Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump e Vladimir Putin têm um encontro planeado para a próxima semana, potencialmente no Alasca, para discutir um acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia. Trump mencionou que o encontro, altamente antecipado, poderia levar a uma troca de territórios disputados, apesar da resistência inicial do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em ceder território.
    • Apesar das negociações em andamento entre os Estados Unidos e a Rússia, o possível acordo inclui a anexação russa da Crimeia e do Donbass, enquanto a Rússia se comprometeria a cessar a ofensiva nas províncias de Kherson e Zaporíjia. Este acordo está a ser debatido entre os aliados europeus e a Ucrânia, mas ainda não obteve aceitação generalizada.
    • Volodymyr Zelensky está em constante contacto com parceiros internacionais, incluindo os Estados Unidos, na busca de um cessar-fogo que possa ser alcançado através de pressão adequada sobre a Rússia. Zelensky enfatizou a importância de uma posição diplomática comum entre as nações europeias para alcançar uma paz sustentável para a Ucrânia.
    • Em resposta às sanções aplicadas pelos Estados Unidos devido à compra de petróleo russo, a Índia suspendeu temporariamente a aquisição de armas e equipamentos militares americanos. O governo indiano, liderado por Narendra Modi, também cancelou a visita do ministro da Defesa indiano a Washington, marcando uma escalada nas tensões diplomáticas entre a Índia e os Estados Unidos.

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  • Encerramos agora este artigo liveblog. Pode seguir os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia ao longo deste sábado nesta nova ligação.

    Obrigado por continuar connosco.

  • Putin e Trump vão encontrar-se na próxima sexta-feira no Alasca

    Donald Trump confirmou esta noite, através de uma publicação na rede social Truth, que o “muito antecipado” encontro com Vladimir Putin será na próxima sexta-feira, dia 15 de agosto, no “Grande Estado” do Alasca.

  • Trump acredita que se está "muito perto de acordo", mas admite "troca de territórios" entre Kiev e Moscovo

    Sentado entre os Presidentes do Azerbaijão e da Arménia, que acabariam de assinar um acordo de cessar-fogo, Donald Trump referiu que o conflito entre a Rússia e a Ucrânia poderá estar próximo deste mesmo destino. “Estamos muito próximos de um acordo”, admitiu o Presidente dos EUA, relembrando que se vai encontrar com Vladimir Putin “muito em breve”, assim que conseguirem ajustar todos os detalhes da reunião em termos de segurança.

    Sem adiantar grandes detalhes sobre o local e a data deste encontro, Trump adianta que a localização irá “agradar muitas pessoas”. Onde o Chefe de Estado não se limitou em oferecer pormenores foi no potencial acordo que será assinado tanto por Kiev, como por Moscovo para cessar as hostilidades que já duram há mais de três anos.

    “Estamos a olhar para um território que tem sido disputado há três anos e meio. Muitos russos morreram. Muitos ucranianos morreram”, referiu Trump, antes de deixar em cima da mesa a elevada possibilidade de terem de ser feitas “trocas de território” entre os dois países. “É complicado, na verdade. Nada é fácil. É muito complicado, mas [a Ucrânia] terá algum território de volta”, acrescenta.

    Volodymyr Zelensky tem se mostrado sempre relutante em admitir qualquer tipo de perda territorial como solução para o conflito, mas Trump garante que o seu homólogo ucraniano “terá de se preparar para assinar alguma coisa”.

  • Cimeira deverá ocorrer nos Emirados Árabes Unidos, Hungria, Suíça ou Roma no final da próxima semana

    A cimeira entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o homólogo norte-americano, Donald Trump, deverá ocorrer no final da próxima semana, adianta fonte da Casa Branca à NBC News.

    De acordo com a mesma fonte, o local do encontro ainda está a ser discutido, mas há quatro possibilidades: Emirados Árabes Unidos, Hungria, Suíça e Roma.

    Os norte-americanos têm uma lista de exigências por parte da Rússia. Os EUA estão a tentar discuti-la com os aliados europeus e a Ucrânia, de modo a chegar a um consenso.

    Os detalhes do encontro ainda são pouco claros e estão sujeitos a várias modificações.

  • Zelensky admite que existe a perceção de que se "pode alcançar um cessar-fogo", mas "depende da pressão à Rússia"

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse hoje que a diplomacia do país vai continuar o “trabalho ativo” para que “haja uma posição comum em prol de uma paz credível para a Ucrânia”:

    “Estamos constantemente em comunicação com o lado americano e, por nossa vez, os nossos parceiros estão a falar com os Estados Unidos da América. Todos estão unidos pela perceção de que existe a possibilidade de alcançar pelo menos um cessar-fogo, e tudo depende da pressão correta sobre a Rússia“, assinalou o líder ucraniano no seu discurso diário.

  • Reunião entre Putin e Trump pode acontecer no final da próxima semana

    Uma reunião entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder russo, Vladimir Putin, poderão encontrar-se no final da próxima semana, avança a agência de notícias russa TASS.

  • Zelensky diz que EUA estão "determinados a alcançar um cessar-fogo": "Devemos apoiar os seus passos"

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, conversou ao telefone com o primeiro-ministro da Chéquia, Petr Fiala. Os dois líderes falaram sobre as negociações de paz.

    Numa publicação no X, o líder ucraniano recordou “as chamadas dos últimas dias” para salientar que todos devem “estar unidos pelo entendimento de que a guerra deve acabar e que a Europa deve desenvolver uma posição comum em todos os aspetos importantes de segurança”.

    O líder da Ucrânia salientou que os Estados Unidos “estão determinados em alcançar um cessar-fogo”. “Nós devemos apoiar todos os passos construtivos”, prosseguiu.

    “Um paz digna, confiável e duradoura apenas pode ser o resultado dos nossos esforços conjuntos”, escreveu Volodymyr Zelensky, agradecendo o apoio da Chéquia à Ucrânia.

  • Conselho Europeu anuncia pagamento de 3,2 mil milhões de euros para "apoiar a estabilidade macrofinanceira da Ucrânia"

    Com o objetivo de “apoiar a estabilidade macrofinanceira da Ucrânia”, o Conselho Europeu aprovou um quarto pagamento superior a 3,2 mil milhões de euros para o fundo da UE dedicado a Kiev, anunciam na rede social X.

    Este fundo europeu foi criado com o intuito de ajudar e promover a “recuperação e reconstrução da Ucrânia”, sempre com a adesão ucraniana à União Europeia em vista, descreve o Conselho.

  • Acordo entre EUA e Rússia pode incluir anexação russa do Donbass. Kremlin parava ofensiva em Kherson e Zaporíjia

    Os Estados Unidos e a Rússia estão a planear um acordo que parece recompensar a invasão russa da Ucrânia, avança o jornal Bloomberg, que cita fontes conhecedoras do processo negocial.

    Segundo o jornal, a Rússia anexaria a Crimeia e o Donbass — de que fazem parte as províncias de Donetsk e Lugansk. Donetsk ainda não está totalmente controlada pelos russos, mas a Ucrânia teria de retirar as tropas da província.

    Por sua vez, o Kremlin comprometeu-se a parar a ofensiva nas províncias de Kherson e Zaporíjia.

    Aquelas regiões estão parcialmente ocupadas quer pela Ucrânia, quer pela Rússia. Não é claro se cada uma das partes ficava com os territórios que atualmente controlam, ou se a Rússia teria de desistir completamente dos territórios que conquistou desde 2022.

    Estes detalhes ainda estão sujeitos a modificações. Os Estados Unidos estão a tentar convencer os europeus e os ucranianos a apoiaram o acordo, mas não é garantido que aceitem.

  • Primeiro-ministro indiano falou com Putin

    O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, informou, no X, que teve uma “conversa muito boa e detalhada com o amigo Presidente Putin”.

    Os dois líderes avaliaram o “progresso na agenda bilateral” e reafirmaram o “compromisso para fortalecer a parceria” entre a Rússia e a Índia.

  • Trump terá pedido a Meloni para Roma acolher negociações, mas Putin terá recusado. Vaticano ainda é hipótese

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, ligou, esta quinta-feira, à primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, para acolher a cimeira entre a Rússia e os Estados Unidos.

    Segundo avança o Corriere dela Sera, a primeira-ministra aceitou de imediato, tal como o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que terá assinalado que ficara “muito agradado” com a escolha norte-americana.

    Por sua vez, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, terá recusado reunir-se com Donald Trump em Roma, por Itália adotar uma política “demasiado amiga da Ucrânia”.

    Além disso, Itália é signatária do Estatuto de Roma — e significa que, à luz do mandado de detenção emitido pelo Tribunal Penal Internacional, teria de deter Vladimir Putin, caso o líder rusos entrasse em solo italiano.

    Segundo escreve o Corriere dela Sera, o Vaticano também pode acolher a cimeira, ainda que seja improvável com a Rússia a não concordar. Ainda assim, a Santa Sé manifesta disponibilidadade em receber o encontro.

  • Lukashenko falou com Putin e diz que Rússia "não é contra trégua aérea": "Seria um bom primeiro passo"

    O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, falou ao telefone com o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

    Ainda não sabe o teor da conversa, mas a agência de notícias bielorrussa Belta está a avançar que Alexander Lukashenko disse que a Rússia “não é contra uma trégua aérea”, avisando que, no entanto, que a Ucrânia deveria “parar com os ataques” contra a Rússia.

    “Uma trégua aérea entre a Ucrânia e a Rússia seria um bom primeiro passo para uma resolução mais aprofundada”, adiantou Alexander Lukashenko.

  • Lukashenko propõe que Bielorrússia realize cimeira entre Putin, Trump e Zelensky

    O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, ofereceu-se hoje, citado pela RIA, para realizar uma cimeira tripartida entre a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos da América.

    A cimeira seria, assim, organizada na Bielorrússia, uma aliada da Rússia, contando com a presença de Donald Trump, Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin.

  • Trump ouve a Europa e a Ucrânia, mas dá a Putin o que ele sempre quis: um encontro sem Zelensky

    Trump “não sabe” se está a ser “enrolado” pelos russos e demonstra posição menos ingénua quanto às intenções do Kremlin, mas aceita encontrar-se a sós com Putin. Europa tenta negociar nos bastidores.

    Trump ouve a Europa e a Ucrânia, mas dá a Putin o que ele sempre quis: um encontro sem Zelensky

  • Xi Jinping sobre guerra na Ucrânia: "Não há soluções simples para questões complexas"

    Após a chamada com o Presidente russo, o líder chinês, Xi Jinping, assinalou que “não há soluções simples para questões complexas”.

    Durante a chamada, o Presidente russo “informou a Rússia sobre a visão da situação atual da crise ucraniana e dos recentes contactos e comunicações entre a Rússia e os Estados Unidos”.

    O líder russo expressou “profundo apreço” pelo “papel construtivo da China na promoção de uma solução política para a crise”.

    Por sua vez, Xi Jinping realçou que não “há soluções simples para problemas complexas”.

    “Independentemente da evolução da situação, a China manterá a posição consistente e persistirá na promoção da paz e do diálogo”, garantiu Xi Jinping.

    O líder chinês pediu à Rússia e aos Estados Unidos para “manter o contacto, melhorarem as relações e avançarem na resolução política da crise ucraniana”.

    A China convida a Rússia e os Estados Unidos a manterem o engajamento, aprimorarem suas relações e avançarem na resolução política da crise ucraniana.

  • Vladimir Putin e Xi Jinping falaram hoje ao telefone

    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, falou hoje ao telefone com o homólogo chinês, Xi Jinping.

    A informação está a ser avançada pela televisão chinesa, que apenas adianta que a chamada telefónica foi realizada por iniciativa da Rússia.

  • Encontro entre Putin e Trump pode ocorrer já na segunda-feira. Roma é uma das cidades em cima da mesa, avança Fox News

    A Fox News está a avançar que o encontro entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo russo, Vladimir Putin, pode ocorrer já esta segunda-feira, 11 de agosto.

    Roma é uma das localizações que está a ser estudada para a cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin, mas há outras cidades na Europa (e fora) que estão na calha para receber o encontro.

  • Índia retalia contra sanções de Trump: deixa de comprar armas aos EUA e ministro cancela visita a Washington

    A Índia retaliou hoje contra as sanções norte-americanas aplicadas ao país após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter aumentando em 25% as tarifas aos produtos indianos em resultado de Nova Deli comprar petróleo à Rússia e financiar a máquina de guerra russa na Ucrânia.

    Como avança a Reuters, a Índia suspendeu temporariamente os planos para comprar armas, equipamentos militares e aeronaves norte-americanas.

    Adicionalmente, o ministro da Defesa indiano, Rajnath Singh, cancelou a visita oficial que teria marcada para os Estados Unidos.

  • Tusk falou com Zelensky e adianta que "congelamento da guerra" na Ucrânia está "mais perto do que longe"

    O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, falou hoje com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sobre a guerra na Ucrânia.

    “Há certos sinais, tenho essa intuição, de que pode haver um congelamento do conflito”, afirmou Donald Tusk, citado na imprensa polaca, especificando que não se tratará do fim da guerra.

    “O congelamento do conflito está mais perto do que longe, há esperança para isso”, continuou Donald Tusk.

    O primeiro-ministro da Polónia recordou também que hoje é o “fim do ultimato” imposto por Donald Trump à Rússia. “O Presidente Zelensky está muito cauteloso, mas ainda otimista”, realçou.

    Donald Tusk sublinhou que o “lado ucraniano está interessado que a Europa, incluindo a Polónia, participe na conceção deste futuro cessar-fogo e, posteriormente, da paz”.

    No X, o Presidente ucraniano também deu conta da conversa com Donald Tusk.

    “Informei sobre as minhas conversas com Donald Trump e colegas europeus. Discutimos as opções diplomáticas disponíveis e concordamos em coordenar o trabalho juntos para os nossos interesses europeus conjuntos”, garantiu Volodymyr Zelensky.

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