Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Encerramos aqui este artigo em direto, mas pode continuar a acompanhar os momentos-chave relativamente à tentativa de ataque ao jantar de Correspondentes da Casa Branca neste novo liveblog.

    Obrigado.

    Trump garante “total segurança” de Carlos III durante visita aos EUA esta segunda-feira

  • Administração Trump não atribuiu segurança máxima a Jantar

    A Administração Trump não classificou como de segurança máxima o Jantar de Correspondentes da Casa Branca, apesar do elevado número de governantes — que incluía os três principais cargos do país — no evento.

    De acordo com o Washington Post, em eventos deste género, é aplicada pelo Departamento de Segurança Interna a designação de Evento de Segurança Especial Nacional. O Serviço Secreto fica responsável por coordenar a segurança, mas nada disso aconteceu este sábado.

  • Tem problemas de costas e não quis sujar o fato novo. Michael Glantz, o homem que comeu a salada enquanto todos fugiam dos tiros

    Os disparos no Jantar dos Correspondentes não impediram Michael Glantz de apreciar a sua salada. O nova-iorquino, habituado ao caos, não quis sujar o fato e ficou a ver o Serviço Secreto em ação.

    Tem problemas de costas e não quis sujar o fato novo. Michael Glantz, o homem que comeu a salada enquanto todos fugiam dos tiros

  • De Donald Trump a JD Vance, de Mike Johnson a Marco Rubio. Governo estava em peso no jantar e não é claro se havia "sobrevivente designado"

    Os três detentores dos cargos mais importantes dos EUA estavam todos na mesma sala. “Ainda assim estamos todos seguros”, respondeu procurador-geral interino.

    De Donald Trump a JD Vance, de Mike Johnson a Marco Rubio. Governo estava em peso no jantar e não é claro se havia “sobrevivente designado”

  • "Queria ver o que se estava a passar". Trump diz que não "facilitou" trabalho do Serviço Secreto

    O Presidente norte-americano concedeu este domingo uma entrevista ao programa 60 Minutos, da CBS, em que admite que não “facilitou” o trabalho dos agentes do Serviço Secreto que estavam a tentar protegê-lo.

    “Eu não estava a facilitar-lhes as coisas. Eu queria ver o que se estava a passar”, afirmou Donald Trump num excerto da entrevista. Revelou que disse aos agentes: “Esperem um minuto. Deixem-me ver”, O vídeo completo só será transmitido ao final da noite, pelas 24h.

    “Nessa altura começámos a perceber que era um problema, um problema diferente, mau e diferente do que seria o barulho normal que só ouve o tempo todo num salão de baile”, continuou o presidente. “Eu estava rodeado por pessoas fantásticas, e provavelmente fiz com que agissem um pouco mais devagar”, disse.

  • Obama: "Cabe a todos nós rejeitar a ideia de que a violência tenha lugar na nossa democracia"

    O ex-Presidente norte-americano Barack Obama reagiu no X às notícias sobre o ataque. “Apesar de ainda não termos os detalhes sobre os motivos do tiroteio que ocorreu ontem à noite no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, cabe a todos nós rejeitar a ideia de que a violência tenha lugar na nossa democracia”, escreveu.

    Obama também aproveitou para destacar a coragem dos agentes do Serviço Secreto. “Estou grato a todos eles — e grato que o agente que foi atingido vai ficar bem”, acrescentou.

  • "Muitas pessoas podem ter ficado surpreendidas", disse atirador à família

    “Peço desculpas a todos… que sofreram antes de eu ser capaz de tentar isto, a todos os que possam sofrer depois, tenha eu sucesso ou falhe.” Esta foi uma das mensagens enviadas à família de Cole Tomas Allen, o atirador do Jantar de Correspondentes da Casa Branca, pelo próprio.

    A mesma mensagem figura no manifesto divulgado pela imprensa norte-americana, e que foi enviado aos familiares por Cole Allen. O FBI está a analisar o bairro em Torrance, Califórnia, onde vivia o atirador, e a sua casa foi alvo de buscas.

  • Empresa onde trabalhava atirador está a colaborar com investigação

    A empresa onde Cole Tomas Allen trabalhava emitiu um comunicado em que diz estar a colaborar com as autoridades. O atirador do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca era professor e esteve ligado nos últimos seis anos à C2 Education, que se destina a preparar aspirantes a estudantes universitários.

    “Ficámos chocados por saber das notícias sobre o incidente terrível que ocorreu no Jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca”, indica o comunicado. “Estamos a cooperar inteiramente com as forças de segurança para os ajudar na investigação. A violência de qualquer tipo nunca é a resposta.”

  • Fotografia mostra Donald Trump e o seu núcleo duro a assistir às imagens de videovigilância do hotel onde ocorreu o tiroteio

    A fotografia do fotógrafo oficial da Casa Branca, Daniel Torok, mostra o momento em que Donald Trump vê num telemóvel as imagens de videovigilância do hotel onde ocorreu o tiroteio e do momento em que o suspeito consegue romper os check-points de segurança.

    Trump está ladeado pelo seu núcleo duro como Marco Rubio, secretário de estado, Pete Hegseth, secretário de Defesa, JD Vance vice-presidente e Markwayne Mullin, secretário de Segurança Interna.

  • Donald Trump será entrevistado no programa 60 Minutos da CBS

    O Presidente dos EUA será entrevistado no programa 60 Minutos da CBS News acerca do ataque no Jantar de Correspondentes da Casa Branca, revelou o porta-voz da Casa Branca Steven Cheung.

    Donald Trump já prestou declarações em conferência de imprensa e à Fox News.

  • Agente atingido por atirador já recebeu alta hospitalar

    O agente dos Serviços Secretos atingido pelo atirador do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca já recebeu alta hospitalar, indica a CBS News.

    Foi alvejado a curta distância na zona protegida pelo colete antibalas, pelo que sofreu algumas hematomas, mas encontra-se bem-disposto. Ainda não são conhecidos mais detalhes dos ferimentos.

  • Palácio de Buckingham confirma que visita de Carlos III aos EUA se mantém

    O rei Carlos III de Inglaterra e a rainha Camilla vão visitar os EUA apesar do tiroteio durante o Jantar de Correspondentes da Casa Branca, confirmou o Palácio de Buckingham citado pelo jornal britânico The Guardian.

    Logo depois do ataque, o Palácio de Buckingham indicou estar a analisar como o sucedido podia impactar no planeamento da visita. Contudo, nada será alterado.

    “Após conversações dos dois lados do Atlântico ao longo do dia, e segundo o aconselhamento do governo, podemos confirmar que a visita de Estado de suas majestades vai continuar como planeado”, indicou fonte do Palácio. “O rei e rainha estão muito gratos a todos os que trabalharam para assegurar que assim se mantenha e estão ansiosos pela visita amanhã.”

  • Washington Hilton: o hotel palco de dois atentados presidenciais e onde Trump terá decidido tornar-se presidente

    Do tiro que quase matou Reagan ao “roast” de Obama que terá convencido Trump a entrar na política. Tudo aconteceu no mesmo hotel em Washington DC.

    Washington Hilton: o hotel palco de dois atentados presidenciais e onde Trump terá decidido tornar-se presidente

  • Associação de Correspondentes vai reunir para definir procedimentos

    No seguimento do ataque, a Associação dos Correspondentes da Casa Branca vai reunir para determinar novos procedimentos. Num comunicado, a presidente Weijia Jiang descreveu os momentos do tiroteio como “angustiantes”.

    “Expressamos a nossa profunda gratidão aos Serviços Secretos dos EUA e a todos os membros das forças de segurança que garantiram a segurança de todos na sala e além dela. As suas ações protegeram milhares de convidados, e desejamos uma recuperação rápida e completa ao agente que ficou ferido enquanto desempenhava as suas funções”, lê-se na nota.

    “Estamos gratos de que todos os que assistiam tenham ficado ilesos, incluindo o Presidente, a primeira-dama, e o Vice-Presidente. O nosso jantar existe para celebrar a Primeira Emenda e o trabalho duro diário dos jornalistas que a defendem. Na noite passada, esses jornalistas mostraram exatamente o tipo de calma e de coragem que esse trabalho exige, começando a relatar imediatamente depois do incidente. Estamos orgulhosos de todos naquela sala”, termina.

  • Trump diz que queria continuar com o jantar, mas foi impedido por autoridades

    Donald Trump queria continuar com o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca depois do tiroteio, disse à Fox News. Contudo, as autoridades tiveram entendimento diverso, o que o presidente dos EUA acatou.

    “Eu queria mesmo que acontecesse naquela noite, mesmo se ficássemos até tarde, mas fizemos a coisa certa, e voltámos à Casa Branca, fizemos uma conferência de imprensa e explicámos o sucedido”, reconheceu Donald Trump ao canal televisivo. “Eu queria mesmo, mas o protocolo era pelo não e, já sabem, depois de as portas terem sido abertas, a sala foi selada.”

    “Não podemos deixar estes criminosos e estas pessoas mesmo más mudarem o curso dos eventos no nosso país”, defendeu, acrescentando que tinha planeado “desfrutar realmente nessa noite”. “Mas não tive oportunidade de o fazer. Provavelmente, ainda bem que não o fiz.”

  • Trump garante que a visita de Carlos III aos EUA se mantém

    O presidente dos EUA frisou que a visita do rei de Inglaterra aos EUA, prevista para começar no dia 27 de abril, se irá manter.

    Em declarações à Fox News, Donald Trump afirmou que tudo se manterá como planeado. “Ele é um tipo óptimo, e estamos ansiosos por isso. Ele é realmente uma pessoa fantástica e um representante tremendo, e é corajoso”, adiantou o governante. “Vamos divertir-nos muito. E ele representa a sua nação como mais ninguém o pode fazer.”

    O Palácio de Buckingham tinha indicado, nas primeiras horas que se seguiram ao ataque, que estava a avaliar a ida de Carlos III aos EUA. A visita assinala os 250 anos da declaração de independência dos EUA do domínio britânico, e está previsto um encontro entre Trump e o rei Carlos III e um discurso perante o Congresso norte-americano.

  • O choque e a reação rápida de se esconder. Como Melania Trump lidou com o ataque no Jantar dos Correspondentes

    Na véspera do seu aniversário, a primeira-dama dos EUA foi elogiada — também pelo marido — pela rápida reação aos avisos de tiroteio. “A Melania foi muito consciente”, reconheceu Trump.

    O choque e a reação rápida de se esconder. Como Melania Trump lidou com o ataque no Jantar dos Correspondentes

  • Donald Trump revela que atirador tinha um manifesto

    Donald Trump elogiou os Serviços Secretos dos EUA pelo “bom trabalho” e revelou que o atirador teria um manifesto em declarações à Fox News.

    Cole Allen tem “alguns problemas grandes, é uma situação muito triste”, afirmou o presidente dos EUA. De acordo com o New York Post, Cole Allen enviou um manifesto anti-Trump à família dez minutos antes dos primeiros tiros soarem no jantar dos correspondentes da Casa Branca.

    “Dar a outra face é para quando a pessoa é a oprimida. Eu não sou a pessoa violada num campo de detenção. Eu não sou o pescador executado sem julgamento”, escreveu Allen, de acordo com o jornal. “Eu não sou um estudante alvejado, ou uma criança a morrer de fome, ou uma adolescente abusada pelos muitos criminosos desta administração. Dar a outra face quando ‘outra pessoa’ é oprimida não é um comportamento cristão; é ser cúmplice nos crimes do opressor.”

    Cole Allen diz ainda não estar disposto a permitir que um criminoso “suje as minhas mãos com os seus crimes”.

    Segundo Trump, a família do atirador sabia que ele tinha “dificuldades”. “Quando se lê o seu manifesto, odeia os cristãos. Isso é uma certeza. É um ódio forte, anticristão.”

  • Jantar dos correspondentes foi sabotado por "uma pessoa louca depravada", afirma porta-voz

    A porta-voz da Casa Branca descreveu o tiroteio do jantar dos correspondentes como uma tentativa de “assassinar o presidente”.

    “O que era suposto ser uma noite divertida no jantar dos correspondentes da Casa Branca com o presidente Trump a fazer piadas e a celebrar a liberdade de expressão foi sabotada por uma pessoa louca depravada que tentou assassinar o presidente e matar o maior número de membros da Administração Trump possível”, afirmou Karoline Leavitt.

    “Eu estava com o presidente Trump e a primeira-dama nos bastidores depois de termos sido retirados por segurança pelos Serviços Secretos. O presidente Trump foi verdadeiramente destemido, mas como ele disse na noite passada, esta violência política precisa de parar”, continuou. “Obrigada às forças de segurança por nos manterem seguros, incluindo o agente corajoso que levou uma bala no peito [tinha um colete antibalas] e se movimentou imediatamente para neutralizar o atirador. Rezem pelo nosso país”, rematou a porta-voz.

  • "Ataque nunca teria acontecido" no novo salão de baile, garante Trump

    Como já tinha dito na conferência de imprensa que deu logo após o ataque no Jantar dos Correspondentes, Donald Trump garantiu que este incidente não teria acontecido se já existisse o salão de baile que o Presidente dos EUA quer erguer.

    “O que aconteceu na última noite é precisamente o motivo pelo qual o nosso Exército, o nosso serviço secreto e, por diferentes razões, todos os presidentes dos últimos 150 anos têm têm exigido um salão de baile maior, mais protegido e mais seguro e construído nos terrenos da Casa Branca”, escreveu na Truth Social.

    “Este evento nunca teria acontecido no salão de baile militar super secreto que está a ser construído na Casa Branca”, acrescentou, denunciando as tentativas de travar a construção.

    “Nada deveria poder afetar a sua construção, que está orçamentada e mais avançada do que o previsto”.

    “Vai ser lindo”. Ala este da Casa Branca demolida para erguer salão de baile de 215 milhões de Trump

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