Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Marcos Perestrello será cabeça de lista do PS em Santarém
- Pedro Nuno chama secretário de Estado da polémica da TAP para lista de deputados
- 28 debates, três com Nuno Melo: o calendário do debates para a legislativas
- Cordeiro diz que Medina sai mas "não por falta de disponibilidade do PS"
- Montenegro afirma que Governo não prescinde de parcerias na área da saúde
- Nuno Melo diz que oposição tem "medo" de debater consigo
- Nuno Melo destaca que Forças Armadas trabalham tanto em tempos de paz como de guerra
- Luís Montenegro faz reflexão sobre SNS e lembra que profissionais são "mais do que números"
- Primeiro Ministro associa investimento em Defesa ao bem-estar e à liberdade individual dos cidadãos
- Margarida Blasco admite que "todos os dados da criminalidade são preocupantes", mas recusa fazer comentários prévio à divulgação do RASI
- Rui Malheiro acusa Rocha de ter saneado oposição nas listas da IL
- Montenegro alerta para ataques “que não se veem” à soberania nacional
- Pedro Nuno Santos pede consenso alargado para promover investimento no interior do país
- Imigrantes pedem que tema seja discutido nas legislativas sem polarização
- Montenegro retoma agenda após fim de semana de repouso
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O primeiro-ministro, Luís Montenegro, retomou a sua agenda pública após um episódio de arritmia cardíaca que o levou a ser internado no hospital de Santa Maria. Montenegro esteve presente em diversas atividades, incluindo a inauguração de três centros de saúde em Santa Maria da Feira e a participação no “Land Defence Industry Day” em Vila Nova de Gaia. Durante este evento, destacou a importância das Forças Armadas e a necessidade de adaptação às novas formas de guerra híbrida, mencionando ataques invisíveis que ameaçam a soberania nacional e os fundamentos dos regimes democráticos.
- O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, defendeu a importância de enfrentar o desafio da litoralização de Portugal, propondo um consenso alargado para fomentar o investimento e o desenvolvimento no interior do país. Realçou a necessidade de recuperar estratégias antigas, como o aprofundamento das ligações com Espanha, aproveitando a proximidade geográfica do interior.
- A Iniciativa Liberal enfrentou críticas internas, com Rui Malheiro acusando o líder Rui Rocha de saneamento da oposição interna nas listas de candidatos a deputados e de promover um “culto de personalidade”. Este contexto ocorreu durante o Conselho Nacional da IL, onde foram aprovadas as listas de candidatos às legislativas apresentadas pela direção do partido.
- As associações de imigrantes em Portugal expressaram preocupação com o impacto da polarização política nas políticas de integração durante a campanha eleitoral para as legislativas antecipadas de maio. Pedido foi direcionado aos líderes partidários para evitarem a instrumentalização das migrações por razões políticas e para focarem na resolução das questões que afetam diretamente a vida dos imigrantes no país.
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Marcos Perestrello será cabeça de lista do PS em Santarém
Marcos Perestrello vai ser cabeça de lista do PS no círculo de Santarém, apurou o Observador. O círculo eleitoral nas últimas legislativas foi encabeçado por Alexandra Leitão — que desta vez não concorre por ser candidata à Câmara de Lisboa.
O socialista que na última legislatura foi vice-presidente da Assembleia da República esteve quase a ser apresentado como candidato pelo PS à Câmara de Cascais, mas a antecipação de legislativas acabou por mudar esses planos. Marcos Perestrello é também o presidente da Assembleia Parlamentar da NATO e o mandato, que acaba em Outubro, pode ser renovado.
O socialista foi secretário de Estado da Defesa em dois governos do PS e era atualmente um dos nomes falados no partido para suceder a Aguiar Branco como presidente da Assembleia da República, quando se efetivasse a troca combinada na altura do acordo que permitiu a eleição do social-democrata para o cargo.
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Carneiro, Cabrita e Ana Gomes no último dia das sessões temáticas do PS
O antigo candidato à liderança socialista José Luís Carneiro, a antiga eurodeputada Ana Gomes e os ex-ministros Eduardo Cabrita e Alberto Costa participam terça-feira nas últimas sessões temáticas do PS para atualização do programa eleitoral.
O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, termina na terça-feira cinco dias de sessões temáticas que promoveu para a realização do Manifesto Legislativas 2025, o programa eleitoral com o qual os socialistas se vão apresentar às eleições legislativas de 18 de maio.
Estas rondas temáticas terminam à tarde com uma sessão sobre “Justiça e Segurança Interna”, na qual participam José Luís Carneiro, deputado que disputou a liderança do PS com Pedro Nuno Santos e que foi ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita e Alberto Costa, que já foram ministros desta área.
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Pedro Nuno chama secretário de Estado da polémica da TAP para lista de deputados
Hugo Mendes, o secretário de Estado das Infraestruturas que esteve no centro da polémica indemnização a Alexandra Reis na TAP, surge num lugar elegível da lista do PS do círculo eleitoral de Lisboa.
O colaborador próximo de Pedro Nuno Santos (que estava a trabalhar como assessor do líder do PS no último ano) aparece no 14º lugar da lista de candidatos a deputados pelo círculo de Lisboa (o PS elegeu 15 em 2024).
Hugo Mendes assumiu erros, perdeu a memória (e o telemóvel) e deixou perguntas para Pedro Nuno
Hugo Mendes foi o secretário de Estado autor do email enviado à ex-CEO da TAP a pedir que alterasse um voo do Presidente da República para Maputo, usando como argumento: “É o nosso maior aliado mas pode tornar-se no nosso maior pesadelo.”
Recorde-se que Hugo Mendes se demitiu do cargo de secretário de Estado do Ministério das Infraestruturas liderado por Pedro Nuno Santos na sequência da polémica indemnização a Alexandra Reis. Depois dele demitiu-se o próprio ministro, agora líder do PS.
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Mariana Vieira da Silva volta a liderar lista do PS em Lisboa
Mariana Vieira da Silva volta a ser a cabeça de lista dos candidatos do PS pelo círculo eleitoral de Lisboa. O nome já consta no topo da lista que vai esta noite a votos na comissão política distrital do PS-Lisboa — e que a o Observador teve acesso.
Pedro Delgado Alves será o segundo nome e logo a seguir Miguel Cabrita, Edite Estrela, Sérgio Sousa Pinto, Pedro Vaz, Isabel Moreira, Ricardo Lima e Miguel Costa Matos.
Há um ano, o PS elegeu 15 deputados pelo círculo de Lisboa, mas desta vez Pedro Nuno Santos não conta com Fernando Medina, que foi o número três nessa altura e que esta segunda-feira manifestou ao líder do PS a sua indisponibilidade para voltar a ser candidato a deputado.
Também Marcos Perestrello, que é atualmente vice da Assembleia da República e chegou a ser apontado como candidato do PS à Câmara de Cascais, não está na lista de Lisboa. Espera-se, no partido, que avance por outro círculo e provavelmente como cabeça de lista.
Os primeiros 15 nomes da lista que vai a votos esta noite:
- Mariana Vieira da Silva
- Pedro Delgado Alves
- Miguel Cabrita
- Edite Estrela
- Sérgio Sousa Pinto
- Pedro Vaz
- Isabel Moreira
- Ricardo Lima
- Miguel Costa Matos
- Ana Paula Bernanrdo
- André Rijo
- Davide Amado
- Maria Begonha
- Hugo Mendes
- Pedro Pinto
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Sondagem. AD sobe nas intenções de voto (34,4%) e aumenta distância face ao PS. Número de indecisos cresce
PSD/CDS dilatam vantagem em relação ao PS. Partidos estão separados por 6,6 pontos percentuais. Chega tem 14,9% das intenções de voto, IL fica-se pelos 6%. Com 5,5%, Livre supera a CDU e o BE.
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28 debates, três com Nuno Melo: o calendário do debates para a legislativas
Já é conhecido o calendário dos debates televisivos para as eleições legislativas de 18 de maio proposto pelas televisões aos partidos com assento parlamentar.
Os primeiros dois frente a frente terão lugar já a 7 de abril e terminam a 28 de abril com o embate entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, que terá transmissão simultânea pelas três estações (CNN, SIC e RTP).
Nuno Melo, parceiro de coligação comMontenegro, fará três debates:com o Livro, com o Bloco e com o PAN.
Ao todo, serão 28 debates, no mesmo modelo das legislativas do ano passado
7 de abril
- Luís Montenegro (AD) – Paulo Raimundo (CDU) – TVI, 21h00
- André Ventura (Chega) – Inês Sousa Real (PAN): RTP3, 22h00
8 de abril
- Pedro Nuno Santos (PS) – Mariana Mortágua (BE): SIC, 21h00
- André Ventura (Chega) – Rui Tavares (Livre): RTP3, 22h00
9 de abril
- Paulo Raimundo (CDU) – Rui Tavares (Livre): SIC Notícias, 18h00
10 de abril
- Pedro Nuno Santos (PS) – Rui Rocha (IL): RTP1, 21h00
- Mariana Mortágua (BE) x Inês Sousa Real (PAN) – CNN Portugal, 22h00
11 de abril
- Nuno Melo (AD) – Rui Tavares (Livre): TVI, 21h00
- Rui Rocha (IL) – Paulo Raimundo (CDU): SIC Notícias, 22h00
12 de abril
- Pedro Nuno Santos (PS) – Inês Sousa Real (PAN): TVI, 21h00
- Mariana Mortágua (BE) – Paulo Raimundo (CDU): RTP3, 22h00
13 de abril
- Nuno Melo (AD) – Inês Sousa Real (PAN): SIC, 21h00
- Rui Rocha (IL) – Rui Tavares (Livre): CNN Portugal, 22h00
14 de abril
- Luís Montenegro (AD) – Rui Rocha (IL): RTP1, 21h00
- Mariana Mortágua (BE) – Rui Tavares (Livre) – SIC Notícias, 22h00
15 de abril
- Pedro Nuno Santos (PS) – André Ventura (Chega): TVI, 21h00
- Rui Rocha (IL) – Inês Sousa Real (PAN): SIC Notícias, 22h00
16 de abril
- Nuno Melo (AD) – Mariana Mortágua (BE): RTP1, 21h00
- André Ventura (Chega) – Paulo Raimundo (CDU): CNN Portugal, 22h00
17 de abril
- Pedro Nuno Santos (PS) – Rui Tavares (Livre): SIC, 21h00
- André Ventura (Chega) – Rui Rocha (IL): RTP3, 22h00
21 de abril
- Pedro Nuno Santos (PS) – Paulo Raimundo (CDU): RTP1, 21h00
- André Ventura (Chega) – Mariana Mortágua (BE): SIC Notícias, 22h00
22 de abril
- Rui Tavares (Livre) – Inês Sousa Real (PAN): RTP3, 18h00
23 de abril
- Paulo Raimundo (CDU) – Inês Sousa Real (PAN): CNN Portugal, 18h00
24 de abril
- Luís Montenegro (AD) – André Ventura (Chega) – SIC, 21h00
- Rui Rocha (IL) – Mariana Mortágua (BE): CNN Portugal, 22h00
28 de abril
- Luís Montenegro (AD) – Pedro Nuno Santos (PS): simultâneo SIC/RTP/TVI, 21h00
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Montenegro diz não ser suspeito de nada e acusa oposição de falta de argumentos
O primeiro-ministro afirmou nesta segunda-feira que não é “suspeito de nada” na sua vida profissional e patrimonial e acusou de falta de argumentos quem se agarrar a “denúncias anónimas e não comprovadas” para fazer combate político.
No final da reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, que aprovou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), Luís Montenegro foi questionado se conseguirá falar destes temas na campanha, quando quase todos a oposição o ataca sobre a sua vida empresarial.
“Eu estou empenhado em dar às portuguesas e aos portugueses soluções para os seus problemas. Eu não tenho nenhuma questão, eu não sou suspeito de nada relativamente à minha vida profissional e patrimonial”, afirmou, defendendo que tem sido “alvo de muitas denúncias anónimas não comprovadas”.
“Aqueles que se agarram a isso para me fazer o combate político mostram que têm poucos argumentos”, acusou, sem responder a mais perguntas da comunicação social.
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Medina já pensa em concorrer à liderança do PS?
João Costa (PS) e Duarte Pacheco (PSD) acreditam que Fernando Medina deveria continuar como deputado se quisesse ser líder dos socialistas. Sobre sondagens, os deputados pedem calma na análise.
Ouça aqui o Explicador da Rádio Observador.
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Pacheco de Amorim: "Nós apoiaríamos Marine Le Pen"
O vice-presidente da Assembleia da República mostra que o Chega não renega os parceiros patriotas e afirma apoio a Marine Le Pen. Não acredita em impactos negativos na campanha eleitoral do partido.
Ouça aqui o Explicador da Rádio Observador.
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Segurança. Montenegro "não mudou" de opinião e Governo vai manter reforço de operações policiais
O primeiro-ministro afirmou nesta segunda-feira que a sua opinião sobre a segurança em Portugal “não mudou” e assegurou que o Governo pretende manter o reforço do policiamento de proximidade e da prevenção de condutas criminais “geradoras do sentimento de insegurança”.
Luís Montenegro presidiu nesta segunda-feira à reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, que aprovou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), que será agora remetido ao parlamento.
O primeiro-ministro confirmou que a criminalidade geral diminuiu no ano passado 4,6% e a criminalidade violenta aumentou 2,6%.
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Cordeiro diz que Medina sai mas "não por falta de disponibilidade do PS"
No final da sessão dedicada ao ambiente e ao clima, na sede do PS falou Duarte Cordeiro. O dirigente e ex-ministro socialista falou também no futuro e diz estar “concentrado” na sua “vida profissional” nesta fase, colocando-se de fora da atividade política mais permanente. Sobre Medina diz que decisão aconteceu “não por falta de disponibilidade do PS”.
“Não foi diferente da decisão que tomei há dois anos”. Duarte Cordeiro tem estado mais afastado da política activa (ainda que se mantenha na direção do PS) desde as últimas legislativas em que já não quis ser candidato a deputado. Quanto à disponibilidade para voltar a um Governo, Cordeiro não quis responder: “Não é o momento para se discutirem essas dimensões”.
Ao mesmo tempo lembra as suas posições anteriores sobre não deixar a meio a atividade empresarial que lançou nestes últimos tempos. Na decisão de há dois anos teve, no entanto, mais peso a questão judicial, com o seu nome a ser envolvido não só na operação Influencer, como também numa anterior, a Tutti Frutti — nesta juntamente com Fernando Medina, tendo os dois nomes ficado livre de suspeitas já este ano.
Em relação ao tema que o PS discutiu esta tarde, Duarte Cordeiro saiu a dizer que “o PS está comprometido com os compromissos internacionais em termos de ambiente” e colocou à cabeça a ideia — já antes defendida pelo líder do PS — de que “não há contradição entre a proteção do ambiente e o crescimento económico .” O socialista defende que “não se deve olhar para estas áreas como um custo mas sim uma oportunidade” e diz que o país está “em boa posição” para a aposta na “economia verde”.
O ex-ministro do Ambiente diz que, entre os especialistas ouvidos esta tarde, sentiu que “o discurso sobre sustentabilidade deve ser mais sonoro entre os dois maiores partidos”, apontanto também para a necessidade de consensos nesta área. E também que “é um erro descontinuar políticas que tiveram sucesso e impacto nas família” e que decorreram do PRR.
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Tribunal Constitucional impede PSD/CDS de usar sigla "AD"
O Tribunal Constitucional vai impedir PSD e CDS de irem a votos coligados como “AD” por entender que a ausência do PPM promove a confusão em torno dos elementos que compõem a coligação.
A informação foi avançada pela SIC Notícias e confirmada entretanto pelo Observador. A direção da campanha da coligação PSD/CDS está agora a analisar a decisão do TC, devendo pronunciar-se em breve.
A decisão foi tomada por um coletivo de cinco juízes do Palácio Ratton, sendo que o parecer foi redigido por Dora Lucas Neto, magistrada indicada pelo PS. Em causa estará sobretudo o nome por extenso de Aliança Democrática — uma vez que há sensivelmente um ano essa mesma coligação incluía um terceiro partido.
A coligação pode agora decidir recorrer da decisão para o plenário do Tribunal Constitucional ou então aceitar e mudar a designação da coligação.
Recorde-se que, depois da exclusão do PPM, instalou-se a dúvida sobre se a coligação poderia ou não manter o nome. Foram analisadas várias hipóteses, mas acabou por prevalecer uma solução: mesmo sob o pretexto de Gonçalo da Câmara Pereira, a coligação passar-se-ia a chamar “AD – Aliança Democrática – PSD/CDS”.
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Legislativas. Chega quer impedir penas suspensas para reincidentes de crimes graves
O Chega vai propor na próxima legislatura que não possa ser aplicada pena suspensa a condenados por crimes graves e que sejam reincidentes, anunciou nesta segunda-feira o líder do partido.
Em declarações aos jornalistas à margem de uma arruada em Setúbal, André Ventura disse que o partido vai “voltar à carga com propostas que marcaram a atuação do Chega na última legislatura”.
Uma delas é que “quem comete um crime grave e comete uma outra vez, ou seja, quem tem reincidência deste tipo de criminalidade, não possa ter nem penas suspensas, nem ficar fora da prisão, tem que cumprir pena de prisão, um mínimo de cinco anos de prisão”, afirmou, acrescentando que o partido vai propor também que se forem várias vezes reincidentes, “tenham um mínimo de dez anos de prisão”.
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Pedro Nuno quer "consenso alargado" para conciliar proteção do clima com desenvolvimento económico
O líder do PS está esta tarde a gerir uma sessão sobre Ambiente e Clima, na sede do partido, com especialistas na área para preparar o programa eleitoral. Na abertura do painel, Pedro Nuno Santos pediu um “consenso alargado” para conciliar a transição energética com o desenvolvimento da economia.
Foi otimista no arranque, ao dizer que a questão das alterações climáticas é “um dos temas centrais na sociedade” mas que já é muito raro quem continue a negar” — numa altura em que o presidente dos EUA promove a ideia de negacionismo climático e afastamento dos compromissos internacionais assumidos pelos EUA nestas áreas.
Para Pedro Nuno as alterações do clima têm “impactos” visíveis em Portugal, nomeadamente nos “incêndios, na sua intensidade e frequência” e também na “erosão costeira”. E a acção de um próximo Governo deve ser “mostrar que é possível o alinhamento entre o desenvolvimento económico e a proteção do ambiente e a natureza”. “Temos de olhar para esta transição climática e energética como oportunidade de desenvolvimento económico e não um peso sobre as populações. Temos de conciliar quem quer evitar o fim do mundo com quem quer chegar ao fim do mês”, disse sobre o assunto.
No grupo de especialistas chamados pelo PS estão os ex-ministros do Ambiente do PS Duarte Cordeiro e João Pedro Matos Fernandes. Os deputados socialistas Pedro Vaz e António Borges e também os especialistas Cristina Máguas, Gonçalo Azevedo Silva, Jerónimo Cunha, Jorge Cristino, Júlia Seixas, Luisa Schmidt, Nuno Gaspar Oliveira, Paulo Praça e Pedro Matos Soares.
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Legislativas. Líder regional da Iniciativa Liberal é cabeça de lista pelos Açores
O coordenador da IL/Açores Hugo Almeida, de 36 anos, é o cabeça de lista pelo círculo eleitoral regional nas eleições legislativas de maio, anunciou nesta segunda-feira o partido.
Segundo um comunicado do grupo de coordenação local da IL/Açores, a decisão foi tomada pela direção regional do partido e foi aprovada, no domingo, pelo Conselho Nacional da IL.
O líder regional da Iniciativa Liberal, citado na nota, refere que com a sua candidatura a IL/Açores “quer dignificar a autonomia e os Açores no contexto nacional, focar-se nos assuntos que verdadeiramente interessam aos Açores e que dependem exclusivamente do Estado, fomentar uma pedagogia da importância geoestratégica dos Açores no contexto nacional, europeu e internacional e mostrar aos açorianos que o liberalismo funciona e faz muita falta”.
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Leitão Amaro: "Política migratória será julgada pelos portugueses"
O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou esta segunda-feira que a política migratória do governo será julgada pelos portugueses, após a apresentação da proposta de retorno de estrangeiros irregulares, promessa que só pode ser cumprida após as eleições.
A proposta que foi apresentada esta segunda-feira ao Conselho Nacional de Migrações e Asilo (CNMA) prevê, entre outras medidas, a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, já chumbada nesta legislatura.
Atualmente em gestão, o executivo não pode executar nenhuma das alterações ao sistema de retorno apresentadas, mas Leitão Amaro considerou que o pacote pretende iniciar um debate com a sociedade civil e especialistas, para que o novo governo e o novo parlamento “possam legislar”.
Em ambiente de pré-campanha, o também cabeça-de-lista por Viseu pela AD disse que as “eleições também vão servir para julgar a mudança de política de imigração” promovida por este governo e o “povo falará” a 18 de maio.
Leitão Amaro disse que na reunião foi discutida a “continuação da mudança de política de imigração em Portugal, (…) as evoluções que têm sido adotadas com um avanço na estrutura de missão”, uma “duplicação do apoio a projetos de integração” e “um caminho que está a ser trilhado na Europa de agilização e robustecimento dos procedimentos do regime de retorno”.
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Legislativas. José Bernardo é o cabeça de lista do Chega pelos Açores
O conselheiro nacional do Chega José Bernardo, de 74 anos, é o cabeça de lista do partido pelo círculo eleitoral dos Açores nas eleições legislativas de maio, foi anunciado nesta segunda-feira.
“Trata-se de uma escolha consciente, de um quadro do Chega que tem provas dadas, tanto a nível pessoal como a nível profissional, e que sempre esteve ligado ao setor agrícola, que é um dos principais pilares da economia açoriana”, afirma o líder do Chega nos Açores, José Pacheco, citado numa nota de imprensa do partido.
Nas anteriores legislativas, o Chega apresentou como cabeça de lista Miguel Arruda (que passou a deputado independente por suspeita do furto de malas em aeroportos).
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Montenegro afirma que Governo não prescinde de parcerias na área da saúde
O primeiro-ministro disse esta segunda-feira não prescindir do modelo de parcerias com as instituições sociais e privadas na área da saúde para resolver os problemas das populações não abrangidas pela rede do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
“Nós não prescindimos das instituições sociais que oferecem serviços de saúde. Nós não prescindimos das instituições privadas que são complementares. Nós não prescindimos disso, mas não é para fazer nenhum favor nem às instituições sociais nem às instituições privadas. É para servir o interesse das pessoas”, afirmou Montenegro.
O primeiro-ministro referiu-se às parcerias com os privados e com as instituições sociais como um princípio do seu Governo para ajudar a complementar a rede do SNS.
“Nós não abdicamos de ter USF e de ter a resposta do SNS, mas quando e onde nós não tivermos essa capacidade, nós não viramos as costas à capacidade que a sociedade tem para nos poder ajudar a resolver o problema”, explicou.
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Governo quer tornar mais célere deportação de imigrantes em situação irregular
Proposta para promover saída mais rápida de imigrantes ilegais do país vai ser apresentada ao Conselho Nacional para as Migrações e Asilo. AD vai insistir nesta proposta se ganhar eleições.
Governo quer tornar mais célere deportação de imigrantes em situação irregular