Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • As forças ucranianas estão gradualmente a expulsar as tropas russas da região de Sumy. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou gratidão aos militares pelo progresso alcançado, indicando avanços estratégicos na frente de combate. Este desenvolvimento é parte de uma operação coordenada que visa reduzir significativamente a ocupação russa nos territórios ucranianos.
    • Donald Trump expressou descontentamento tanto com a Rússia como com a Ucrânia devido à ausência de um acordo de cessar-fogo, sugerindo que um entendimento poderia já ter sido alcançado para encerrar o conflito. Trump emitiu estas declarações durante uma conferência de imprensa na Casa Branca, refletindo frustração com a persistência das hostilidades e a falta de avanços diplomáticos.
    • Zelensky continua a defender a adesão da Ucrânia à NATO, apelando para que não se deixem nações como a Ucrânia, Moldávia e países dos Balcãs para trás. Argumenta que a adesão é crucial para enfrentar agressões futuras e garantir uma proteção robusta, alertando contra nações que desvalorizam a vida humana.
    • A Ucrânia e a Rússia realizaram mais uma troca de prisioneiros de guerra, reforçando esforços diplomáticos para tratar as consequências humanitárias do conflito. O Presidente ucraniano assegurou que os soldados ucranianos libertados receberão os cuidados médicos necessários, enquanto a Rússia confirmou que seus soldados estão a receber assistência antes de regressarem ao território russo.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 4.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]

  • Bom dia,

    Arquivamos agora este liveblog que acompanhou as últimas notícias sobre o conflito na Ucrânia. Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.

    Ucrânia denuncia ataques russos com quatro mísseis e mais de 50 drones

  • Ucrânia pede para Rússia não atrasar troca de prisioneiros de guerra acordada em Istambul

    Depois de uma nova troca de prisioneiros de guerra esta quinta-feira, a Ucrânia espera que a Rússia esteja disposta a respeitar o acordo concluído em Istambul.

    Apesar do sucesso da troca de prisioneiros de hoje, cujo número não foi especificado, “a parte russa declarou que a Ucrânia não estava supostamente pronta para ‘trocas diárias'”, afirmou o quartel-general de coordenação para o tratamento dos prisioneiros de guerra ucranianos, citado pelo Le Monde.

    Estas declarações constituem, para o quartel-general, uma “manipulação da informação” por parte da Rússia. “Foi a parte russa que propôs adiar as trocas para uma data posterior, mas, por insistência da equipa de negociação ucraniana, as trocas continuarão e estão previstas para os próximos dias”, concluiu.

  • Tropas russas realizam ataque na região de Zaporíjia. Pelo menos um morto e três feridos

    Pelo menos uma pessoa morreu e três ficaram feridas na sequência de um ataque das tropas russas em Huliaipole, Zaporíjia, escreve o Ukrainska Pravda, que cita Ivan Fedorov, chefe da Administração Militar deste Oblast.

  • Zelensky: forças ucranianas estão a expulsar gradualmente tropas russas da região de Sumy

    O Presidente ucraniano afirmou, esta quinta-feira, que as tropas ucranianas estão — de forma gradual — a expulsar o exército russo da região de Sumy.

    “Hoje, o comandante-chefe Syrskyi apresentou um relatório sobre a frente, particularmente a frente de Pokrovsk, a operação de Kursk e a área fronteiriça da região de Sumy. As nossas unidades na região de Sumy estão gradualmente a fazer recuar os ocupantes. Obrigado! Obrigado a todos os soldados, sargentos e oficiais por este resultado. A todas as unidades”, afirmou Zelensky, citado pelo Ukrainska Pravda.

  • Trump está "desapontado" com Ucrânia e Rússia

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quinta-feira que está desapontado com Kiev e com Moscovo por ainda não existir um acordo de cessar-fogo.

    “Estou muito desapontado com a Rússia, mas também estou desapontado com a Ucrânia, porque acho que poderia ter sido alcançado um acordo” para colocar fim ao conflito provocado pela invasão russa, afirmou o Presidente norte-americano durante uma conferência de imprensa na Casa Branca, citado pelo Le Monde.

  • Conselho Europeu reúne-se para discutir fim do conflito e caminho de adesão da Ucrânia e da Moldávia à União Europeia

    O Conselho Europeu irá reunir-se nos dias 26 e 27 de junho para abordar o processo de paz do conflito com a Rússia e o caminho de adesão da Ucrânia e da Moldávia à União Europeia, escreve o Ukrainska Pravda.

    “A Ucrânia tem sido firme nos seus esforços para permitir um processo de paz real. E a União Europeia continuará igualmente firme no seu apoio à Ucrânia. O nosso objetivo permanece inalterado: pôr fim à guerra de agressão da Rússia e construir uma paz abrangente, justa e duradoura na Ucrânia, baseada nos princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional”, pode ler-se na carta de convite do presidente do Conselho Europeu, António Costa, aos líderes da UE.

    Os líderes dos 27 Estados-Membros irão “fazer um balanço do contexto diplomático em rápida evolução, dar seguimento ao apoio da UE e abordar o caminho da Ucrânia para a adesão” ao bloco comunitário.

  • Kiev quer pôr fim a guerra com Moscovo “este ano”

    O chefe da diplomacia ucraniana declarou esta quinta-feira que Kiev quer acabar a guerra “este ano”, pedindo ao Ocidente para reforçar a “pressão económica e militar” sobre Moscovo, porque a política de apaziguamento não funciona.

    “Temos de acabar com esta guerra, estamos preparados e queremos pôr-lhe fim este ano”, afirmou Andriï Sybiga numa reunião de parceiros da Ucrânia em Roma, acrescentando que “é muito importante manter a pressão sobre o agressor para alcançar a paz e iniciar uma negociação”.

    “Chegou a hora de recorrer à diplomacia da pressão”, sustentou, afiançando que “só a pressão pode obrigar a Rússia a procurar a paz: pressão económica, militar e política”.

    Sybiga participou em Roma no Fórum Ministerial ‘Weimar’, que contou com a presença do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, da Alta-Representante da UE para a Política Externa e de Segurança, Kaja Kallas, e de representantes de Espanha, Alemanha, Polónia, França e Reino Unido.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano defendeu que “a pressão económica” contra Moscovo deve incluir sanções aos bancos e ao setor económico, bem como o uso dos bens congelados russos, tal como se acordou na cimeira do G7 do ano passado.

    Mas considerou que terá de haver igualmente “pressão militar, o aumento da indústria defensiva ucraniana” e “novos pacotes militares”.

  • Zelensky espera reunir-se com Trump à margem da cimeira do G7, no Canadá

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, espera reunir-se com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, à margem da cimeira do G7, que decorre entre 15 e 17 de junho no Canadá.

    Numa conferência de imprensa esta quinta-feira, Zelensky afirmou que planeava discutir o apoio contínuo à Ucrânia, as sanções contra a Rússia e o financiamento futuro dos esforços de reconstrução de Kiev durante a cimeira.

  • Mark Rutte justifica aumento do investimento em defesa na NATO com ameaça russa

    O secretário-geral da NATO insistiu hoje na urgência de um maior investimento em Defesa face à ameaça vinda da Rússia, depois de Berlim ter advertido que Moscovo poderá atacar território da Aliança em 2030.

    “Precisamos de aumentar as nossas despesas com a Defesa. Ouvimos o Chefe do Estado-Maior da Defesa alemão dizer, há alguns dias, que em 2029, em 2030, a Rússia poderá estar pronta para tentar algo contra território da NATO. Portanto, estamos seguros agora. Não estamos seguros daqui a três ou cinco anos, pelo que temos de gastar mais”, declarou, em Roma, no final de uma reunião de chefes de diplomacia no formato Weimar+, o grupo de nações que lideram o apoio a Kiev.

    Além dos países do “triângulo de Weimar” – Alemanha, França e Polónia —, este formato de reunião integra ainda Itália, Reino Unido e Espanha, além da Alta Representante da União Europeia (UE) para a Política Externa, tendo sido agora alargada, pela primeira vez, à Aliança Atlântica.

    A menos de duas semanas de uma cimeira de líderes da NATO, em Haia, na qual os Aliados vão tentar chegar a acordo sobre a proposta de Mark Rutte, ‘inspirada’ na exigência do Presidente norte-americano, Donald Trump, de os Estados-membros aumentarem a despesa em Defesa para os 5% do respetivo PIB, o secretário-geral argumentou que este objetivo “baseia-se realmente em factos, num estudo aprofundado feito coletivamente sobre as lacunas existentes e a forma de as colmatar”.

    “Os ministros da Defesa [da NATO] chegaram a acordo sobre isso na passada quinta-feira. Cabe agora aos dirigentes chegar a acordo sobre as despesas suplementares necessárias para que isso seja possível”, disse.

  • Ucrânia e Rússia efetuam nova troca de prisioneiros de guerra

    Ucrânia e Rússia efetuaram esta quinta-feira nova troca de prisioneiros de guerra. Do lado russo a troca foi anunciada num comunicado do Ministério da Defesa, enquanto do lado ucraniano o destaque da operação foi dado pelo Presidente ucraniano em publicações nas redes sociais.

    “O nosso povo está a regressar a casa. Hoje, os guerreiros das nossas Forças Armadas, da Guarda Nacional e do Serviço de Guarda de Fronteiras estão de volta a casa. Todos eles precisam de tratamento médico e certamente receberão os cuidados de que necessitam”, disse Volodymyr Zelensky.

    “Continuamos a trabalhar para trazer todos para casa do cativeiro russo. Agradecemos a todos os que ajudam a tornar possível estes intercâmbios – para que todos e cada um deles possam estar em casa, na Ucrânia”, acrescentou Zelensky.

    Por sua vez, o Ministério da Defesa russo assinalou que esta foi a terceira troca de prisioneiros entre os dois países durante esta semana e que os soldados russos estão na Bielorrússia já a receber assistência, devendo rumar brevemente a solo russo para prosseguirem tratamentos e a sua reabilitação.

    “Em linha com os acordos Rússia-Ucrânia alcançados em Istambul, em 2 de junho, um grupo de soldados russos regressou do território controlado pelo regime de Kiev. Em troca, um grupo de ucranianos cativos foi entregue”, lê-se na nota divulgada e citada pela agência TASS.

  • Zelensky deixa condolências a Portugal e aos outros países das vítimas da queda do avião na Índia

    Volodymyr Zelensky mostrou-se chocado, através de uma publicação na rede social X, com a queda de um avião de passageiros na Índia, que, segundo a imprensa indiana, terá resultado na morte das 242 pessoas que seguiam a bordo.

    “Notícias horríveis sobre a queda de um avião de passageiros na Índia. As minhas mais sinceras condolências ao Primeiro-Ministro
    Narendra Modi e a todo o povo da Índia neste dia trágico. Os nossos pensamentos estão com todos os familiares e pessoas próximas das vítimas na Índia, no Reino Unido, em Portugal e no Canadá. Partilhamos o vosso choque e tristeza neste dia trágico. Todos nós rezamos para que o maior número possível de vidas seja salvo e desejamos uma rápida recuperação aos feridos”, escreveu o Presidente da Ucrânia.

  • Estados Unidos vão mudar de embaixador em Moscovo

    Os Estados Unidos anunciaram hoje que a embaixadora em Moscovo Lynne Tracy vai deixar as suas funções em breve, tendo inclusivamente sido agendada para sexta-feira uma transmissão online para assinalar a saída da diplomata. Numa declaração, a Embaixada dos EUA na Rússia informou que Lynne Tracy está “a concluir a sua missão na Embaixada dos EUA na Rússia”, sem dar mais detalhes sobre as razões da sua saída ou a identidade do seu substituto.

    Lynne Tracy foi nomeada pelo anterior Presidente dos EUA, Joe Biden, em janeiro de 2023, substituindo então John Sullivan naquele posto diplomático. A embaixadora americana tem larga experiência em países de leste, tendo passado pelo mesmo cargo na Arménia, e ocupado anteriormente posições em missões diplomáticas no Turquemenistão, no Cazaquistão e no Quirguistão. A estes países juntam-se ainda missões no Afeganistão e no Paquistão.

    Apesar das limitações nos contactos diplomáticos entre Rússia e Estados Unidos nos últimos anos, por força da guerra na Ucrânia, o regresso de Donald Trump à Casa Branca em janeiro deste ano trouxe uma inversão da política externa americana em relação a Moscovo. Durante este período, Tracy terá sido essencial no contributo para a libertação de cidadãos americanos detidos na Rússia, como o jornalista Evan Gershkovich, do Wall Street Journal.

  • Zelensky acusa a Rússia de "mentir a Trump" sobre negociações de paz para evitar sanções

    “Penso que a Rússia está simplesmente a mentir a Trump”, defendeu Volodymyr Zelensky, numa entrevista publicada esta quinta-feira pelo jornal alemão Bild. O Presidente da Ucrânia defendeu que Moscovo está a empatar as negociações de paz com o objetivo de travar a imposição de mais sanções económicas por parte dos Estados Unidos da América.

    Nas declarações à publicação germânica, Zelensky sublinhou que as conversações de paz são importantes para “mostrar a Trump que existe uma ponte diplomática entre a Ucrânia e a Rússia” e que o Kremlin joga com o argumento de se retirar das conversações perante uma eventual aplicação de novas sanções.

    “Putin sente que a sua economia está a sofrer, mas quer ganhar ainda mais tempo até que as sanções fortes sejam introduzidas, porque ainda pode aguentar mais algum tempo”, continuou, enfatizando ainda que “o Presidente Trump vê que o lado russo não está a ser totalmente aberto e honesto sobre a guerra”.

  • Ucrânia volta a pressionar pela adesão à NATO e pede para não se deixar "nações para trás"

    O cenário de adesão da Ucrânia à NATO voltou esta quinta-feira a ser defendido por Volodymyr Zelensky, que apelou à tomada de decisões “justas” que integrem mais países para reforçar a proteção internacional.

    “Só juntos somos suficientemente fortes para defender o nosso modo de vida e a própria vida. Peço-vos que apoiem decisões que não deixem para trás nações europeias que merecem fazer parte da UE e da NATO. Isto inclui a Ucrânia, a Moldávia e as nações dos Balcãs. Todos merecem decisões justas”, escreveu o Presidente da Ucrânia na rede social X.

    Zelensky sublinhou também a necessidade de “enfrentar aqueles que tratam a vida humana como algo sem valor” e que “esta luta não se limita à Europa”, sob o risco de voltarem a surgir mais agressões “em grande escala”.

  • Zelensky critica Putin pelas "fantasias políticas doentias" no dia em que Rússia supera um milhão de baixas

    Volodymyr Zelensky assinalou o milhão de baixas (mortos e feridos) nas forças russas após mais três anos de guerra com duras críticas ao Presidente da Rússia, Vladimir Putin.

    “Hoje, no quarto ano da guerra em grande escala da Rússia, os nossos militares registaram mais de um milhão de baixas russas – mortos e feridos. É esse o preço que Putin está disposto a pagar pelas suas fantasias geopolíticas doentias. E, mesmo assim, recusa-se a pôr termo a esta guerra”, acusou o líder ucraniano.

    Numa série de publicações feitas na rede social X, o Presidente da Ucrânia vincou que “o respeito pela vida humana não é apenas um valor moral, é um fator de segurança”, considerando que a “Rússia não se preocupa verdadeiramente com a vida de um milhão de pessoas do seu próprio povo”. Nesse sentido, apelou a um reforço das sanções económicas, sobretudo sobre o petróleo e as finanças.

    “Temos de ser realistas em relação àqueles que trouxeram a guerra para a Europa. Não se pode convencer a Rússia a fazer a paz. Mas há formas de pressão que prejudicam os responsáveis. Peço-vos que apoiem um aumento sério das sanções contra a Rússia”, acrescentou.

  • Ucrânia anuncia que Rússia já perdeu mais de um milhão de tropas desde o início da guerra

    As Forças Armadas da Ucrânia revelaram hoje que as perdas do exército russo desde o início da invasão do território ucraniano, no dia 24 de fevereiro de 2022, ultrapassaram um milhão de tropas, entre mortos e feridos. Até ao momento foram contabilizadas pelos registos ucranianos 1.000.340 baixas russas na guerra.

    Numa publicação nas redes sociais, as forças ucranianas realçaram ainda que a sua atuação resultou na destruição de mais de 50 mil veículos e depósitos de combustível, mais de 40 mil drones, mais de 29 mil sistemas de artilharia ou quase 11 mil tanques russos.

  • Kharkiv. Ataque com drones russos faz pelo menos 15 feridos

    Depois de um ataque russo com drones ter matado 4 pessoas (e ferido 64) ontem, esta quinta-feira um novo ataque de Moscovo em Kharkiv feriu pelo menos 15 pessoas, escreveu o Kyiv Independent.

    Entre o número de feridos registados até ao momento estão pelo menos quatro crianças, segundo adiantaram as autoridades ucranianas.

    “Zonas residenciais, escolas, jardins de infância e outras infraestruturas foram atingidas pelos bombardeamentos. Dezenas de carros foram danificados, janelas de escolas e casas foram partidas”, escreveu o autarca de Kharkiv, Ihor Terekhov, na rede social Telegram e citado pelo Kyiv Independent.

  • Ministro da Defesa da Alemanha está em Kiev para discutir ajuda militar

    Boris Pistorius, responsável pela pasta da Defesa na Alemanha chegou esta manhã a Kiev, onde se vai encontrar com líderes ucranianos como Anton Gerashchenko, antigo vice-ministro do Interior da Ucrânia e conselheiro do Ministério da Administração Interna desse país.

    Prevê-se que seja discutido o apoio alemão à Ucrânia: “Estamos a fazer tudo o que podemos para apoiar a Ucrânia, para que se possa defender”, disse o governante alemão antes de aterrar em Kiev, segundo a agência Reuters.

    A visita marca a primeira viagem oficial de Pistorius à Ucrânia como ministro do novo governo alemão.

  • Irão felicita Rússia e diz que espera expandir cooperação entre os dois países

    Depois dos EUA, o Irão também felicitou Vladimir Putin a propósito do dia da Rússia.

    O Presidente iraniano Masoud Pezeshkian manifestou vontade de expandir a cooperação entre os dois países, escreve a agência noticiosa TASS.

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