Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Libertação de reféns está prevista para as primeiras horas de segunda-feira

    A libertação dos reféns israelitas mantidos em Gaza pelo Hamas deve acontecer na manhã da próxima segunda-feira, avança o Channel 12, citado pelo Times of Israel. De acordo com as fontes ouvidas pelo órgão de comunicação social israelita, a libertação poderá começar durante a madrugada de domingo para segunda-feira, e deve estar completa até às 12h30 locais, 10h30 em Portugal continental.

    A informação foi entretanto confirmado por um alto responsável do Hamas à agência noticiosa France-Presse (AFP).

    “Em conformidade com o acordo assinado, a troca de prisioneiros deve começar na segunda-feira de manhã, como combinado, e não há novidades a esse respeito”, disse a mesma fonte.

    Depois da entrega, Israel deverá libertar cerca de 2.000 detidos palestinianos das suas prisões, de acordo com os termos da primeira fase de um acordo de cessar-fogo assinado pelas duas partes e que foi impulsionado pelos Estados Unidos.

  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra no Médio Oriente neste novo artigo em direto.

    Netanyahu confirma regresso de reféns na segunda-feira: “Atingimos vitórias incríveis. Lutámos e ganhámos”

  • Antonio Guterres e Keir Stamer confirmam presença em cimeira sobre Gaza no Egipto

    Antonio Guterres vai participar na cimeira sobre Gaza no Egipto na próxima semana, diz um porta-voz da ONU ao Times of Israel.

    Guterres “vai viajar ao Egipto para participar na cimeira pela paz na segunda-feira em Sharm el-Sheikh”, diz o porta-voz, adicionando que o secretário-geral regressa na quarta-feira.

    Mais cedo, o primeiro-ministro britânico também confirmou a sua presença da cimeira pela paz em Gaza. Keir Stamer deve reunir-se com os líderes no Egipto, onde se espera que destaque o papel do Presidente norte-americano e os esforços diplomáticos do Egipto, do Qatar e da Turquia, diz o gabinete do primeiro-ministro.

  • Irão duvida que Israel respeite o cessar-fogo na Faixa de Gaza

    O chefe da diplomacia do Irão disse hoje que aquele país, apoiante de longa data do grupo islamista Hamas, não tem “nenhuma confiança” em Israel relativamente ao respeito do cessar-fogo na Faixa de Gaza.

    “Não há absolutamente nenhuma confiança no regime sionista”, afirmou o chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, citado pela agência France-Presse (AFP), argumentando que “houve repetidos cessar-fogos no passado, em vários locais, nomeadamente no Líbano”, que foram “violados” por Israel.

    Israel e o Hamas concluíram na madrugada de quinta-feira, no Egito, um acordo de cessar-fogo, que entrou em vigor na sexta-feira, prevendo a libertação dos reféns detidos em Gaza dentro de 72 horas em troca de prisioneiros detidos por Israel.

    Este acordo baseia-se num plano anunciado no final de setembro pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para pôr fim à fase mais recente do conflito israelo-palestiniano em Gaza, que escalou em 2023 com uma ofensiva de Israel, desencadeada por um ataque do Hamas em 07 de outubro.

    “Alertamos para as artimanhas e traições do regime sionista”, afirmou Abbas Araghchi em declarações difundidas na televisão estatal, referindo-se a Israel, um Estado que não é reconhecido pelo Governo iraniano.

    No entanto, o chefe da diplomacia iraniana reafirmou o apoio do Irão ao cessar-fogo em Gaza.

    “Sempre apoiámos qualquer plano ou medida suscetível de pôr fim a estes crimes contra a população de Gaza, de pôr fim a este genocídio”, sublinhou.

  • Egipto confirma conferência de líderes mundiais sobre a paz em Gaza na segunda-feira

    De acordo com o The Guardian, em cima da mesa vai estar “o acordo para acabar com a guerra em Gaza”. O encontro vai acontecer em Sharm El-Sheikh e o jornal britânico cita fonte da presidência daquele país africano. Mais de 20 líderes internacionais vão estar presentes, incluindo o Presidente dos EUA, Donald Trump.

  • Milhares nas ruas de Londres, Oslo e Milão em apoio ao povo palestiniano

    Em Londres, os manifestantes percorreram o Victoria Embankment, um passeio ribeirinho ao longo da margem norte do Tamisa, até Whitehall, zona onde se situam vários edifícios do Governo britânico.

    De acordo com a agência espanhola EFE, nos cartazes empunhados pelos manifestantes liam-se frases como “Do rio até ao mar, Palestina será livre”, “Não é crime agir contra o genocídio”, em referência às detenções ocorridas em 04 de outubro numa outra manifestação, e “[Keir] Starmer [primeiro-ministro do Reino Unido] tem sangue nas mãos. Palestina livre”.

    O diretor da organização Campanha de Solidariedade com a Palestina, que convocou a manifestação, Ben Jamal, explicou, citado pela EFE, que a convocatória foi mantida apesar do cessar-fogo, porque “o acordo de paz proposto não é um plano para uma paz duradoura” e “não aborda questões fundamentais que estão na origem do conflito, como o sistema de apartheid contra a população palestiniana ou o seu direito à autodeterminação”.

    Esta foi a 32.ª manifestação nacional no Reino Unido de apoio à Palestina desde 2023, segundo a Campanha de Solidariedade com a Palestina, e teve uma contra-manifestação convocada sob o lema “Paremos o ódio”, cujos participantes se concentraram no cruzamento entre as ruas Aldwych e Strand.

    Milhares nas ruas de Londres, Oslo e Milão em apoio ao povo palestiniano

  • Witkoff, Kushner e Ivanka Trump discursam na Praça dos Reféns. "Obrigado Trump", grita a multidão

    Depois de visitarem a Faixa de Gaza, Steve Witkoff e Jared Kushner juntaram-se a Ivanka Trump para participarem da manifestação de familiares de israelitas presos em Gaza na Praça dos Reféns, em Telavive, dias antes do prazo para a libertação.

    “Para os reféns: vocês estão a regressar à casa”, disse Witkoff, sob aplausos, relata o The Guardian. Para os familiares, o enviado especial norte-americano disse: “A sua coragem moveu o mundo”. Depois foi a vez de Jared Kushner discursar. “Não poderia estar mais orgulhoso em ser um amigo de Israel”, disse o genro de Trump. Aseguir, Ivanka assumiu o microfone e foi ovacionada ao falar o nome do pai. “Deus abençoe todos que estão aqui em solidariedade durante este capítulo tão difícil”. A multidão passou a gritar: “Obrigado Trump”.

  • Jared Kushner e Steve Witkoff estiveram na Faixa de Gaza este sábado

    Jared Kushner e Steve Witkoff estiveram este sábado na Faixa de Gaza, confirmaram as autoridades israelitas num comunicado publicado pelo The Guardian. Os dois, que tiveram um papel central no acordo de cessar-fogo firmado há dois dias, fizeram visita guiada pelo general israelita Eyal Zamir numa base militar, na companhia do comandante norte-americano Brad Cooper.

  • Hamas não vai participar na assinatura oficial do acordo de paz

    O Hamas não vai participar na assinatura oficial do acordo de paz com Israel, disse um dirigente do movimento islamista à AFP.

  • Historiador Avi Shlaim "pessotimista" sobre o conflito no Médio Oriente

    “Sou um pessotimista”, afirmou o escritor Avi Shlaim, em Óbidos, esclarecendo estar “pessimista quanto ao facto de este conflito não se resolver num futuro previsível”, admitindo que provavelmente, “não se resolverá” durante a sua vida.

    Mas, por outro lado, acrescentou: “Estou otimista quanto ao facto de, a longo prazo, este conflito não poder persistir”.

    Na opinião de Avi Shlaim “Israel não continuará a escapar ao assassínio e a justiça acabará por prevalecer”, o que significa que “os palestinianos terão liberdade e igualdade na sua própria terra”.

    Avi Shlaim falava na terceira mesa do Fólio, com William Sieghart. Uma conversa em que abordaram o acordo de paz entre Israel e o Hamas, que ambos reconhecem ser “um avanço” no conflito que dura há mais de dois anos.

    Para os dois oradores a dúvida é até quando se irá manter este acordo que o primeiro, lembrou William Sieghart, o primeiro-ministro Israelita, Benjamin Netanyahu “só assinou porque Donald Trump mandou”.

    O futuro de Israel e da Palestina “está nas mãos destes homens, o que seria cómico, se não fosse trágico”, afirmou Avi Shlaim, acrescentando que ” Netanyahu é um criminoso [de guerra] e Donald Trump um condenado”.

    Seja qual for a solução para o conflito, ambos concordam que passará sempre por sentar os líderes e Israel e do Hamas à mesa das negociações até que as partes consigam apertar as mãos.

    Só que enquanto William Sieghart consegue pensar nesse esse aperto de mão como “um cenário real”, para Avi Shlaim tal não passa ainda de “uma ideia romântica”.

    “Até conseguir que ambos os lados se juntem, muito tem que mudar “, afirmou o escritor, reafirmando que falta neste processo “uma voz da palestina”.

  • Macron viaja segunda-feira para o Egito

    O Presidente francês, Emmanuel Macron, vai viajar na próxima segunda-feira para o Egito para as conversações sobre a implementação do plano de paz para Gaza apresentado por Donald Trump.

    Macron vai reunir-se com os parceiros regionais para discutir os próximos passos. Também vai reafirmar o compromisso de França com uma solução de dois estados como base para uma paz duradoura, segurança e reconstrução na região.

  • Erdogan diz que Israel "deve cumprir a sua promessa"

    O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que o seu país apoiará qualquer iniciativa “que ponha fim de forma permanente aos massacres e ao genocídio que têm ocorrido em Gaza nos últimos dois anos” e que Israel “deve cumprir a sua promessa” no cessar-fogo.

    Citado na Al Jazeera, Erdogan expressou esperança de que o cessar-fogo entre Israel e o Hamas leve a uma paz duradoura, calma e segurança na Faixa de Gaza.

    “Israel deve cumprir a sua promessa. Deve pôr fim às suas políticas agressivas que representam uma ameaça para a região e para a segurança dos seus cidadãos”, afirmou.

  • Mais de meio milhão de palestinianos regressaram à cidade de Gaza desde o cessar-fogo

    Mais de 500 mil palestinianos regressaram à cidade de Gaza depois o início da primeira fase do cessar-fogo, avançou a agência de defesa civil de Gaza.

    “Mais de meio milhão de pessoas regressaram à cidade de Gaza desde ontem”, afirmou Mahmud Bassal, porta-voz da defesa civil, citado no Times of Israel.

  • Hamas recusa desarmamento, condição necessária na proposta de Trump

    O desarmamento do Hamas, previsto no plano de Donald Trump para pôr fim à guerra em Gaza, está “fora de questão”, afirmou o movimento islâmico palestiniano à AFP.

    “A entrega das armas proposta está fora de questão e não é negociável”, acrescentou um responsável do Hamas, sob condição de anonimato.

    Esta quinta-feira, o Presidente do EUA afirmou que espera um “desarmamento” e “retirada” de tropas na próxima fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza.

  • Hamas diz que agressões a palestinianos são “plano de judaização” da Cisjordânia

    O grupo islamista Hamas denunciou hoje ataques de colonos israelitas contra agricultores palestinianos, considerando que está em curso um “plano de judaização” da Cisjordânia ocupada.

    “Os ataques brutais e intensos dos colonos, ontem [sexta-feira] e hoje de manhã, contra os campos, casas e propriedades de cidadãos [palestinianos] como os que ocorreram nas localidades de Abraga e Beita, a sul de Nablus, e na aldeia de Umm Safa, a norte de Ramalá, revelam a determinação da ocupação [israelita] de seguir com uma política sistemática” de tentativa de expulsão dos habitantes, afirmou o membro do Hamas, Abdurrahman Chadid.

    No canal do grupo islamista na rede social Telegram, o responsável apelou a organizações de direitos humanos – tanto locais como internacionais – para atuar de “forma urgente” para documentar estes ataques e exercer pressão para travar as políticas de ocupação israelitas na Cisjordânia.

    Segundo o membro do Hamas, os ataques acontecem num ambiente de total impunidade e com o apoio na retaguarda por parte de soldados e polícias israelitas.

  • Prisioneiros palestinianos transferidos para outras instalações durante a noite antes da libertação

    Milhares de agentes de segurança transferiram prisioneiros palestinianos para outras prisões antes da sua libertação, como parte do acordo de cessar-fogo com o Hamas, informou o Serviço Prisional de Israel, citado no Times of Israel.

    Os agentes transferiram os prisioneiros, que serão trocados por reféns detidos pelo Hamas e outros grupos terroristas em Gaza, para as prisões de Ofer e Ketziot, de acordo com as instruções do governo.

  • Ataque das IDF no Líbano causou grande explosão

    A Al Jazeera partilhou na rede social X um vídeo de uma grande explosão provocada pelo ataque das forças israelitas ao Líbano, que fez um morto e sete feridos.

  • Comandante dos EUA visita Gaza e reafirma que não serão enviadas tropas americanas para lá

    O chefe do Comando Central dos EUA rvelou que visitou Gaza para discutir a estabilização pós-conflito e insistiu que não serão enviadas tropas americanas para lá.

    O almirante Brad Cooper escreveu no X que acabava de regressar de uma viagem a Gaza para discutir a criação de um “centro de coordenação civil-militar” liderado pelos EUA, que irá “apoiar a estabilização do conflito”.

    Este sábado, cerca de 200 soldados americanos chegaram a Israel para ajudar a resgatar reféns e monitorizar o cessar-fogo.

  • ONU afirma ter "um longo caminho pela frente" com o cessar-fogo

    A porta-voz do Gabinete das Nações Unidas para os Assuntos Humanitários (OCHA), Olga Cherevko, afirmou que o acordo de cessar-fogo deve ser respeitado para que a população de Gaza receba a ajuda de que tanto necessita. “Esta é uma tarefa monumental e temos um longo caminho pela frente”, disse à Al Jazeera.

    “Daremos prioridade aos mais vulneráveis. A vida das pessoas não passará de horrível a maravilhosa num só dia. Mas estamos prontos para trabalhar.”

  • Pelo menos 151 mortos foram levados para hospitais no último dia em Gaza

    Pelo menos 151 corpos de palestinos mortos em Gaza, bem como 72 feridos, foram levados para hospitais no último dia, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, citado na Al Jazeera.

    O ministério disse que 116 dos corpos pertenciam a pessoas mortas nos primeiros dias da guerra e foram recuperados dos escombros nas últimas 24 horas.

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