Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

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    • Donald Trump pronunciou-se sobre o papel dos Estados Unidos e suas intenções futuras. Durante um discurso em Miami, expressou o desejo de ser visto como um “grande pacificador”, apesar do contexto de conflito atual. Além disso, sugeriu que Cuba poderia ser um próximo alvo após o conflito no Irão, comentário que foi seguido por um pedido de que fosse ignorado, mas reforçado em seguida.
    • Israel realizou novos ataques em Teerão e as forças israelitas e norte-americanas atingiram várias infraestruturas no Irão, incluindo uma central nuclear. O Irão retaliou com ataques a infraestruturas energéticas em Israel e no Golfo Pérsico, alegando violação das regulamentações internacionais por parte dos seus agressores.
    • O Estreito de Ormuz, um ponto estratégico crucial, tem sido um foco de tensão, com o Irão a impedir a passagem de navios porta-contentores, reforçando as restrições aos portos aliados dos EUA e de Israel. Os Emirados Árabes Unidos declararam estar dispostos a integrar uma força internacional para reabrir o estreito e garantir a navegação livre, destacando a delicada situação do comércio global de petróleo.
    • O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que pode ser o momento certo para uma mudança de regime em Cuba devido às suas infraestruturas obsoletas e à necessidade de um novo modelo económico para o país. Rubio também destacou que os EUA estão empenhados em alcançar os seus objetivos no Irão em semanas, não meses, e que o apoio russo ao Irão não está a condicionar as operações norte-americanas na região.

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    Houthis voltaram a atacar Israel. Míssil terá sido intercetado e não se registam feridos

  • Israel está a atacar alvos em Teerão

    O Exército israelita anunciou que está a lançar novos ataques contra “alvos do regime terrorista iraniano” em toda a cidade de Teerão. É a segunda vaga de ataques esta noite, depois de um ataque iraniano no início da noite ter matado uma pessoa em Telavive.

  • "Cuba é a próxima", promete Trump

    No meio das suas declarações sobre o conflito no Irão, Donald Trump soltou o seu desejo futuro para quando terminar a guerra em curso: “Cuba é a próxima, já agora”. Esta afirmação foi seguida por um “Finjam que eu não disse isto”, mas não foi por isso que Trump deixou de sublinhar a mensagem original e tornou a repetir: “Cuba é a próxima”.

  • Trump: "Não parece neste momento, mas acredito que sou um pacificador"

    Donald Trump quer ser lembrado como um “grande pacificador”, admitiu esta sexta-feira num discurso em Miami. “Acredito mesmo que sou um pacificador. Não parece neste momento, mas eu acredito que sou um pacificador”, afirmou o Presidente dos EUA, citado pela Associated Press.

  • Houthis dizem que se juntam à guerra se os EUA e Israel usarem o Mar Vermelho para atacar o Irão

    Os Houthis do Iémen anunciaram esta sexta-feira que se juntariam à guerra caso os Estados Unidos da América e Israel utilizassem o Mar Vermelho para atacar o Irão, noticia o jornal Haaretz. Dizem, também, que caso outro “aliado” se junte ao conflito, os Houthis não terão outra escolha senão assumir uma posição oficial e entrar na guerra ao lado de Teerão.

  • Dez soldados norte-americanos feridos em ataque iraniano contra base na Arábia Saudita

    Um ataque com mísseis e drones iranianos contra a base Prince Sultan na Arábia Saudita deixou dez soldados norte-americanos feridos, avançou a CBS News, citando responsáveis norte-americanos. Desse número, dois ficaram feridos com muita gravidade e oito ficaram feridos com gravidade.

  • Trump: "Ainda temos 3.554 alvos" para atingir

    Depois do Estreito de Ormuz e da liderança iraniana, Donald Trump debruçou-se ainda sobre o alcance dos ataques norte-americanos contra o Irão, onde diz estarem cumpridos quase todos os objetivos estabelecidos. “Ainda temos outros 3.554 alvos. E será feito muito rapidamente”, declarou o Presidente norte-americano.

  • Irão diz que irá “facilitar e acelerar” a ajuda humanitária através do Estreito de Ormuz

    O Irão concordou em “facilitar e acelerar” a ajuda humanitária através do Estreito de Ormuz, disse esta sexta-feira o embaixador iraniano nas Nações Unidas em Genebra, num momento em que o país enfrenta ataques às suas instalações nucleares.

    Ali Bahreini afirmou que Teerão aceitou um pedido da ONU para permitir que a ajuda humanitária e os carregamentos agrícolas passem por aquele canal vital, por onde circula habitualmente um quinto das remessas de petróleo do mundo e quase um terço do comércio mundial de fertilizantes.

    O plano de ajuda seria a primeira conquista naquele ponto de estrangulamento do transporte marítimo após um mês de guerra.

    Embora os mercados e os governos se tenham concentrado principalmente nas restrições ao fornecimento de petróleo e gás natural, o bloqueio de ingredientes e comércio de fertilizantes ameaça a agricultura e a segurança alimentar em todo o mundo.

  • Donald Trump diz que Líder Supremo do Irão "está morto ou em muito mau estado"

    Na mesma conferência em Miami, o Presidente troçou ainda do Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei. “O Líder Supremo deles já não é Supremo — está morto”, declarou Donald Trump.

    “Ou morto ou em muito estado, porque ninguém ouviu falar dele. Acho que ele está a dizer ‘Deixem-me fora disto’. Este é o único país que ninguém quer liderar”, elaborou.

  • "Eles têm de abrir o estreito de Trump", declara Donald Trump

    O Presidente norte-americano discursou esta noite numa conferência organizada pelo fundo soberano da Arábia Saudita, onde disse que “esta noite, estamos mais perto do que nunca da ascensão do Médio Oriente”.

    Donald Trump insistiu ainda que o Irão deve trabalhar para reabrir uma das principais rotas comerciais do mundo, pondo fim ao bloqueio que impôs. “Estamos a negociar e seria ótimos se pudéssemos fazer alguma coisa, mas eles têm de reabri-lo. Eles têm de reabrir o estreito de Trump — quero dizer, de Ormuz”, declarou, em tom de troça. “Perdão, peço imensa desculpa. Que erro terrível”.

  • Ataque israelo-americano atinge imediações de central nuclear de Bushehr

    A Organização de Energia Atómica do Irão relatou que um ataque israelo-americano atingiu, esta noite, as imediações da central nuclear de Bushehr, avançou a agência estatal Tasnim.

    O ataque não causou danos nem vítimas, mas a autoridade denunciou uma “violação das regulações internacionais”.

  • Estados Unidos avisam aliados que acordo com Irão deverá demorar

    Os Estados Unidos estarão a contactar os seus aliados para os informar que um acordo diplomático com o Irão irá demorar, ajustando as expectativas dos outros Estados. A informação é avançada pela CBS News, que cita duas fontes com conhecimento dos contactos.

    A par da informação relativa ao tempo que deverão demorar as negociações, os Estados Unidos também terão reforçado perante os aliados que a fase militar da guerra deverá durar mais duas a quatro semanas.

  • Comandante da Guarda Revolucionária avisa funcionários de indústrias para evacuarem locais de trabalho

    O Irão ameaçou novamente responder aos ataques israelitas contra infraestruturas energéticas iranianas, desta vez pela voz do Comandante da força aeroespacial da Guarda Revolucionária, Seyed Majid Mousavi.

    “Desta vez, a equação já não vai ser olho por olho; esperem para ver! Funcionários de empresas industriais com ligações aos regimes americano e sionista devem abandonar rapidamente os seus locais de trabalho para evitar colocar as suas vidas em risco”, escreveu numa mensagem nas redes sociais.

  • Ataques iranianos matam uma pessoa em Telavive

    Uma pessoa morreu esta noite em Telavive, depois de a mais recente vaga de ataques iranianos com munições de fragmentação ter atingido várias zonas perto da cidade, noticia o jornal Haaretz.

    As sirenes de aviso aéreo soaram na cidade e em outros pontos da região, incluindo na zona centro de Israel, em Jerusalém e na Cisjordânia.

  • Trump pode suspender a entrega de armas à ucrania

    Devido ao conflito no Irão, os Estados Unidos da América podem suspender o fornecimento de armas à Ucrânia nos próximos meses. Ainda o fim do sonho Mundial 2026 e o consumo de cultura na Ucrânia.

    Ouça aqui os destaques da imprensa ucraniana na nova edição de ‘A Guerra Traduzida’.

    Trump pode suspender a entrega de armas à Ucrânia

  • A Rússia quer proibir a exportação de gasolina

    Para estabilizar os preços e garantir o abastecimento prioritário ao mercado interno, a Rússia prepara-se para proibir a exportação de gasolina. Ainda os voos suspensos para Israel e Irão.

    Ouça aqui os destaques da imprensa russa na nova edição de ‘A Guerra Traduzida’.

    A Rússia quer proibir a exportação de gasolina

  • “Irão tem os EUA na mão e controlo da duração do conflito”

    Bloqueio do Estreito de Ormuz dá poder ao Irão numa altura do conflito em que os objetivos da administração norte-americana estão cada vez mais longe de serem alcançados. Análise de Bernardo Valente.

    Ouça aqui a nova edição de ‘Gabinete de Guerra’.

    “Irão tem os EUA na mão e controlo da duração do conflito”

  • Secretário de Estado dos EUA diz que agora pode ser momento de mudar regime em Cuba

    O secretário de Estado norte-americano afirmou esta sexta-feira que “talvez agora seja o momento” para uma mudança de regime em Cuba e insistiu que o atual sistema impede o desenvolvimento económico do país.

    “Precisamos de mudar o sistema que governa o país, e é necessário mudar o seu modelo económico. É o único caminho a seguir se as pessoas quiserem um futuro melhor. Há muitos anos que o expressamos clara e repetidamente”, declarou Marco Rubio aos jornalistas no final de uma reunião com os homólogos do G7 nos arredores de Paris.

    O secretário de Estado norte-americano, filho de imigrantes cubanos nos Estados Unidos, atribuiu a escassez de energia e os prolongados apagões em Cuba “às infraestruturas dos anos 1950 e 60 que não receberam qualquer manutenção” desde então.

    “Temos objetivos, estamos muito satisfeitos por estarmos perto de os alcançar, e muito em breve”, observou sem adiantar pormenores, justificando que essa é uma responsabilidade do Departamento de Defesa.

  • "Não podemos ter uma segunda versão da Coreia do Norte no Médio Oriente", afirma Witkoff

    Steve Witkoff compara o potencial nuclear do Irão à Coreia de Norte, defendendo que os Estados Unidos da América não querem uma “segunda versão” do regime de Pyongyang no Médio Oriente. “É totalmente desestabilizador para a região e para o mundo”, afirma o enviado especial de Donald Trump numa conferência de imprensa em Miami.

    Nas suas declarações, Witkoff garante que o Presidente norte-americano “quer um acordo de paz, mas também acredita na paz através da força”. “Sem pressão, não consegues sentar ninguém à mesa”, reforça o enviado.

    Assim, sublinha que Washington exige que Teerão desista do enriquecimento de urânio, sendo esta uma condição necessária para qualquer solução diplomática para o conflito.

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