Histórico de atualizações
  • Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para acompanhar a realidade dos incêndios em Portugal ao longo desta segunda-feira. Pode segui-lo aqui.

    Não há incêndios de grande dimensão ativos. Os que começaram em Arganil e em Sabrosa estão dominados mas continuam a mobilizar mais de 1.200 operacionais

  • Autarca diz ser “muita coincidência” os grandes fogos em Sabrosa

    A presidente da Câmara de Sabrosa, Helena Lapa, considerou este domingo ser “muita coincidência” haver três grandes incêndios no concelho em cerca de um mês e considerou poder haver uma “mão criminosa”.

    Pelas 22:00, o cenário é mais favorável no fogo que deflagrou às 15:06 na zona de Paradela de Guiães, no concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, que queimou mato e pinhal e lavrou entre aldeias.

    Este é já o terceiro grande fogo que atinge o concelho de Sabrosa desde julho, com o primeiro a afetar a zona de Souto Maior, depois outro que começou em São Cibrão (Vila Real) e se estendeu até São Martinho de Anta e o de hoje. Nas duas primeiras ocorrências arderam cerca de 1.500 hectares.

    “É muita coincidência, três em pouco menos de um mês é muita coincidência, há aqui uma mão criminosa com certeza por trás disto tudo”, afirmou a presidente da Câmara de Sabrosa, Helena Lapa.

    A autarca disse que o incêndio de hoje terá começado, segundo informações que lhe foram fornecidas, “em dois sítios diferentes”.

    “E isto é tudo muito estranho, esta parte do concelho ainda não tinha sido atingida, já tinha havido umas tentativas que felizmente foram logo circunscritas”, referiu.

    Quase diariamente tem havido ignições neste concelho do distrito de Vila Real.

    Helena Lapa disse que este domingo a propagação do fogo “foi muito rápida”.

    “A esta hora [cerca das 22:00] temos um cenário mais favorável. Os reforços terrestres que fomos empenhando durante o período da tarde estão já a trabalho e isso traz-nos aqui já uma capacidade acrescida no combate”, disse, por sua vez, o segundo comandante sub-regional do Douro, José Requeijo.

    A entrada da noite, o aumento da humidade e a diminuição das temperaturas vão, segundo apontou, beneficiar o combate.

    “E também os acessos onde estão colocadas as equipas terrestres são favoráveis ao combate. Temos duas frentes ativas neste momento, com alguma extensão ainda, cada uma com cerca de um quilómetro, mas em locais onde previsivelmente o combate vai ser muito favorável nas próximas horas”, acrescentou José Requeijo.

    O comandante acredita que, nas próximas horas, se “poderá ter o domínio desta ocorrência”.

    “Neste momento não há aldeias em risco. Pontualmente houve duas aldeias onde o fogo se aproximou, Sobrados e Fermentões, mas os meios estavam a fazer a defesa das habitações e não temos qualquer referência de ter havido danos em habitações ou estruturas e não foi necessário fazer nem confinamentos nem evacuação”, referiu.

    Como dificuldades no combate ao fogo, José Requeijo, apontou o “acumulado na meteorologia adversa, como o tempo quente e seco, bem como a exaustão dos próprios meios de combate que têm já um período muito longo”.

  • Pacto para a floresta só será útil após avaliação ao que correu mal, diz Marques Mendes

    O candidato presidencial Marques Mendes defendeu este domingo que um pacto para a floresta só será útil se for feita uma avaliação ao que correu mal este verão e às medidas tomadas após os trágicos incêndios de 2017.

    Em declarações aos jornalistas durante uma visita à Feira de São Mateus, em Viseu, Luís Marques Mendes considerou que as medidas anunciadas na quinta-feira após a reunião extraordinária do Conselho de Ministros “são todas positivas e vão todas na direção certa”.

    Uma das medidas é um plano de intervenção para as florestas de 2025 a 2050, que, segundo o primeiro-ministro, Luís Montenegro, será alvo de um debate para “consensualizar um verdadeiro pacto para a gestão florestal e a proteção” do território nacional.

    “Primeiro é preciso avaliar o que é que correu mal nesta época de fogos. Sem isto, o pacto fica coxo”, avisou Marques Mendes.

    Segundo o candidato a Presidente da República, é também necessário fazer outra avaliação, “de que pouco se tem falado, das medidas que foram tomadas depois dos incêndios de 2017”.

    “Foram cumpridas ou não foram cumpridas, foram na direção certa ou na direção errada? Estas duas avaliações são indispensáveis para que um pacto para a floresta não seja apenas retórica e tenha conteúdo útil”, sublinhou.

    Marques Mendes considerou que, “em matéria dos fogos em Portugal, parece que São Pedro manda mais do que as reformas da floresta”, porque “se o tempo está razoável não há fogos, se o tempo está quente há fogos”.

    “Isto significa que não se tem investido a sério, como deve ser, na prevenção. E também significa que as medidas adotadas em 2017 parece que não surtiram efeito. Às tantas está praticamente tudo na mesma na floresta”, afirmou.

    O candidato presidencial reiterou que este momento ainda não é de avaliações, mas de apoiar os bombeiros, as populações e os autarcas. “Mas vai haver um tempo para avaliar”, acrescentou, lembrando que “toda a gente prometeu que ia ser diferente de 2017”, mas, “até hoje, a sensação que existe é de que está tudo na mesma”.

    No que respeita à globalidade das medidas anunciadas, disse apenas ter receio da burocracia. “Espero que o Governo seja muito atento para que a burocracia não emperre estas medidas, para que os apoios às pessoas cheguem rapidamente”, acrescentou.

  • Incêndio de Cervães está em fase de resolução

    O incêndio que lavra em Cervães, em Vila Verde, que era este domingo das ocorrências que geravam maior preocupação, encontra-se agora em fase de resolução, como dá nota o site da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

  • Há três incêndios que geram preocupação. Nível de prontidão mantém-se

    O comandante nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, faz agora um ponto de situação.

    Foram registados 38 incêndios este domingo, que envolveram 1193 operacionais, 290 veículos terrestres e 102 missões com meios aéreos. Neste momento há 425 operacionais, 110 veículos e 13 meios aéreos destacados no terreno.

    As três ocorrências mais preocupantes são agora Cervães (Vila Verde), Cabeceiras de Basto e Sabrosa, onde estão 353 operacionais. De madrugada ficou em resolução o incêndio de Pedrógão Grande, e de manhã o Arganil. Há 32 ocorrências em resolução ou vigilância.

    Houve este domingo menos ocorrências e “excecional empenho” do dispositivo, especialmente em Arganil, onde havia grandes declives e uma orografia “extremamente complexa”, nota Mário Silvestre; em Pedrógão havia duas ignições distintas e a reação foi “excecional”.

    Este domingo houve cinco pessoas assistidas e seis retiradas do local onde estavam. O nível de prontidão quatro será mantido até segunda-feira e aí será reavaliado. E para a população deixa-se o pedido de “não facilitar”.

  • Vento e projeções dificultam combate em Sabrosa onde canil foi evacuado

    O vento forte e as projeções dificultam o combate ao incêndio que lavra entre aldeias, em Sabrosa, no distrito de Vila Real, e que obrigou à retirada de cães de um hotel canino, disse a presidente da câmara.

    Este é já o terceiro grande fogo que atinge o concelho de Sabrosa, desde julho, com o primeiro a afetar a zona de Souto Maior, depois outro que começou em São Cibrão (Vila Real) e se estendeu até São Martinho de Anta e o de hoje, cujo alerta foi dado pelas 15:06, em Paradela de Guiães.

    A presidente da Câmara de Sabrosa, Helena Lapa, explicou à agência Lusa que o vento forte e as projeções estão a dificultar o combate a este fogo, que lavra em zona de pinhal adulto.

    “E os meios aéreos, sobretudo os aviões têm muita dificuldade em atuar com eficácia porque está um fumo muito negro”, descreveu a autarca.

    De uma quinta em Roalde, acrescentou Helena Lapa, foram retirados os cães que estavam num hotel canino, enquanto os cavalos ali existentes foram levados à mão pelos proprietários.

    Para já, referiu, “não há aldeias ameaçadas”, mas o incêndio “anda entre” localidades.

    Segundo acrescentou, por precaução, há carrinhas da câmara preparadas para retirar habitantes “caso seja necessário”.

    O fogo começou por colocar em risco a aldeia de Sobrados, mas o vento acabou por encaminhar as chamas em outra direção.

  • Mais de 200 bombeiros combatem chamas em Sabrosa

    O incêndio em Sabrosa está agora a ser combatido por mais de 200 operacionais. De momento, é o fogo que afeta mais meios: 224 bombeiros, 61 veículos e seis meios aéreos.

    Segundo a CNN Portugal, um hotel para cães está sob ameaça das chamas, o que obrigou à retirada dos animais.

  • Fogo em Sabrosa passa a ocorrência significativa

    As chamas estão a ser combatidas por 154 operacionais, auxiliados por 38 meios terrestres e seis meios aéreos. O incêndio lavra perto de Paradela de Guiães.

  • Bombeira ferida após queda em incêndio de Cervães

    Uma bombeira ficou ferida este domingo enquanto combatia um incêndio em Cervães, em Vila Verde. Segundo o Correio da Manhã, que avançou a notícia, a bombeira faz parte dos bombeiros de Esposende e sofreu uma queda durante o combate ao incêndio. Foi levada para o hospital de Braga com ferimentos leves.

  • Chega entrega proposta de CPI aos fogos e quer equiparar incendiários a terroristas "até ao Natal"

    André Ventura confirmou esta tarde, de visita a territórios afetados pelos incêndios, que o Chega vai agora entregar uma proposta de comissão de inquérito com três objetos: a “investigação dos fogos”, do “negócio em torno dos fogos” e a “falta de prevenção”. Sendo certo que o JPP também anunciou uma iniciativa neste sentido (e que a restante oposição admitiu viabilizar), Ventura diz que “uma CPI basta”.

    Além disso, o líder do Chega promete “não desistir até ao Natal” de que o Parlamento passe a considerar que um “incendiário é um terrorista — uma alteração algo profunda no sistema penal”. Para isto, disse contar mais com a direita do que a esquerda parlamentar.

    De resto, o líder do Chega foi sugerindo várias vezes que os incêndios são “altamente suspeitos aos olhos de todos, não é preciso ser especialista”, dizendo depois que “há mão criminosa e provavelmente um negócio”. Ventura disse estar “convencido” de que existe um negócio mafioso que lucra com os fogos, embora sem falar em casos e provas concretas, e argumentou que uma CPI pode ajudar a “chegar à conclusão de se temos ou não uma teia por trás” ouvindo antigos e atuais governantes e empresários ligados à madeira.

    O líder do Chega defendeu ainda que deve haver nova legislação que proíba a negociação com madeira resultante dos fogos e que quem lucra com isto “não pode ter negócios com o Estado”.

  • Fogos em Vila Verde e Cabeceira de Basto passam ocorrências significativas

    Os dois incêndios que começaram à hora de almoço no distrito de Braga já estão classificados como ocorrências significativas e mobilizam três meios aéreos e mais de 100 operacionais.

    O incêndio em Cabeceira de Bastos começou em Refojos de Basto, Outeiro e Painzela numa zona de mato. Há outro fogo em Vila Verde, também lavrar em zona de mato.

    Há registo de mais um fogo em Sabrosa (Paradela de Guiães) no Douro que tem seis meios aéreos com e mais de 150 operacionais no terreno.

  • Dois fogos no distrito de Braga com quatro meios aéreos

    Durou pouco tempo o período sem registo incêndios em Portugal continental. De acordo com a Proteção Civil, na última hora surgiram três ocorrências no interior norte do país. Uma em Chaves no distrito de Vila Real e duas no distrito de Braga em Vila Verde e Cabeceira de Bastos.

    O fogo em Chaves já foi resolvido, mas os outros dois estão a mobilizar quatro meios aéreos e cerca de 100 operacionais.

  • Arderam bem mais de 10.000 hectares no Fundão. Autarca diz que há "quilómetros e quilómetros em que não há uma mancha verde" 

    O autarca do Fundão, Paulo Fernandes, confirma a entrada em resolução do fogo que afetou o concelho depois do reacendimento grave registado ao fim da tarde de sábado em Alpedrinha e que terá ainda afetado vários hectares.

    O perímetro é “enorme” e as forças no terreno vão continuar atentos. O autarca fala de uma semana de fogo muito intenso e de alto risco para as populações e considera que terão ardido bem mais de 10.00 hectares (100 quilómetros quadrados) e de forma muito profunda. “Temos quilómetros e quilómetros em que não há uma mancha verde”.

    Incêndio extinto no Fundão. “Começamos a olhar para o dia seguinte”

  • Frente da Loriga em Seia ainda tem pontos quentes

    A frente em Loriga, no concelho de Seia,, continua ativa, embora não apresente risco para a população, disse à Lusa o presidente da junta.

    Este fogo é uma consequência do grande incêndio de Arganil que começou em Piódão há 11 dias e que entrou em fase de resolução.

    O presidente da Junta de Freguesia de Loriga, José Pinto, explicou que continua a verificar-se uma frente de fogo ativa, “que não é muito grande, mas que teima em não se extinguir”.

    José Pinto acrescentou que no local continuam os meios aéreos, “que estão a ir buscar água à praia fluvial de Loriga, bombeiros e militares”.

    “Todos os dias o incêndio parece que vai acabar e no dia seguinte volta a reacender-se. Encontra-se na encosta da serra, em zona com pedras e de difícil acesso. Já não tenho crença no seu fim”, desabafou, garantindo que não há qualquer risco para a população, que se encontra longe das chamas.

    Na freguesia ao lado, em Alvoco da Serra, também no concelho de Seia, distrito de Guarda, a situação “está mais tranquila”, referiu o presidente da Junta de Freguesia, Carlos Marques.

    “Já ardeu quase tudo. Agora estamos na fase de vigilância para controlar os reacendimentos e vamos iniciar o levantamentos dos estragos”, acrescentou.

  • Estradas reabertas ao trânsito entre Lardosa e Fundão

    A Proteção Civil informa que a A23 e a EN18 reabriram ao trânsito este domingo, depois de terem sido cortadas devido ao incêndio de Arganil — que se alastrou ao Fundão. Ambas as estradas estiveram cortadas entre a Lardosa e o Fundão.

    Ainda assim, a Proteção Civil pede “atenção aos veículos de emergência que ainda se encontram nas vias”.

    “Solicita-se, também, que a população continue a adotar comportamentos de autoproteção e que siga as indicações das autoridades no terreno”, concluem.

  • Grande incêndio que começou em Arganil entrou em resolução ao fim de 11 dias

    O incêndio de Arganil que deflagrou no dia 13 de agosto no Piódão entrou em fase de resolução, segundo a página da Proteção Civil. Neste grande fogo que atingiu sete concelhos em três distritos (Coimbra, Castelo Branco e Guarda) estavam ainda no terreno 1.300 operacionais, 532 viaturas e seis meios aéreos.

    Este e o fogo de Pedrógão Grande, que também está em resolução desde esta manhã, são as duas ocorrências significativas sinalizadas na página da Proteção Civil. Estão cerca de 1.900 operacionais, mais de 600 viaturas e cerca de nove meios aéreos nos dois locais.

    Segundo a página Proteção Civil, não há fogos ativos em Portugal continental.

  • Agentes florestais em fim de turno e combate às chamas sem líder. Relatos mostram descoordenação na resposta aos incêndios em Espanha

    Na Galiza, um agente florestal abandonou o combate às chamas por ter ultrapassado as horas de trabalho. Relatos de descoordenação multiplicam-se enquanto Espanha enfrenta onda de incêndios.

    Agentes florestais em fim de turno e combate às chamas sem líder. Relatos mostram descoordenação na resposta aos incêndios em Espanha

  • Máquinas de rasto tentam evitar reacendimentos em Pedrógão Grande. Fogo está em resolução

    Várias máquinas de rasto e meios aéreos estão a apoiar os operacionais no terreno para garantir a consolidação dos dois incêndios de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, que deflagraram ao início da tarde de sábado.

    O segundo comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Leiria, Ricardo Costa, disse hoje à Lusa que estão a ser utilizadas máquinas de rasto para “criar faixas de contenção” no incêndio que teve início na freguesia da Graça.

    O fogo que deflagrou na freguesia de Pedrógão Grande “tem uma série de escarpas de difícil acesso, que nem permite a meios apeados chegar”.

    “Estamos a fazer um perímetro com meios apeados e a utilizar os meios aéreos para baixar a temperatura e evitar reacendimentos”, precisou.

    O segundo comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Leiria admitiu que a situação está controlada, neste momento, alertando para o período de maior calor, da parte da tarde.

    O presidente da Câmara de Pedrógão Grande, António Lopes, disse hoje à Lusa que está a ser realizado o levantamento de todos os estragos e de possíveis primeiras habitações destruídas para garantir o acompanhamento da ação social. Às 11:00, o autarca desconhecia qualquer situação de desalojados.

    Há relatos de pelo menos varios carros queimados.

  • Reativação no Fundão foi controlada esta manhã

    A reativação do incêndio em Alpedrinha no Fundão durante noite de sábado já foi controlada, segundo informação avançada pela RTP. Esta é uma das caudas do grande fogo que começou há 11 dias no Piodão, concelho de Arganil, e que afetou seis concelhos em três distritos.

    Segundo a página da proteção civil, este é o único grande incêndio ativo às 12h00 em Portugal com mais de 1.200 operacionais e meios aéreos no terreno.

  • Zero alerta para atrasos na execução do Plano de de Intervenção da Floresta

    A associação ambientalista Zero alertou para os atrasos no Plano de Intervenção da Floresta e, segundo a sua avaliação, quase metade das medidas a curto prazo estão atrasadas.

    De acordo com a análise feita pela Zero, e sublinhando a “ausência de informação pública” relacionada com esta matéria, a associação ambientalista indicou em comunicado que, das 62 ações de curto prazo que constam no Plano de Intervenção da Floresta apresentado em março deste ano, “cerca de 29 iniciativas aparentam estar em atraso”.

    Se as contas forem feitas tendo em conta o total de metas individuais estabelecidas pelo Governo, das mais de 90 iniciativas, “pelo menos 42 aparentam estar atrasadas, representando cerca de 46% do total de compromissos para o ano corrente”, acrescentou a Zero.

    Entre as medidas em atraso, a Zero identificou algumas prioritárias no âmbito da revisão do regime jurídico da propriedade rústica, dos apoios e incentivos, dos sapadores florestais e da avaliação de instrumentos de gestão.

    Para a associação ambientalista, é fundamental que o Governo explique no próximo dia 27 de agosto, durante o debate de urgência que vai acontecer no Parlamento, a razão destes atrasos e qual a sua visão a longo prazo para as florestas.

    “O financiamento previsto parece estar claramente aquém das necessidades reais, correndo-se o risco de transformar uma boa intenção em mais um exercício incompleto, sem impacto concreto no terreno”, acrescentou a associação, apontando ainda que “é indispensável realizar uma avaliação rigorosa dos custos de investimento necessários”.

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