma decisão [tomada] há seis anos que pode ter tido impacto” e que “não vai especular”.

    O presidente da Câmara Municipal de Lisboa reagiu à notícia do semanário Expresso que dá conta de que a escolha do cabo, feita há seis anos, está na origem do acidente. Em causa está o recurso a um cabo com núcleo em fibra, sendo que o óleo na calha pode ter comprometido os travões.

    Depois da cerimónia de aniversário da Polícia Municipal, o presidente da autarquia de Lisboa recupera o dia do acidente para elogiar todos os envolvidos: “Mostrámos liderança, coordenação e capacidade de decisão em momentos cruciais para a cidade. Os lisboetas sabem que têm aqui quem os defenda.”

  • Montenegro diz que "nas próximas horas" outra agência pode subir rating de Portugal

    O primeiro-ministro afirmou hoje ter notícias de que “estará por horas” a possibilidade de uma outra agência subir o rating de Portugal, salientando que, quinze anos depois da ‘troika’, “Portugal é hoje um exemplo na Europa do ponto de vista financeiro”.

    “A semana passada tivemos uma agência internacional que subiu o nosso rating, tenho notícia de que estará por horas a eventualidade de uma outra poder fazer o mesmo”, afirmou Luís Montenegro, em declarações aos jornalistas no Pavilhão de Portugal na Expo de Osaka, no final de dois dias de uma visita oficial ao Japão.

    A Fitch vai hoje anunciar a sua avaliação do rating de Portugal, que está neste momento próximo dos níveis mais elevados na classificação das principais agências.

    “Estamos a ser olhados de fora para dentro com uma respeitabilidade e uma credibilidade que nos deve fazer pensar”, afirmou.

  • Rota alternativa ao elevador da Glória já está a funcionar mas mini-autocarros vão quase vazios

    A nova carreira alternativa ao Elevador da Glória começou hoje a funcionar às 7h00. Mas os mini-autocarros elétricos que ligam os Restauradores ao Largo do Carmo, passando por várias artérias centrais de Lisboa, estão a circular praticamente sem passageiros. Às 8h apenas uma utente recorreu a este serviço, contou a jornalista da Rádio Observador, que está no local. A maioria das pessoas com quem Nadine Soares conversou noutras paragens de autocarros próximas, disse não ter tido conhecimento desta nova rota criada pela Carris depois do acidente no elevador da Glória, há nove dias.

    Ouça aqui

    8h. Lisboa. Rota alternativa ao elevador da Glória já funciona

    Com Nadine Soares

  • "Não pretendo entrar nesta corrida". Rui Moreira decide não se candidatar à Presidência da República

    O ainda autarca desfaz tabu e aconsidera que o centro tem “um número grande de candidatos, o que favorece a dispersão do voto e facilita o eventual sucesso das candidaturas anti-sistema”.

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  • Chega ultrapassa AD e lidera pela primeira vez intenções de voto a nível nacional

    A sondagem da Aximage para o DN coloca pela primeira vez o partido de André Ventura à frente, com 26,8% de voto face aos 25,9% da AD, mas ambos dentro da margem de erro.

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  • Fernando Alexandre: “Estou aqui para fazer. Se não, volto para Braga”

    Em entrevista, Fernando Alexandre fala sobre o arranque do ano letivo, defende-se das críticas dos agentes do setor e deixa uma garantia: se não conseguir reformar a Educação volta para Braga.

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  • Moedas deve sair? "Eu demiti-me porque senti que devia isso àquela mulher”

    A ex-ministra e ex-presidente do PS/Lisboa elogia a posição de Alexandra Leitão, mas sugere que no lugar de Moedas se demitiria. Não nega ter sido sondada “por amigos” para uma candidatura a Belém.

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  • Manutenção da Carris passou por várias fases. Iniciou externalização em 2005, mas a dos ascensores só aconteceu em 2012

    A manutenção dos ascensores da Carris esteve dentro de casa até 2012. Agora, a maior parte das vistorias passa por terceiros, ainda que a Carris tenha a fiscalização.

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