Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • A lista dos novos ministros: Abreu Amorim nos Assuntos Parlamentares, Gonçalo Matias na Reforma do Estado, antiga provedora da justiça no MA

    A lista dos novos ministros:

    Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros
    Paulo Artur dos Santos de Castro de Campos Rangel

    Ministro de Estado e das Finanças
    Joaquim José Miranda Sarmento

    Ministro da Presidência
    António Egrejas Leitão Amaro

    Ministro da Economia e da Coesão Territorial
    Manuel Castro Almeida

    Ministro Adjunto e da Reforma do Estado
    Gonçalo Nuno da Cruz Saraiva Matias

    Ministro dos Assuntos Parlamentares
    Carlos Eduardo Almeida de Abreu Amorim

    Ministro da Defesa Nacional
    João Nuno Lacerda Teixeira de Melo

    Ministro das Infraestruturas e Habitação
    Miguel Martinez de Castro Pinto Luz

    Ministra da Justiça
    Rita Fragoso de Rhodes Alarcão Júdice de Abreu e Mota

    Ministra da Administração Interna
    Maria Lúcia da Conceição Abrantes Amaral

    Ministro da Educação, Ciência e Inovação
    Fernando Manuel de Almeida Alexandre

    Ministra da Saúde
    Ana Paula Mecheiro de Almeida Martins Silvestre Correia

    Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
    Maria do Rosário Valente Rebelo Pinto Palma Ramalho

    Ministra do Ambiente e Energia
    Maria da Graça Martins da Silva Carvalho

    Ministra da Cultura, Juventude e Desporto
    Ana Margarida Balseiro de Sousa Lopes

    Ministro da Agricultura e Mar
    José Manuel Ferreira Fernandes

    O Presidente da República deu o seu assentimento à proposta, que será oportunamente complementada com os Secretários de Estado.

  • Encerramos aqui o artigo liveblog dedicado à atualidade política nacional de terça-feira. Pode conferir todos os desenvolvimentos ao longo desta quarta-feira neste novo artigo.

    Obrigado pela sua confiança.

  • Marques Mendes defende que Presidente deve ser “quem tem mais experiência política

    O candidato presidencial Luís Marques Mendes defendeu hoje que o cargo de Presidente da República “deve ser exercido por quem tem mais experiência política”, assegurando que “não é um voto no desconhecido nem um tiro no escuro”.

    No discurso de encerramento da apresentação da comissão de honra da sua candidatura à Presidência da República, no edifício da UACS – União de Associações do Comércio e Serviço, Luís Marques Mendes defendeu o caráter “eminentemente político” do cargo de Presidente da República.

    “Todos se podem, naturalmente, candidatar. Não é isso que está em causa. Mas aos portugueses compete avaliar. E desde logo deve ter em atenção isto. O cargo mais político na estrutura do Estado em Portugal deve ser exercido também pela democracia por quem tem mais experiência política. Nada disto é corporativo. Tudo isto é bom senso”, atirou.

    Marques Mendes afirmou que os mais de 20 anos em cargos públicos e mais de 10 de comentário televisivo permitiram aos eleitores conhecê-lo “muito bem”, desde o seu pensamento político até aos seus defeitos.

  • Marques Mendes critica "silêncio insuportável" sobre Gaza e pede condenação de ataques israelitas

    Marques Mendes prometeu também que, caso seja eleito Presidente da República, irá nomear um jovem para o Conselho de Estado, para “acrescentar sangue novo às discussões” e dar um “sinal de ambição”.

    Marques Mendes critica “silêncio insuportável” sobre Gaza e pede condenação de ataques israelitas

  • Manuela Ramalho Eanes apoia Marques Mendes para Presidente da República

    Manuela Ramalho Eanes destaca a dimensão ética, sentido de honra e serviços prestados por Marques Mendes ao país, bem como o “importante” papel que desempenhou para esclarecimento da sociedade civil.

    Manuela Ramalho Eanes apoia Marques Mendes para Presidente da República

  • Toy, António Sala e Carla Castro na comissão de honra de Marques Mendes

    Da comissão de honra, presidida por Leonor Beleza, fazem parte 100 nomes, com desportistas como Toni ou Carlos Lisboa, atrizes como Rita Salema ou Sílvia Rizzo, a escritora Alice Vieira e militares.

    Toy, António Sala e Carla Castro na comissão de honra de Marques Mendes

  • Carneiro diz que decisão de Seguro "deve ser reconhecida como ato de coragem e cidadania"

    José Luís Carneiro disse esta noite que a decisão de António José Seguro, de candidatar-se às Presidenciais, “deve ser reconhecida como ato de coragem e cidadania”. Mas não diz se o apoia: “O meu dever é salvaguardar a unidade do PS”.

    O socialista que é o único candidato à liderança do partido, refugiou-se no facto de ainda não ser líder, para não se pronunciar sobre o apoio do PS, mas também com a decisão já tomada pela Comissão Nacional do partido sobre essas eleições.

    Em fevereiro, ainda com a anterior liderança, o órgão máximo do partido entre congressos reuniu-se e decidiu que vai aguardar pela clarificação dos eventuais interessados, na área do PS, em concorrer a Belém, para depois decidir quem apoia. Carneiro lembra que foi também assim que o PSD decidiu, esta semana, o apoio a Luís Marques Mendes.

    Quando confrontado com as declarações que fez ao Observador, no final de março, sobre preferir Augusto Santos Silva, Carneiro diz agora que “ninguém desconhece as relações de estima e amizade” que tem com Santos Silva e Seguro e também com António Vitorino, mas também diz que o seu “dever é salvaguardar a unidade do PS” e que vai ouvir a “pluralidade” do partido, com “consciência” do “momento delicado” do PS — e que a solução “robusteça e não enfraqueça” o partido.

    Ainda sobre Seguro, também diz que não teve qualquer conversa sobre o anúncio “nos temos em que foi”.

    O socialista encerra hoje a sua participação semanal no programa da CNN Portugal, porque vai candidatar-se à liderança do PS.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Ventura acusa partidos de "traição pelas costas, rasteira" e de fazerem "cordão sanitário"

    Aos jornalistas, André Ventura reagiu ao chumbo dos nomes indicados pelo Chega, dizendo que para alguns partidos ou deputados “não interessa a representatividade, interessa é tirar o Chega”.

    “É lamentável que isto aconteça. Não quero fazer um super caso à volta disto, mas é uma nova traição pelas costas, rasteira”, condena. “Estão a tentar fazer um cordão sanitário. Então não vale a pena fazer declarações públicas. Houve da parte de alguns partidos ou deputados uma traição ao espírito do Parlamento”.

    Ventura diz que não sabe se vai apresentar os mesmos nomes para a próxima votação e que terá de pensar e falar com o seu grupo parlamentar.

  • Ventura diz que chumbos são "lamentáveis", PSD garante que estaria disponível para repetir votação

    André Ventura reage à votação dizendo que é “lamentável, especialmente neste quadro parlamentar” e que vai reunir-se com o grupo parlamentar e apresentar novas candidaturas para os lugares.

    Hugo Soares intervém para informar que o PSD estaria disponível para repetir a votação e garantir a eleição total dos membros da mesa. “Porque é que não garantiu antes?”, grita-se da bancada do PS. Isto porque se toda a bancada do PSD tivesse votado a favor dos nomes, assumindo que a bancada do Chega faria o mesmo, as eleições estariam garantidas.

    André Ventura fica à conversa com Aguiar-Branco, rodeado pela bancada do Chega.

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Votação para cargos que não foram eleitos acontecerá quando se votar programa do Governo

    Aguiar-Branco diz agora segundo o regimento há quórum para a mesa da Assembleia poder funcionar e portanto deve repetir-se a votação na próxima sessão parlamentar (quando se discutir o programa de Governo) para os cargos que não foram eleitos (Diogo Pacheco Amorim como vice da AR e Filipe Melo como secretário da mesa).

  • Parlamento chumba indicados do Chega, Pacheco Amorim e Filipe Melo, para cargos na AR

    Depois de uma longa (e agitada) pausa para contagem dos votos para os cargos da Assembleia da República, são agora lidos os resultados.

    Conselho de Administração aprovado com 216 votos, 12 votos brancos, 2 votos nulos.

    Vice-presidentes da Assembleia:

    Teresa Morais – 196 votos a favor, 34 brancos.

    Diogo Pacheco Amorim – 115 a favor.

    Marcos Perestrello – 128 a favor, 102 brancos.

    Rodrigo Saraiva – 179 a favor, 51 brancos.

    Secretários da mesa:

    Gabriel Mithá Ribeiro – 131 votos a favor

    Joana Lima – 183 votos a favor

    Germana Sousa Rocha – 192 a favor, 38 brancos

    Vice-secretários

    Sandra Pereira – 194 votos a favor

    Filipe Melo – 113 votos a favor

    Susana Correia – 129 votos a favor

    Gonçalo Valente – 133 a favor.

    Ou seja, eleitos Teresa Morais, Marcos Perestrello e Rodrigo Saraiva. Diogo Pacheco Amorim e Filipe Melo, indicados pelo Chega, ficaram pelo caminho.

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Aguiar-Branco aliviado e Ventura “cigano”

    José Pedro Aguiar-Branco mantém-se no cargo de PAR no estilo que estreou, com nova configuração do parlamento. Ventura vai tentar tourear Montenegro – será esta a última legislatura da III República?

    Ouça aqui o episódio a íntegra.

    Aguiar-Branco aliviado e Ventura “cigano”

  • Qual a história da casa da democracia?

    O site da AR permite conhecer o Palácio de São Bento sem sair de casa. Começou por ser um mosteiro, foi uma prisão e até uma sepultura de estranhos. O edifício acolhe o Parlamento desde 1833.

    Qual a história da casa da democracia?

  • Qual a história da casa da democracia?

    O site da AR permite conhecer o Palácio de São Bento sem sair de casa. Começou por ser um mosteiro, foi uma prisão e até uma sepultura de estranhos. O edifício acolhe o Parlamento desde 1833.

    [Ouça aqui a Conferência de Imprensa]

    Qual a história da casa da democracia?

  • Hugo Soares: "Que esta seja a legislatura em que procuremos o que nos une"

    É a vez da bancada do PSD, com Hugo Soares a dizer que o resultado da eleição “fala por si” e que é o “resultado da normalidade democrática e do prestígio das instituições”.

    Agora “é tempo de cuidar do prestígio das instituições”, diz o deputado social-democrata focando naquilo que diz unir vários deputados. como por exemplo “reduzir impostos sobre o trabalho, valorizar carreiras da administração pública, que defenda imigração regulada”, aponta para concluir: “Que seja a legislatura em que procuremos o que nos une e o que nos une é Portugal.”

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Ventura pede revisão constitucional que "ignore" a esquerda e diz que esta legislatura "será a última da terceira República"

    André Ventura, do Chega, diz que os votos em Aguiar-Branco foram “notórios” e pede que represente “todos os deputados”.

    De seguida, diz que não se vai dirigir ao país de 1974, 1910 ou 1820, mas aos portugueses que saíram de casa para votar no dia 18 de maio e que querem que o Parlamento lhes diga que vai fazer uma “mudança firme”, “cortar a direito” e não dizer “balelas de Abril ou de março”.

    Lembra que há seis anos se sentou na bancada do Chega, sozinho, e o “país era outro”. Seis anos depois “já ninguém está a rir nem a brincar”, diz, acrescentando que “por todo o gozo, humilhação, perseguição, bota-abaixo e ataque brutal” os portugueses saíram de casa e disseram: “Queremos o Chega, e forte”. Frisa que foi o partido que mais cresceu e que “todos apostavam” na sua derrota “estrondosa”.

    “O povo português saiu de casa para dizer: continuem com essas balelas, o Chega vai continuar a crescer até governar”. Diz que este resultado foi um aviso à “bolha político-mediática” com “sondagens absolutamente manipuladas” e supostas “tentativas de perseguição”. Diz até que terá havido apelos à “prisão” dos membros do Chega.

    “Vencemos na contagem um a um”, diz, insinuando que noutros anos houve “contagens paralelas” em que também teria vencido nos círculos da emigração. “Nunca tivemos uma maioria tão grande”, diz, desafiando a direita a “não desistir das reformas”, agora que diz ter-se livrado “do espectro que não serve para nada” — a esquerda.

    “Pela primeira vez podemos mudar a Constituição sem o partido que representa mais o sistema, o PS”, argumenta. “Está na nossa mão e só na possa mão. Agora que os podemos ignorar o país não nos perdoará se não fizermos mudança”.

    Ventura diz que lutou para que o Chega fosse a primeira força política e que acredita que esta legislatura será “a última da terceira República”. “A partir de agora será para cortar e ir atrás de quem tivemos de ir ou não terão valido a pena estas eleições. Quem nos roubou 50 anos terá de devolver”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Livre queixa-se de distribuição de lugares e diz que "espírito da Constituição não deve ser desvirtuado"

    Agora fala Isabel Mendes Lopes, do Livre, que fala na “discordância” com a forma de condução dos trabalhos por Aguiar-Branco, nomeadamente em relação ao “discurso de ódio”.

    A deputada do Livre diz que quando se permite “estamos a incutir o medo” nos grupo de pessoas que são atacados por esses discursos. Embora diga a Aguiar-Branco que não contou com o voto do Livre, promete-lhe “lealdade”.

    A deputada queixa-se da distribuição dos lugares do Livre que, diz, “não ajuda ao trabalho na Assembleia da República” e pede que se “encontre uma solução”.

    Ainda fala da Constituição, alertando que o seu “espírito não deve ser desvirtuado” — isto quando sabe que há uma maioria à direita para uma revisão constitucional.

  • PCP diz que este é "tempo de luta", num quadro político "negativo para o povo"

    Paula Santos, do PCP, intervém e começa por dizer que fazer cumprir a Constituição não pode ser um ato de circunstância, mas um compromisso diário. Defende que o PAR não pode deixar passar injúrias e insultos no Parlamento.

    Depois, acrescenta que os políticos também não podem “passar ao lado da vida” dos trabalhadores, de quem trabalha por turnos, da juventude com “sonhos sucessivamente adiados”, dos utentes privados do acesso aos cuidados de Saúde ou das famílias “expulsas” por não conseguirem pagar rendas tão altas. Também não se pode passar ao lado da “acumulação de lucros astronómicos de grupos económicos”. Este, diz, é um tempo “de combate e de luta”, num quadro “negativo para o povo”.

    O PCP prometer apresentar propostas para uma alternativa, mostrando que a política da AD “não serve o povo”. Lembra as propostas para aumentar pensões, salário mínimo, valorização dos profissionais de Saúde, limitação do aumento das rendas e o reconhecimento do Estado da Palestina. Com “determinação para enfrentar a direita e os projetos reacionários”.

  • Núncio deseja que políticos tenham ouvido portugueses, que "querem estabilidade"

    Paulo Núncio, do CDS, saúda em particular Aguiar-Branco, pela reeleição com “tranquilidade”, muito diferente do que aconteceu há um ano. “Porventura é um sinal de que este Parlamento tem condições de governabilidade muito diferentes”.

    Diz que o mandato anterior de Aguiar-Branco foi marcado pela pacificação das relações parlamentares e pela defesa intransigente da liberdade de expressão. E deseja-lhe sorte e sucesso: “O país e a democracia portuguesa bem precisam e bem merecem”.

    Depois, deseja que o país político tenha ouvido a voz dos portugueses nestas eleições, porque disseram que querem “estabilidade política”. “A História é fundamental, honremos a nossa História e criemos os alicerces sólidos para o futuro”.

  • Mortágua desafia esquerda a "começar a construir" uma maioria

    Agora um momento que faz rir as bancadas da direita, com Aguiar-Branco a esquecer-se de chamar Mariana Mortágua, que agora é deputada única, para intervir. A deputada do BE acaba por ser chamada e começa a intervenção a fazer contas a quantos votos representa cada deputado de cada bancada, levantando vozearia à direita.

    Depois de Aguiar-Branco pedir silêncio, a deputada continua e diz que não apoiou a eleição do presidente da Assembleia da República, mas deixou “três compromissos”. Da sua intervenção a Assembleia da República “só conhecerá seriedade, o debate elevado, leal e independentemente dos temas e das provocações que vierem de bancadas que querem atacar a AR”.

    Também promete “propostas convictas” e ainda o diálogo à esquerda. A “soma dos deputados que se opõem à direita não é suficiente para uma maioria mas podemos começar a construí-la, com trabalho, diálogo e muita convicção”.

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