Momentos-chave
- Parlamento alemão sofreu falha no sistema de e-mail quando Zelensky lá estava. Suspeita-se de um ciberataque russo
- Rustem Umerov aponta conversas "construtivas e produtivas" com os EUA
- Encontro entre delegações ucraniana e norte-americana já terminou
- Delegações ucraniana e norte-americana já estão reunidas em Berlim para uma segunda ronda de negociações
- Não adesão da Ucrânia à NATO é uma "questão fundamental" das negociações, diz Kremlin
- Zelensky teve "uma boa reunião" com o Presidente da Finlândia esta manhã
- Ucrânia afirma ter abatido 133 drones russos durante a madrugada
- Esta vai ser uma "semana diplomática intensa" para o financiamento da Ucrânia, diz Kallas
- Tropas russas atacaram região ucraniana de Dnipropetrovsk. Há registo de dois feridos
- Cidade de Moscovo alvo de ataque com drones durante madrugada
- MNE da UE tentam desbloquear apoio para 2026 e 2027 a tempo da cimeira de líderes
- Merz recebe Zelensky e líderes europeus em Berlim para discutir "o estado das negociações de paz"
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, segunda-feira.
Rússia vê com maus olhos qualquer solução para a Ucrânia negociada com europeus
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O que se passou até agora:
- As negociações de paz entre os Estados Unidos e a Ucrânia em Berlim, mediadas por enviados especiais americanos, têm avançado positivamente. Estes encontros, que incluíram discussões com representantes europeus, visam terminar a guerra com a Rússia e garantir a segurança para a Ucrânia. A afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre estar “mais próximo que nunca” de um acordo de paz destaca o progresso alcançado.
- A União Europeia está a lidar com a questão da utilização de ativos russos congelados para apoiar a Ucrânia. A Alemanha alertou que um desacordo sobre este tema poderia afetar a credibilidade da UE durante anos. O chanceler alemão Friedrich Merz enfatizou a importância de uma posição de força para pressionar a Rússia e terminar a guerra.
- A possibilidade de a Ucrânia prescindir da adesão à NATO tem sido discutida no âmbito das negociações de paz. A alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, afirmou que a proteção do país deve ser garantida, mesmo que a Ucrânia seja pressionada a não se juntar à NATO. Esta decisão deverá ser feita pelos próprios ucranianos.
- Durante um ataque com drones a Moscovo, várias aeronaves não-tripuladas foram abatidas pelas forças russas, forçando a suspensão temporária das operações em aeroportos locais. Na Ucrânia, ataques russos com drones foram maioritariamente neutralizados, segundo a força aérea do país.
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Parlamento alemão sofreu falha no sistema de e-mail quando Zelensky lá estava. Suspeita-se de um ciberataque russo
O Parlamento alemão sofreu esta segunda-feira uma grande falha no sistema de e-mail, num incidente que as autoridades suspeitam ter sido motivado por um ciberataque, coincidindo com as importantes negociações entre os EUA e a Ucrânia, mediadas pelo chanceler Friedrich Merz, e quando Zelensky estava no local.
Os membros do parlamento ficaram sem acesso às suas contas de e-mail por mais de quatro horas, de acordo com três deputados citados pelo Financial Times.
Um dos deputados referiu que o “ataque” começou quando o Presidente ucraniano entrou no Bundestag para conversas com a sua presidente, Julia Klöckner.
Uma fonte do governo alemão diz suspeitar que a falha tenha sido um ataque de retaliação após a decisão da Alemanha de convocar o embaixador russo ao Ministério das Relações Exteriores na semana passada por supostos incidentes de sabotagem e guerra híbrida.
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“Zelensky sabe que vai perder, resta saber quanto”
Vítor Gabriel Oliveira considera “inevitáveis” cedências da Ucrânia, sob pressão dos EUA e da Rússia. Alerta também para riscos nas garantias de segurança e para acordo “frágil”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Frota russa no Mar Negro nega ataque ucraniano a submarino em Novorossiysk
A frota russa no Mar Negro negou o ataque da Ucrânia a um submarino russo estacionado em Novorossiysk, antes avançado pelos serviços secretos ucranianos.
“A informação divulgada pelos serviços secretos ucranianos sobre a suposta destruição de um dos submarinos russos na baía da base naval de Novorossiysk da Frota do Mar Negro não corresponde à realidade”, afirmou o porta-voz Alexei Rulev, citado pela agência russa TASS.
“A tentativa do inimigo de realizar uma ação de sabotagem com a ajuda de um veículo submarino não tripulado não atingiu os seus objetivos. Nenhum navio ou submarino da Frota do Mar Negro, estacionados na baía da base naval de Novorossiysk, bem como as suas tripulações, sofreram danos como resultado da sabotagem e continuam a prestar serviço normalmente”, sublinhou.
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Trump diz que se está "mais próximo que nunca" nas negociações de paz com a Ucrânia
O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse que, após uma “longa” e “muito boa” conversa por chamada com os líderes europeus, se está “mais próximo que nunca” nas conversas de paz com a Ucrânia.
“As coisas estão aparentemente a correr bem, mas temos dito isso há muito tempo. É difícil”, acrescentou.
.@POTUS on Ukraine peace talks: "I think we're closer now than we have been ever." pic.twitter.com/P0gCxWIhmr
— Rapid Response 47 (@RapidResponse47) December 15, 2025
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Merz lança aviso sobre financiamento de empréstimo a Kiev
A Alemanha alertou esta segunda-feira que a credibilidade da União Europeia (UE) poderá ficar afetada durante anos se não houver acordo na cimeira de quinta-feira sobre a utilização dos ativos russos congelados no apoio à Ucrânia.
“Mostraremos à Rússia que continuar a guerra não faz sentido. Só com uma posição de força poderemos terminar esta guerra sem sentido”, afirmou o chanceler alemão, Friedrich Merz, ao discursar no 8.º Fórum Económico Germano-Ucraniano, em Berlim.
Merz disse que os ativos russos são “uma questão chave para a capacidade de ação da UE” que tem de ser resolvida na cimeira de quinta e sexta-feira, em Bruxelas, “de forma que todos os Estados europeus assumam o mesmo risco”.
“Se não o conseguirmos, não nos enganemos, a capacidade de ação da UE será prejudicada durante anos e mostraremos ao mundo que não conseguimos estar unidos num momento decisivo da nossa história para defender juntos a ordem do nosso continente”, advertiu.
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Líderes europeus propõem lista de garantias de segurança para a Ucrânia, incluindo força multinacional liderada pelos EUA
Doze líderes de países europeus e da UE publicaram um comunicado conjunto a demonstrar apoio às negociações entre EUA e Ucrânia, falando numa “convergência” entre ambos os países e os estados europeus.
No comunicado, em que declaram apoio a Zelensky, os doze propõem uma lista de “garantias de segurança robustas e medidas de recuperação económica” para Kiev, incluindo:
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O “apoio sustentado e significativo à Ucrânia para a constituição das suas forças armadas, que devem permanecer num nível de 800.000 efetivos em tempo de paz”
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Uma “força multinacional na Ucrânia”, composta pela Coligação das Vontades, “apoiada pelos EUA” e que ajudará na “regeneração das forças ucranianas” e na proteção do espaço aéreo e marítimo do país.
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A criação de “um mecanismo de monitorização e verificação do cessar-fogo liderado pelos EUA com participação internacional”
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O estabelecimento de “um compromisso juridicamente vinculativo” para “tomar medidas para restaurar a paz e a segurança no caso de um futuro ataque armado”. “Estas medidas podem incluir força armada, assistência logística e de inteligência, ações económicas e diplomáticas”, lê-se no comunicado.
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Um investimento “na prosperidade futura da Ucrânia”, com “disponibilização de recursos significativos para a recuperação e reconstrução, acordos comerciais mutuamente benéficos”. Prevê-se também a “necessidade de a Rússia indemnizar a Ucrânia pelos danos causados”, eventualmente com “os ativos soberanos russos na União Europeia […] imobilizados”.
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O apoio firme da “adesão da Ucrânia à União Europeia”.
A declaração é assinada pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen, o Presidente finlandês Alexander Stubb, o Presidente francês Emmanuel Macron, a primeira-ministra italiana Georgia Meloni, o primeiro-ministro neerlandês cessante Dick Schoof, Primeiro-Ministro noruguês Jonas Gahr Støre, o primeiro-ministro polaco Donald Tusk, o primeiro-ministro sueco Ulf Kristersson, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer e ainda o presidente do Conselho Europeu, António Costa e a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen.
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Alemanha. Desacordo sobre ativos russos afeta credibilidade da UE
A Alemanha alertou hoje que a credibilidade da União Europeia (UE) poderá ficar afetada durante anos se não houver acordo na cimeira de quinta-feira sobre a utilização dos ativos russos congelados no apoio à Ucrânia.
“Mostraremos à Rússia que continuar a guerra não faz sentido. Só com uma posição de força poderemos terminar esta guerra sem sentido”, afirmou o chanceler alemão, Friedrich Merz, ao discursar no 8.º Fórum Económico Germano-Ucraniano, em Berlim.
Merz disse que os ativos russos são “uma questão chave para a capacidade de ação da UE” que tem de ser resolvida na cimeira de quinta e sexta-feira, em Bruxelas, “de forma que todos os Estados europeus assumam o mesmo risco”.
“Se não o conseguirmos, não nos enganemos, a capacidade de ação da UE será prejudicada durante anos e mostraremos ao mundo que não conseguimos estar unidos num momento decisivo da nossa história para defender juntos a ordem do nosso continente”, advertiu.
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UE admite que Ucrânia poderá ser forçada a abandonar pretensões na NATO
A União Europeia (UE) admitiu hoje a possibilidade de a Ucrânia ser forçada a prescindir da integração na NATO, mas comprometeu-se com a segurança do país nessa eventualidade.
“Os ministros [da UE] concordaram todos que é preciso dar garantias de segurança à Ucrânia e como o país está a ser pressionado para não aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO], essa será a única garantia de que a Rússia não volta a invadir”, disse a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, em conferência de imprensa em Bruxelas, no final de uma reunião dos chefes da diplomacia.
A representante da diplomacia da UE acrescentou que o bloco político-económico vai “continuar a fazer a sua parte” na instrução de militares ucranianos e em assegurar que a Rússia não vai além dos territórios que já anexou.
Sobre as negociações de paz com a Rússia, Kaja Kallas, ex-primeira-ministra da Estónia, disse que todos os países da UE e também os Estados Unidos (EUA) – que estão a mediar as negociações entre a Ucrânia e o Kremlin – têm de dar garantias de segurança credíveis ao país invadido.
Já sobre aquilo que a Ucrânia poderá ter de abdicar para alcançar a paz, Kaja Kallas disse que essa decisão é dos ucranianos: “Eles é que têm de decidir o que estão dispostos a ceder”.
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"Garantias de segurança" são essenciais para um acordo e questões de território são "dolorosas", diz Zelensky
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sublinhou ainda a necessidade de garantias de segurança para assegurar a funcionalidade de qualquer acordo de paz na guerra e assegurou que qualquer alteração territorial iria ser um ponto “doloroso” de negociar.
“Existem questões muito difíceis, especialmente no que diz respeito a questões territoriais”, disse, apontando que é “muito importante que todos trabalhemos nisto para que estes assuntos sejam resolvidos de forma justa”.
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Zelensky disse que as negociações com os EUA foram "produtivas" mas não foram "fáceis"
Falando no fim do fórum económico germano-ucraniano, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que as negociações com os representantes do Estados Unidos da América não foram “fáceis” mas foram “produtivas”, discutindo-se “muitos detalhes”.
“É importante que a paz seja digna”, destacou Zelensky, citado pela Ukrinform, que destacou que a dignidade é uma “palavra importante” na qual se deve focar.
“Foi a dignidade que deteve a Rússia. O povo ucraniano é assim. E continuaremos a nossa diplomacia com o objetivo de pôr fim à guerra”, continuou.
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“Europa não tem mostrado confiança nem firmeza”
Pedro Nascimento garante que o tempo está a escassear e que a Europa tarda em definir estratégia de apoio à Ucrânia. O historiador fala num “ciclo repetitivo” do qual os europeus não conseguem sair. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Representantes norte-americanos esperam que Rússia aceite acordo negociado entre EUA e Ucrânia
Os representantes dos EUA que têm estado a falar aos jornalistas indicam que a expectativa é que a Rússia aceite o acordo negociado entre os EUA e a Ucrânia, aceitando ainda a adesão de Kiev à União Europeia, noticiou o The Guardian.
Cerca de “90%” dos assuntos que dividiam ambas as partes foram ainda resolvidos no encontro que se realizou em Berlim esta segunda-feira, acrescentaram.
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Trump terá ficado agradado com os avanços nas negociações EUA-Ucrânia em Berlim
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terá ficado agradado com o resultado das negociações entre representantes dos EUA e da Ucrânia em Berlim, noticiou a Sky News, citando um funcionário norte-americano a falar aos jornalistas em Berlim.
O representante indicou que as conversações foram “muito positivas”, havendo “consenso” em “vários assuntos”. Trump também acreditará que consegue convencer a Rússia a aceitar que a Ucrânia tenha garantias “ao estilo do Artigo 5” da NATO, acrescentou o funcionário.
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Negociadores dos EUA disseram à Ucrânia que tem de se retirar do Donbass
Os negociadores de paz que representaram os Estados Unidos nas negociações de paz de Berlim disseram à Ucrânia que tem de retirar as suas tropas do Donbass, zona que aglutina as regiões de Donetsk e Luhansk, no leste ucraniano, noticiou a Reuters, citando um funcionário norte-americano próximo das negociações.
Esse funcionário indicou ainda que a comitiva de Kiev, liderada pelo Presidente Volodymyr Zelensky, pediu novas negociações. Outra fonte consultada pela Reuters indicou que ambos os lados ainda têm fortes divergências na situação territorial.
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Serviços secretos da Ucrânia atacaram submarino russo no porto de Novorossiysk
Os serviços secretos da Ucrânia (SBU, na sigla ucraniana) disseram no Telegram que fizeram um ataque com drones subaquáticos num submarino russo que causou “danos críticos” que o tiraram da ação, escreveu a agência no Telegram.
“A bordo do submarino estavam quatro lançadores de mísseis de cruzeiro ‘Kalibr’, que o inimigo usa para atacar o território da Ucrânia”, lê-se na publicação, que destacou ainda o golpe financeiro do ataque a um submarino deste tipo, que custa cerca de “400 milhões de dólares americanos” (340 milhões de euros).
“Tendo em conta as sanções internacionais impostas, a construção de um submarino semelhante pode custar atualmente até 500 milhões de dólares”, sublinhou a agência.
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Rustem Umerov aponta conversas "construtivas e produtivas" com os EUA
A Ucrânia defende que as conversações com os Estados Unidos se revelaram “construtivas e produtivas”, com o Secretário do Conselho de Segurança e Defesa, Rustem Umerov, a manifestar a esperança numa aproximação a um acordo de paz que ponha um fim à guerra com a Rússia.
“Nos últimos dois dias, as negociações entre a Ucrânia e os EUA têm sido construtivas e produtivas, com progressos reais alcançados. Esperamos chegar a um acordo que nos aproxime da paz até ao final do dia”, afirmou.
Over the past two days, Ukrainian-US negotiations have been constructive and productive, with real progress achieved. We hope we will reach an agreement that will bring us closer to peace by the end of the day.
There is a lot of noise and anonymous speculation in the media right…— Rustem Umerov (@rustem_umerov) December 15, 2025
Numa mensagem publicada na rede social X, o líder da delegação ucraniana para as negociações de paz destacou o “ruído e especulação anónima nos meios de comunicação social neste momento”, apelando a que não se ceda a “rumores e provocações” e enaltecendo os esforços dos EUA.
“A equipa americana liderada por Steve Witkoff e Jared Kushner está a trabalhar de forma extremamente construtiva para ajudar a Ucrânia a encontrar um caminho para um acordo de paz duradouro. A equipa ucraniana está extremamente grata ao presidente Trump e à sua equipa por todos os esforços”, concluiu.
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Pronto para eleições, quem serão os adversários de Zelensky?
Donald Trump pressiona Zelensky a ir a eleições e o presidente ucraniano abre a porta a um ato eleitoral em que poderá ter vários adversários. José Carlos Duarte é o convidado do episódio de hoje.
Pronto para eleições, quem serão os adversários de Zelensky?
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Encontro entre delegações ucraniana e norte-americana já terminou
A reunião entre as delegações ucraniana e norte-americana chegou ao fim após cerca de duas horas, segundo o Guardian.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, irá, ainda, reunir-se com os líderes europeus em Berlim.