Histórico de atualizações
  • Três fora, cinco na luta. Agora aguenta coração

    Nesta Vichyssoise Presidenciais 2026, o Observador faz o balanço possível de uma campanha eleitoral que teve direito a tudo. Conspiração, combate, surpresas e muito, muito nervosismo.

    Três fora, cinco na luta. Agora aguenta coração

  • Marques Mendes: Marioneta do Governo ou candidato em apuros?

    Henrique Gouveia e Melo vem com a força toda na estratégia agressiva e dispara para todos os adversários. Já Marques Mendes não sabe se foge ou se se cola ainda mais a Montenegro.

    Marques Mendes: Marioneta do Governo ou candidato em apuros?

  • Marques Mendes: Marioneta do Governo ou candidato em apuros?

    Henrique Gouveia e Melo vem com a força toda na estratégia agressiva e dispara para todos os adversários. Já Marques Mendes não sabe se foge ou se se cola ainda mais a Montenegro.

    Marques Mendes: Marioneta do Governo ou candidato em apuros?

  • Bom dia, este liveblog fica por aqui, pode acompanhar toda a atualidade política deste domingo num novo liveblog.

    Paulo Rangel. Vitória “robustíssima” do PSD nas autárquicas é forma de portugueses dizerem que a governação é boa

  • Marcelo e a proibição da burca: "Uma lei é uma ponderação de valores. Há sempre valores em conflito"

    O Presidente da República falou brevemente sobre a proposta de lei apresentada pelo Chega para a proibição da ocultação do rosto no espaço público, incluindo a burca. “Uma lei é uma ponderação de valores. Há sempre vários valores em conflito, ou direitos e liberdades em conflito, seja justiça ou segurança. O legislador acaba por ter de optar um de dois caminhos”, disse Marcelo Rebelo de Sousa à SIC.

    O Chefe de Estado compara com a Lei dos Estrangeiros, que o próprio promulgou na última semana. “Na Lei dos Estrangeiros havia valores em confronto”, acrescentou, lembrando que, nesta matéria, até à extinção do SEF, a maioria na Assembleia da República privilegiou a entrada de mão de obra e uma maior abertura. “Depois [do fim do SEF] foi um longo período de indefinição”.

  • PCP de Beja admite resultados "muito aquém das expetativas"

    O PCP de Beja considerou que os resultados obtidos nas eleições autárquicas de 12 de outubro ficaram “muito aquém das expectativas” dos candidatos da CDU (coligação PCP/PEV).

    “O resultado eleitoral obtido ficou muito aquém das expectativas e do reconhecimento que é devido aos eleitos e candidatos da CDU”, refere um comunicado divulgado pela direção da Organização Regional de Beja do PCP, que recorda que a CDU conquistou as câmaras de Aljustrel, Barrancos e Cuba, e efetuou uma “disputa muito próxima” em Ferreira do Alentejo e Moura.

    A organização regional do PCP relembra ainda que obteve maiorias em 27 juntas de freguesia, obteve 72 eleitos em assembleias municipais, 25 em câmaras municipais e 218 em assembleias de freguesia.

    “Um resultado que, por estes aspetos, desmente os vaticínios sobre o inevitável sentido de perda da CDU e confirmando as reais possibilidades de avançar, reconquistar e vencer novas autarquias”, lê-se no comunicado.

  • José Luís Carneiro alerta para o risco crescente do populismo

    O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, alertou hoje, em Amesterdão, para o “risco crescente” do populismo e da demagogia na Europa, defendendo que os partidos sociais-democratas devem responder com “soluções concretas”.

    “Os valores da social-democracia na Europa enfrentam um dos desafios mais importantes da sua história”, disse José Luís Carneiro, no discurso que proferiu no Congresso do Partido Socialista Europeu (PSE), que decorre entre sexta-feira e hoje em Amesterdão.

    O líder socialista português sublinhou que a polarização social e política, bem como a “atomização das sociedades”, ameaçam os fundamentos da confiança nas instituições democráticas, e que este fenómeno “já não é apenas nacional”, mas “global, organizado e com métodos e meios de ação coordenados”.

    Para o secretário-geral do PS, o “melhor antídoto” passa pela continuação do trabalho comum entre os partidos socialistas europeus, com propostas políticas centradas na paz, no desenvolvimento e numa economia “baseada no conhecimento, sustentável e inclusiva”.

    “Devemos ter soluções concretas e comuns para resolver os problemas das pessoas e ser capazes de trazer esperança e melhores perspetivas à vida dos nossos cidadãos. Só assim é possível travar populismos e extremismos”, defendeu Carneiro.

  • Marques Mendes concorda com proibição de burca e recusa que seja ataque a imigrantes 

    “Se fosse a proibição do véu, eu acharia mal. Sendo a proibição da burca, eu acho bem”, diz candidato presidencial. Marques Mendes argumenta com segurança e defesa da dignidade da mulher.

    Marques Mendes concorda com proibição de burca e recusa que seja ataque a imigrantes 

  • Marques Mendes responde a críticas de Gouveia e Melo: "Ele está a descer nas sondagens e eu estou a subir nas sondagens”

    O candidato presidencial Luís Marques Mendes considerou que as críticas do adversário Henrique Gouveia e Melo se devem às sondagens e garantiu que se for eleito Presidente da República será independente e não fará “favores a nenhum partido”.

    “Gouveia e Melo especializou-se em, dia sim, dia não, dizer mal de mim e fazer-me ataques pessoais. Eu acho que não é muito bonito, mas eu compreendo. Ele está a descer nas sondagens e eu estou a subir nas sondagens”, afirmou, recusando “responder na mesma moeda”.

    Luís Marques Mendes defendeu que “é preciso elevar o debate e fazer uma campanha pela positiva” e a pensar “sobretudo no país”.

    O candidato às eleições presidenciais do início do próximo ano falava aos jornalistas à margem de uma visita ao evento “Grandes escolhas — vinhos e sabores”, que começou hoje na Feira Internacional de Lisboa (FIL).

    Luís Marques Mendes afirmou também que se for eleito Presidente da República exercerá o cargo com independência.

    “E eu serei na Presidência, em matéria de independência, como foram Mário Soares, Jorge Sampaio, Cavaco Silva ou Marcelo Rebelo de Sousa, quatro presidentes que foram oriundos dos partidos, mas que depois foram independentes dos partidos, não andaram a fazer favores aos partidos. Eu serei da mesma forma”, salientou.

    O antigo líder do PSD disse ter “muito orgulho” no seu passado político, mas assinalou que é “muito independente” e antecipou que não vai “andar a fazer favores a nenhum partido”.

    Marques Mendes considerou igualmente que “ninguém tem o monopólio da independência”.

  • Presidente queria condecorar o IDL — Instituto Amaro da Costa, mas medalhas ficaram em Belém

    Marcelo Rebelo de Sousa esteve na cerimónia dos 50 anos do Instituto Amaro da Costa onde destacou o papel da instituição na defesa da liberdade. Mas a medalha que ia entregar ficou na presidência.

    Presidente queria condecorar o IDL — Instituto Amaro da Costa, mas medalhas ficaram em Belém

  • Amnistia Internacional critica Portugal por proibir uso de véus que cobrem rosto

    Amnistia Internacional condena a aprovação do projeto-lei do Chega que prevê a proibição da ocultação do rosto em espaços públicos, considerando que é discriminatório e viola os direitos das mulheres.

    Amnistia Internacional critica Portugal por proibir uso de véus que cobrem rosto

  • Ventura: "Aposto que o doutor António Costa vota no almirante Gouveia e Melo"

    O líder do Chega afirmou hoje que Gouveia e Melo protagoniza cada vez mais as causas do PS, sobretudo por ter Mário Soares como modelo presidencial, e apostou que o ex-primeiro-ministro António Costa vai votar no almirante.

    André Ventura falava à entrada para a sessão de abertura da conferência comemorativa dos 50 anos do IDL – Instituto Amaro da Costa, no Teatro Thalia, em Lisboa, com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

    Em declarações aos jornalistas, André Ventura criticou as posições assumidas pelo almirante Henrique Gouveia e Melo na entrevista que concedeu à agência Lusa, designadamente sobre modelo ideal de Presidente da República e sobre imigração.

    Gouveia e Melo (que se revê na Presidência de Soares) alerta que PSD vai cobrar apoio a Marques Mendes e critica ciclos curtos de governação

    “Disse que se revê na presidência de Mário Soares e que ao fim de dez anos um imigrante, um indivíduo do Bangladesh, da Índia ou do Paquistão, é tão português como nós. Isto não é uma candidatura de alguém que ama o seu país. É uma candidatura de alguém que pensa como a esquerda pensa”, considerou o candidato presidencial do Chega.

    Para André Ventura, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada “em cada dia que fala mostra que é cada vez mais o candidato do PS”, o que, na sua perspetiva, vai complicar a situação de António José Seguro, o candidato que será apoiado pelos socialistas.

    “Se estivesse na posição de António José Seguro, eu estaria preocupado, porque cada dia que o almirante fala está a juntar novos apoios socialistas. E aposto que o doutor António Costa vota no almirante Gouveia e Melo para Presidente da República e há todo um PS que prefere o almirante ao António José Seguro, mas isso é com eles, não é um problema nosso”, rematou.

    Já não é a primeira vez que Ventura cola Gouveia e Melo ao PS.

    Presidenciais. Ventura diz que Gouveia e Melo se tornou no “candidato do PS”

  • Socialista Luísa Salgueiro apoia candidatura de António José Seguro

    A autarca socialista Luísa Salgueiro, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), expressou hoje o seu apoio à candidatura de António José Seguro à Presidência da República.

    “No momento em que o país enfrenta importantes desafios económicos, sociais e territoriais, expresso publicamente o meu apoio à candidatura de António José Seguro a Presidente da República, reconhecendo nele um líder com uma visão clara e um compromisso firme com o poder local e com a coesão territorial”, afirmou Luísa Salgueiro numa nota enviada à Lusa.

    Para a também presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, o antigo secretário-geral do PS “sempre demonstrou respeito profundo pelo papel das autarquias, valorizando a proximidade aos cidadãos e a importância das políticas públicas municipais na promoção do desenvolvimento, da solidariedade e da justiça social”.

    António José Seguro representa “a escolha certa de um Presidente da República que promove um Portugal mais justo, descentralizado e solidário, onde o poder local seja reconhecido como pilar essencial da democracia e do progresso”, acrescentou.

    “Acredito que o seu percurso político, pautado pela seriedade, pela capacidade de diálogo e pela defesa intransigente dos valores democráticos, constitui uma mais-valia para o país”, defendeu Luísa Salgueiro, presidente do conselho diretivo da ANMP, com sede em Coimbra.

  • Proibição da burca. PS quer ouvir "comunidades" afetadas na especialidade

    Pedro Delgado Alves avisa que a proibição da utilização da burca em espaço público pode ter “efeito contraproducente”. Convidado do Explicador desta manhã assegura que as questões levantadas pelo Chega neste projeto-lei já têm resposta prevista na lei.

    O deputado insiste que são precisas “audições adicionais” na Assembleia da República para legislar o tema. O PS quer um parecer da Comissão da Liberdade Religiosa e ouvir as “comunidades afetadas” pela lei aprovada esta sexta-feira.

    Admite que esperava que a direita parlamentar tivesse “dito não ao Chega” e votado ao lado da esquerda. Ficou até “surpreendido” quando isso não se verificou. E agora? “O Presidente da República tem de agir.”

    Ouça aqui a entrevista a Pedro Delgado Alves, na íntegra.

    Proibição da burca. PS quer ouvir “comunidades” afetadas

  • Chega ficou três votos à frente da CDU em Lisboa após contagem final

    O Chega ficou três votos à frente da CDU nas eleições autárquicas em Lisboa após a Assembleia de Apuramento Geral que avaliou vários votos nulos, confirmou ao Observador Bruno Mascarenhas, o primeiro vereador eleito pelo partido de André Ventura.

    Na prática, fica tudo na mesma em relação à noite eleitoral. O Chega elegeu dois vereadores e a CDU um.

    No domingo passado, a lista encabeçada por João Ferreira ficou 11 votos atrás do Chega e, dessa forma, perdeu para esse partido o segundo assento que tinha no executivo municipal.

    Esta sexta-feira, já se sabia que a CDU tinha tido mais seis votos do que o Chega entre os 60 votos para a eleição da Câmara de Lisboa que tinham ficado por contar na noite eleitoral na freguesia de São Domingos de Benfica, devido à ausência do quadrado de voto na candidatura do Chega à Assembleia de Freguesia de São Domingos de Benfica. Estes boletins de votos eram dos eleitores que tinham votado antecipadamente naquela localidade.

  • Apoio do PS a António José Seguro é uma "consequência natural", diz Pedro Delgado Alves

    O socialista Pedro Delgado Alves “compreende” a posição de José Luís Carneiro, numa altura em que o secretário-geral do PS se prepara para recomendar o apoio do partido à candidatura presidencial de António José Seguro.

    “Neste momento não há mais ninguém na área política do PS que tenha manifestado intenção”, defende o deputado, ouvido no Explicador desta manhã. Por isso António José Seguro surge como uma “consequência natural” para o partido.

    Ainda assim, Pedro Delgado Alves entende que as eleições presidenciais têm “muito a ver com a reflexão de cada cidadão” e confessa não ter uma decisão tomada.

    “Tenho uma visão de um perfil do Presidente da República, cuja missão fundamental é a proteção da Constituição. E nem sempre tenho concordado com Seguro“, admite.

    Essa “reflexão pessoal” ainda não está concluída, e Pedro Delgado Alves, vai esperar para ver como evolui a campanha e que “riscos para o sistema” surgem por parte de outros candidatos.

  • Catarina Martins: "Democracia é princípio e fim de todas as escolhas da República"

    Numa intervenção na qual proferiu insistentemente a palavra ‘democracia’, Catarina Martins reafirmou por diversas vezes o compromisso com a democracia em Portugal.

    “Afirmo o compromisso com a democracia, princípio e fim de todas as escolhas da República, e que nunca será mero ritual ou formalismo. É uma forma de vida. Se a política deixar de falar de si própria e passar a falar para o país, a democracia terá um novo impulso”, defendeu a ex-coordenadora do Bloco de Esquerda.

    Quando à sua candidatura presidencial, Catarina Martins diz querer construir pontes. “Aqui estou com a vontade de construir nova pontes e soluções. Dei provas desse trabalho e sei que será determinante no próximo mandato presidencial”, afirmou.

  • Catarina Martins apela à convergência em torno da sua candidatura, que não tem "fronteiras partidárias"

    A agora candidata a Belém Catarina Martins, ex-coordenadora do Bloco de Esquerda, apelou à convergência das forças que lutam pela democracia em torno da sua candidatura.

    “A candidatura presidencial é pessoal mas é tão forte quanto mais partilhada for. Termino com um apelo e com um compromisso. Um apelo a que façamos deste movimento um espaço de encontro e de convergência. Esta candidatura não se define por fronteiras partidárias“, garantiu.

    Segundo Catarina Martins, a candidatura que encabeça à Presidência da República “dialoga com todas as pessoas, de todos os caminhos da política, empenhadas na democracia e que não desistem de um país melhor”.

    “Nesta candidatura, haverá lugar para todas essas vozes”, sublinhou.

  • "Aqui estou como sou". Catarina Martins formaliza candidatura à Presidência da República

    A ex-coordenadora do Bloco de Esquerda e atualmente deputada no Parlamento Europeu Catarina Martins formalizou este sábado a candidatura à Presidência da República.

    “Candidato-me para ser a Presidente que cuida da democracia, uma democracia forte que ocupa todos os locais das nossas vidas. A democracia ativa, que nos convoca em todas as idades e condições”, declarou perante os apoiantes presentes nas Galerias Geraldes da Silva, no Porto — o local escolhido para a apresentação formal da candidatura.

    “Apresento-me como candidata a Presidente de Portugal, com a minha vida e a minha experiência por inteiro. Aqui estou como sou”, sublinhou Catarina Martins, arrancando aplausos da assistência.

    A ex-coordenadora bloquista lembrou a sua experiência partidária. “Fui líder partidária durante mais de uma década, corri todo o país, falei com toda a gente, aprendi o mais que pude, negociei e aprovei quatro orçamento de estado com medidas que ainda hoje são lembradas”, realçou.

  • Burca. Ex-ministro Poiares Maduro critica esquerda e direita por entrarem em "contradições"

    O ex-ministro do PSD Miguel Poiares Maduro acusa os partidos de esquerda e também os da direita de entrarem em “contradições” a propósito da aprovação da lei que proíbe o uso de burca em espaços públicos.

    “O debate político sobre a proibição do uso da Burca no espaço público revela como a polarização está a retirar qualquer nuance e complexidade mesmo a temas tão complexos como este e como o cair totalmente para um lado ou para o outro leva cada lado a entrar em contradições“, escreveu o também professor universitário, na rede social X.

    “A esquerda que tanto defendeu a eliminação de qualquer símbolo religioso do espaço público ou a necessidade de o Estado impor a frequência de aulas contra as opções religiosas de alguns agora defende que o Estado não deve ter qualquer papel desse tipo e usar antes pedagogia”, defendeu Poiares Maduro, criticando também a direita.

    “A direita que tanto defendeu que o Estado não deve interferir na liberdade religiosa ou vida privada nem impor certos valores sociais ou certas compreensões de não discriminação vem agora defender esse papel”, acrescentou o ex-ministro do governo de Pedro Passos Coelho.

    “Quem tanto defende o papel do Estado na engenharia social (mudança de comportamentos) opõe-se a ele e vice-versa do outro lado. Quem fala de que a liberdade não existe se sujeita a certas pressões sociais agora invoca a liberdade e do outro lado fala-se de falsa liberdade”, concluiu.

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