Momentos-chave
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  • Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Ataque em massa com drones e mísseis balísticos russos faz 15 feridos na capital ucraniana

  • O que se passou até agora

    • A cidade de Kiev foi alvo de uma série de ataques com mísseis balísticos e drones, segundo a força aérea ucraniana, resultando em pelo menos oito feridos. Destes, dois feridos ocorreram no distrito de Dniprovskyi e outros foram contabilizados em Sviatoshynskyi e Obolonskyi, com mais quatro pessoas em Solomianskyi a sofrerem reações graves ao stress.
    • A troca de prisioneiros entre a Rússia e a Ucrânia continua em desenvolvimento, com cada lado libertando 270 militares e 120 civis, num esforço que representa parte de um acordo maior para libertar um total de 1.000 prisioneiros de cada lado. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou a importância de continuar o processo e agradeceu aos que trabalham incansavelmente para garantir o regresso dos ucranianos.
    • O G7 reafirmou o seu compromisso em manter congelados todos os ativos russos até que a guerra termine e prestou apoio à integridade territorial da Ucrânia. No comunicado, foi enfatizada a disposição para explorar todas as opções possíveis, incluindo reforçar as sanções, como parte dos esforços para alcançar uma paz justa e duradoura.
    • Em Moscovo, os principais aeroportos foram temporariamente encerrados devido a ataques com drones ucranianos, marcando a terceira noite consecutiva de tais incidentes, enquanto ataques em território ucraniano resultaram em sete mortos e 20 feridos ao longo das últimas 24 horas.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 1.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

  • Ataques a Kiev fizeram pelos menos oito feridos

    A onda de ataques à região de Kiev provocou pelo menos oito feridos, segundo o Kyiv Independent.

    Duas pessoas ficaram feridas no distrito de Dniprovskyi e outras duas foram assistidas em Sviatoshynskyi e Obolonskyi, segundo informações de Klitschko. Além disso, em Solomianskyi, quatro pessoas tiveram reações graves ao stress, tendo duas delas sido hospitalizadas.

  • Kiev alvo de mísseis e drones. Chernihiv e Sumy atacados com drones

    A força aérea ucraniana informou que, para além dos mísseis, a região de Kiev foi alvo de ataques com drones e mísseis balísticos, na cidade e na zona sul da região.

    Para além da capital as regiões de Sumy e Chernihiv, perto da fronteira russo-ucraniana, também foram atacadas usando drones Shaheed, diz a força aérea no Telegram.

  • Ataque sobre Kiev terá envolvido mísseis balísticos, diz força aérea

    O ataque aéreo russo sobre a região de Kiev terá envolvido misseis balísticos, segundo a força aérea ucraniana no Telegram.

  • Dois feridos nos bombardeamentos de Kiev, informa presidente da Câmara

    Depois de noticiar bombardeamentos sobre a capital ucraniana, o presidente da Câmara de Kiev, Vitaly Klitschko, revelou que duas pessoas ficaram feridas no distrito de Dnipro.

    “Os médicos já estão no local”, disse ainda Klitschko, no Telegram.

  • Kiev atacada por drones e mísseis. Autarca pede que residentes permaneçam nos abrigos

    A cidade Kiev está a ser atacada por drones e mísseis. O alerta foi feito pelo autarca da capital ucraniana, Vitali Klitschko, que apelou aos residentes que se mantenham nos abrigos. “A cidade e a região estão sob ataque inimigo conjunto”, revelou no seu canal no Telegram.

    Além disso, apelou à deslocação dos serviços de emergência para o distrito de Sviatoshynsky, onde os ataques provocaram dois incêndios, segundo a Reuters.

  • Fundo de investimento EUA-Ucrânia foi oficialmente lançado, diz Kiev

    O fundo de investimento de EUA e da Ucrânia foi oficialmente lançado, anunciou esta sexta-feira a ministra da Economia, Yulia Svyrydenko no Facebook.

    “O último passo era uma nota diplomática dos Estados Unidos. Recebi-a hoje de Julie S. Davis, a encarregada de negócios dos EUA na Ucrânia”, escreveu a ministra.

    “Agora podemos considerar oficialmente que o Fundo foi lançado.
    Estou grato a todos os que tornaram isto possível. A equipa de negociação conseguiu cumprir a tarefa estabelecida pelo Presidente Volodymyr Zelensky”, acrescentou.

  • Ucrânia que que Trump esteja numa eventual reunião Zelensky-Putin

    A Ucrânia disse que queria a presença do Presidente norte-americano, Donald Trump, numa eventual reunião entre Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin, segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha.

    Um encontro entre líderes, disse o ministro, seria o terceiro passo no caminho diplomático entre ambos os países depois da conclusão da troca de prisioneiros e da apresentação da visão do Kremlin de um cessar-fogo na guerra.

    “Admitimos que esta reunião [entre Putin e Trump] possa ter um formato alargado. Gostaríamos muito que o Presidente Trump se juntasse a ela. E sempre insistimos de forma consistente que a Europa deve estar à mesa de possíveis negociações futuras”, disse o ministro.

  • Rússia entrega condições de paz à Ucrânia depois de troca de prisioneiros, diz Lavrov

    A Rússia diz que vai entregar as suas condições de paz para a Guerra na Ucrânia depois das trocas de prisioneiros entre Kiev e Moscovo estarem concluídas, garante o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov.

    “Estamos empenhados nos acordos que foram alcançados recentemente em Istambul entre as delegações da Rússia e da Ucrânia”, garantiu Lavrov, citado pela RIA Novosti.

    “Estamos a finalizar os trabalhos preparatórios para a elaboração de uma lista para a troca de prisioneiros de guerra com base no princípio de ‘mil por mil'”, afirmou ainda o ministro, sublinhando que estavam a preparar a “segunda parte dos acordos” que envolve essa lista de condições.

  • “Troca de prisioneiros não representa viragem”

    Bruno Cardoso Reis analisa o papel de Donald Trump na maior troca de prisioneiros entre Ucrânia e Rússia desde o início do conflito. Ainda, será o Vaticano o local ideal para novas negociações?

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    “Troca de prisioneiros não representa viragem”

  • Helicóptero militar cai na Rússia. Toda a tripulação terá morrido

    Um helicóptero militar Mi-8 caiu na região russa de Oryol, informa a agência TASS, citando o Ministério da Defesa da Rússia.

    Toda a tripulação, segundo o governador da região Andriy Klychkov, terá morrido, sem esclarecer quantas pessoas estavam a bordo.

    A causa apontada para a queda da aeronave é de “falha técnica”, acrescenta a TASS.

  • Zelensky reage a troca de prisioneiros e agradece a todos os que trabalham para que os ucranianos possam "regressar a casa"

    O Presidente da Ucrânia já reagiu à troca de prisioneiros com a Rússia e agradeceu a todos os que “estão a trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, para garantir que os ucranianos regressam a casa”.

    “É muito importante libertar todos os que estão em cativeiro. Estamos a verificar todos os nomes e informações sobre cada pessoa”, avançou Volodymyr Zelensky, numa mensagem publicada no Telegram e na rede social X, acrescentando que foram libertadas 390 pessoas (270 militares e 120 civis). O processo vai continuar nos próximos dois dias, uma vez que o objetivo é que cada país entregue ao outro 1.000 prisioneiros.

    “Este acordo foi alcançado numa reunião na Turquia e é importante implementá-lo na íntegra”, notou o Presidente ucraniano, que termina a mensagem com a indicação de que continuará o “trabalho diplomático para tornar estas medidas possíveis”.

    Prisioneiros ucranianos libertados na troca
    Prisioneiros ucranianos libertados na troca
    Prisioneiros ucranianos libertados na troca
    Prisioneiros ucranianos libertados na troca
    Prisioneiros ucranianos libertados na troca
    Prisioneiros ucranianos libertados na troca
    Prisioneiros ucranianos libertados na troca

  • Rússia e Ucrânia trocam prisioneiros. Foram libertados por cada país 270 militares e 120 civis

    As forças russas entregaram hoje à Ucrânia 270 militares e 120 civis que estavam feitos prisioneiros de guerra, segundo o Ministério da Defesa da Rússia.

    Em troca, a Ucrânia também entregou à Rússia 270 militares e 120 civis, incluindo civis que tinham sido capturados pelas Forças Armadas ucranianas na região de Kursk.

    A informação foi avançada pelo Ministério da Defesa russo num comunicado que é citado pela agência estatal TASS. Os militares e civis russos que foram libertados estão na Bielorrússia.

    Os dois países tinham concordado com a troca de 1.000 prisioneiros (cada) na semana passada, durante negociações em Istambul. A TASS escreve que o processo hoje iniciado vai continuar nos próximos dias.

  • Ucrânia clarifica que troca de prisioneiros ainda não está concluída

    A Ucrânia esclarece que a troca de prisioneiros ainda não está concluída, depois de afirmações de Donald Trump terem sido interpretadas dessa forma. O Presidente norte-americano avançou que os detalhes para a troca tinham sido ultimados, mas que a mesma ainda não tinha sido feita (acontecerá “em breve”).

    O esclarecimento foi feito por uma fonte com conhecimento da troca, com que Ucrânia e Rússia concordaram na semana passada, ao jornal Kyiv Independent.

    Ucrânia e Rússia vão trocar mil prisioneiros de guerra de cada lado, um acordo feito nesta sexta-feira em Istambul

  • Kremlin diz que ainda não há acordo sobre o local onde decorrerão as próximas negociações com a Ucrânia

    Depois de Serguei Lavrov ter, aparentemente, descartado o Vaticano, o Kremlin diz que ainda não há um acordo sobre o local que vai acolher as próximas negociações entre a Rússia e a Ucrânia.

    “Ainda não há decisões nem acordos sobre a próxima plataforma de negociação. É claro que esta decisão não pode ser tomada por uma das partes. É necessário o consentimento das duas partes. Quando chegar a altura, essa decisão será naturalmente tomada”, afirma Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, de acordo com a agência estatal TASS.

  • Ucrânia e Rússia chegam a acordo sobre troca de prisioneiros, avança Trump

    O Presidente dos Estados Unidos avança que está concluído o processo para a troca de 1.000 prisioneiros de guerra (de cada lado) entre Rússia e Ucrânia e que a mesma deverá acontecer em breve.

    “Acaba de ser concluída uma importante troca de prisioneiros entre a Rússia e a Ucrânia. Acontecerá em breve. Parabéns a ambas as partes por esta negociação. Isto pode levar a algo grandioso???”, foi a mensagem que Donald Trump deixou na Truth Social.

    Foi em Istambul, durante as primeiras conversações diretas entre Rússia e Ucrânia em mais de três anos, que os dois países concordaram na troca de prisioneiros. Os detalhes estarão agora ultimados.

  • Lavrov aparenta descartar possibilidade de o Vaticano acolher negociações entre Rússia e Ucrânia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia disse que uma reunião no Vaticano com a Ucrânia, para pôr fim ao conflito, era uma possibilidade irrealista.

    Além disso, segundo a agência estatal TASS, Serguei Lavrov defendeu que é “deselegante” que o Vaticano esteja a ser equacionado como anfitrião das conversações, que envolvem dois países que são ortodoxos.

    Após acusar Kiev de “destruir” a Igreja Ortodoxa ucraniana, Lavrov disse que “para o próprio Vaticano não seria muito confortável receber delegações de países ortodoxos”.

    As declarações do ministro russo surgem dias depois de o Papa Leão XIV ter sinalizado estar disponível para acolher no Vaticano conservações entre a Ucrânia e a Rússia. A possibilidade foi “vista de forma positiva” pelos aliados europeus, mas também pelos Presidente dos EUA e da Ucrânia, avançou Giorgia Meloni, primeira-ministra italiana.

    EUA e aliados europeus da Ucrânia apoiam oferta do Papa para conversações de paz no Vaticano

  • Sete mortos e 20 feridos em ataques russos contra a Ucrânia ao longo do último dia

    Pelo menos sete pessoas morreram e 20 ficaram feridas em ataques russos contra o território ucraniano ao longo do último dia. Os números foram avançados por autoridades regionais, indica o Kyiv Independent.

    Na região de Odesa há registo de dois mortos, segundo o autarca Oleh Kiper. Outras três vítimas mortais foram registadas em Kostiantynivka, Pokrovsk e Raihorodok (no oblast de Donetsk).

    A sétima vítima mortal foi registada em Kupiansk, na região de Kharkiv, depois de um ataque russo com bomba ter atingido uma empresa de serviços públicos. Uma outra pessoa ficou ferida, segundo o governador Oleh Syniehubov.

    Já na região de Poltava, um ataque com drones destruiu uma empresa e feriu uma pessoa, além de ter danificado linhas elétricas. Cerca de 2.000 pessoas ficaram sem energia.

  • "Traição contra o Estado". Tusk critica candidato da oposição às presidenciais polacas por opor-se à adesão da Ucrânia à NATO

    O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, classificou a promessa de Karol Nawrocki, candidato da oposição às presidenciais do país, de travar a adesão da Ucrânia à NATO como um ato de “traição contra o Estado”.

    Donald Tusk considerou que a adesão da Ucrânia à NATO é “fundamental para a segurança da Polónia” e avisou que a “última coisa” que o país deve fazer é “implementar ou apoiar as exigências de Putin”.

    Além disso, em comunicado divulgado pela televisão polaca TVN24, Tusk disse que “este é um dos maiores escândalos desta campanha” para as presidenciais. Na primeira volta, o candidato Rafał Trzaskowski, apoiado pelo primeiro-ministro polaco, venceu.

    A segunda volta está marcada para 1 de junho e Karol Nawrocki prometeu não só travar a adesão da Ucrânia à NATO como também opor-se ao envio de soldados polacos para a guerra para receber o apoio da extrema-direita.

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