Momentos-chave
- Comida que sobrou do jantar dos Correspondentes foi distribuída por 2 abrigos de mulheres e crianças
- Carlos III, Camila e casal Trump já estão juntos para tomar chá
- Autoridades ainda não sabem quem disparou contra o agente do Serviço Secreto baleado
- Autoridades estão a investigar ligação de Cole Allen a dois grupos de esquerda
- Cole Allen. "Haverá acusações adicionais à medida que investigação continua", diz Ministério Público
- Rei Carlos III já aterrou nos EUA
- Atirador fica em prisão preventiva
- Atirador Cole Allen está acusado de tentativa de homicídio de Trump
- Donald Trump pretende continuar a marcar presença em eventos
- "Presidente ficou muito satisfeito com trabalho" do Serviço Secreto
- Porta-voz da Casa Branca usa ataque para criticar falta de financiamento do Serviço Secreto
- Casa Branca: "Ninguém, nos anos recentes, enfrentou mais balas e violência que Donald Trump"
- Desacordos "não se resolvem com balas", diz porta-voz da Casa Branca sobre ataque a Trump
- Departamento de Justiça dos EUA faz conferência de imprensa às 20h de Lisboa
- Congressistas querem ouvir Serviço Secreto dos EUA após ataque
- Hotel que foi palco do ataque remete responsabilidade para Serviço Secreto
- "No fim das contas, Donald Trump é um ser humano", diz nora do Presidente
- Casa Branca organiza reunião para "explorar opções adicionais" de segurança em futuros eventos com Trump
- Trump recebe Carlos III na Casa Branca às 21h15
- FBI já realizou "dezenas e dezenas de entrevistas" na investigação ao atirador
- Atirador utilizou escadas interiores do Hilton para evitar áreas mais movimentadas e vigiadas
- Atirador será presente a tribunal hoje
- Trump garante "total segurança" de Carlos III durante visita aos EUA
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O que aconteceu até agora
- A tentativa de homicídio de Donald Trump ocorreu durante o jantar de Correspondentes da Casa Branca. Cole Allen, o suspeito de 31 anos, foi acusado de tentativa de assassinato do Presidente e enfrenta outras acusações, como disparo de arma de fogo em crime violento e posse de armas, podendo enfrentar pena de prisão perpétua.
- As autoridades dos EUA estão a investigar a ligação de Cole Allen, a grupos de esquerda, incluindo o grupo Wide Awake. A investigação decorre enquanto se analisam as balas para determinar a origem do disparo que atingiu um agente do Serviço Secreto. Cinco tiros terão sido disparados com a mesma arma.
- O ataque levou a discussões sobre possíveis alterações nos protocolos de segurança em eventos futuros envolvendo Donald Trump. Congressistas expressaram interesse em ouvir o Serviço Secreto acerca dos procedimentos adotados.
- Apesar do ataque, Donald Trump afirmou confiar no protocolo de segurança que considerou ter funcionado eficazmente, elogiando o trabalho do Serviço Secreto. O incidente não provocou alterações na programação da visita de Estado do Rei Carlos III aos EUA, que inclui um encontro entre Trump e o monarca britânico.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
[As fotografias da câmara de Carlos Castro são apenas um dos elementos de prova a que o Observador teve acesso. Os ficheiros da investigação permitem reconstituir como a relação com Renato Seabra se começou a deteriorar, dias antes do homicídio num hotel de luxo em Nova Iorque. Ouça o quarto episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo e aqui o terceiro episódio]
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Comida que sobrou do jantar dos Correspondentes foi distribuída por 2 abrigos de mulheres e crianças
Os bifes e lagostas que sobraram do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA) não foram desperdiçados.
Segundo escreveu na rede social X a presidente da associação, Weijia Jiang, a equipa do hotel Washington Hilton, onde decorria o jantar, liofilizou os cerca de 2.600 pratos principais que não chegaram a sr consumidos.
A liofilização é um método avançado de secagem a frio que remove quase toda a água de um produto através da sublimação.
Segundo escreve Weijia Jiang, este processo dá “maior validade” aos alimentos antes de serem entregues “em 2 abrigos para mulheres e crianças vítimas de abuso”.
“Um enorme agradecimento à equipa que trabalhou a noite toda em circunstâncias terríveis”, escreveu ainda.
The Hilton donated the ~2600 dinners that went unserved at WHCD. They freeze dried the steak and lobster for longer shelf life before giving them to 2 shelters for abused women and children. HUGE thank you to the staff that worked through the night under terrible circumstances.
— Weijia Jiang (@weijia) April 27, 2026
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Carlos III. "Pode ser que Trump aprenda alguma coisa"
Rei de Inglaterra chegou aos EUA e Orlando Samões espera que não haja “nenhum momento indecoroso”. O especialista considera ainda que Carlos III pode restaurar relações entre EUA e Reino Unido. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Carlos III, Camila e casal Trump já estão juntos para tomar chá
O rei Carlos III e Camila já estão com Melania e Donald Trump, na Casa Branca.
O casal real vai beber chá com o Presidente e a primeira-dama e deverão depois visitar as colmeias que existem nos jardins da Casa Branca.
Depois marcarão presença numa festa privada, que deve acontecer no jardim da residência do Embaixador Britânico.
Todos os momentos que constam na agenda para esta segunda-feira acontecerão longe das câmaras e do olhar dos jornalistas.
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Autoridades ainda não sabem quem disparou contra o agente do Serviço Secreto baleado
Na conferência de imprensa do Departamento de Justiça, Todd Blanche, procurador geral interino dos EUA disse que “ainda estão a analisar” quem disparou a bala que atingiu um dos agentes do Serviço Secreto.
“Queremos ter certeza disso, ainda estamos a analisar”, começou por dizer. E acrescentou: “Parece que foram efetuados cinco disparos pelas autoridades. Todas as provas estão a ser analisadas. Acreditamos, conforme consta no relatório, que o suspeito disparou a sua espingarda. Mas quanto a entrar em detalhes sobre balística, não vou fazê-lo ainda”
O procurador geral disse também que segundo os analistas, os cinco disparos foram feitos com a mesma arma e não com armas de vários agentes: “Acreditamos que foram cinco disparos da mesma arma.”
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Autoridades estão a investigar ligação de Cole Allen a dois grupos de esquerda
Na conferência de imprensa o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, confirmou aos jornalistas que está a ser investigada a ligação de Cole Allen a dois grupos de esquerda, como por exemplo o grupo Wide Awake.
O procurador-geral interino aproveitou ainda para criticar “os jornalistas e a comunicação social”, por serem “demasiado críticos e a chamarem nomes horríveis ao Presidente sem motivo ou sem provas”.
Por este motivo, “não nos podemos surpreender que este tipo de ações aconteça. Este homem tinha formação superior, um trabalho… Ele escolheu fazer o que fez”, disse.
E vincou ainda: “Nós estamos prontos [para um novo ataque], isto é algo para o qual estaremos sempre preparados.”
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Cole Allen. "Haverá acusações adicionais à medida que investigação continua", diz Ministério Público
O Departamento de Justiça dos EUA faz agora uma conferência de imprensa acerca da acusações hoje apresentadas contra Cole Allen, com a procuradora dos EUA para o distrito da Columbia a vincar que esta foi uma tentativa clara de tentar matar o Presidente dos EUA. E acrescentando que mais acusações irão surgir contra o jovem de 31 anos.
“A violência não tem lugar na vida cívica. Não pode ser usada para perturbar instituições democráticas. Estamos a investigar este caso a fundo, vamos aplicar a lei de forma justa”, começou por dizer Todd Blanche, procurador-geral interino dos EUA.
Elogiando o trabalho do Serviço Secreto, que “não falhou” na sua ação, Todd Blanche explicou depois que até ao momento o alegado atirador foi acusado de três crimes: tentativa de assassinato do Presidente (que pode ser punível com prisão perpétua); transporte de arma para cometer um crime (punível com até 10 anos de prisão); e uso de arma durante crime violento (punível entre 10 anos e prisão perpétua).
O procurador geral salientou depois que esta é uma “investigação ainda a decorrer”.
Nesse sentido estas acusações, podem vir a crescer: “haverá acusações adicionais à medida que esta investigação continua”, disse depois a procuradora dos EUA para o distrito da Columbia Jeanine Pirro.
“Mas não se deixem enganar: esta foi uma tentativa de homicídio do Presidente dos EUA. Este é o tipo de situação que não podemos tolerar”, disse.
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Rei Carlos III já aterrou nos EUA
O Rei Carlos III já aterrou em Washington, acompanhado de Camila, onde irá reunir-se com Donald Trump e Melania Trump.
A visita começará com um chá, onde estarão Carlos III e Camila e Melania e Donald Trump. Depois haverá uma festa privada. Getty Images
O rei só deverá discursar na terça-feira, no Congresso. E nesse dia haverá ainda um jantar de Estado.
Na quarta-feira, Carlos III estará na cidade de Nova Iorque, onde irá homenagear as vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001.
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Atirador fica em prisão preventiva
Cole Allen está agora em prisão preventiva, escreve ainda a SkyNews.
O jovem de 31 anos acusado de tentar matar o Presidente dos EUA deverá ser novamente ouvido na quinta-feira.
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Atirador Cole Allen está acusado de tentativa de homicídio de Trump
Cole Allen, detido após o ataque do passado domingo, foi acusado de tentativa de homicídio de Donald Trump.
O juiz afirmou ainda, escreve a SkyNews, que caso Cole Allen seja considerado culpado pode vir a enfrentar pena de prisão perpétua.
O atirador foi também acusado de disparo de arma de fogo num crime violento e de posse de arma de fogo e munição com a intenção de cometer um crime.
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Donald Trump pretende continuar a marcar presença em eventos
No final da longa conferência de imprensa da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt disse que Donald Trump “não quer que lunáticos mudem a forma americana de viver”.
“Acho que é uma coisa muito corajosa de se dizer”, reconheceu. E acrescentou que Trump “quer andar pelo país, encontrar-se com americanos, celebrar o aniversario da nação… Há muitos eventos entusiasmantes em que o presidente quer e irá estar”, rematou.
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"Presidente ficou muito satisfeito com trabalho" do Serviço Secreto
Questionada sobre o protocolo de segurança do evento em que tentaram atacar Donald Trump, a porta-voz da Casa Branca lembrou que Trump disse acreditar “que o protocolo funcionou”.
“A ameaça foi neutralizada momentos depois. Foram segundos até nos mandarem baixar, tudo aconteceu em segundos. O Serviço secreto fez bem o seu trabalho e o Presidente ficou muito satisfeito com o seu trabalho”, afirmou Karoline Leavitt. Contudo, não negou que venha a ser equacionada uma mudança nos protocolos de segurança.
Sobre a realização de um novo jantar (que poderá ser feito dentro de 30 dias), Karoline Leavitt começou por dizer que na Casa Branca não há um espaço grande o suficiente — daí a importância do salão que Trump mandou construir (onde ataques como o deste fim de semana não aconteceriam).
“Infelizmente não temos uma sala grande o suficiente aqui na Casa Branca, daí o projeto do salão de baile não ser apenas um projeto divertido; é mesmo um projeto crítico para a segurança nacional”.
O salão de baile será “um edifício maior e seguro neste complexo” que é um dos mais seguros que existe, afirmou Karoline Leavitt.
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Porta-voz da Casa Branca usa ataque para criticar falta de financiamento do Serviço Secreto
Karoline Leavitt aproveitou também esta conferência de imprensa para sublinhar que o ataque que ocorreu na madrugada de domingo “serviu para relembrar, uma vez mais, como é importante fundar o Departamento de Segurança Interna”.
“É vergonhoso que o Congresso dos EUA tenha mantido este departamento vital sem fundos durante 73 dias, o maior ‘shutdown’ de uma agência federal da história dos EUA”, disse a porta-voz. E acrescentou depois que “o Serviço Secreto é parte vital” deste departamento.
Consequentemente, o serviço que tinha como objetivo proteger o Presidente dos EUA “tem sido diretamente impactado” por esta medida.
“Os agentes puseram a sua vida em risco, colocaram o seu corpo à frente do corpo de Donald Trump. Estes homens e mulheres são heróis, cumprem o seu dever diariamente e fazem-no independentemente do tormento político em volta do seu departamento. Esta falta de financiamento devia ser um escândalo nacional. Esta é uma emergência nacional”, vincou.
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Casa Branca: "Ninguém, nos anos recentes, enfrentou mais balas e violência que Donald Trump"
A porta-voz da Casa Branca aponta agora na conferência de imprensa que “ninguém, nos anos recentes, enfrentou mais balas e violência que Donald Trump”.
“Esta violência política vem de uma demonização sistémica de Donald Trump e dos seus apoiantes. Esta retórica violenta e odiosa e constantemente dirigida a Donald Trump, dia após dia, ajudou a legitimar a violência”, diz Karoline Leavitt.
Para a porta-voz, “aqueles que constantemente e falsamente rotulam o Presidente dos EUA como fascista, como uma ameaça à democracia e o comparam a Hitler, estão a alimentar este tipo de violência”, que Karoline Leavitt apelida como o “culto de ódio da esquerda contra o Presidente e de todos o que o apoiam”.
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Desacordos "não se resolvem com balas", diz porta-voz da Casa Branca sobre ataque a Trump
“A calma do Presidente Trump perante o caos, enquanto um outro indivíduo tentativa tirar-lhe a vida foi notável de testemunhar e é algo que nunca vou esquecer”, começou por dizer Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, na conferência de imprensa prevista para esta hora.
“O Presidente Trump é destemido porque ama este país, e está dispostos a colocar a vida dele em risco para cumprir as promessas que fez aos americanos que o elegeram”, continuou a porta-voz.
Contudo, apesar de “sermos abençoados por termos um Presidente destemido, não devíamos viver num país onde há um medo constante de violência política”.
Salientando que nos EUA não pode haver medo de discordar, Karoline Leavitt vincou que os “desacordos têm de se manter pacíficos”.
“Debater, manifestações pacíficas e votar: é assim que se resolvem desacordos. Não com balas”, disse.
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Departamento de Justiça dos EUA faz conferência de imprensa às 20h de Lisboa
O Departamento de Justiça irá realizar uma conferência de imprensa às 15h locais (20h em Lisboa), segundo o The Guardia.
O momento será liderada pelo procurador-geral Todd Blanche, pelo diretor do FBI Kash Patel e pela procuradora Jeanine Pirro. E deverá acontecer após o principal suspeito do ataque de domingo ser ouvido em tribunal.
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Congressistas querem ouvir Serviço Secreto dos EUA após ataque
O Congresso quer reunir-se com o Serviço Secreto dos EUA após o ataque que tinha como alvo o Presidente Trump, escreve a CBS.
É esperada a formação de uma comissão, que deverá ouvir membros desta entidade brevemente. O agendamento desta audição terá sido feita pela Comissão Judiciária do Senado, segundo uma fonte ouvida pelo canal americano.
Segundo a CBS, os presidentes da Comissão de Supervisão e da Comissão de Segurança Interna também solicitaram reuniões com o Serviço Secreto.
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Hotel que foi palco do ataque remete responsabilidade para Serviço Secreto
O hotel Washington Hilton, onde o ataque a Donald Trump aconteceu, emitiu um comunicado no qual assegura que o hotel estava a funcionar sob protocolos de segurança “rigorosos”, cita a SkyNews.
O porta-voz deste hotel detalhou ainda que estavam a seguir estes protocolos de segurança “conforme instruído pelo Serviço Secreto dos EUA”.
E apontam que foi o Serviço Secreto a liderar a equipa de segurança que cobriu o evento, sendo que estavam a controlar a equipa do hotel e a polícia local de Washington DC.
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"No fim das contas, Donald Trump é um ser humano", diz nora do Presidente
Lara Trump, casada com o terceiro filho do Presidente, Eric Trump, partilhou hoje em entrevista à SiriusXM que Donald Trump se preocupa com a hipótese de ser assassinado “todas as vezes que sai de casa”.
“No fim das contas, somos todos seres humanos. Donald Trump é um ser humano. Não merece ter a sua vida colocada em perigo repetidamente”, afirmou a nora do líder dos EUA, citada pelo The Guardian.
Trump “não merece pensar todas as vezes que sai de casa — e não se enganem, ele pensa nisso — se alguém o vai tentar matar novamente”, disse. E rematou afirmando desconhecer “quantas oportunidades uma pessoa tem”. “Esse é um pensamento muito, muito assustador.”