Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Trump rejeita entregar mísseis de longo alcance a Kiev
- Kiev quer "acelerar lançamento do Tribunal Especial sobre o Crime de Agressão" russo
- Eletricidade. Ucrânia diz que já recuperou mais de 50% da capacidade de produção destruída pela Rússia
- NATO vai coordenar fornecimento de armas a Kiev
- Casa Branca acusa Financial Times de utilizar as palavras de Trump "fora do contexto"
- China promete aumentar apoio à Rússia após ameaças de Trump
- Trump com postura mais hóstil face à Rússia?
- Eslováquia bloqueou aprovação do 18º pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia
- Portugal elogia nova posição da administração Trump em relação à Ucrânia: "Vem credibilizar as posições da UE"
- Suécia anuncia apoio a plano de Trump que prevê compra de armas para a Ucrânia através da Europa
- Rússia classifica de mentira declarações de Trump sobre ataque a Moscovo
- Paulo Rangel admite que o 18º pacote de sanções contra a Rússia pode ser apresentado ainda hoje
- Sergey Lavrov diz que Rússia quer "perceber o que há por trás" do prazo de 50 dias anunciado por Trump
- Primeiro-ministro ucraniano confirma que apresentou demissão
- Zelensky define prioridades para o novo governo nos próximos seis meses
- Kremlin diz que está à espera da proposta da Ucrânia para uma terceira ronda de negociações
- Ministério dos Negócios Estrangeiros russo diz que Moscovo não se vai curvar diante de ultimatos
- Trump terá perguntado a Zelensky se conseguiria atingir Moscovo com um míssil
- Kaja Kallas diz que UE está "muito perto" de aprovar 18º pacote de sanções contra a Rússia
- Trump ainda acredita "que a Rússia vai ganhar" a guerra, diz fonte da Casa Branca
- Dmitry Medvedev diz que a "Rússia não se importa" com o "ultimato teatral" de Trump
- Rússia e Coreia do Norte inauguram este mês voos diretos entre capitais
- Friedrich Merz elogia ação de Trump e diz que Alemanha terá papel decisivo na entrega de armas à Ucrânia
- Trump diz que NATO está a tornar-se "o oposto" de obsoleta: "Países estão a pagar as próprias contas"
- Donald Trump diz estar "dececionado" com Vladmir Putin, mas "não farto"
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
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Donald Trump rejeitou entregar mísseis de longo alcance à Ucrânia com capacidade de atacar cidades russas e esclareceu que Zelensky não deve atacar Moscovo. “Não, ele não deveria ter Moscovo como alvo”, respondeu o líder norte-americano ao ser questionado por jornalista.
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Kiev quer “acelerar o lançamento do Tribunal Especial sobre o Crime de Agressão da Rússia contra a Ucrânia” e preparar “a reunião com os embaixadores ucranianos” (que terá lugar na próxima semana), disse Zelensky após uma reunião com diplomatas ucranianos e com Ministério dos Negócios Estrangeiros do país.
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A NATO confirmou que irá coordenar o fornecimento de equipamento militar à Ucrânia, que será financiado pelos aliados europeus e pelo Canadá, numa tentativa de reforçar a defesa do país face aos contínuos ataques russos. Este esforço de coordenação visa assegurar que a Ucrânia receba sistemas de defesa adequados para enfrentar a ameaça militar da Rússia.
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A China indicou que irá aumentar o apoio à Rússia após as ameaças de sanções impostas por Trump se Moscovo não encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia em 50 dias. O Presidente chinês, Xi Jinping, defende um fortalecimento do apoio mútuo com Moscovo, após encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros russo.
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Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar a cobertura do Observador sobre a guerra na Ucrânia neste outro artigo em direto.
Trump garante que sistemas de defesa Patriot já estão a ser enviados para a Ucrânia
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Ataques russos atingem várias cidades ucranianas. Há registo de três feridos em Kharkiv
A Rússia lançou drones e mísseis balísticos contra várias cidades ucranianas esta noite. O Kyiv Independent relata que os seus jornalistas ouviram explosões e que a Força Aérea ucraniana emitiu vários alertas de que drones estavam a atacar a capital e outras regiões.
O governador Oleh Syniehubov foi um dos primeiros a reagir e disse que em Kharkiv há registo de pelo menos 17 explosões em 20 minutos. Os ataques tiveram como alvo principal as instalações de uma empresa no distrito de Kyivskyi e provocaram um incêndio. Há registo de pelo menos três feridos.
Dnipropetrovsk, mais especificamente a cidade de Kryvi Rih, também foi alvo dos ataques com drones, que causaram cortes de energia em várias zonas.
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Trump rejeita entregar mísseis de longo alcance a Kiev
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou hoje entregar mísseis de longo alcance à Ucrânia com capacidade de atacar cidades russas.
“Não, não estamos a pensar fazer isso”, respondeu o Presidente republicano, questionado pela imprensa na Casa Branca sobre a possibilidade de entregar às forças ucranianas mísseis de longo alcance.
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Trump esclarece: Zelensky não deve atacar Moscovo
Depois de o Financial Times ter avançado que Trump tinha perguntado a Zelensky se conseguia atacar Moscovo e São Petersburgo e a Casa Branca ter dito que as palavras tinham sido utilizadas “totalmente fora do contexto”, foi a vez do próprio Presidente norte-americano esclarecer a sua posição.
Questionado, na Casa Branca, pelos jornalistas sobre se Zelensky deveria atacar Moscovo, segundo o Kyiv Independent, Trump respondeu: “Não, ele não deveria ter Moscovo como alvo.”
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"Um presente para o ditador". Viúva de Navalny pede a Itália para cancelar atuação de maestro aliado de Putin
A viúva do opositor russo Alexei Navalny pede aos italianos para serem “coerentes”, questionando e criticando a atuação do maestro Valery Gergiev, aliado próximo de Putin, num festival de música.
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NATO avisa Brasil, China e Índia para retaliação tarifária por negócios com Rússia
O secretário-geral da NATO advertiu hoje Brasil, China e Índia para possíveis retaliações com tarifas alfandegárias se continuarem a negociar com a Rússia, instando estes países a pressionarem Moscovo para negociar a paz com a Ucrânia seriamente.
Numa conferência de imprensa em Washington com os senadores norte-americanos Thom Tillis (republicano) e a Jeanne Shaheen (democrata), Mark Rutte lembrou que na segunda-feira o Presidente norte-americano, Donald Trump, “disse basicamente que, se a Rússia não levar a sério as conversações de paz, dentro de 50 dias imporá sanções secundárias a países como a Índia, a China e o Brasil”.
Na sua reunião de segunda-feira na Sala Oval da Casa Branca, Trump aumentou a pressão sobre o Presidente russo, Vladimir Putin, ao ameaçar impor “tarifas muito severas” se nesses 50 dias não for alcançado um acordo de paz com a Ucrânia e ao confirmar o envio de novas armas para Kiev.
As “tarifas secundárias”, segundo responsáveis da Casa Branca, traduzem-se numa sobretaxa de 100% à Rússia e sanções secundárias a quem comprar petróleo russo.
“Portanto, o meu conselho para estes três países em particular é que, se vive em Pequim ou em Deli, ou se é o Presidente do Brasil, talvez queira dar uma olhadela nisto, porque pode afetá-lo muito duramente”, acrescentou Rutte.
O secretário-geral da Aliança Atlântica exortou estes países a ligarem diretamente para Putin, dizendo-lhe “que ele tem de levar a sério as negociações de paz, porque, caso contrário, isso afetará massivamente o Brasil, a Índia e a China”.
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Kiev quer "acelerar lançamento do Tribunal Especial sobre o Crime de Agressão" russo
O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reuniu-se esta tarde com diplomatas ucranianos e com Ministério dos Negócios Estrangeiros do país. Do encontro resultaram 3 conclusões, que Zelensky partilhou na sua conta do Telegram.
Kiev quer “acelerar o lançamento do Tribunal Especial sobre o Crime de Agressão da Rússia contra a Ucrânia”, assim como preparar “a reunião com os embaixadores ucranianos” (que terá lugar na próxima semana).
No que toca ao terceiro ponto que saiu desta reunião, este foca-se nos passos que Kiev deve dar no que diz respeito às “principais plataformas internacionais, nomeadamente no que se refere aos projetos de resolução da Assembleia-Geral da ONU“.
“Estamos a preparar golpes políticos e jurídicos significativos contra o Estado agressor [Rússia] e as suas posições. Os próximos meses são um período de trabalho especialmente ativo da nossa diplomacia”, escreveu Zelensky.
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Eletricidade. Ucrânia diz que já recuperou mais de 50% da capacidade de produção destruída pela Rússia
Kiev anunciou que “mais de 50% das capacidades de produção de eletricidade na Ucrânia danificadas pelos ataques russos já foram reparadas”, disse Mykola Kolisnyk, vice-ministro da Energia da Ucrânia, citado pelo Pravda Ukrainsk.
“A produção de energia térmica e hidroelétrica foi a mais atingida pelos ataques russos. Mais de 50% da capacidade danificada já foi reconstruida graças aos esforços dos engenheiros, à coordenação governamental e ao apoio dos parceiros internacionais”, acrescentou o governante.
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NATO vai coordenar fornecimento de armas a Kiev
A NATO confirmou hoje que irá coordenar a entrega de armamento à Ucrânia, que os países europeus vão comprar aos Estados Unidos, através da missão de treino e assistência da Aliança Atlântica no território ucraniano (NSATU).
“Os aliados europeus da NATO e o Canadá assumirão o papel principal de financiamento e a NATO coordenará a entrega, incluindo através da NSATU. O equipamento militar incluirá sistemas de defesa aérea, munições e outros equipamentos”, indicaram fontes da Aliança à agência noticiosa espanhola Europa Press sobre os planos anunciados pelo Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, e confirmados pelo secretário-geral da NATO, Mark Rutte, durante a sua visita na segunda-feira à Casa Branca, em Washington.
Desta forma, a NATO irá manter o papel de coordenação que assumiu há um ano na cimeira de Washington para centralizar a assistência militar à Ucrânia, embora esta dependa, em última análise, das contribuições e aquisições dos aliados europeus.
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Casa Branca acusa Financial Times de utilizar as palavras de Trump "fora do contexto"
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, acusou o jornal Financial Times de “utilizar as palavras [de Trump] totalmente fora do contexto”.
Donald Trump terá questionado, segundo o Financial Times, Volodymyr Zelensky se conseguiria atingir Moscovo com um míssil. A conversa terá acontecido no dia 4 de julho — um dia depois de Trump ter falado com Putin —, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.
“O Presidente Trump estava apenas a fazer uma pergunta, não a incentivar mais mortes. Ele está a trabalhar incansavelmente para impedir as mortes e acabar com esta guerra”, sublinhou Leavitt, citada pelo Kyiv Independent.
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China promete aumentar apoio à Rússia após ameaças de Trump
A China prometeu que irá aumentar o apoio à Rússia depois de Donald Trump ter ameaçado o Kremlin com tarifas “severas” se Moscovo não acabasse com a guerra na Ucrânia em 50 dias, escreve a Sky News.
O Presidente chinês, Xi Jinping, disse que Pequim e Moscovo deveriam “fortalecer o apoio mútuo em fóruns multilaterais”, depois de se reunir com o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, na capital chinesa.
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Trump com postura mais hóstil face à Rússia?
Bruno Cardoso Reis fala numa mudança de pensamento de Trump. E explica que o Presidente norte-americano já constatou que a Rússia não está pronta para um cessar-fogo.
Ouça aqui o episódio na íntegra.
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Eslováquia bloqueou aprovação do 18º pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia
Robert Fico, primeiro-ministro eslovaco, anunciou nas redes sociais que a proposta para o 18.º pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia foi rejeitada. A Eslováquia continua, assim, a adiar a aprovação este pacote de sanções.
De acordo com o chefe do governo eslovaco, a Comissão Europeia apresentou garantias ao país em troca da aprovação do novo pacote de sanções. No entanto, Fico considerou as garantias “insuficientes”, pelo que votou contra a aprovação do 18º pacote.
Kaja Kallas, a chefe da diplomacia europeia, afirmou, citada pela Sky News, que está “muito triste” por o bloco comunitário não ter aprovado as novas sanções e referiu que “a bola está do lado da Eslováquia”.
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Portugal elogia nova posição da administração Trump em relação à Ucrânia: "Vem credibilizar as posições da UE"
Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, afirmou esta terça-feira que a nova posição da administração Trump em relação ao conflito ucraniano “é um sinal positivo e de coesão entre os dois lados do Atlântico”.
Em declarações aos jornalistas em Bruxelas, Paulo Rangel considera que os 50 dias que Trump deu a Putin para chegar a um acordo com a Ucrânia são “um período longo”, mas que “em todo o caso isto significa uma mudança geopolítica fundamental“.
“Ao fazerem esta inflexão, os Estados Unidos dão um sinal à comunidade internacional de que a Rússia não está disponível. Desse ponto de vista vem credibilizar as posições da União Europeia. É, geopoliticamente, um desenvolvimento positivo”, sublinhou.
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Suécia anuncia apoio a plano de Trump que prevê compra de armas para a Ucrânia através da Europa
O ministro da Defesa sueco, Pal Jonson, anunciou esta terça-feira que a Suécia apoia o plano de Donald Trump que prevê a compra de armas para a Ucrânia pela Europa. “Congratulamo-nos com a decisão norte-americana de autorizar o reforço das sanções contra a Rússia e de abrir caminho para o fornecimento de mísseis Patriot e outros sistemas de armamento à Ucrânia”, afirmou num comunicado citado pelo Le Monde.
De acordo com o ministro, “a Ucrânia precisa urgentemente de reforçar a sua defesa aérea, em particular com mísseis Patriot, tendo em conta os bombardeamentos e os ataques incessantes da Rússia”.
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Rússia classifica de mentira declarações de Trump sobre ataque a Moscovo
O Kremlin classificou esta terça-feira como “mentira” as declarações do Presidente norte-americano dirigidas ao homólogo ucraniano para bombardear Moscovo e São Petersburgo.
“Esta retórica não é nova. Geralmente, acabam por ser mentira”, comentou o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, na conferência de imprensa diária por telefone, na numa referência às declarações de Donald Trump dirigidas a Volodymyr Zelensky, divulgadas pelo diário britânico Financial Times.
Os meios de comunicação social britânicos noticiaram que Trump perguntou a Zelensky, numa conversa em 04 de julho, se podia atacar Moscovo e São Petersburgo, tendo o líder ucraniano respondido afirmativamente, se lhe forem fornecidas armas de longo alcance.
O Financial Times sublinhou que esta questão foi colocada para encorajar o lado ucraniano a intensificar os ataques à Rússia e forçar o Kremlin a sentar-se à mesa das negociações para chegar a uma solução para o conflito iniciado em fevereiro de 2022.
Também o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, argumentou que Trump deve estar “sob enorme pressão” da União Europeia e da NATO, numa alusão ao ultimato de 50 dias que o republicano deu à Rússia chegar a um acordo com a Ucrânia.
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Paulo Rangel admite que o 18º pacote de sanções contra a Rússia pode ser apresentado ainda hoje
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, admitiu que o 18º pacote de sanções contra a Rússia pode ser apresentado ainda hoje. A Eslováquia é o único país que ainda está a considerar.
“Isto está tudo nas mãos do primeiro-ministro em Bratislava. É ele que vai avaliar se as garantias que são dadas na carta (e que para nós vão claramente ao encontro das objeções que tinham sido levantadas) são ou não suficientes. Estamos na expectativa de termos hoje o desbloquear do novo pacote”, afirmou em declarações aos jornalistas em Bruxelas, depois de ter tido uma reunião “muito importante” com os homólogos europeus.
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Sergey Lavrov diz que Rússia quer "perceber o que há por trás" do prazo de 50 dias anunciado por Trump
Numa conferência de imprensa esta terça-feira, durante a reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da Shanghai Cooperation Organization, na China, Sergey Lavrov disse que a Rússia queria perceber o prazo de 50 dias anunciado por Donald Trump na última segunda-feira para se chegar a um acordo sobre a guerra na Ucrânia.
“Certamente gostávamos de perceber o que há por trás da declaração sobre os 50 dias. Antes já houve outros prazos de 24 horas e 100 dias, já vimos de tudo e realmente gostávamos de perceber a motivação do Presidente dos EUA”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, citado pela agência TASS.
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Primeiro-ministro ucraniano confirma que apresentou demissão
O primeiro-ministro ucraniano Denys Shmyhal confirmou através do Telegram que já apresentou o seu pedido de demissão, no seguimento da reforma governamental proposta por Volodymyr Zelensky.
“Obrigado aos que estão a defender a linha de frente e a proteger a Ucrânia. Obrigado ao Presidente Volodymyr Zelensky pela confiança. Obrigado à equipa pelo trabalho incansável pelo nosso país. Glória à Ucrânia”, escreveu, junto de uma fotografia em que se mostra a assinar o documento de demissão do cargo.