Momentos-chave
- Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental
- Chamas avançam na direção de Bemposta (Penamacor). "As pessoas estão rodeadas, podem ter de evacuar a aldeia", diz morador
- Proteção Civil diz que a freguesia de Ermida é a principal preocupação
- Dezenas de concelhos em risco máximo de incêndio esta terça-feira, sobretudo a norte do Tejo
- População de Ermida "confinada na igreja". Aldeia está ameaçada pelas chamas
- Fogo de Arouca com seis frentes ativas arde com muita intensidade
- Autarca de Penamacor receia que já possam ter ardido habitações
- Incêndio em Penamacor aproxima-se da Aldeia de João Pires
- Um bombeiro ferido no incêndio de Arouca
- Autarca de Ponte da Barca pede ajuda dos meios aéreos para combater fogo que se aproxima da aldeia de Ermida
- Fogo em Ponte da Barca “está descontrolado” e a ameaçar habitações, diz presidente da Câmara
- Fogo em Arouca obriga ao encerramento dos passadiços do Paiva
- “Muitos reacendimentos” complicam combate ao fogo em Ponte da Barca
- Cinco bombeiros feridos em despiste seguido de capotamento em Barcelinhos
Histórico de atualizações
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Terminamos a cobertura dos incêndios em Portugal desta segunda-feira nesta página, mas continuaremos a acompanhar tudo o que se passa, ao minuto, neste novo liveblog.
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Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental
As autoridades estavam a combater, às 01h10, 33 incêndios em todo o país, que envolvem 1778 operacionais e 557 meios terrestres, segundo dados da Proteção Civil. Dada a hora, já não existem meios aéreos a combater chamas.
O incêndio que mais meios junta está a lavrar em Canelas e Espiunca, Arouca: no terreno estavam, àquela hora, 532 operacionais e 165 veículos.
Já em Aranhas, Penamacor, encontravam-se 413 bombeiros e 141 veículos no combate às chamas. Em Lindoso, Ponte da Barca, 385 bombeiros, ajudados por a18 meios terrestres, combatiam as chamas pouco depois das 1h00.
No Sopo, em Vila Nova de Cerveira, 80 operacionais e 24 meios terrestres procuram controlar o incêndio em fase de conclusão.
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Fogos em Ponte da Barca, Penamacor com reforço de meios e populações em risco
Os incêndios em Ponte da Barca, Peamacor e Arouca continuam a lavrar com grande intensidade, colocando algumas populações em risco e estão a ter reforço de meios, segundo o Comando Nacional da Proteção Civil.
Segundo o chefe de operações do Comando Nacional da Proteção Civil, Rui Oliveira, os três incêndios, que estão a ser combatidos por 983 operacionais, continuam a “ser preocupantes”, lavrando com “grande intensidade”, e aproximando-se de populações.
O vento e os difíceis acessos estão a dificultar o trabalho dos bombeiros.
Assim, em Ponte da Barca, “temos neste momento 374 operacionais e 120 veículos no terreno, mas vamos reforçar os meios esta noite”, disse à Lusa o chefe de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, admitindo que o fogo se aproxima de populações.
“Já está a ser também usada uma máquina de rasto para proteger para evitar que o fogo chegue às casas”, adiantou.
No entanto, ainda não há aldeias onde as pessoas estejam a ser retiradas. “O que se está a fazer é a concentrar pessoas num local”, sublinhou.
Em Penamacor estão no local 360 operacionais e 119 veículos no combate ao fogo que tem duas frentes ativas, mas uma já dominada em 50%, mas a outra a arder “com grande intensidade, devido à ação do vento”, explicou aquele responsável.
Por isso, também já estão a ser usadas duas máquinas de rasto e a caminho do local estão outras duas, “para evitar que o fogo chegue a populações que estão na linha de incêndio”.
Este incêndio também contará com um reforço de meios terrestres.
A combater o incêndio em Arouca estão neste momento 245 operacionais e 73 veículos e haverá ao longo desta noite um reforço de meios com corporações vindas de outros pontos do país, referiu o responsável da Proteção Civil, admitindo que ali também há “aldeias em perigo”.
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Chamas avançam na direção de Bemposta (Penamacor). "As pessoas estão rodeadas, podem ter de evacuar a aldeia", diz morador
O incêndio que lavra há várias horas no concelho de Penamacor já se aproximou de várias aldeias, a última das quais Bemposta, no extremo sul do concelho. À Rádio Observador, um morador relata o avanço do incêndio na direção da aldeia.
“Os acessos à aldeia são muito estreitos. Não vejo aqui nenhum bombeiro e cada vez está a avançar mais. É difícil controlar uma frente tão grande, não há meios para isso. Vai chegar à aldeia porque o mato chega à aldeia. O grande perigo é que entre dentro da aldeia”, disse Daniel Lopes, deixando um alerta: “as pessoas estão rodeadas, podem ter de evacuar a aldeia”.
O morador de Bemposta (uma aldeia com pouco mais de uma centena de habitantes) reaçou que o incêndio começou em Penamacor “em terrenos da Câmara Municipal”. “Foi aldeia do Bispo, Aranhas, Aldeia de João Pires e Bemposta”.
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Proteção Civil diz que a freguesia de Ermida é a principal preocupação
A freguesia de Ermida, em Ponte da Barca era, às 21h27, a principal preocupação da proteção civil no combate ao fogo que começou no sábado no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG).
Em declarações à agência Lusa, o comandante sub-regional do Vale do Ave da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Rui Costa, adiantou que o incêndio florestal “tem uma frente ativa” e que estão a ser realizados “trabalhos de consolidação de alguns locais que foram extintos durante o dia”.
“Reposicionarmos meios para adotar estratégia diferente com o início da noite e continuamos a fazer proteção da freguesia de Ermida”, referiu Rui Costa.
O comandante sub-regional do Vale do Ave que rendeu Marco Domingues, responsável pelo Alto Minho acrescentou que “os idosos e pessoas com mobilidade reduzida [de Ermida] continuam abrigados na Igreja de Entre-Ambos-os Rios”.
“Não há condições para voltarem a casa. Estão a ser fornecidas refeições, fornecimento de água e todas as comodidades necessárias. Está tudo a ser acautelada com os serviços do município a necessidade de garantir pernoita noutro local. O caso da população idosa está a ser monitorizado e devidamente acompanhado”, frisou.
Segundo o responsável, o incêndio que deflagrou no sábado ás 21:47, no lugar de Parada, freguesia de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, causou hoje “ferimentos ligeiros em cinco bombeiros” que seguiam na viatura de Vila Nova de Tazem, em Gouveia, no distrito da Guarda, que se despistou e tombou na autoestrada A3 em Rebordões de Souto, no concelho de Ponte de Lima.
“Não há registo de mais feridos entre população e operacionais no terreno e, em residências de primeira habitação. Há registos de danos em abrigos de gado e anexos de alfaias agrícolas”, referiu Rui Costa.
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Dezenas de concelhos em risco máximo de incêndio esta terça-feira, sobretudo a norte do Tejo
Com as temperaturas a aumentarem de forma acentuada em todo o país a partir de amanhã, dezenas de concelhos vão estar em risco máximo de incêndio rural (o mais elevado na escala).
Segundo o IPMA, a situação mais crítica vai verificar-se nos concelhos a norte do rio Tejo mas também nalguns concelhos do distrito de Faro. Os distritos de Santarém, Castelo Branco, Coimbra, Viseu, Guarda, Vila Real, Bragança, Aveiro, Porto e Braga vão ter a larga maioria dos seus concelhos em risco máximo de incêndio.
Já no Algarve, estarão em risco máximo os concelhos de Tavira, Silves, Portimão e Monchique.
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População de Ermida "confinada na igreja". Aldeia está ameaçada pelas chamas
A população da aldeia de Ermida foi “confinada na igreja” daquela localidade, disse à CNN o presidente da Câmara de Ponte da Barca, Augusto Marinho.
“O cenário mais difícil é na freguesia de Ermida. A Ermida está com uma frente muito próxima das casas, a população está confinada na igreja. Está a ser avaliada a necessidade de evacuação”, disse o autarca, realçando que o “cenário é perigoso e de difícil combate”.
“O cenário é muito preocupante e com o cair da noite e sem meios aéreos, vamos tentar dar o melhor”, vincou.
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Fogo de Arouca com seis frentes ativas arde com muita intensidade
O incêndio que deflagrou cerca das 13:00 em Arouca, no distrito de Aveiro, tem atualmente seis frentes ativas e está a arder com muita intensidade, disse à Lusa o comandante da corporação local de Bombeiros.
“Isto está complicado. O incêndio ainda está a arder com grande intensidade. Ainda há pouco eram quatro frentes, mas houve uma projeção devido ao vento e ele abriu logo em duas frentes”, disse o comandante José Gonçalves.
O comandante diz que atualmente não há casas em risco e espera que o combate às chamas evolua de forma favorável durante a noite.
“Temos de esperar pelo cair da noite, para ver se isto acalma um bocadinho e se conseguimos fazer um combate mais eficaz”, disse o comandante.
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Autarca de Penamacor receia que já possam ter ardido habitações
O incêndio que lavra desde as 16:36 em Penamacor, combatido por mais de 300 operacionais, pode já ter afetado habitações à entrada da Aldeia de João Pires, disse à Lusa o presidente do município, António Beites.
“Muito provavelmente já arderam habitações, pelos estrondos que se ouviram do rebentamento de botijas de gás. Casas de segunda habitação à entrada da Aldeia de João Pires, é provável que tenha acontecido, mas não está confirmado”, adiantou o autarca de Penamacor, no distrito de Castelo Branco.
O fogo, que começou na freguesia de Aranhas e, em poucos minutos, progrediu entre Aldeia do Bispo e Aldeia de João Pires, tem agora outra frente, que avança para a localidade de Bemposta.
Segundo o presidente da Câmara de Penamacor, “neste momento as chamas circundam parte da Aldeia de João Pires” e a principal preocupação é dominar a frente que segue para Bemposta antes do anoitecer, enquanto os meios aéreos ainda podem atuar.
Caso tal não aconteça, o autarca receia que a situação se possa complicar durante a noite.
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Incêndio Ponte da Barca. A cantina ambulante, o pavilhão de descanso e o abastecimento
Em Entre Ambos-os-Rios, em Ponte da Barca, toda a ajuda é bem-vinda. Os habitantes uniram-se para ajudar os operacionais que combatem desde sábado as chamas que parecem não ter fim à vista.
Incêndio Ponte da Barca. A cantina ambulante, o pavilhão de descanso e o abastecimento
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Incêndio em Penamacor aproxima-se da Aldeia de João Pires
Um incêndio em zona de mato, que lavra desde as 16:36, na freguesia de Aranhas, está a aproximar-se da Aldeia de João Pires, no concelho de Penamacor.
O fogo está a progredir entre as localidades de Aldeia do Bispo e Aldeia de João Pires.
O coordenador do Comando Sub-regional da Beira Baixa, Pedro Nunes, disse à agência Lusa que o incêndio está em curso, se está a aproximar da Aldeia de João Pires e que aguardam a chegada de reforços terrestres solicitados.
“Estamos a definir toda a operação, estamos a fazer uma defesa perimétrica na Aldeia de João Pires e a salvaguardar os bens e as habitações”, adiantou à Lusa Pedro Nunes.
Segundo o coordenador do Comando Sub-Regional da Beira Baixa, a esta hora as condições para o combate às chamas não são favoráveis, tendo em conta vários fatores, como o calor, o vento, a humidade relativa e o material combustível.
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Um bombeiro ferido no incêndio de Arouca
Um bombeiro que combatia o incêndio que lavra em Arouca ficou ferido num braço, avançou a RTP. O bombeiro pertence à corporação dos Bombeiros Voluntários de Arouca e foi transportado para uma unidade hospitalar.
No que diz respeito a este incêndio, a situação mais crítica é a da aldeia de Canelas, que está ameaçada pelo avanço das chamas.
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Autarca de Ponte da Barca pede ajuda dos meios aéreos para combater fogo que se aproxima da aldeia de Ermida
O presidente da Câmara de Ponte da Barca, Augusto Marinho, pediu a ajuda “urgente” de meios aéreos para combater as chamas que estão próximas da aldeia de Ermida.
“Reforcei o pedido para que seja feita uma descarga urgente. Tenho a indicação de que os meios aéreos se dirigem para cá para acudir a esta situação. É muito urgente, caso contrário não se consegue controlar o fogo e teremos de o combater já dentro da aldeia”, disse Augusto Marinho, em declarações à RTP3.
“O acesso a esta parte da aldeia é difícil e precisamos urgentemente dos meios aéreos”, sublinhou o autarca, realçando que o “fogo é muito difícil de combater, descontrola-se e fica muito próximo de habitações”
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Fogo em Ponte da Barca “está descontrolado” e a ameaçar habitações, diz presidente da Câmara
O presidente da Câmara de Ponte da Barca disse hoje que o incêndio que começou no sábado no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) “piorou e está totalmente descontrolado”, com “projeções por todo o lado” e “habitações ameaçadas”.
“Muito, muito, muito preocupante. A Estrada Nacional 203 voltou a ser encerrada. Temos situações muito preocupantes com focos de incêndio que ameaçam habitações. Estou muito preocupado. O fogo está totalmente descontrolado”, afirmou Augusto Marinho.
Em declarações à agência Lusa, o autarca social-democrata, que hoje ativou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, disse temer que a “situação se agrave durante a noite”.
“Temos meios posicionados na tentativa de proteger pessoas e habitações. Ainda há pouco tivemos um foco de incêndio junto a um centro de dia. O fogo percorre zonas inacessíveis. Os meios aéreos são fundamentais e, por isso, com o anoitecer começo a ficar muito preocupado. O dispositivo terrestre está muito empenhado em ambos os lados da Serra Amarela, porque há habitações ameaçadas em vários pontos”, destacou.
Segundo Augusto Marinho, “os operacionais no terreno já demonstram muito cansaço”, sendo “importante a sua rendição”.
“Nesta altura todos os meios são necessários. Nesta altura, há uma dispersão muito grande de focos de incêndio o que torna o combate muito difícil, com reacendimentos constantes”, frisou, destacando diversos lugares da União de freguesia de Entre-Ambos-os-Rios, Ermida, e Germil como “mais preocupantes”.
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Fogo em Arouca obriga ao encerramento dos passadiços do Paiva
O incêndio que lavra desde as 13:00 em Arouca, no distrito de Aveiro, já levou ao encerramento temporário dos passadiços do Paiva e da famosa ponte suspensa.
“Por motivos de segurança, e devido a um incêndio ativo na zona envolvente, os Passadiços do Paiva e a ponte 516 Arouca encontram-se temporariamente encerrados”, refere uma nota publicada na página dos Passadiços, na rede social Facebook.
Fonte da loja interativa de Turismo de Arouca disse à Lusa que, até ao momento, não têm conhecimento que o fogo tenha atingido esta infraestrutura, mas, por precaução, a mesma irá manter-se encerrada durante o resto do dia.
O incêndio deflagrou cerca das 13:15 numa área de mato na zona de Alvarenga, em Arouca.
Pelas 16:10, segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil na Internet, estavam empenhados no combate às chamas 156 operacionais, 45 viaturas e oito meios aéreos.
Esta não é a primeira vez que os Passadiços do Paiva, uma das mais importantes infraestruturas turísticas locais, são afetados pelo fogo.
A última vez ocorreu em setembro de 2024, quando um incêndio destruiu cerca de dois quilómetros dos passadiços, o que representa um quarto da sua extensão total.
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“Muitos reacendimentos” complicam combate ao fogo em Ponte da Barca
O presidente da Câmara de Ponte da Barca disse hoje que os “muitos reacendimentos” do incêndio que começou no sábado no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) estão “a complicar muito” o combate às chamas.
“É um cenário muito complicado, com uma extensão grande, com muitos reacendimentos, reacendimentos próximos das populações. Há sítios em que a população está sozinha porque os meios estão empenhados em vários teatros, não se podem desdobrar. Se não fosse uma frase banal, descrevia a situação como o inferno na Terra”, afirmou.
Em declarações à agência Lusa, Augusto Marinho referiu que o secretário de Estado da Administração Interna disse que o incêndio com duas frentes “é mais preocupante na Ermida, em Parada, e Cidadelhe”.
“No lugar da Igreja, em Entre-Ambos-os-Rios, também está complicado. A antiga escola primária e uma casa situadas num local mais isolado estavam em risco. O vento muda de direção e surgem novos focos. É muito vento, é muito calor e um terreno muito difícil”, referiu.
Augusto Marinho adiantou que, “graças aos operacionais no terreno, para já, não há ainda casas” afetadas.
O incêndio “já provocou prejuízos elevados, matando gado e consumindo anexos e alfaias agrícolas, entre outros”, referiu, acrescentando que falou com o secretário de Estado da Proteção Civil que lhe “assegurou que todos os meios aéreos disponíveis estão alocados ao fogo de Ponte da Barca”.
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Cinco bombeiros feridos em despiste seguido de capotamento em Barcelinhos
Cinco bombeiros que se dirigiam para o combate ao incêndio em Ponte da Barca sofreram ferimentos ligeiros depois de a viatura em seguiam se ter despistado e depois capotado na A3. Inicialmente, fonte dos bombeiros disse ao Observador que o despiste se tinha dado em Barcelinhos mas a fonte da GNR avançou que o acidente ocorreu em Rebordões de Souto, no concelho de Ponte de Lima.
Os operacionais, quatro homens e uma mulher, foram assistidos no local e levados com ferimentos leves para o Hospital de Viana do Castelo.
Os quatro bombeiros tinham saído de Vila Nova de Tazem, no distrito da Guarda, para combaterem o incêndio. Segundo a mesma fonte, a circulação na A3 “está cortada ao trânsito no sentido sul/norte, na zona do acidente”.
Ponte da Barca. Cinco bombeiros feridos em despiste seguido de capotamento em Barcelinhos
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Abrimos este liveblog para acompanharmos ao detalhe os incêndios que lavram em Portugal, nomeadamente os de Ponte da Barca e Arouca, que mobilizam um maior número de meios.
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