Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura dos conflitos e tensões mundiais.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos neste liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    Irão acusa Casa Branca de “mentiras descaradas” e avisa: ainda não decidiu se vai negociar com os EUA

  • O que se passou até agora

    • Donald Trump anunciou a extensão de um cessar-fogo entre Israel e Líbano por três semanas, destacando que um encontro futuro na Casa Branca com os líderes de ambos os países poderá permitir um acordo de paz duradouro.
    • O Presidente dos EUA advertiu que a guerra no Médio Oriente poderá levar a um aumento dos preços dos combustíveis para os norte-americanos, embora considere este impacto um “pequeno preço a pagar”. Trump admitiu também que o Irão poderá ter reconstituído parte da sua capacidade militar, mas garantiu que os EUA estariam prontos para responder rapidamente a qualquer ameaça.
    • Trump afirmou que o seu país tem “controlo total” sobre o Estreito de Ormuz, e ordenou à Marinha norte-americana que dispare e destrua qualquer embarcação que coloque minas nesta área estratégica.
    • Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, agradeceu o empréstimo de 90 mil milhões de euros da União Europeia para reforçar o exército ucraniano e assegurar a resiliência do país em guerra com a Rússia. Este apoio surge após o levantamento do veto da Hungria e Eslovénia que bloqueavam o processo.

    [Um beijo no primeiro encontro e três viagens em menos de três meses. Ao 85.º dia de relação, o aspirante a modelo matou o cronista social. “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, conta os bastidores nunca revelados da investigação a um crime brutal. Uma série em seis episódios, narrada pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, o terceiro episódio e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio e aqui o segundo]

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Embaixadores de Israel e Líbano elogiam intervenção de Trump

    Os representantes do Líbano e de Israel agradeceram a Donald Trump a sua intervenção na mediação de um acordo de paz. O embaixadores israelita, Yechiel Leiter, declarou que este dia estava a ser construído há décadas. “Vamos continuar a trabalhar para a paz. Esperemos que possa acontecer o mais brevemente possível”, acrescentou.

    Também o embaixador libanês, Nada Hamadeh Moawad, classificou o momento como “histórico”. “Acho que, com a sua ajuda, e o seu apoio, podemos tornar o Líbano grande outra vez”, afirmou, numa referência ao lema do Presidente, Tornar a América Grande Outra Vez.

    Já JD Vance, que também marcou presença na reunião, também aproveitou para deixar elogios ao Presidente. “Claro que isto não podia ter acontecido sem o envolvimento direto do Presidente”, afirmou o vice-presidente.

  • Trump exige ao Irão fim do financiamento ao Hezbollah

    Donald Trump reiterou como exigência para o fim da guerra no Médio Oriente o fim do financiamento do Irão ao Hezbollah. “Pois, eles têm de parar com isso. É uma exigência”, declarou o Presidente, questionado sobre os apoios ao grupo libanês.

  • Trump diz que irá receber Aoun e Netanyahu na Casa Branca e que será "fácil" alcançar paz

    Pouco depois do anúncio da extensão do cessar-fogo e da reunião com os representantes israelitas e libaneses, Trump fala aos jornalistas a partir da Casa Branca. O Presidente norte-americano relata que irá receber o primeiro-ministo israelita, Benjamin Netanyahu, e o Presidente libanês, Joseph Aoun, na Casa Branca, encontro que será o próximo passo para um acordo duradouro.

    “Eles têm de pensar no Hezbollah. Vamos trabalhar com o Líbano para aceitar as coisas naquele país. Acho que é uma coisa maravilhosa que isto se resolvem ao mesmo tempo com aquilo que estamos a fazer no Irão”, declarou Trump. “Acho que há muito boas hipóteses de ter paz. Acho que vai ser fácil“, acrescentou.

  • É desta? UE procura autonomia militar dos EUA

    Especialista Liliana Reis explica a importância da medida que o Chipre pode acionar para que o bloco europeu se distancie dos EUA no setor da Defesa, depois de novas ameaças de Trump a “aliados maus”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    É desta? UE procura autonomia militar dos EUA

  • Trump anuncia extensão do cessar-fogo entre Líbano e Israel por três semanas

    Donald Trump escreveu nas redes sociais a reunião com os representantes israelitas e libaneses na Casa Branca “correu muito bem”. “Os Estados Unidos vão trabalhar com o Líbano para se proteger do Hezbollah. O Cessar-fogo entre Israel e Líbano vai ser estendido por TRÊS SEMANAS”, anunciou o Presidente norte-americano nas redes sociais.

  • Trump participa em reunião com negociadores libaneses e israelitas

    Decorre a esta hora na Casa Branca mais uma ronda de negociações de paz entre representantes israelitas e libaneses. O Presidente norte-americano, Donald Trump, também estará presente na reunião, segundo o Haaretz.

  • Hezbollah ataca norte de Israel em resposta a violações do cessar-fogo

    O Exército israelita intercetou esta noite “vários lançamentos que cruzaram do Líbano para território israelita”. Os rockets fizeram soar alarmes na zona norte de Israel. O ataque foi reivindicado pelo Hezbollah, que o justificou como uma resposta às violações de cessar-fogo cometidas por Israel nos últimos dias.

  • Rússia convidada para cimeira do G20 em Miami

    A Rússia foi convidada a participar na Cimeira do G20, que vai decorrer em Miami, nos Estados Unidos, em dezembro deste ano. A informação já tinha sido avançada ontem pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, mas é agora confirmada pela AFP, que cita um responsável norte-americano que confirma que um convite será enviado para Moscovo.

    A última vez que o Presidente russo, Vladimir Putin, marcou presença na cimeira do G20 foi em 2019, antes da pandemia e da invasão da Ucrânia.

  • Trump afirma que Irão poderá ter reconstituído capacidade militar, mas garante resposta rápida dos EUA

    Donald Trump afirmou que o Irão pode ter reconstruído parte da sua capacidade militar durante o cessar-fogo, mas garante que as forças norte-americanas poderiam neutralizá-la rapidamente.

    “A marinha deles acabou. A força aérea deles acabou, a defesa antiaérea deles acabou… talvez se tenham reforçado um pouco durante o intervalo de duas semanas, mas vamos acabar com isso num dia, se é que isso aconteceu”, disse, citado pela Al Jazeera.

    “Não me pressionem”, respondeu aos jornalistas quando questionado sobre um o calendário para um acordo de longo prazo.

  • Presidente dos EUA afastou uso de armas nucleares e diz que o país atingiu "cerca de 75% dos alvos" no Irão

    Durante a conferência de imprensa na Casa Branca, Donald Trump disse que os Estados Unidos atingiram “cerca de 75% dos alvos” no Irão. O Presidente afastou ainda o uso de armas nucleares, de acordo com a Al Jazeera.

    Questionado sobre a sua afirmação anterior de que a guerra duraria entre quatro a seis semanas, Trump respondeu que também fez “uma pequena pausa”.

    “Quero fazer o melhor acordo possível, poderia fazer um acordo agora mesmo”, acrescentou ainda.

  • Trump alerta para aumento do preço dos combustíveis para os norte-americanos

    Donald Trump alertou que os americanos vão pagar mais pelo combustível “durante algum tempo”. Acrescentou ainda que este é um pequeno preço a pagar pela guerra com o Irão, relata a Al Jazeera.

  • Kuwait reabre espaço aéreo pela primeira vez desde início do conflito no Médio Oriente

    O Kuwait reabriu o seu espaço aéreo pela primeira vez desde o início da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irão, no final de fevereiro.

    “O espaço aéreo do Aeroporto Internacional do Kuwait foi reaberto na quinta-feira, após uma suspensão temporária e preventiva do tráfego aéreo desde 28 de fevereiro, devido à situação na região”, disse Hamoud Mubarak, diretor-geral da Autoridade de Aviação Civil, num comunicado divulgado pela agência de notícias estatal KUNA, citado pela Al Jazeera.

    Hamoud Mubarak afirmou que medida faz parte de um “plano gradual” para retomar o tráfego aéreo, “em preparação para a plena operação do aeroporto no próximo período”.

    Segundo a emissora, o diretor-geral da Autoridade de Aviação Civil revelou ainda que já foi os danos causados pelos ataques do Irão em algumas instalações aeroportuárias já foram avaliados.

    Mubarak terá agradecido ainda à Arábia Saudita pela “sua cooperação e apoio na facilitação das operações das companhias aéreas do Kuwait nos seus aeroportos”.

  • Trump diz que Irão pode ter "reabastecido" durante cessar-fogo

    Donald Trump disse aos jornalistas na Casa Branca que o Irão pode ter “reabastecido” durante cessar-fogo, de acordo com a Al Jazeera.

  • Porta-aviões dos EUA chegou ao Médio Oriente

    O porta-aviões USS George HW Bush chegou ao Médio Oriente, informou o Comando Central dos EUA, elevando para três o número de navios de guerra norte-americanos a operar na região.

    O porta-aviões “navegava no Oceano Índico, na área de responsabilidade do Comando Central dos EUA, no dia 23 de abril”, afirmaram as forças militares numa publicação na rede social X.

  • Carta aberta de juventudes de esquerda exige retirada de pena de morte israelita para presos palestinianos

    Setenta e seis organizações juvenis de esquerda subscreveram uma carta aberta, hoje divulgada, exigindo a retirada de uma lei israelita que torna a pena de morte a sentença a aplicar aos presos palestinianos.

    A iniciativa, promovida pela Juventude Comunista Portuguesa (JCP), surge em reação à aprovação pelo parlamento israelita, a 30 de março, da nova lei, que tem como destinatários “os presos palestinianos que tenham exercido o legítimo direito à resistência face à violenta e ilegal ocupação, colonização e opressão imposta por Israel”.

    Num comunicado, a JCP sublinhou que os signatários consideram que esta “iníqua e inaceitável lei de execução dos prisioneiros palestinianos” constitui “um novo e grave passo na política genocida de Israel contra o povo e a juventude palestinianos”, pelo que exigem às autoridades israelitas a sua retirada.

    “Trata-se de uma lei que se aplica apenas a palestinianos, excluindo, por isso, os israelitas, nomeadamente os militares e os colonos israelitas que assassinam palestinianos”, indicou a carta, intitulada “A Juventude do Mundo Está com o Povo Palestiniano” e “subscrita por 76 organizações comunistas, progressistas e anti-imperialistas de todo o mundo”.

  • Drones de pequenas dimensões ativaram sistemas de defesa do Irão

    A ativação de sistemas de defesa aérea em algumas partes de Teerão durante a tarde terá sido provocada por drones de pequenas dimensões. A informação é avançada pelos media estatais iranianos, citados pela Reuters.

  • EUA deixarão de proteger a Europa a longo prazo, alerta Macron

    O Presidente francês afirmou hoje que os Estados Unidos não vão proteger a Europa “a longo prazo” e sublinhou o desafio atual para tornar o continente mais forte e independente.

    “O desafio da nossa Europa é ser mais forte e mais independente, porque temos uns Estados Unidos que já não nos vão proteger a longo prazo”, disse Emmanuel Macron durante uma conversa com alunos na escola franco-cipriota de Nicósia, aquando do primeiro dia da cimeira informal de chefes de Estado e de Governo da UE em Chipre.

    “Vimos isso bem com o caso da Gronelândia, com o que se passa hoje no Irão, e, em certa medida, com o que se passa na Ucrânia”, acrescentou o líder francês, quando uma aluna lhe perguntou o que “os jovens podem fazer para promover a paz”.

    Macron defendeu que, apesar de tudo, os Estados Unidos “continuam lá”.

  • "Não há 'radicais' e 'moderados'". Presidente iraniano nega relatos de divisão interna

    O Presidente iraniano contrariou os vários relatos sobre alegadas divisões internas dentro do regime iraniano, entre o Executivo, mais aberto à diplomacia, e a Guarda Revolucionária, com uma posição mais dura.

    “No Irão, não há ‘radicais’ e ‘moderados’. Somos todos iranianos e revolucionários”, escreveu Masoud Pezeshkian nas redes sociais. “Com uma unidade férrea e obediência ao Líder Supremo, faremos o agressor arrepender-se. Um Deus, uma nação, um líder, um caminho: vitória para o Irão”, remata.

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