Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, sexta-feira.

    Trump pressiona Senado dos EUA a suavizar sanções contra a Rússia

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • O que se passou até agora

    • O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou duramente a comparação feita por Donald Trump, que descreveu o conflito entre a Rússia e a Ucrânia como uma disputa entre “duas pessoas jovens a lutarem como doidas”. Zelensky enfatizou que não se trata de uma brincadeira num parque, mas sim de uma situação em que Putin é visto como “um assassino”, sublinhando a gravidade e a seriedade da agressão russa.
    • A tensão escalou com a Rússia a lançar um dos maiores ataques dos últimos meses contra a Ucrânia, utilizando mais de 400 drones e 40 mísseis, causando a morte de pelo menos quatro pessoas em Kiev. Este ataque em larga escala foi uma resposta ao que Moscovo classificou como “ataques terroristas” da Ucrânia, especificamente a um ataque com drones ucranianos que visou bases aéreas russas.
    • A Ucrânia, por sua vez, continuou a sua campanha de retaliação com um ataque coordenado contra infraestruturas russas, incluindo refinarias de petróleo e uma linha ferroviária, utilizando drones.
    • Zelensky poderá reunir-se com Donald Trump à margem da cimeira do G7 no Canadá, a fim de discutir questões relacionadas com o conflito. Este possível encontro surge após declarações polêmicas de Trump sobre o conflito, e ocorre numa altura em que a diplomacia internacional está a ser pressionada para exercer maior influência na busca por uma solução pacífica entre a Rússia e a Ucrânia.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 3.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui e o segundo aqui.]

  • Corpo retirado de escombros em Chernihiv

    Os serviços de emergência retiraram um corpo dos escombros em Chernihiv, na sequência de um ataque feito pela Rússia.

    Segundo a Ukrinform, as operações de resgate continuam a decorrer. Havia indicações de ainda estarem pessoas presas nos escombros de um edifício.

  • Zelensky critica comparação de Trump de guerra a "parque infantil". "Não somos miúdos com Putin no parque", que "veio para matar"

    O Presidente da Ucrânia refuta a afirmação feita por Donald Trump, que caracterizou a guerra entre a Rússia e a Ucrânia como “duas pessoas jovens a lutarem como doidas”. Além disso, afirmou que “às vezes é melhor deixá-los lutar por algum tempo”.

    Para Trump, talvez seja melhor deixar Kiev e Moscovo “lutar durante algum tempo”

    Num excerto de uma entrevista à ABC News, que será publicada na íntegra no domingo, Zelensky critica a afirmação. “Não somos miúdos com Putin num parque infantil”, diz. “Ele é um assassino que veio ao parque para matar os miúdos.”

    O Presidente ucraniano acusa ainda a Rússia de impor uma dor “sem limites” aos ucranianos, nomeadamente a um homem que perdeu a mulher e três filhos num ataque de míssil.

  • Zelensky acusa Putin de realizar "ataque cínico" às cidades ucranianas e apela à comunidade internacional para que "a paz seja estabelecida"

    Volodymyr Zelensky fez, no seu habitual discurso diário, o balanço das “operações de salvamento e de emergência”, que “prosseguiram durante todo o dia em várias regiões”, na sequência do “ataque cínico” da Rússia à Ucrânia esta sexta-feira.

    O Presidente ucraniano refere que “no total, 80 pessoas ficaram feridas”, dando ainda conta de quatro mortes, em Kiev e em Lutsk.

    “Este foi um ataque cínico da Rússia a cidades comuns. Foram lançados mais de 400 drones e mais de 40 mísseis”, diz Zelensky, acusando o seu homólogo russo, Vladimir Putin, de querer ganhar tempo com esta operação para “evitar uma pressão [internacional] mais forte”.

    “A diplomacia tem de funcionar, as garantias de segurança têm de ser asseguradas, a paz tem de ser estabelecida — e para isso são necessários passos iniciais, nomeadamente um cessar-fogo. Há que exercer pressão sobre a Rússia para que isso aconteça e para que acabem os ataques”, conclui Zelensky.

  • Sobe para 30 o número de feridos no ataque russo à zona ocidental da Ucrânia

    De acordo com a Direção Geral do Serviço de Emergência Estatal da Ucrânia na Região de Volyn, citada pelo Ukrainska Pravda, o número de feridos na sequência do ataque russo a Lutsk subiu para 30.

    Antes deste novo balanço, o número de feridos fixava-se em 5, como o Observador noticiou neste mesmo liveblog.

  • Zelensky poderá reunir-se com Trump à margem da cimeira do G7, no Canadá

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, poderá reunir-se com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, à margem da cimeira do G7, entre 15 a 17 de junho no Canadá, anunciou esta quinta-feira Andrii Yermak, chefe de gabinete do líder ucraniano, citado pelo Ukrainska Pravda.

    Andrii Yermak explicou, ainda, que a recente visita aos Estados Unidos teve como objetivo preparar um possível encontro dos dois líderes durante a cimeira que se irá realizar na cidade canadiana de Kananaskis.

  • Rússia diz que abateu três drones que teriam Moscovo como alvo

    Sergei Sobyanin, o autarca de Moscovo, afirma que foram abatidos três drones que teriam como alvo a capital.

    Sobyanin não revelou mais informações sobre estes drones, mas declarou que os serviços de emergência estiveram nos locais onde caíram destroços dos drones, escreve a Sky News.

    O regulador da aviação da Rússia avançou que os aeroportos de Domodedovo e Zhukovsky tiveram as operações aéreas temporariamente suspensas. Entretanto, todos os voos já foram retomados.

  • Explosão de carro mata uma pessoa em Odessa

    Uma explosão de um carro matou uma pessoa em Berezivka, na região de Odessa, avança a Ukrinform, citando as autoridades regionais.

    As autoridades estão a investigar a explosão.

    Não há, para já, certeza de que esta seja a única vítima, nota o órgão de comunicação social.

    A 17 de abril, um homem de 30 anos morreu em Savran, também na região de Odessa, na sequência da explosão de um dispositivo não identificado.

  • Zelensky assinala 81.º aniversário do Dia D. "Hoje, novamente, a bravura tem de triunfar sobre o medo e a liberdade sobre a tirania"

    O Presidente ucraniano publica uma mensagem na rede social X onde assinala o 81.º aniversário do Dia D, que descreve como “o dia em que a bravura triunfou sobre o medo”.

    A 6 de junho de 1944, mais de 156.000 militares desembarcaram nas costas da Normandia em cinco praias que receberam os nomes de código Omaha, Gold, Juno, Sword e Utah. O Dia D é considerado decisivo para o fim da Segunda Guerra Mundial.

    “O desembarque foi um dos momentos mais importantes das operações da Segunda Guerra Mundial. Abriu caminho à restauração da liberdade na Europa”, diz Zelensky.

    Na mensagem, homenageia “todos aqueles que arriscaram tudo para travar o mal e lutaram para derrotar a opressão”. “A sua coragem assentou as bases da unidade transatlântica que dura há gerações”, acrescenta.

    “Estamos profundamente agradecidos a todos aqueles que enfrentaram o nazismo e todos aqueles que hoje se recusam a deixar o mal prevalecer”, frisa. “Hoje, mais uma vez, a bravura deve triunfar sobre o medo, a liberdade sobre a tirania.”

  • António Costa e Leão XIV discutiram caminhos para a paz na cena mundial

    O presidente do Conselho Europeu, António Costa, foi hoje recebido no Vaticano pelo Papa Leão XIV, com quem discutiu formas de “alcançar a paz na Ucrânia, em Gaza e noutras partes do mundo”, num debate que considerou “muito inspirador”.

    “Leão XIV é o Papa da paz — da paz real. É uma honra conhecer o pontífice no início do seu pontificado. Hoje tivemos um debate muito inspirador sobre a melhor forma de alcançar a paz, nomeadamente na Ucrânia, em Gaza e noutras partes do mundo”, escreveu o presidente do Conselho Europeu na sua conta oficial na rede social X, depois da audiência.

    Na mesma publicação, Costa defendeu que Bruxelas e o Vaticano devem “continuar a abordar questões globais como as alterações climáticas, a redução das desigualdades e a dignidade do trabalho”.

    “É com expectativa que espero que a União Europeia e a Santa Sé trabalhem juntas pelo bem comum”, concluiu António Costa na sua publicação, acompanhada de fotos da audiência no Vaticano.

    Ainda hoje, António Costa será recebido, em Roma, pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, numa reunião que terá lugar no Palácio Chigi, sede do Governo italiano.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico critica ataques contra a Ucrânia

    David Lammy, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, critica os ataques feitos pela Rússia contra a Ucrânia.

    “Mais uma vez, Putin está a atacar cidades, casas e civis. Não são alvos militares mas atos bárbaros”, escreve na rede social X.

    “Entre aqueles que morreram estão trabalhadores de Serviços de Emergência estatais que estavam a trabalhar de forma incansável para salvar e proteger vidas”, diz o ministro.

    De acordo com o jornal Kyiv Independent, morreram três trabalhadores de Serviços de Emergência no ataque feito contra Kiev durante a noite.

  • Um helicóptero russo destruído e outro danificado em ataque ucraniano com drones a Bryansk

    Depois de ter causado danos a dezenas de aviões russos no último fim de semana, a Ucrânia voltou a atacar aeronaves em território russo na última madrugada. Dois helicópteros de combate foram atingidos no Aeroporto Internacional de Bryansk, tendo um ficado destruído e o outro danificado, escreve o Kyiv Independent, citando oficiais de emergência russos ouvido pelo jornal independente Astra.

    O ataque, com recurso a drones, destruiu um helicóptero Mi-8 e danificou um Mi-35, embora, neste último caso, a extensão dos danos não seja ainda clara. Estes dois tipos de helicópteros são usados com regularidade nos ataques à Ucrânia.

    Este ataque a Bryansk (a cerca de 150 quilómetros da fronteira) fez parte de um operação mais vasta da Ucrânia, que visou, na última noite, várias bases aéreas e instalações militares russas.

  • Rússia oferece asilo político a Musk e Medvedev diz que Moscovo pode "facilitar acordo de paz" entre Musk e Trump

    Num momento em que os presidentes da Rússia e os EUA falam com frequência sobre a guerra na Ucrânia, Moscovo admite que pode vir a conceder asilo ao multimilionário Elon Musk, caso necessário.

    “Acho que Musk está a jogar um jogo completamente diferente. Ele não precisará de asilo político, embora, caso precise, a Rússia certamente poderá fornecê-lo“, disse o vice-presidente do Comité de Assuntos Internacionais da Duma (o Parlamento russo), Dmitry Novikov, à agência de notícias estatal TASS.

    Também o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, abordou o desentendimento público entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e Musk. “Estamos prontos para facilitar a conclusão de um acordo de paz entre D [Donald Trump] e E [Elon Musk] por uma taxa razoável e aceitar ações da Starlink como pagamento. Não briguem”, escreveu Medvedev na rede social X.

  • Imagens de satélite do ataque ucraniano aos bombardeiros russos foram geradas por Inteligência Artificial

    Um grupo de imagens de satélite usadas pela BBC para ilustrar os danos causados pelo ataque ucranianos aos aviões russos no último fim de semana, foram geradas por Inteligência Artificial, assumiu esta terça-feira a televisão estatal britânica.

    A BBC refere que, embora as imagens que verificou mostrem danos reais, essas imagens (que foram partilhadas nas redes sociais) foram geradas com recurso a IA, o que significa que não são reais.

    A BBC refere que ampliou as imagens e concluiu que os aviões tinham anomalias físicas visíveis, incluindo asas assimétricas ou motores desalinhados.

  • Rússia diz que ataques da última noite foram resposta aos "atos terroristas" da Ucrânia

    O Ministério da Defesa da Rússia refere, em comunicado, que o ataque em larga escala contra a Ucrânia na última noite (em que foram lançados mais de 400 drones e 40 mísseis) foi uma resposta ao que Moscovo considera terem sido “ataques terroristas” levados a cabo pela Ucrânia. A Rússia refere-se ao ataque com drones que visou várias bases aéreas russas no último fim de semana.

    “Hoje à noite, em resposta aos atos terroristas do regime de Kiev, as Forças Armadas Russas realizaram um ataque massivo com armas aéreas, marítimas e terrestres de alta precisão, bem como UAVs de ataque”, escreve o Ministério da Defesa, acrescentando que foram atingidas empresas de produção e reparação de armamento e equipamentos militares, empresas de montagem de drones, centros de treino, bem como armazéns de armas e equipamentos militares das Forças Armadas da Ucrânia.

    A Rússia garante que todos os objetivos foram alcançados.

  • Zelensky intervém (à distância) na assembleia de cidades europeias, que decorre em Braga

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, vai intervir durante a Assembleia Geral da Eurocities, uma rede que agrega mais de 200 cidades europeias, em Braga, avança o jornal O Minho.

    O discurso do chefe de Estado ucraniano está marcado para as 11 horas desta sexta-feira.

    “Este gesto simbólico reforça o papel das cidades europeias enquanto aliadas estratégicas na defesa da democracia, da paz e da solidariedade internacional. A intervenção de Zelensky será dirigida a centenas de representantes de cerca de 200 cidades, reunidos sob o lema ‘Cidades mais fortes, Europa mais justa’”, refere a Câmara de Braga em comunicado.

  • Rússia atinge centro de Kherson e destrói parcialmente edifício do governo regional

    As forças russas lançaram na última noite bombas com explosivos contra o centro da cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, atingindo e destruindo parcialmente o edifício onde funcionam os serviços do governo regional, noticia o Kyiv Independent.

    No Telegram, o governador regional Oleksandr Prokudin confirmou os danos e lembrou que o edifício já tinha sido alvo de ataques russos anteriores.

    A entrada de um edifício residencial próximo também foi danificada, enquanto outros edifícios na zona foram também atingidos. A zona foi alvo de pelo menos quatro bombas aéreas guiadas.

    Desde que a Ucrânia reconquistou a cidade de Kherson, em novembro de 2022, as forças russas começaram a bombardear a cidade com ataques quase diários.

  • Fábricas e refinarias de petróleo em chamas e linhas férreas atingidas. Ucrânia volta a atacar a Rússia

    Depois do ataque-surpresa do último fim de semana, que terá danificado ou destruído 40 aviões russos, a Ucrânia voltou esta noite a visar várias infraestruturas no país vizinho. Terá lançado ataques com drones contra refinarias de petróleo e uma fábrica. Houve ainda registo de uma explosão numa linha ferroviária em Belgorod, resume o Kyiv Independent.

    Vários drones atingiram uma fábrica na cidade de Michurinsk, na região de Tambov, a cerca de 400 quilómetros da fronteira, reportaram vários canais russos de Telegram, citando residentes locais. A fábrica produz sistemas de aviação, juntamente com equipamentos para gasodutos e oleodutos.

    A mesma fábrica já tinha sido atingida pelas forças ucranianas em dezembro.

    Também na última noite, há registo de um ataque a uma refinaria de petróleo na região de Saratov. A refinaria, que fornece combustível para o aeródromo militar Engels-2, foi consumida pelas chamas. A base aérea Engels-2, localizada a quase 600 quilómetros da Ucrânia, alberga os bombardeiros russos Tu-95, Tu-22M3 e Tu-160 — aeronaves usadas regularmente em ataques com mísseis contra cidades ucranianas.

    Nas redes sociais, nomeadamente no X, circulam fotos e vídeos da refinaria a arder.

    Também aeródromo militar de Dyagilevo, na região de Ryazan, onde estão estacionados aviões de de reabastecimento aéreo e caças, foi atingido. O Estado-Maior ucraniano garante que foram causados danos.

    Mais perto da fronteira, em Belgorod, um comboio descarrilou depois de um engenho explosivo ter detonado sob os carris, afirmou o governador da região, Vyacheslav Gladkov. Parte da pista ficou danificada, mas não houve vítimas.

    A Ucrânia também afirma ter atingido um centro logístico ligado ao 30º Regimento de Infantaria Motorizada da 72a Divisão da Rússia, perto de Kulbaki, na região de Kursk.

    Há ainda relatos de ataques em Moscovo, Tula e Kaluga.

    Na região de Tula, as defesas áreas intercetaram dois drones. Três pessoas ficaram feridas, de acordo com o governador Dmitry Milyaev. Em Moscovo, foram abatidos 10 drones lançados a partir da Ucrânia.

    O Ministério da Defesa da Rússia emitiu entretanto um comunicado a informar que a Ucrânia lançou mais de 170 drones durante os vários ataques e também três mísseis, que foram abatidos sob o mar Negro.

  • Rússia ataca várias regiões do centro e oeste da Ucrânia. Quatro pessoas morreram em Kiev

    As forças russas lançaram, esta noite, um dos maiores ataques dos últimos meses contra a Ucrânia. Foram lançados dezenas de drones e mísseis contra várias cidades do centro e oeste do país, o que causou a morte de pelo menos quatro pessoas, em Kiev, avança o Kyiv Independent.

    No entanto, o balanço ainda é provisório.

    Na capital, quatro pessoas morreram e pelo menos 20 ficaram feridas, segundo o presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko. A maior parte dos feridos teve de receber tratamento hospitalar. Um drone russo atingiu o 11º andar de um prédio residencial de 16 andares no distrito de Solomianskyi, provocando um incêndio. Um outro incêndio deflagrou numa local industrial da capital e uma escola foi ainda atingida por destroços.

    Na cidade de Ternopil, na zona oeste do país, a Rússia atingiu infraestrutura e instalações industriais com drones Shahed e mísseis de cruzeiro Kalibr. Parte da cidade ficou sem eletricidade. Cinco pessoas ficaram feridas.

    Também na zona ocidental da Ucrânia, em Lutsk, pelo menos cinco pessoas ficaram feridas, segundo o presidente da Câmara local, Ihor Polishchuk. Um prédio e vários carros foram atingidos.

    Há ainda relatos de ataques na região de Khmelnytskyi e também em Lviv.

    Estes ataques em larga escala ocorrem um dia depois de o presidente russo Vladimir Putin ter prometido retaliar contra a Ucrânia pelo ataque com drones contra bases aéreas russas, no último fim de semana. Apesar de ter perdido alguns aviões, a Rússia usou esta madrugada bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS para atacar a Ucrânia, informou a Força Aérea ucraniana.

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