Momentos-chave
- Administração Trump não atribuiu segurança máxima a Jantar
- "Queria ver o que se estava a passar". Trump diz que não "facilitou" trabalho do Serviço Secreto
- Obama: "Cabe a todos nós rejeitar a ideia de que a violência tenha lugar na nossa democracia"
- "Muitas pessoas podem ter ficado surpreendidas", disse atirador à família
- Empresa onde trabalhava atirador está a colaborar com investigação
- Donald Trump será entrevistado no programa 60 Minutos da CBS
- Agente atingido por atirador já recebeu alta hospitalar
- Palácio de Buckingham confirma que visita de Carlos III aos EUA se mantém
- Associação de Correspondentes vai reunir para definir procedimentos
- Trump diz que queria continuar com o jantar, mas foi impedido por autoridades
- Trump garante que a visita de Carlos III aos EUA se mantém
- Donald Trump revela que atirador tinha um manifesto
- Jantar dos correspondentes foi sabotado por "uma pessoa louca depravada", afirma porta-voz
- "Ataque nunca teria acontecido" no novo salão de baile, garante Trump
- Detido não estará a colaborar com autoridades
- Suspeito fez check-in no hotel pouco antes do ataque
- "O atirador passou o perímetro por pouco. O sistema funcionou", defende Procurador-Geral
- Atirador tinha como alvo elementos da administração Trump, diz Procurador-Geral
- "Só quero ir para casa". Viúva de Charlie Kirk retirada de hotel em lágrimas
- Atirador comprou armas usadas no ataque em 2023 e em 2025
- Dos tiros em Butler à invasão impedida a Mar-a-Lago: os outros atentados a Donald Trump
- Reino Unido revê plano de segurança para visita do Rei Carlos aos EUA
- Delcy Rodríguez: "A violência nunca é opção para quem defende os valores da paz"
- Presidente da República: "Qualquer ataque contra as instituições democráticas ou a liberdade de imprensa merece forte condenação"
- "Professor do mês", programador de videojogos e apoiante de Kamala: quem é Cole Allen, o suspeito do ataque no Jantar de Correspondentes?
- Modi: "Violência deve ser inequivocamente condenada"
- Luís Montenegro: "Democracia e quem a defende não podem tolerar ou transigir com violência política"
- Metsola: "Não pode haver espaço para violência política nas nossas democracias"
- Zohran Mamdani: "A violência política é absolutamente inaceitável"
- "A violência nunca é o caminho", diz Pedro Sánchez
- Ursula von der Leyen elogia polícias e lembra que "violência não tem lugar na política"
- "Violência política não tem lugar na vida pública", escreve António Costa
- Netanyahu "chocado" com "tentativa de assassinato" de Trump
- Trump divulga imagem de Cole Tomas Allen
- O que se sabe sobre a tentativa de ataque no Jantar de Correspondentes
Histórico de atualizações
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Bom dia,
Encerramos aqui este artigo em direto, mas pode continuar a acompanhar os momentos-chave relativamente à tentativa de ataque ao jantar de Correspondentes da Casa Branca neste novo liveblog.
Obrigado.
Trump garante “total segurança” de Carlos III durante visita aos EUA esta segunda-feira
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Administração Trump não atribuiu segurança máxima a Jantar
A Administração Trump não classificou como de segurança máxima o Jantar de Correspondentes da Casa Branca, apesar do elevado número de governantes — que incluía os três principais cargos do país — no evento.
De acordo com o Washington Post, em eventos deste género, é aplicada pelo Departamento de Segurança Interna a designação de Evento de Segurança Especial Nacional. O Serviço Secreto fica responsável por coordenar a segurança, mas nada disso aconteceu este sábado.
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Tem problemas de costas e não quis sujar o fato novo. Michael Glantz, o homem que comeu a salada enquanto todos fugiam dos tiros
Os disparos no Jantar dos Correspondentes não impediram Michael Glantz de apreciar a sua salada. O nova-iorquino, habituado ao caos, não quis sujar o fato e ficou a ver o Serviço Secreto em ação.
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De Donald Trump a JD Vance, de Mike Johnson a Marco Rubio. Governo estava em peso no jantar e não é claro se havia "sobrevivente designado"
Os três detentores dos cargos mais importantes dos EUA estavam todos na mesma sala. “Ainda assim estamos todos seguros”, respondeu procurador-geral interino.
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"Queria ver o que se estava a passar". Trump diz que não "facilitou" trabalho do Serviço Secreto
O Presidente norte-americano concedeu este domingo uma entrevista ao programa 60 Minutos, da CBS, em que admite que não “facilitou” o trabalho dos agentes do Serviço Secreto que estavam a tentar protegê-lo.
“Eu não estava a facilitar-lhes as coisas. Eu queria ver o que se estava a passar”, afirmou Donald Trump num excerto da entrevista. Revelou que disse aos agentes: “Esperem um minuto. Deixem-me ver”, O vídeo completo só será transmitido ao final da noite, pelas 24h.
“Nessa altura começámos a perceber que era um problema, um problema diferente, mau e diferente do que seria o barulho normal que só ouve o tempo todo num salão de baile”, continuou o presidente. “Eu estava rodeado por pessoas fantásticas, e provavelmente fiz com que agissem um pouco mais devagar”, disse.
President Trump said he “wasn’t making it that easy” for the Secret Service as it responded when shots rang out at the White House Correspondents’ Dinner, because he wanted to see what was going on. @NorahODonnell's interview with the President, tonight on 60 Minutes. pic.twitter.com/Us7RqmMqg2
— 60 Minutes (@60Minutes) April 26, 2026
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Obama: "Cabe a todos nós rejeitar a ideia de que a violência tenha lugar na nossa democracia"
O ex-Presidente norte-americano Barack Obama reagiu no X às notícias sobre o ataque. “Apesar de ainda não termos os detalhes sobre os motivos do tiroteio que ocorreu ontem à noite no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, cabe a todos nós rejeitar a ideia de que a violência tenha lugar na nossa democracia”, escreveu.
Obama também aproveitou para destacar a coragem dos agentes do Serviço Secreto. “Estou grato a todos eles — e grato que o agente que foi atingido vai ficar bem”, acrescentou.
Although we don’t yet have the details about the motives behind last night's shooting at the White House Correspondents Dinner, it’s incumbent upon all us to reject the idea that violence has any place in our democracy. It’s also a sobering reminder of the courage and sacrifice…
— Barack Obama (@BarackObama) April 26, 2026
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"Muitas pessoas podem ter ficado surpreendidas", disse atirador à família
“Peço desculpas a todos… que sofreram antes de eu ser capaz de tentar isto, a todos os que possam sofrer depois, tenha eu sucesso ou falhe.” Esta foi uma das mensagens enviadas à família de Cole Tomas Allen, o atirador do Jantar de Correspondentes da Casa Branca, pelo próprio.
A mesma mensagem figura no manifesto divulgado pela imprensa norte-americana, e que foi enviado aos familiares por Cole Allen. O FBI está a analisar o bairro em Torrance, Califórnia, onde vivia o atirador, e a sua casa foi alvo de buscas.
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Empresa onde trabalhava atirador está a colaborar com investigação
A empresa onde Cole Tomas Allen trabalhava emitiu um comunicado em que diz estar a colaborar com as autoridades. O atirador do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca era professor e esteve ligado nos últimos seis anos à C2 Education, que se destina a preparar aspirantes a estudantes universitários.
“Ficámos chocados por saber das notícias sobre o incidente terrível que ocorreu no Jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca”, indica o comunicado. “Estamos a cooperar inteiramente com as forças de segurança para os ajudar na investigação. A violência de qualquer tipo nunca é a resposta.”
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Fotografia mostra Donald Trump e o seu núcleo duro a assistir às imagens de videovigilância do hotel onde ocorreu o tiroteio
A fotografia do fotógrafo oficial da Casa Branca, Daniel Torok, mostra o momento em que Donald Trump vê num telemóvel as imagens de videovigilância do hotel onde ocorreu o tiroteio e do momento em que o suspeito consegue romper os check-points de segurança.
Trump está ladeado pelo seu núcleo duro como Marco Rubio, secretário de estado, Pete Hegseth, secretário de Defesa, JD Vance vice-presidente e Markwayne Mullin, secretário de Segurança Interna.
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Donald Trump será entrevistado no programa 60 Minutos da CBS
O Presidente dos EUA será entrevistado no programa 60 Minutos da CBS News acerca do ataque no Jantar de Correspondentes da Casa Branca, revelou o porta-voz da Casa Branca Steven Cheung.
Donald Trump já prestou declarações em conferência de imprensa e à Fox News.
President Trump sits down with 60 Minutes to discuss what happened at the White House Correspondents Association dinner last night. pic.twitter.com/sLCkILKZDX
— Steven Cheung (@StevenCheung47) April 26, 2026
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Agente atingido por atirador já recebeu alta hospitalar
O agente dos Serviços Secretos atingido pelo atirador do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca já recebeu alta hospitalar, indica a CBS News.
Foi alvejado a curta distância na zona protegida pelo colete antibalas, pelo que sofreu algumas hematomas, mas encontra-se bem-disposto. Ainda não são conhecidos mais detalhes dos ferimentos.
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Palácio de Buckingham confirma que visita de Carlos III aos EUA se mantém
O rei Carlos III de Inglaterra e a rainha Camilla vão visitar os EUA apesar do tiroteio durante o Jantar de Correspondentes da Casa Branca, confirmou o Palácio de Buckingham citado pelo jornal britânico The Guardian.
Logo depois do ataque, o Palácio de Buckingham indicou estar a analisar como o sucedido podia impactar no planeamento da visita. Contudo, nada será alterado.
“Após conversações dos dois lados do Atlântico ao longo do dia, e segundo o aconselhamento do governo, podemos confirmar que a visita de Estado de suas majestades vai continuar como planeado”, indicou fonte do Palácio. “O rei e rainha estão muito gratos a todos os que trabalharam para assegurar que assim se mantenha e estão ansiosos pela visita amanhã.”
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Washington Hilton: o hotel palco de dois atentados presidenciais e onde Trump terá decidido tornar-se presidente
Do tiro que quase matou Reagan ao “roast” de Obama que terá convencido Trump a entrar na política. Tudo aconteceu no mesmo hotel em Washington DC.
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Associação de Correspondentes vai reunir para definir procedimentos
No seguimento do ataque, a Associação dos Correspondentes da Casa Branca vai reunir para determinar novos procedimentos. Num comunicado, a presidente Weijia Jiang descreveu os momentos do tiroteio como “angustiantes”.
“Expressamos a nossa profunda gratidão aos Serviços Secretos dos EUA e a todos os membros das forças de segurança que garantiram a segurança de todos na sala e além dela. As suas ações protegeram milhares de convidados, e desejamos uma recuperação rápida e completa ao agente que ficou ferido enquanto desempenhava as suas funções”, lê-se na nota.
“Estamos gratos de que todos os que assistiam tenham ficado ilesos, incluindo o Presidente, a primeira-dama, e o Vice-Presidente. O nosso jantar existe para celebrar a Primeira Emenda e o trabalho duro diário dos jornalistas que a defendem. Na noite passada, esses jornalistas mostraram exatamente o tipo de calma e de coragem que esse trabalho exige, começando a relatar imediatamente depois do incidente. Estamos orgulhosos de todos naquela sala”, termina.
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Trump diz que queria continuar com o jantar, mas foi impedido por autoridades
Donald Trump queria continuar com o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca depois do tiroteio, disse à Fox News. Contudo, as autoridades tiveram entendimento diverso, o que o presidente dos EUA acatou.
“Eu queria mesmo que acontecesse naquela noite, mesmo se ficássemos até tarde, mas fizemos a coisa certa, e voltámos à Casa Branca, fizemos uma conferência de imprensa e explicámos o sucedido”, reconheceu Donald Trump ao canal televisivo. “Eu queria mesmo, mas o protocolo era pelo não e, já sabem, depois de as portas terem sido abertas, a sala foi selada.”
“Não podemos deixar estes criminosos e estas pessoas mesmo más mudarem o curso dos eventos no nosso país”, defendeu, acrescentando que tinha planeado “desfrutar realmente nessa noite”. “Mas não tive oportunidade de o fazer. Provavelmente, ainda bem que não o fiz.”
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Trump garante que a visita de Carlos III aos EUA se mantém
O presidente dos EUA frisou que a visita do rei de Inglaterra aos EUA, prevista para começar no dia 27 de abril, se irá manter.
Em declarações à Fox News, Donald Trump afirmou que tudo se manterá como planeado. “Ele é um tipo óptimo, e estamos ansiosos por isso. Ele é realmente uma pessoa fantástica e um representante tremendo, e é corajoso”, adiantou o governante. “Vamos divertir-nos muito. E ele representa a sua nação como mais ninguém o pode fazer.”
O Palácio de Buckingham tinha indicado, nas primeiras horas que se seguiram ao ataque, que estava a avaliar a ida de Carlos III aos EUA. A visita assinala os 250 anos da declaração de independência dos EUA do domínio britânico, e está previsto um encontro entre Trump e o rei Carlos III e um discurso perante o Congresso norte-americano.
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O choque e a reação rápida de se esconder. Como Melania Trump lidou com o ataque no Jantar dos Correspondentes
Na véspera do seu aniversário, a primeira-dama dos EUA foi elogiada — também pelo marido — pela rápida reação aos avisos de tiroteio. “A Melania foi muito consciente”, reconheceu Trump.
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Donald Trump revela que atirador tinha um manifesto
Donald Trump elogiou os Serviços Secretos dos EUA pelo “bom trabalho” e revelou que o atirador teria um manifesto em declarações à Fox News.
Cole Allen tem “alguns problemas grandes, é uma situação muito triste”, afirmou o presidente dos EUA. De acordo com o New York Post, Cole Allen enviou um manifesto anti-Trump à família dez minutos antes dos primeiros tiros soarem no jantar dos correspondentes da Casa Branca.
“Dar a outra face é para quando a pessoa é a oprimida. Eu não sou a pessoa violada num campo de detenção. Eu não sou o pescador executado sem julgamento”, escreveu Allen, de acordo com o jornal. “Eu não sou um estudante alvejado, ou uma criança a morrer de fome, ou uma adolescente abusada pelos muitos criminosos desta administração. Dar a outra face quando ‘outra pessoa’ é oprimida não é um comportamento cristão; é ser cúmplice nos crimes do opressor.”
Cole Allen diz ainda não estar disposto a permitir que um criminoso “suje as minhas mãos com os seus crimes”.
Segundo Trump, a família do atirador sabia que ele tinha “dificuldades”. “Quando se lê o seu manifesto, odeia os cristãos. Isso é uma certeza. É um ódio forte, anticristão.”
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Jantar dos correspondentes foi sabotado por "uma pessoa louca depravada", afirma porta-voz
A porta-voz da Casa Branca descreveu o tiroteio do jantar dos correspondentes como uma tentativa de “assassinar o presidente”.
“O que era suposto ser uma noite divertida no jantar dos correspondentes da Casa Branca com o presidente Trump a fazer piadas e a celebrar a liberdade de expressão foi sabotada por uma pessoa louca depravada que tentou assassinar o presidente e matar o maior número de membros da Administração Trump possível”, afirmou Karoline Leavitt.
“Eu estava com o presidente Trump e a primeira-dama nos bastidores depois de termos sido retirados por segurança pelos Serviços Secretos. O presidente Trump foi verdadeiramente destemido, mas como ele disse na noite passada, esta violência política precisa de parar”, continuou. “Obrigada às forças de segurança por nos manterem seguros, incluindo o agente corajoso que levou uma bala no peito [tinha um colete antibalas] e se movimentou imediatamente para neutralizar o atirador. Rezem pelo nosso país”, rematou a porta-voz.
What was supposed to be a fun night at the @WHCA dinner with President Trump delivering jokes and celebrating free speech was hijacked by a depraved crazy person who sought to assassinate the President and kill as many top Trump administration officials as possible.
I was with…
— Karoline Leavitt (@PressSec) April 26, 2026
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"Ataque nunca teria acontecido" no novo salão de baile, garante Trump
Como já tinha dito na conferência de imprensa que deu logo após o ataque no Jantar dos Correspondentes, Donald Trump garantiu que este incidente não teria acontecido se já existisse o salão de baile que o Presidente dos EUA quer erguer.
“O que aconteceu na última noite é precisamente o motivo pelo qual o nosso Exército, o nosso serviço secreto e, por diferentes razões, todos os presidentes dos últimos 150 anos têm têm exigido um salão de baile maior, mais protegido e mais seguro e construído nos terrenos da Casa Branca”, escreveu na Truth Social.
“Este evento nunca teria acontecido no salão de baile militar super secreto que está a ser construído na Casa Branca”, acrescentou, denunciando as tentativas de travar a construção.
“Nada deveria poder afetar a sua construção, que está orçamentada e mais avançada do que o previsto”.
“Vai ser lindo”. Ala este da Casa Branca demolida para erguer salão de baile de 215 milhões de Trump