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  • Montenegro vira a página para OE simplex sem ultimatos e puxa da social-democracia para justificar dinheiro público na habitação

    Na rentrée, primeiro-ministro não falou de incêndios, virando a página para o OE 2026. Diz não ter “linhas vermelhas” e acredita que negociação será “simples”, tal como o documento a apresentar.

    Montenegro vira a página para OE simplex sem ultimatos e puxa da social-democracia para justificar dinheiro público na habitação

  • Montenegro espera que OE não seja "instrumentalizado", explica André Azevedo Alves

    André Azevedo Alves avalia o discurso de Luís Montenegro: evitou falar sobre incêndios e focou-se na campanha para as autárquicas e no OE. “Seria difícil entender que país entrasse numa nova crise”.

    Ouça aqui a entrevista na íntegra ao politólogo.

    Montenegro espera que OE não seja “instrumentalizado”, explica André Azevedo Alves

  • Montenegro diz que é "disparate" que quis ocultar imóveis e que não se opôs à divulgação, da qual não tem "receio"

    Luís Montenegro disse, à saída aos jornalistas e de forma lacónica, que “não se opôs a nada”, numa alusão aos dados sobre os 55 imóveis que terá pedido à Entidade da Transparência para manter ocultos.

    O primeiro-ministro disse ainda não ter “receio” dessa divulgação e que a ideia que quis esconder esses imóveis é um “disparate”.

    Montenegro trava acesso a dados sobre 55 imóveis declarados à Entidade da Transparência

  • Montenegro disponível a "falar com todos no OE", mas avisa que não está disponível para "mexericos" nem "jogadas políticas"

    Luís Montenegro diz que “a discussão do Orçamento do Estado para o próximo ano será mais simples”. Isto porque, desde logo, “o orçamento está mais simples, já que não pode ser uma salganhada ou uma manta de retalhos. Deve ser um instrumento para promover as medidas que já estavam definidas.

    Montenegro diz que “não queremos que a oposição bata palmas a todas as políticas do Governo” e que “é natural que digam que as políticas não seriam as suas”. Porém, “será difícil à oposição contrariar que as contas estão bem feitas”.

    O primeiro-ministro admite que “o documento não é apenas contabilístico, também é um documento político”.

    Montenegro diz estar disponível para “acertar o que tiver de ser acertado”, mas avisa que “aqueles que se prenderem apenas às jogadas políticas e à gestão comunicacional, vão falhar ao país e às pessoas”.

    O primeiro-ministro diz que “é com humildade, espírito construtivo e sem, como agora se diz, linhas vermelhas” que vai “falar com todos no OE. “Interessa-me pouco aquilo que são os mexericos na política. Eu respeito os outros, espero que os outros nos respeitem a nós.”

    Ouça aqui a intervenção de Luís Montenegro, na íntegra.

    “Governo não está a dormir à sombra da bananeira”

  • Montenegro e redução do IRC: "Empresas olham para este País e veem que Governo não está a dormir à sombra da bananeira"

    Para Montenegro há assim uma validação da política de redução fiscal. O primeiro-ministro diz que, ao contrário do que diz a oposição, este “não é um truque” e que o IRS está efetivamente a descer.

    O primeiro-ministro diz que a redução do IRC é igualmente um sucesso, pois atrai investimento. “As empresas olham para este país e veem que não é um Governo que está a dormir à sombra da bananeira, porque está a dar segurança para que se invista do país”, diz.

  • Montenegro diz que Portugal é "país de confiança" e lamenta falta de eco dado a nota de rating (A+) dado pela Standard and Poor's

    Luís Montenegro diz que podem achar que o que está a dizer “é só conversa”, mas o primeiro-ministro diz que “Portugal é hoje um país de confiança, que é olhado com respeito e credibilidade”

    O chefe de Governo diz que não percebe porque “não se deu o eco ao que transmitiu uma agência financeira, a Standard and Poor’s que subiu para A+ o rating de Portugal”.

    Montenegro diz que esta e outras agências estão a validar o caminho financeiro do País. O primeiro-ministro diz que “muitos duvidaram que o País ia chegar ao fim do ano com contas equilibradas”. Além disso, realça que a agência diz que o “país está com ritmo de crescimento mais elevado do que outros parceiros europeus.”

  • Habitação. Montenegro assina crédito de 1300 milhões com BEI, quer tomar posse de edifícios do Estado e criar "ficha única do imóvel"

    Luís Montenegro anuncia novas medidas para habitação que o Governo vai aprovar esta semana. Desde logo, o primeiro-ministro anuncia que vai ”assinar com o Banco Europeu de Investimento uma linha de crédito de 1.300 milhões de euros para construção de habitação acessível e criar uma “linha de garantia do Banco Português de Fomento para as 133 mil habitações públicas que constam das estratégias locais de habitação dos municípios.”

    A segunda medida anunciada passa por “fixar um prazo para que todas as entidades públicas que têm património que não está a ser utilizado, digam porque não está a ser utilizado” Montenegro garante que “conforme a resposta, vamos transferir para a entidade de gestão todo o edificado que não está a ser utilizado.” E explica de uma forma mais clara: “Vamos dizer a um departamento de Estado: tem casa abandonada, porque está abandonada? Se não há razão, vamos dá-la à Estamo, pode rentabilizá-la e pô-la a render”.

    A terceira medida é a criação de uma “ficha única do imóvel”, que junte todos os documentos que envolvem determinada casa ou terreno.

  • Montenegro vai alavancar habitação com investimento público: "Não somos só moderados, somos sociais-democratas"

    Luís Montenegro, após o desafio da JSD, promete continuar a “retirar os obstáculos à natalidade dos jovens casais”.

    O primeiro-ministro diz que o Governo esta semana vai dar “um novo impulso na área da habitação”. Luís Montenegro diz que “é muitas vezes pela dificuldade do acesso à habitação, a começar logo no embate quando passa do secundário para o ensino superior, em que as opções são tomadas pelos alunos em função de poderem pagar habitação”.

    O chefe de Governo diz que é “uma profunda injustiça” que os jovens não possam ir para a universidade por não terem dinheiro para pagar habitação.

    “Às vezes não nos damos conta que nos sítios onde não há médico, professor ou educador de infância, muitas vezes estão relacionados com a ausência de habitação”, diz Montenegro.

    Montenegro diz que o desafio na habitação “é gigante”, mas “vai ser ultrapassado”, embora demore alguns anos. “Aqueles que nos pedem resultados em meses, ou num ano ou dois depois de terem falhado uma década, vão ter de ter paciência porque nós vamos obter resultados”, atira.

    O primeiro-ministro diz que o Governo vai “motivar o investimento privado, reduzir a burocracia, tomar medidas inovadoras no setor cooperativo”. Mas diz que não vai “contar apenas com a iniciativa privada”, que não é suficiente.

    “Não somos só moderados, somos sociais-democratas. O Estado tem o papel de garantir que não deixa ninguém para trás”, diz Montenegro. O primeiro-ministro diz que, apesar de ter sucedido a um Governo socialista, aumentou o objetivo de 26 mil para 52 mil casas”.

  • Montenegro garante aposta do PSD na formação

    Luís Montenegro começa o discurso de encerramento a elogiar a Universidade de Verão por contribuir para o aumento da “massa crítica” do país.

    O primeiro-ministro fala também sobre o novo projeto da Academia de Formação do PSD online, que vai dar continuidade à discussão entre a rede de alunos da UV e de outros protagonistas.

    “Formar quadros políticos é importante num tempo de desinformação e para termos os melhores no Parlamento, nos Governos e até em departamentos da administração central”, diz Montenegro.

    Montenegro diz que “é na qualificação e na formação que podemos fazer a diferença para o futuro”.

  • Após polémicas sobre amamentação, JSD propõe pacote de medidas "Portugal que Nasce"

    Após as polémicas sobre a amamentação, o líder da JSD entrega um pacto de medidas ao primeiro-ministro com o nome “Portugal que Nasce”. A JSD propõe medidas como “a reintrodução do quociente familiar, em que cada filho conta como uma pessoa inteira no cálculo do IRS” ou “o estabelecimento de uma licença parental de 180 dias, paga a 100%, com liberdade para a família repartir como bem entender.”

  • Líder da JSD apela a Montenegro que ouça a JSD, a "quinta maior força parlamentar", sobre o Orçamento do Estado

    O líder da JSD exige que o Governo se sente à mesa com os deputados da juventude partidária como se fosse um grupo parlamentar. João Pedro Louro diz a Montenegro que não lhe leve a mal, mas que, “num parlamento fragmentado, onde muitos gritam mas poucos constroem, a Juventude Social Democrata é a quinta maior força parlamentar. Com mais deputados que, por exemplo, o Livre. Com mais deputados que o PCP, o Bloco de Esquerda, o JPP e o PAN todos juntos.”

    Daí que João Pedro Louro desafia o primeiro-ministro a levar “a JSD para a mesa das negociações do Orçamento do Estado. Porque a juventude não pode estar ausente das decisões do presente. E porque o parceiro mais confiável que o Governo tem hoje é mesmo a JSD.”

    O líder da JSD diz que o “Partido Socialista está perdido, sem rumo nem visão. O Chega não é confiável nem responsável.” E acrescenta: “Se há força que pensa no futuro com responsabilidade, se há parceiro com quem é possível reformar e transformar Portugal, essa força é a JSD.”

  • Carlos Coelho anuncia Academia de Formação online

    O diretor da Universidade de Verão e vice-presidente do PSD, Carlos Coelho, anuncia que vão existir “um conjunto de iniciativas da formação no próximo ano” dirigida a alunos da Universidade de Verão do PSD”, mas também aberto a outros jovens naquilo que será a Academia de Formação do PSD online.

  • Bom dia,

    neste liveblog, a partir do meio-dia, vamos acompanhar a sessão de encerramento da Universidade de Verão do PSD. O diretor da Universidade de Verão e vice-presidente do PSD, Carlos Coelho, o líder da JSD, João Pedro Louro, e o primeiro-ministro Luís Montenegro vão fazer as três intervenções da sessão que marcam o encerramento da rentrée do PSD.

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