Momentos-chave
- O que aconteceu até agora
- Ataques provocam três incêndios em Kiev. Um deles, no 17.º piso de um edifício residencial, informa o presidente da Câmara
- Central elétrica terá sido atingida em Kiev — e começou um incêndio
- Kiev sob ataque. Explosões foram sentidas na capital ucraniana
- Ucrânia atacou base militar em Bryansk e terá destruído um sistema de lançamento de mísseis
- Diretor da Agência Internacional de Energia Atómica critica tiros e explosões na central nuclear de Zaporíjia
- Para Trump, Rússia e Ucrânia são como "duas crianças pequenas a lutar loucamente"
- Embaixador russo no Reino Unido diz que Londres tem responsabilidades no ataque ucraniano aos aviões
- Merz disse que Trump é "a pessoa-chave no mundo" para acabar com a guerra na Ucrânia
- Trump avisa que resposta russa ao ataque a aviões "não vai ser bonita".
- "Estou com a Ucrânia", diz Trump
- Questionado se vai pressionar Putin, Trump diz que "acabou" com o Nord Stream 2
- Mark Rutte diz que vai propor aumento do investimento de defesa para 5% do PIB em Haia
- Kremlin diz que conversa entre Putin e Trump foi "construtiva". Presidente da Rússia disponibiliza-se para mediar reuniões entre EUA e Irão
- Ministros da Defesa da NATO reúnem-se em Bruxelas para aumentar metas de capacidade militar da aliança
- Chanceler alemão reúne-se hoje com Donald Trump na Casa Branca
- "Rússia está constantemente a tentar ganhar tempo para continuar a matar". Zelensky condena ataque a Pryluky
- Ataque russo em Kharkiv provoca 19 feridos
- Kim Jong-un promete “apoio incondicional” da Coreia do Norte à Rússia
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
- Os ataques russos com drones em Kiev provocaram três incêndios significativos na cidade, afetando os distritos de Solomyanskyi, Holosiivskyi e Darnytskyii. Um dos incêndios ocorreu no 17.º piso de um edifício residencial, segundo o presidente da Câmara de Kiev, Vitaliy Klitschko. Além disso, uma central elétrica em Kiev, a CHP-5, também foi atingida, resultando num incêndio. As autoridades militares indicaram que várias explosões foram sentidas na capital ucraniana, com as defesas aéreas a serem ativadas para enfrentar a ameaça dos drones.
- Donald Trump, Presidente dos EUA, expressou apoio à Ucrânia na guerra contra a Rússia, sublinhando a importância de parar o conflito. Em reunião com o chanceler alemão Friedrich Merz, foi destacado o papel crucial de Trump na resolução do conflito, com Merz considerando-o uma “pessoa-chave” para pressionar a Rússia a pôr fim à guerra. Contudo, Trump também avisou que a resposta russa ao ataque ucraniano a bases aéreas poderia não ser positiva.
- O Presidente dos EUA pediu ao Senado que adiasse a votação de novas sanções à Rússia, acreditando que sanções adicionais poderiam atrapalhar as hipóteses de um acordo de paz.
- A Agência Internacional de Energia Atómica fez um alerta sobre incidentes na central nuclear de Zaporíjia, onde foram ouvidas explosões e tiros contra drones. O diretor-geral, Rafael Grossi, sublinhou que essas ações podem ter consequências graves e apelou ao cessar imediato desses eventos. As explosões foram ouvidas durante várias horas e foram identificadas como uma tentativa de neutralizar drones que sobrevoavam a área.
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Bom dia.
Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar os acontecimentos mais relevantes do conflito entre Ucrânia e Rússia neste outro liveblog.
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Ataques provocam três incêndios em Kiev. Um deles, no 17.º piso de um edifício residencial, informa o presidente da Câmara
Segundo o presidente da Câmara de Kiev, Vitaliy Klitschko, os ataques com drones da Rússia provocaram, até ao momento, três incêndios na cidade.
Os incêndios afetam os distritos de Solomyanskyi, Holosiivskyi e Darnytskyii, informou o autarca. Este último deflagra no 17.º andar de um prédio residencial, segundo informações preliminares avançadas por Klitschko no Telegram.
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Central elétrica terá sido atingida em Kiev — e começou um incêndio
O jornalista Tim White está a avançar no X que uma central elétrica CHP-5 em Kiev terá sido atacada na sequência dos ataques russos à capital ucraniana.
Na sequência dos ataques, terá começado um incêndio.
Quite a few of Russia's drones seem to have tried to hit a power station in Kyiv near the "Vydubychi" metro station.
I think the CHP-5 only started operating again in April. It's been hit previously at least twice, maybe on 3 occasions.
Better news, this wave may soon be over.
— Tim White (@TWMCLtd) June 5, 2025
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Kiev sob ataque. Explosões foram sentidas na capital ucraniana
A capital ucraniana de Kiev está sob ataque de drones, com várias explosões fortes sentidas, informaram as autoridades militares.
“Os drones inimigos aproximam-se da capital, um após outro, de várias direções e sobre o espaço aéreo da cidade. As explosões são fortes em diferentes partes de Kiev. As defesas aéreas estão ativas”, informou Timur Tkachenko, chefe da administração militar da cidade, no Telegram.
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Ucrânia atacou base militar em Bryansk e terá destruído um sistema de lançamento de mísseis
O Estado-Maior das Forças Armadas ucranianas anunciou que realizou um ataque com mísseis a uma base militar perto da cidade de Klintsy, na região russa de Bryansk.
No comunicado publicado no Telegram, as forças alegam que “um lançador de mísseis russo foi detonado e outros dois foram provavelmente danificados”.
“Graças a informações eficazes e ao trabalho coordenado das Forças Armadas e do Serviço de Segurança da Ucrânia, os alvos foram destruídos com êxito”, lê-se ainda no comunicado.
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Diretor da Agência Internacional de Energia Atómica critica tiros e explosões na central nuclear de Zaporíjia
A equipa da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA, sigla em inglês) que está neste momento na central nuclear de Zaporíjia ouviu hoje explosões e tiros contra os drones que estariam a sobrevoar a maior infraestrutura nuclear da Europa.
A denúncia surgiu pela voz do diretor-geral da IAEA, Rafael Grossi, num comunicado publicado no site da agência: “Drones estavam a voar perto da central nuclear e podiam ter ameaçado a suas segurança — as consequências poderiam ser sérias”.
“Como eu tenho dito repetidamente desde o início da guerra, esses incidentes devem parar imeadiatamente”, apelou Rafael Grossi.
As explosões foram ouvidas entre as 11h30 e as 13h45 (hora local) e depois ouviram-se tiros.
A equipa na central nuclear disse ter-se tratado de “neutralização de drones” que estavam nas redondezas da infraestrutura.
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Para Trump, Rússia e Ucrânia são como "duas crianças pequenas a lutar loucamente"
No encontro entre os líderes da Alemanha e dos EUA, Donald Trump descreveu a guerra da Rússia e da Ucrânia como “duas crianças pequenas a lutar loucamente”, noticia o The Guardian.
“Eles odeiam-se e estão a lutar num parque. Tentamos separá-los, mas não querem ser afastados”, acrescentou, afirmando ainda que, “por vezes, é melhor deixá-los lutar durante algum tempo e depois separá-los”.
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Embaixador russo no Reino Unido diz que Londres tem responsabilidades no ataque ucraniano aos aviões
O embaixador da Rússia no Reino Unido, Andrei Kelin, diz que o Reino Unido ajudou a Ucrânia no ataque que as forças de Kiev fez a várias bases aéreas em território russo e que acabou com a destruição de mais de 40 aviões.
“Este tipo de ataque envolve, naturalmente, o fornecimento de tecnologia de ponta, os chamados dados geoespaciais, e só pode ser feito por quem os possui. Ou seja: Londres e Washington”, afirmou o diplomata, numa entrevista à Sky News.
O embaixador ressalvou ainda que acha que os EUA não estão envolvidos, já que Trump negou ter ajudado. “Mas não foi negado por Londres”, acrescentou.
“Sabemos perfeitamente o quanto Londres está envolvida, o quanto as forças britânicas estão envolvidas no trabalho conjunto com a Ucrânia”, disse ainda Kelin.
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Trump diz que conversa com Xi "terminou de forma muito positiva"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, que iniciou uma guerra comercial com Pequim, declarou esta quinta-feria que a sua conversa com o homólogo chinês, Xi Jinping, que durou cerca de uma hora e meia, terminou “de forma muito positiva”.
Numa mensagem publicada na sua rede social, Truth Social, Trump indicou que as suas equipas e as do líder chinês vão reunir-se “em breve” para discutir as tarifas aduaneiras, num local ainda por definir, e garantiu que “não deverá haver mais problemas no futuro” sobre o acesso às terras raras chinesas, um dos principais pontos de fricção entre as duas superpotências.
Donald Trump anunciou também que Xi Jinping o “convidou gentilmente” para ir à China com a mulher, Melania, e que também ele propôs ao Presidente chinês que fosse visitá-lo aos Estados Unidos.
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Merz disse que Trump é "a pessoa-chave no mundo" para acabar com a guerra na Ucrânia
O chanceler alemão, Friedrich Merz, apontou Donald Trump como “a pessoa-chave no mundo” para acabar com a guerra e “pressionar o Presidente da Rússia”.
“Penso que ambos concordamos com esta guerra e com o quão terrível ela é e ambos estamos a procurar formas de a parar muito em breve”, acrescentou, citado pela Sky News, tendo declarado o seu apoio “do lado da Ucrânia”.
“Estamos a tentar torná-los cada vez mais fortes só para fazer com que Putin pare com a guerra na Ucrânia”, sublinhou.
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Trump avisa que resposta russa ao ataque a aviões "não vai ser bonita".
No encontro na Casa Branca entre Trump e o chanceler alemão, Friedrich Merz, o Presidente dos EUA abordou a conversa que teve com o homólogo russo, esta quarta-feira, em que falou sobre o ataque ucraniano às bases aéreas dentro da Rússia.
“Eles chegaram a entrar profundamente na Rússia e ele disse-me que não tem outra opção senão atacar com base nisso, e provavelmente não vai ser bonito”, disse, citado pela Sky News.
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"Estou com a Ucrânia", diz Trump
O Presidente dos EUA, Donald Trump, questionado se continuaria o seu apoio a Kiev na guerra contra a Rússia, declarou que “está com a Ucrânia”, relembrando a assinatura do acordo de minerais raros com o país.
“Sabem do que sou a favor, sou por parar de matar, a sério, é disso que sou a favor outra vez, uma guerra que nunca deveria ter começado, nunca deveria ter começado”, acrescentou o Presidente.
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Questionado se vai pressionar Putin, Trump diz que "acabou" com o Nord Stream 2
O Presidente dos EUA, Donald Trump, está reunido com o chanceler alemão, Friedrich Merz na Casa Branca. Depois de uma troca de palavras amigável entre os líderes, o norte-americano recebeu uma pergunta sobre se iria pressionar Vladimir Putin.
A resposta do Presidente dos Estados Unidos foi falar do sistema de gasodutos Nord Stream 2, que ligava a Rússia à Alemanha, dizendo que foi ele que “acabou” com ele.
“Pensando bem, desculpem lá ter feito isso”, acrescentou.
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Mark Rutte diz que vai propor aumento do investimento de defesa para 5% do PIB em Haia
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que vai propor um aumento do investimento dos estados membros da NATO para um 5% do PIB na cimeira de Haia, a ser realizada no fim deste mês.
Estes 5%, porém, serão divididos em duas partes. “3,5% do PIB para as despesas essenciais com a defesa e 1,5% do PIB por ano em investimentos relacionados com a defesa e a segurança, como as infraestruturas e a indústria”, contou Rutte.
Na reunião, os ministros da Defesa da NATO concordaram já sobre “um novo conjunto de objetivos de capacidade militar” que estabelece como e em que áreas os aliados vão investir nos próximos anos, contou o secretário.
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Ucrânia acusa Rússia de esquema para recrutar ucranianos para "operações de sabotagem"
Os serviços de segurança da Ucrânia (SBU), denunciou esta quinta-feira um alegado esquema levado a cabo pelas forças russas, que se fazem passar pelos SBU para recrutar ucranianos para que estes participem em “operações de sabotagem”.
Na mensagem partilhada no Telegram, o SBU refere que o número de casos tem vindo a aumentar, indicando que a Rússia se apresenta como um “funcionário” do serviço, e pede ao cidadão ucraniano que “leve a cabo tarefas criminosas nos interesses do Estado ucraniano” — que, na verdade, estão a ser solicitadas por Moscovo.
“É a chamada técnica de operações especiais sob bandeira estrangeira, que até hoje não foi utilizada pelos invasores russos, mas que agora estão a tentar ativamente aplicar”, avisa o serviço ucraniano, que nota ter conseguido prevenir “vários” crimes com esta génese.
O SBU refere que os serviços russos avisam os ucranianos visados através de “mensageiros”, que os informam de um suposto “caso criminal” relacionado com a compra de “bens adquiridos na Ucrânia”. Percebendo que se trata de um erro, pedem auxílio para encerrar o processo, mas sob a condição de se completarem algumas tarefas como a “monitorização de uma determinada pessoa”, uma “transferência bancária para um cartão desconhecido” e, de forma direta, “atos de sabotagem”.
Desta forma, o serviço de segurança ucraniano alerta a população para estes esquemas, referindo agir sempre em conformidade com a legislação da Ucrânia, ao contrário dos pedidos alegadamente efetuados pelas forças de Moscovo.
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Kremlin diz que conversa entre Putin e Trump foi "construtiva". Presidente da Rússia disponibiliza-se para mediar reuniões entre EUA e Irão
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirma que a conversa telefónica entre Donald Trump e Vladimir Putin, durante a tarde de quarta-feira, foi “produtiva”, e que “não é preciso” olhar para o facto de ter sido mais curta que a anterior, salientando que se discutiram “temas importantes”.
Em declarações citadas pela agência estatal russa TASS, o porta-voz confirma que Putin terá indicado ao seu homólogo norte-americano o desejo de se “vingar” do ataque ucraniano às forças aéreas russas esta semana. Peskov acusa ainda Kiev de ter orquestrado ataques terroristas em comboios na Rússia, dizendo que não teriam ocorrido sem a participação de Volodymyr Zelensky.
Ainda na onda de aproximação entre Vladimir Putin e Donald Trump, o Presidente da Rússia disponibilizou-se a mediar as negociações entre os EUA e o Irão sobre o programa nuclear iraniano. Segundo Peskov, os dois Chefes de Estado “entendem a necessidade de um encontro presencial”, mas reforça a importância de tal evento ter de ser “bem preparado”.
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Ministros da Defesa da NATO reúnem-se em Bruxelas para aumentar metas de capacidade militar da aliança
Os ministros da Defesa dos países da NATO reúnem-se hoje em Bruxelas numa cimeira que deverá ficar marcada pela aprovação de novas metas para a aquisição e produção de armas e equipamento militar, as chamadas “metas de capacidade” da aliança atlântica.
No quartel-general da NATO, em Bruxelas, os 32 países da aliança deverão comprometer-se com objetivos mais ambiciosos relativamente à capacidade de defesa do bloco. “A partir daí, vamos avaliar as lacunas que temos, para sermos capazes não apenas de nos defender hoje, mas também daqui a três, cinco, sete anos”, disse o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.
À entrada para a reunião, o secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, mostrou-se confiante de que os países da NATO respondam positivamente ao repto de Donald Trump para aumentar significativamente o investimento em defesa para 5% do PIB — isto numa altura em que os EUA têm exigido crescentemente aos parceiros europeus que invistam mais em defesa.
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Chanceler alemão reúne-se hoje com Donald Trump na Casa Branca
O chanceler alemão, Friedrich Merz, viaja hoje até Washington para a sua primeira reunião bilateral com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A agenda de Merz em Washington inclui um almoço com Trump na Casa Branca e uma reunião a dois na Sala Oval.
Trata-se de uma reunião decisiva que, como diz a Reuters, pode marcar o tom das relações entre Washington e Berlim nos próximos anos. Em cima da mesa estarão não só as relações entre EUA e União Europeia num contexto de grande conflitualidade comercial, bem como o apoio ao esforço de guerra da Ucrânia.
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"Rússia está constantemente a tentar ganhar tempo para continuar a matar". Zelensky condena ataque a Pryluky
O Presidente da Ucrânia, num balanço feito no Telegram, condena o ataque da Rússia à cidade de Pyluky, na região de Chernihiv, que matou cinco pessoas durante esta madrugada, incluindo a mulher, filha e neto de um dos bombeiros que foi destacado para socorrer as vítimas da ofensiva.
“A Rússia está constantemente a tentar ganhar tempo para continuar a matar. Quando não sente condenação e pressão suficiente, volta a matar”, escreve Volodymyr Zelensky, dando nota dos 103 drones lançados por Moscovo contra a Ucrânia durante a última noite.
Zelensky reforça ainda o apelo por sanções adicionais à Rússia, referindo que espera “ação” do Ocidente, e que “a guerra só pode acabar através da força”.