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    Trump considera ataque inicial direcionado e operação em larga escala para derrubar regime no Irão nos próximos meses

  • Tarifas: Merz celebra decisão do Supremo dos EUA e saúda separação de poderes

    O chanceler alemão afirmou hoje que a decisão do Supremo Tribunal norte-americano, que invalidou a maioria das tarifas impostas pelo Presidente Donald Trump, é uma “boa notícia” e saudou a separação de poderes no país.

    “Há um elemento tranquilizador na decisão de ontem [sexta-feira] do Supremo Tribunal. A separação de poderes nos EUA parece continuar a funcionar e isso é uma boa notícia”, disse Friedrich Merz, à margem do congresso do seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU), em Estugarda, numa entrevista à televisão pública.

    O chanceler alemão adiantou que pretende discutir com os aliados europeus uma resposta comum às novas tarifas alfandegárias globais de 15% anunciadas por Trump, na sequência da decisão do tribunal.

    “Teremos uma posição europeia muito clara sobre este assunto, porque a política aduaneira é da competência da UE e não dos Estados-membros individualmente”, afirmou Merz, que visita Washington para se reunir com Trump, marcada para 02 de março.

  • MNE da Ucrânia condena ameaças da Eslováquia e da Hungria e considera ativar sistema de alerta precoce

    Numa partilha no X, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia reagiu às ameaças da Eslováquia e da Hungria de cortar o fornecimento emergencial de eletricidade caso o Presidente Volodymyr Zelensky não permita o transporte do petróleo russo pelo território ucraniano.

    “Tais ações, no contexto dos ataques russos massivos e direcionados à infraestrutura energética da Ucrânia e das tentativas de Moscovo de privar os ucranianos de eletricidade, aquecimento e gás durante o frio extremo, são provocativas, irresponsáveis ​​e ameaçam a segurança energética de toda a região. Ao agirem dessa forma, os governos da Hungria e da Eslováquia não apenas estão a fazer o jogo do agressor, mas também a prejudicar as suas próprias empresas de energia que fornecem energia comercialmente”, diz o comunicado.

    De acordo com o ministério ucraniano, os ataques russos ao oleoduto Druzhba causaram danos à infraestrutura energética do país. “Os trabalhos de reparo, segurança e estabilização continuam em meio a ameaças diárias de novos ataques com mísseis. A Ucrânia também propôs maneiras alternativas de resolver a questão do fornecimento de petróleo não russo a esses países”, escreve o MNE ucraniano.

    “Ao mesmo tempo, tendo em conta as ameaças infundadas e irresponsáveis ​​provenientes de Budapeste e Bratislava nos últimos dias, a Ucrânia está a considerar a possibilidade de ativar o Sistema de Alerta Precoce previsto no Acordo de Associação entre a Ucrânia e a União Europeia”, assinala ainda o comunicado.

  • Vídeo mostra aviões militares norte-americanos na base das Lajes este sábado

    A imprensa norte-americana, incluindo a agência Reuters, está a publicar vídeos captados este sábado que mostram aviões militares norte-americanos na Base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores, enquanto aumentam as tensões entre Irão e EUA e o risco de um ataque norte-americano ao país.

    A presença de aviões na base militar norte-americana em Portugal tem aumentado nos últimos dias, gerando questionamentos sobre a sua utilização. O ministro da Defesa, Nuno Melo, recusou-se na passada sexta-feira a pronunciar-se sobre os recentes movimentos de aeronaves dos EUA, justificando que não é uma área da sua tutela.

  • Viktor Orbán: "Enquanto o Presidente Zelensky não retomar os trânsito de petróleo, não deve esperar nenhuma ajuda da nossa parte"

    O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, reafirmou este sábado que não vai apoiar a Ucrânia se Kiev não retomar o trânsito de petróleo russo para a Hungria.

    “Enquanto o Presidente Zelensky não retomar os trânsito de petróleo, não deve esperar nenhuma ajuda da nossa parte”, escreveu no X, em resposta ao primeiro-ministro polaco, Donald Tusk.

    Na passada sexta-feira, Orbán já havia afirmado que iria bloquear o empréstimo da União Europeia de 90 mil milhões de euros à Ucrânia.

  • Eslováquia ameaça cortar fornecimento emergencial de eletricidade da Ucrânia

    O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, ameaçou este sábado cortar o fornecimento emergencial de eletricidade para a Ucrânia na próxima segunda-feira, a menos que Kiev tome medidas para retomar o bombeamento de petróleo russo para a Eslováquia através do território ucraniano, interrompido há quase um mês.

    “Se o Presidente ucraniano não retomar o fornecimento de petróleo para a Eslováquia na segunda-feira, nesse mesmo dia solicitarei às empresas eslovacas competentes que interrompam o fornecimento emergencial de energia elétrica para a Ucrânia”, disse Fico numa publicação no X.

    A Eslováquia, juntamente com a Hungria, é um dos dois únicos países da UE que ainda dependem de quantidades significativas de petróleo russo transportado pelo oleoduto Druzhba, da era soviética, que atravessa a Ucrânia.

  • Oficiais da guarda revolucionária iraniana estarão a treinar combatentes do Hezbollah

    Oficiais da guarda revolucionária iraniana estarão a assumir o controlo do Hezbollah, dizem fontes ouvidas pela agência de notícias saudita Al-Arabiya, citada pelo Times of Israel. O grupo libanês apoiado pelo Irão estará a ser reconstruído com a ajuda dos militares iranianos, enquanto o país prepara-se para uma potencial guerra com os Estados Unidos e Israel.

    De acordo com as fontes, os oficiais da guarda revolucionária têm ido do Irão ao Líbano com a intenção de recuperar as capacidades militares do Hezbollah e instruir pessoalmente combatentes do grupo em todo o Líbano.

    O chefe do Hezbollah, Naim Qassem, disse no mês passado que o grupo não seria neutro em caso de guerra, mas não chegou a ameaçar explicitamente Israel.

    A União Europeia (UE) formalizou na passada quinta-feira a inclusão da Guarda Revolucionária iraniana na sua lista de terroristas, após a repressão de manifestações recentes no país que causou milhares de mortos e um acordo político dos Estados-membros.

  • Comité Olímpico Internacional diz que presidente da FIFA não violou "neutralidade política" no Conselho de Paz

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    O Comité Olímpico Internacional considera que a presença do presidente da FIFA, Gianni Infantino, que também é membro do COI, na reunião inaugural do Conselho de Paz esta semana, ao lado de Donald Trump e outros chefes de Estado, não viola nenhuma regra da Carta Olímpica sobre neutralidade política. O anúncio foi feito este sábado.

    “O COI está em contacto com a FIFA”, disse um porta-voz do COI, citado pela Reuters. “Entendemos que a FIFA está a apoiar, por meio do futebol, um programa abrangente de investimento na recuperação do desporto em Gaza, Palestina, fornecendo infraestrutura desportiva, educação e propostas de desenvolvimento de elite.”

    “Isso está totalmente de acordo com o papel de uma federação desportiva internacional. O COI, por meio da Solidariedade Olímpica, que é o nosso veículo de desenvolvimento, tem apoiado e continua a apoiar o desenvolvimento do desporto na região”, disse o porta-voz.

    A Carta Olímpica define que os membros não podem aceitar “de governos, organizações ou outras partes, qualquer mandato ou instrução que possa interferir na liberdade de sua ação e voto”. Na passada sexta-feira, o COI afirmou que iria investigar a conduta de Infantino, que chegou a usar um boné vermelho a dizer “USA”.

  • Donald Trump aumenta tarifas de 10% para 15%

    Donald Trump anunciou há pouco que vai aumentar o valor das tarifas globais impostas na passada sexta-feira de 10% para 15%. A decisão vem depois do Supremo Tribunal dos EUA classificar as tarifas adicionais impostas pelo Presidente norte-americano como ilegais. O anúncio foi feito através da rede social Truth Social.

    “Com base numa análise minuciosa, detalhada e completa da ridícula, mal redigida e extraordinariamente antiamericana decisão sobre tarifas emitida ontem, após MUITOS meses de deliberação, pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos, permitam que esta declaração sirva para representar que eu, como Presidente dos Estados Unidos da América, irei, com efeito imediato, elevar a tarifa mundial de 10% sobre países, muitos dos quais vêm explorando os EUA há décadas, sem retaliação (até a minha chegada!), para o nível totalmente permitido e legalmente testado de 15%. Nos próximos meses, o Governo Trump determinará e emitirá as novas tarifas legalmente permitidas, que darão continuidade ao nosso processo extraordinariamente bem-sucedido de tornar a América grande novamente – MAIOR DO QUE NUNCA!!! Agradeço a sua atenção a este assunto. Presidente DONALD J. TRUMP”

  • Antigo primeiro-ministro britânico Boris Johnson considera que o Reino Unido deveria enviar tropas para a Ucrânia "agora"

    O antigo primeiro-ministro britânico Boris Johnson afirmou, em declarações à BBC, que o Reino Unido e os seus aliados deveriam enviar tropas para regiões pacíficas da Ucrânia agora, com papéis não combativos. “Se podemos ter um plano para enviar tropas terrestres depois da guerra, depois que Putin condescendeu em aceitar um cessar-fogo, por que não fazê-lo agora?”

    “Não vejo nenhuma razão lógica para não enviarmos forças terrestres pacíficas para lá, a fim de demonstrar nosso apoio, nosso apoio constitucional a uma Ucrânia livre e independente”, disse Boris Johnson. “Isso é uma questão política. Trata-se de saber se a Ucrânia é um país livre ou não. Se for um estado vassalo da Rússia, que é o que Putin quer, então, obviamente, cabe a Putin decidir quem entra no seu país. Se não for, então cabe aos ucranianos.”

  • Embaixador dos EUA em Israel diz que "não haveria problema" se israelitas "tomassem tudo" no Médio Oriente

    Mike Huckabee, embaixador dos EUA em Israel, refere que “Israel é uma terra que Deus deu, através de Abraão, a um povo que escolheu” e não vê problema que país tomasse o Médio Oriente.

    Embaixador dos EUA em Israel diz que “não haveria problema” se israelitas “tomassem tudo” no Médio Oriente

  • Líder interina promete Venezuela “mais democrática” após assinar lei de amnistia

    A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez prometeu construir “uma Venezuela mais democrática, mais justa e mais livre”, um dia após assinar uma lei de amnistia que pode levar à libertação de presos políticos.

    “Estamos a construir uma Venezuela mais democrática, mais justa e mais livre, e isso deve ser feito com o esforço de todos”, disse Rodríguez, na sexta-feira, num discurso transmitido pela televisão pública.

    “As medidas que estamos a tomar, estamos a tomá-las com uma consciência bolivariana”, disse, numa referência a Simón Bolívar (1783–1830), considerado o pai da independência da Colômbia, Venezuela, Equador, Peru, Panamá e Bolívia.

    “Estamos a estender a mão aos que pensam de forma diferente”, acrescentou Rodríguez, que assumiu o poder após a captura de Nicolás Maduro pelos militares dos Estados Unidos.

    Também o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, defendeu em comunicado que a lei é “um sinal de maturidade e força política, que constitui um passo decisivo para a estabilidade da nação”.

    Na sexta-feira, o Governo da Venezuela estabeleceu um protocolo para acelerar a aplicação da lei da amnistia, enquanto familiares dos presos políticos permanecem fora das prisões à espera de novas libertações.

    O protocolo, cujo conteúdo é ainda desconhecido, foi elaborado e aprovado durante uma reunião que contou com a presença de responsáveis do Supremo Tribunal de Justiça e da Procuradoria-Geral da República, e da Comissão Especial de Acompanhamento da Lei da Amnistia.

  • Comissão diz que 379 presos políticos receberam amnistia na Venezuela

    Os tribunais da Venezuela concederam a liberdade a 379 presos políticos após a aprovação de uma lei de amnistia promovida pelo Governo interino, anunciou o deputado que preside à comissão responsável pelo processo.

    “O Ministério Público apresentou pedidos de amnistia aos tribunais competentes (…) para um total de 379 pessoas”, declarou Jorge Arreaza, na sexta-feira à noite numa entrevista televisiva.

    “Estas pessoas serão libertadas e receberão amnistia entre esta noite e amanhã de manhã [entre sexta-feira à noite e hoje de manhã em Lisboa]”, acrescentou o deputado do partido no poder em Caracas.

  • Força aérea dos EUA interceta cinco aeronaves russas perto do Alasca

    A força aérea dos Estados Unidos (EUA) enviou caças militares para intercetar cinco aeronaves russas que sobrevoavam o espaço aéreo internacional na costa oeste do Alasca, mas garantiu que não foram vistas como uma provocação.

    Na sexta-feira, o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD, na sigla em inglês) disse ter detetado e rastreado dois caças russos Tu-95, dois Su-35 e um A-50 a operar perto do Estreito de Bering na quinta-feira.

    Em resposta, o NORAD acionou dois caças F-16, dois F-35, um E-3 e quatro aviões-cisterna KC-135 para intercetar, identificar e escoltar as aeronaves russas até abandonarem a área, de acordo com um comunicado.

    “As aeronaves militares russas permaneceram no espaço aéreo internacional e não entraram no espaço aéreo soberano norte-americano ou canadiano”, sublinhou o NORAD.

    O comunicado referiu ainda que este tipo de atividade “ocorre regularmente e não é considerado uma ameaça”.

    As aeronaves russas estavam a operar numa área próxima do Estreito de Bering, uma estreita faixa de água com cerca de 80 quilómetros de largura que separa os oceanos Pacífico e Ártico, chamada Zona de Identificação de Defesa Aérea do Alasca.

    Estas zonas começam onde termina o espaço aéreo soberano. Embora seja espaço aéreo internacional, todas as aeronaves são obrigadas a identificar-se quando entram nas zonas, visando a segurança nacional, afirmou o NORAD.

    O comando utilizou satélites, radares terrestres e aéreos e aeronaves para detetar e seguir as aeronaves russas.

    AS operações do NORAD no estado do Alasca estão baseadas na Base Conjunta Elmendorf-Richardson, em Anchorage.

  • Bom dia.

    Neste liveblog vamos acompanhar a atualidade internacional, nomeadamente as guerras pelo mundo. Fique connosco e recorde o que se passou ontem através deste link.

    Zelensky: “Não podemos dizer que estamos a perder a guerra. A questão é se vamos ganhar”

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