Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora

    • Os Estados Unidos estão a preparar uma resposta formal a uma proposta apresentada pelo Irão para reabrir o estreito de Ormuz, que sugere o fim das hostilidades, adiando as negociações sobre o programa nuclear. Apesar do ceticismo quanto à boa fé do Irão, Washington quer manter aberta a via diplomática.
    • A situação no estreito de Ormuz continua tensa, com 2.400 marinheiros ainda retidos em 105 embarcações. A manutenção do bloqueio naval pelos EUA está a afetar significativamente o comércio marítimo iraniano, apesar do cessar-fogo.
    • O Irão enfrenta pressão interna e externa, com mais de 30 milhões de voluntários iranianos a oferecerem-se para se sacrificar em defesa da nação contra a ofensiva israelo-norte-americana. Ao mesmo tempo, as negociações continuam e o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, está na Rússia para dialogar com Vladimir Putin.
    • Israel anunciou uma operação militar contra posições do Hezbollah no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor. As tensões na região mantêm-se elevadas, com ataques aéreos contínuos e respostas militares de ambos os lados. A IDF destruiu mais de 50 estruturas do Hezbollah nos últimos dias.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [As fotografias da câmara de Carlos Castro são apenas um dos elementos de prova a que o Observador teve acesso. Os ficheiros da investigação permitem reconstituir como a relação com Renato Seabra se começou a deteriorar, dias antes do homicídio num hotel de luxo em Nova Iorque. Ouça o quarto episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo e aqui o terceiro episódio]

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    Trump não está satisfeito com proposta do Irão para acabar a guerra

  • Chefe do Estado-Maior de Israel alerta para "incidentes antiéticos" injustificáveis

    O Chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (IDF), Tenente-General Eyal Zamir, avisou os seus comandos que a erosão dos valores militares pode ser tão destrutiva para o país como as ameaças operacionais enfrentadas nas frentes do Irão, Líbano e Gaza, de acordo com os media internacionais.

    “Os incidentes antiéticos que presenciamos são injustificáveis”, afirmou o Tenente-General Eyal Zamir, numa reunião de atualização operacional dirigida a oficiais de alta patente. O chefe do Estado-Maior explicou que, embora o atual cenário de guerra seja “longo e complexo”, a longevidade dos combates não serve de desculpa para comportamentos que comprometam os padrões e valores das forças armadas.

    “Não podemos comprometer os nossos valores. A erosão de valores e padrões pode ser tão perigosa quanto as ameaças operacionais”, alertou.

  • Bruxelas ameaça sancionar entidades israelitas por receção de trigo ucraniano roubado

    A União Europeia está a avaliar avançar com sanções contra indivíduos e empresas em Israel que ajudem a Rússia a contornar sanções internacionais, revela o Hareetz. Em causa está a importação de cereais ucranianos saqueados por Moscovo nos territórios ocupados e descarregados em portos israelitas.

    “Condenamos todas as ações que ajudem a financiar o esforço de guerra ilegal da Rússia”, afirmou Anouar El Anouni, o porta-voz da UE para os Negócios Estrangeiros, sublinhando que a UE está pronta para incluir entidades de países terceiros na sua “lista negra” de sanções. Em coordenação com Kiev, o bloco europeu já solicitou informações detalhadas ao Governo de Israel sobre o caso.

    Segundo Anouar El Anouni, o desembarque ocorreu apesar de a Ucrânia ter contactado previamente as autoridades israelitas para impedir a operação.

    O alerta de Bruxelas surge após uma investigação do mesmo jornal israelita ter noticiado que um navio da “frota fantasma” russa, carregado com trigo roubado, teve autorização para descarregar no porto de Haifa.

  • Trump desconfia da oferta do Irão, mas EUA preparam contraproposta, diz WSJ

    Os Estados Unidos deverão apresentar nos próximos dias uma resposta formal e novas condições ao Irão, mantendo a via diplomática aberta apesar de manter o ceticismo quanto à mais recente proposta iraniana, avançou o The Wall Street Journal.

    Numa reunião com a sua equipa de segurança nacional, realizada na manhã desta segunda-feira, o Presidente Donald Trump analisou a proposta iraniana sem a rejeitar de imediato. No entanto, segundo fontes oficiais citadas pela publicação, Trump manifestou sérias dúvidas sobre a “boa fé” do regime, salientando que o Irão não parece disposto a ceder na exigência central de Washington: o fim definitivo do enriquecimento de urânio e o compromisso formal de nunca desenvolver armamento nuclear.

    Apesar das reservas da Casa Branca, as autoridades confirmaram que os Estados Unidos pretendem dar continuidade às negociações, estando prevista para breve a apresentação da resposta oficial e de novas condições por parte da administração norte-americana.

  • Rússia defende na ONU “direito legal” do Irão para limitar tráfego no estreito de Ormuz e diz que Ocidente é ainda pior que piratas

    O embaixador da Rússia junto das Nações Unidas, Vassily Nebenzia, defendeu que o Irão possui o direito legal de condicionar o trânsito no estreito de Ormuz perante o atual cenário de conflito e acusou as nações ocidentais de hipocrisia durante uma sessão do Conselho de Segurança, segundo a imprensa internacional.

    Para o diplomata russo, a narrativa internacional tem tentado isolar Teerão como o único culpado pela instabilidade marítima. “Houve uma tentativa de atribuir toda a responsabilidade ao Irão, como se fosse o Irão a atacar os seus vizinhos e a obstruir deliberadamente a navegação“, declarou o embaixador. Segundo o diplomata, o direito internacional permite que um Estado costeiro sob ataque limite a circulação nas suas águas territoriais por motivos de segurança.

    “Ao contrário dos piratas que hasteiam as suas bandeiras negras com uma caveira e ossos cruzados nos seus navios, os países ocidentais tentam ocultar as suas ações ilegais recorrendo a medidas coercivas unilaterais”, concluiu o representante russo.

  • EUA ameaçam com sanções quem prestar serviços a companhias aéreas iranianas

    O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, lançou um aviso à comunidade internacional: qualquer entidade ou indivíduo que colabore com companhias aéreas iranianas sancionadas enfrentará sanções norte-americanas, num momento em que os voos comerciais em Teerão são retomados.

    “Fazer negócios com companhias aéreas iranianas sujeitas a sanções implica o risco de exposição a sanções dos EUA. Governos estrangeiros devem tomar todas as medidas necessárias para garantir que empresas nas suas jurisdições não prestem serviços a essas aeronaves, incluindo o fornecimento de combustível de aviação, catering, taxas de aterragem ou manutenção”, afirmou Bessent num comunicado enviado inicialmente com o The Wall Street Journal.

    “O Departamento do Tesouro exercerá pressão máxima sobre o Irão e não hesitará em agir contra quaisquer terceiros que facilitem ou façam negócios com entidades iranianas”, lê-se ainda.

  • Mediadores consideram que EUA e Irão estão mais próximos do que parece. Seguem-se dias cruciais de negociação

    A ausência de uma segunda ronda oficial de negociações no Paquistão não significa que o diálogo entre Washington e Teerão tenha estagnado. Fontes próximas do processo de mediação garantem à CNN que os dois países não estão tão distantes quanto parecem e que a diplomacia de bastidores está em plena atividade.

    De acordo com estas fontes, o diálogo atual está concentrado na definição de um agenda executada por etapas. A primeira fase de um eventual entendimento privilegiaria o restabelecimento do equilíbrio que existia antes do conflito, centrando-se especificamente na reabertura plena e sem entraves do estreito de Ormuz. A resolução do dossiê relativo ao programa nuclear iraniano ficaria reservada para um momento posterior.

    É ainda avançado que os mediadores mantêm a pressão sobre ambos os lados para que cheguem a um entendimento definitivo, sendo os próximos dias considerados cruciais.

  • “Alegações não são provas”: Israel recorda à Ucrânia que "relações" entre "nações amigas não se conduzem no Twitter"

    Depois de o Governo ucraniano ter convocado o embaixador israelita para prestar esclarecimentos sobre o navio Panormitis — a segunda embarcação russa suspeita de transportar cereais saqueados para o porto de Haifa, em Israel —, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Gideon Sa’ar, respondeu de forma direta: “Alegações não são provas”.

    Sa’ar criticou a comunicação de Kiev, sublinhando que “as relações diplomáticas, especialmente entre nações amigas, não se conduzem no Twitter nem nos meios de comunicação social”. O chefe da diplomacia israelita lamentou ainda que a Ucrânia não tenha apresentado provas que sustentem o alegado roubo da carga, nem formalizado um pedido prévio de assistência jurídica às autoridades de Israel “antes de recorrerem aos meios de comunicação social e às redes sociais”, escreveu no X.

  • "Piratas com mandado": Irão acusa EUA de roubo armado em alto-mar depois de apreensão de navios "carregados com petróleo iraniano"

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão reagiu com dureza à recente apreensão de dois petroleiros carregados com petróleo iraniano por parte dos Estados Unidos, classificando a operação como “roubo armado disfarçado de justiça”.

    “Bem-vindos ao retorno dos piratas — só que agora, eles operam com mandados emitidos pelo Governo, navegam sob bandeiras oficiais e chamam os seus saques de ‘cumprimento da lei’”, escreveu o porta-voz do ministério, Esmail Baghaei, no X.

    “Os Estados Unidos devem ser responsabilizados integralmente por este comportamento descaradamente ilegal, que atinge o cerne do direito internacional e do livre comércio internacional, e ameaça os princípios básicos da segurança marítima”, acrescentou na mesma publicação em que anexa uma captura de ecrã de outra publicação da procuradora dos EUA para o Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, dando conta da apreensão, pelos EUA, de dois navios-tanque “carregados com petróleo iraniano”.

  • Fogo cruzado na ONU: EUA e Irão chocam na abertura de cimeira nuclear

    A abertura da conferência de revisão do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares ficou marcada por um confronto entre as delegações de Washington e Teerão, de acordo com a imprensa internacional. O rastilho para a disputa foi a eleição do Irão como um dos 34 vice-presidentes do encontro, uma nomeação do Movimento Não Alinhado que gerou indignação imediata na delegação norte-americana.

    Os EUA, com o apoio da Austrália e dos Emirados Árabes Unidos, declararam-se “profundamente chocados” com a escolha, acusando o Governo iraniano de manter um histórico de “desprezo” pelas regras do tratado. Enquanto Reino Unido, França e Alemanha manifestavam “preocupação”, a Rússia isolou-se ao opor-se formalmente ao foco crítico sobre Teerão.

    Em reposta, o embaixador iraninao Reza Najafi rejeitou categoricamente as críticas de Washington, classificando-as como “infundadas e politicamente motivadas”.

  • Guterres pede abertura do estreito de Ormuz sem “portagens” ou “discriminação”

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou hoje que a passagem segura e desimpedida pelo estreito de Ormuz é um imperativo económico e humanitário, instando à reabertura desta importante via marítima “sem portagens e sem discriminação”.

    Num debate de alto nível do Conselho de Segurança da ONU intitulado “A Segurança e Proteção da Vias Navegáveis no Domínio Marítimo”, António Guterres apelou às partes envolvidas no conflito no Irão que “abram o estreito”.

    “Deixem passar os navios sem portagens e sem discriminação, deixem o comércio ser retomado e deixem a economia global respirar”, frisou.

  • Rússia apela à diplomacia e apoia a "soberania e integridade territorial"do Irão frente a "ameaças"

    O ministro da Defesa da Rússia, Andrei Belousov, reuniu-se no Quirguistão com o brigadeiro general iraniano, Reza Talaei-Nik, para discutir a situação no Médio Oriente, segundo a TASS.

    Durante o encontro, Belousov reiterou que o conflito que envolve os EUA, Israel e o Irão deve ser resolvido “exclusivamente por meios diplomáticos”: “Defendemos a resolução do conflito exclusivamente por meios diplomáticos. Apoiamos a soberania e a integridade territorial do Irão. Desejo ao povo irmão iraniano e às suas forças armadas resiliência e coragem para superar todas as ameaças que o país enfrenta. Estamos prontos para fazer tudo o que for possível para resolver esta situação”, afirmou Belousov.

  • Ucrânia convoca embaixador de Israel em protesto contra receção de cereais roubados

    O Governo ucraniano convocou oficialmente o embaixador israelita em Kiev para uma reunião na manhã de amanhã. O objetivo do encontro é a entrega de uma nota de protesto formal, exigindo que sejam tomadas “medidas adequadas” contra o comércio ilegal de mercadorias ucranianas que o chefe da diplomacia ucraniana diz terem sido roubadas pelas forças russas.

    A indignação de Kiev prende-se com a chegada ao porto de Haifa de um navio que, segundo as autoridades ucranianas, transporta cereais roubados em territórios ocupados. A diplomacia ucraniana sublinha que esta é uma situação reincidente que não obteve a resposta devida por parte de Telavive no passado.

    “É difícil entender a falta de uma resposta adequada de Israel ao legítimo pedido da Ucrânia em relação ao navio anterior que entregou mercadorias roubadas em Haifa”, refere Andrii Sybihan no X. “Agora que outro navio semelhante chegou a Haifa, alertamos mais uma vez Israel contra a aceitação de grãos roubados e o consequente prejuízo às nossas relações“, acrescentou.

  • Casa Branca confirma: proposta do Irão para reabrir estreito de Ormuz "está a ser discutida"

    A administração norte-americana confirmou que a proposta enviada por Teerão para pôr fim à guerra e reabrir o estreito de Ormuz está já a ser analisada ao mais alto nível.

    A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, revelou aos jornalistas que o dossiê dominou a agenda presidencial logo no início do dia. “Posso confirmar que o Presidente se reuniu com a sua equipa de segurança nacional esta manhã — a reunião pode ainda estar a decorrer… A proposta estava a ser discutida”, afirmou Leavitt.

  • Novo acordo proposto por Teerão prevê fim do bloqueio em Ormuz e adiamento das negociações nucleares

    O Irão propôs cessar os seus ataques a navios no Estreito de Ormuz em troca do fim total da guerra, o que incluiria o levantamento do bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos e o adiamento das negociações nucleares. A informação consta de uma nova proposta apresentada aos mediadores regionais, segundo o The Wall Street Journal, com base em fontes a par do assunto.

    A proposta foi apresentada pelo chefe da diplomacia de Teerão, Abbas Araghchi, que aproveitou a passagem pelo Paquistão no último fim-de-semana para lançar uma nova base negocial. De acordo com fontes próximas do processo, este plano prevê que o debate sobre o programa nuclear iraniano seja colocado em segundo plano por agora. Até ao momento, Washington não emitiu qualquer reação oficial à oferta, revelou um dos informadores.

  • Preocupado, JD Vance tem manifestado dúvidas sobre a narrativa do Pentágono quanto a reservas de armamento

    O vice-presidente dos EUA tem manifestado, em privado, sérias dúvidas sobre a narrativa oficial do Pentágono quanto ao conflito no Irão. Segundo revela a revista The Atlantic, com base em fontes próximas do assunto, JD Vance expressou preocupação, em reuniões à porta fechada, sobre a disponibilidade de certos sistemas de mísseis, cujo esgotamento poderá comprometer a capacidade de resposta dos EUA noutros pontos do globo.

    Sem confrontar diretamente os altos comandos militares sobre uma eventual manipulação de factos apresentados ao Presidente, Vance tem pressionado por relatórios que reflitam a real situação dos arsenais, segundo a publicação.

  • NATO pondera fim das cimeiras anuais para evitar atritos com Trump e focar-se na estratégia a longo prazo, avança a Reuters

    A NATO está a considerar abandonar a prática de realizar cimeiras anuais — mudança que poderá evitar tensões diplomáticos com Donald Trump, no seu último ano de mandato. A informação foi avançada pela Reuters, com base em seis fontes próximas da Aliança Atlântica.

    Embora a frequência destes encontros de alto nível tenha oscilado ao longo dos 77 anos de história da organização, os líderes têm-se reunido todos os verões desde 2021. Contudo, um alto funcionário europeu e cinco diplomatas de países membros confirmaram à agência que existe agora uma pressão interna para reduzir esta cadência.

    De acordo com as fontes citadas, a cimeira de 2027, agendada para a Albânia, deverá ser adiada para o outono desse ano. Além disso, existe a intenção de não realizar qualquer cimeira em 2028 — precisamente o ano das eleições presidenciais nos EUA e o último ano completo de Trump na Casa Branca.

    Atualmente, alguns Estados-membros defendem que as cimeiras passem a realizar-se apenas de dois em dois anos. No entanto, sublinham que ainda não foi tomada uma decisão definitiva e que a palavra final caberá ao secretário-geral da NATO, Mark Rutte.

    Apesar de duas fontes oficiais admitirem que a presença de Donald Trump é um fator determinante para este hiato, outros diplomatas argumentam que existem razões operacionais de peso. Segundo estes, o modelo de cimeiras anuais cria uma pressão excessiva por resultados chamativos, o que acaba por desviar a atenção e os recursos do planeamento estratégico a longo prazo.

  • Navio russo com grãos de territórios ocupados: Kiev deixa aviso a Israel

    A Ucrânia avisou Israel que irá responder diplomática e legalmente caso o país permita que uma embarcação russa que contém grãos de território ucranianos ocupados pela Rússia atraque no porto de Haifa. A notícia é avançada pela Reuters e confirmada pelo Kyiv Independent.

    “Se essa embarcação e a sua mercadoria não for rejeitada, nós reservamos o direito de implantar um conjunto completo de respostas legais diplomáticas e internacionais”, afirmou uma fonte ucraniano, sob anonimato.

    No domingo, o jornal israelita Haaretz publicou uma investigação que dava conta de quatro embarcações que tinham descarregado grãos de territórios ucranianos ocupados pela Rússia desde janeiro.

  • Guterres critica "estado de amnésia coletiva" que levou a novas ameaças nucleares

    O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, criticou hoje o “estado de amnésia coletiva” que se instalou no mundo e que permitiu que as ameaças nucleares voltassem a soar.

    Na abertura de uma reunião de países signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) na sede ONU, em Nova Iorque, Guterres alertou que normas arduamente conquistadas estão a erodir-se e o controlo de armas “está a morrer”.

    “Pela primeira vez em décadas, o número de ogivas nucleares está a aumentar. Os testes nucleares estão de volta à mesa. Alguns Governos estão a considerar abertamente a aquisição destas armas terríveis”, afirmou.

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