Histórico de atualizações
  • Montenegro desafia Pedro Nuno a mostrar projeto para o país. "Vamos ver quem está preparado"

    “Temos tempo de demonstrar o qume fizemos e o qume vamos fazer. É verdade qume e 11 meses fomos capazes de cummprir um terço do qume tínhamos no Programa do Governo. E estamos e condições de ter um programa renovado. Vamos acrescentar ainda mais objetivos”, promete Lumís Montenegro.

    “E vamos colocar ao país a qumestão qume te de ser colocada: vale a pena mumdar de Governo? Para onde? Oum vale a pena reforçar este Governo? E para qumê? O qume se espera da campanha eleitoral é qume aqumeles qume qumere umma mumdança expliqume e qume é essa mumdança consiste e mostre qume são mais habilitados do qume nós”, desafia o primeiro-ministro.

    “Vamos, mais umma vez, de terra e terra, de debate e debate, explicar o objetivo das nossas políticas e a consequmência qume esse objetivo te na vida concreta de cada um de nós. Vamos ver qume é qume está preparado para este debate. Nós não nos vamos isentar da nossa responsabilidade e de fazer umma campanha elevada.”

    Antes, Lumís Montenegro já tinha acumsado a oposição de ser responsável pelas eleições antecipadas e de estar a tentar umsar o caso Spinummviva para “esconder a incapacidade” qume te e apresentar um alternativa ao país. “Nós estamos cá para tumdo.”

    “Vamos continumar a transformar Portumgal”, despede-se Lumís Montenegro, mumito aplaumdido pelos conselheiros nacionais do PSD. A reumnião continuma agora à porta fechada.

  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura dos desenvolvimentos da política nacional.

    Pode acompanhar todos os acontecimentos desta quinta-feira no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    AD vai propor reduções de IRC e IRS? “Não fomos mais longe porque PS e Chega não quiseram”, diz Leitão Amaro

  • CDS-PP volta a indicar Nuno Melo e Paulo Núncio para integrar listas da coligação

    O CDS-PP vai voltar a indicar o presidente, Nuno Melo, e o vice-presidente e líder do grupo parlamentar, Paulo Núncio, para integrar as listas de candidatos a deputados na coligação com o PSD às eleições legislativas de maio.

    Estes nomes foram apresentados ao Conselho Nacional, que está hoje reunido na sede do CDS-PP, em Lisboa.

    Fontes presentes na reunião transmitiram à Lusa que Nuno Melo, que é atualmente ministro da Defesa Nacional, vai ser candidato a deputado pelo Porto e Paulo Núncio vai integrar a lista por Lisboa.

  • Montenegro coloca 11 ministros na estrada

    11 ministros vão ser cabeças de lista do PSD à Assembleia da República, com Luís Montenegro a procurar tirar o foco da polémica com a Spinumviva e a desafiar o PS a ir a jogo.

    [Ouça aqui a reportagem da Rádio Observador]

    Montenegro coloca 11 ministros na estrada

  • “Aliança Democrática” pode mudar de nome

    Hugo Soares, secretário-geral do PSD, explica agora o impacto da exclusão do PPM nesta coligação da Aliança Democrática, sobretudo na questão da nomenclatura.

    “Não foi possível chegar a entendimento. A questão ficou resolvida e respeitamos muito os seus eleitores. Não há nada que impeça a utilização da sigla ‘AD’”, nota Hugo Soares.

    Ainda assim, o social-democrata reconhece que a coligação pode não vir a utilizar o nome “Aliança Democrática” nas próximas legislativas. Ou seja, existe a hipótese de manter a sigla AD, mas tendo de encontrar outras duas palavras para o efeito.

    Depois das primeiras declarações de Hugo Soares, fonte da direção do partido veio explicar que nada está de facto decidido e que todas as opções estão em aberto neste momento. Nos próximos dias será tomada uma decisão sobre essa questão.

  • Acusados na Operação Tutti-Frutti fora das listas

    Tal como se previa, Carlos Eduardo Reis e Luís Newton, ambos acusados no âmbito da Operação Tutti-Frutti, não constam da lista de candidatos a deputados pela AD.

    Antes da dissolução do Parlamento, e na sequência do despacho de acusação, os dois suspenderam o mandato de deputado.

    Outro destaque: João Pedro Louro, atual líder da JSD, será deputado do PSD na próxima legislatura.

  • CDS fica na mesma: só tem garantias de eleger dois deputados

    Apesar de ter sido um desejo assumido pelo CDS, os democratas-cristãos não têm garantias de que venham a eleger mais deputados nas próximas eleições legislativas.

    Além dos dois lugares garantidos (o 4.º pelo círculo eleitoral de Lisboa e o 2.º pelo Porto), o CDS não teve direito a mais deputados nesta lista de candidatos.

    Em termos realistas, o CDS só pode ambicionar crescer no Parlamento se a AD conseguir eleger 16 deputados por Lisboa e/ou pelo Porto.

  • PPM sem direito a lugar elegível nas listas da coligação

    Tal como era previsível, o PPM de Gonçalo da Câmara Pereira acabou por não ter direito a qualquer lugar elegível nas listas de candidatos a deputados da AD.

    Esta exclusão pode trazer um imbróglio jurídico à coligação. Nas últimas legislativas, recorde-se, o grande argumento para incluir Gonçalo da Câmara Pereira, que foi praticamente escondido durante os 15 dias de campanha eleitoral, foi precisamente a necessidade de utilizar a marca “AD” criada por Francisco Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa e Gonçalo Ribeiro Telles.

    Não há garantias jurídicas de que essa sigla possa ser usada se o PPM for excluído da coligação e contestar o uso de “AD” nas próximas eleições. Aparentemente, no entanto, os homens de Montenegro e Melo estarão dispostos a pagar para ver.

  • "Será uma eleição relevante para poder dar a Portugal condições de governabilidade"

    Discursa agora Luís Montenegro, que começa por elogiar Miguel Albuquerque pela vitória na Madeira. Não resiste, aliás, a acusar o PS e o Chega de terem querido derrubar o presidente do Governo Regional da Madeira de ter tentado vencer na “secretaria”.

    O primeiro-ministro fala depois sobre as próximas eleições legislativas. “Será uma eleição relevante para poder dar a Portugal condições de governabilidade”, sublinha Luís Montenegro. O social-democrata destaca depois os mais recentes números sobre o desempenho económico conhecidos hoje — Portugal obteve o terceiro excedente em democracia.

  • Montenegro escolhido como candidato a PM por aclamação

    Arranca agora o Conselho Nacional do PSD. No primeiro ponto da ordem de trabalhos, Luís Montenegro acaba de ser aprovado como candidato a primeiro-ministro por aclamação, sem grande surpresa.

  • Luís Fazenda: "BE cumpriu a lei e tem condições para crescer"

    Fundador do BE regressa como cabeça de lista às legislativas, ao lado de Francisco Louçã e Fernando Rosas.

    Não se compromete com uma reedição da geringonça e diz que o Bloco de Esquerda tem condições para crescer nas próximas eleições. Defende ainda o partido no caso dos despedimentos.

    Ouça aqui o Explicador, na íntegra.

    Luís Fazenda: “BE cumpriu a lei e tem condições para crescer”

  • Pedro Soares mantém críticas à direção de Mortágua: "Somar gerações? BE tem excluído"

    Bloco de Esquerda convidou três fundadores para cabeça de lista às legislativas. Pedro Soares, rosto da oposição interna, elogia e diz até que o regresso já devia “ter acontecido há mais tempo”.

    Em entrevista ao programa Explicador, diz que a direção de Mariana Mortágua devia chamar mais nomes e critica “falta de pluralidade” e a “exclusão de gerações, sensibilidades e propostas”.

    Como exemplo nota que a lista de candidatos a deputados não traz “ninguém” que esteja ligado a “moções alternativas” à liderança do partido.

    Ouça aqui a entrevista a Pedro Soares na íntegra.

    Pedro Soares mantém críticas à direção de Mortágua: “Somar gerações? BE tem excluído”

  • Eis a lista completa de cabeças de lista da AD

    AVEIRO – Luís Montenegro
    BEJA – Gonçalo Valente
    BRAGA – Hugo Soares
    BRAGANÇA – Hernâni Dias
    CASTELO BRANCO – Pedro Reis
    COIMBRA – Rita Júdice
    EUROPA – José Manuel Fernandes
    ÉVORA – Francisco Figueira
    FARO – Maria Graça Carvalho
    FORA DA EUROPA – José Cesário
    GUARDA – Dulcineia Moura
    LEIRIA – Margarida Balseiro Lopes
    LISBOA – Joaquim Miranda Sarmento
    PORTALEGRE – Manuel Castro Almeida
    PORTO – Paulo Rangel
    SANTARÉM – Fernando Alexandre
    SETÚBAL – Teresa Morais
    VIANA DO CASTELO – José Pedro Aguiar Branco
    VILA REAL – Ana Paula Martins
    VISEU – António Leitão Amaro

  • Montenegro candidato por Aveiro. Hernâni Dias é aposta em Bragança

    Já são conhecidos os cabeças de lista da AD para as próximas eleições.

    Destaque para a ida de Luís Montenegro por Aveiro, a inclusão de Aguiar-Branco por Viana do Castelo e Hernâni Dias, que se afastou do Governo na sequência de uma polémica em torno da lei dos solos, que será candidato por Bragança.

    Quanto ao mais, confirma-se a aposta em vários atuais governantes como cabeças de lista. Pedro Reis (Economia) será candidato por Castelo Branco, Rita Júdice (Justiça) em Coimbra, José Manuel Fernandes (Agricultura) pelo círculo da Europa, Maria Graça Carvalho (Ambiente) vai por Faro, Margarida Balseiro Lopes (Juventude) vai por Leiria.

    Além destes, Joaquim Miranda Sarmento (Finanças) vai encabeçar a lista por Lisboa, Manuel Castro Almeida (Coesão) vai por Portalegre, Paulo Rangel (Negócios Estrangeiro) encabeça a lista pelo Porto, Fernando Alexandre (Educação) estreia-se a Santarém, Ana Paula Martins (Saúde) e António Leitão Amaro (Presidência) vão por Vila Real e Viseu, respetivamente.

    Em termos de pesos pesados do Governo, destaque para a ausência de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas, neste leque de cabeças de lista. Margarida Blasco, ministra da Administração, também não está neste leque.

    Montenegro reforça listas de deputados com governantes

  • Mariana Mortágua diz que Montenegro "não tem o direito de escolher" com quem vai debater

    A coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, afirmou que o primeiro-ministro Luís Montenegro não tem o “direito a escolher quem quer enfrentar”, sobre a decisão tomada pelo líder da coligação de enviar o presidente do CDS-PP, Nuno Melo, para debater com BE, Livre e PAN.

    Mortágua, numa conferência de imprensa na sede do BE, diz não recusar debater com Nuno Melo, mas que ele o terá de fazer enquanto líder do partido e não como representante da coligação com o PSD.

    “O que não pode acontecer, porque é um desrespeito à democracia e aos adversários políticos, é Luís Montenegro, que se candidata a primeiro-ministro, escolher os adversários com quem discute e os adversários com quem não discute”, afirmou a coordenadora do BE.

    Para Mortágua, “não há razão justificável” para Montenegro ter esta recusa em debater cara a cara com os três partidos.

    “Achar que um debate é incómodo não é uma razão para alguém não fazer um debate e fugir dele. Porque a democracia não é assim, quando nós nos candidatamos, enfrentamos quem temos de enfrentar”, sublinhou.

  • Ventura acusa Montenegro de cobardia e de medo de debater com todos

    O presidente do Chega, André Ventura, acusou hoje o primeiro-ministro de “cobardia política” e de ter medo de entrar nos debates com todos os partidos com representação parlamentar antes das eleições legislativas de 18 de maio.

    “Eu acho que é lamentável que o primeiro-ministro se recuse a debater com outras forças políticas com representação parlamentar e que claramente esteja a querer fugir aos debates”, afirmou o líder do Chega em conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa.

    André Ventura considerou que Luís Montenegro “percebe que os debates lhe vão ser incómodos, percebe que os debates lhe vão ser difíceis, e então quer enviar para os debates alguém que nem sequer é candidato a primeiro-ministro, que é o presidente do CDS”.

    “Isso é absolutamente desprestigiante, mostra cobardia política, mostra que está com medo de debater e mostra que quer fugir a esse escrutínio e a esse debate”, acusou.

    André Ventura afirmou que “quem é candidato a primeiro-ministro tem o dever de ir a debates e esclarecer” e que Luís Montenegro “não pode enviar para o debate quem quiser, se não os outros partidos também poderão enviar quem quiserem”.

  • Excedente: "PS vai propor medidas de acordo com possibilidade que país tem de gastar"

    Questionado sobre a promessa do ministro das Finanças de baixar impostos nas próxima legislatura, o socialista diz que não o “surpreende porque é a mesma pessoa que falhou todas as previsões: prometeu reduzir a carga fiscal e aumentou, prometeu a execução do investimento e hoje está abaixo do que foi projetado em dezembro pelo Governo”.

    “Ou não se tem noção do que está a dizer ou se está a procurar iludir os portugueses”, voltou a dizer. O PS contestou, durante os seus anos de governação, o aumento da carga fiscal de que era acusado pelo PSD e argumentou sempre que se isso acontecia não pelo aumento de impostos mas das contribuições para a Segurança Social. Mas sobre isto, Mendonça Mendes remete a questão para Miranda Sarmento: “Qual diferença que existe entre o aumento da carga fiscal deste ano e o aumento nos anos anteriores?”

    Quanto ao programa do PS e se a margem permite baixar impostos ou outras medidas de distribuição do excedente, Mendonça Mendes não se compromete e diz que o partido “irá propor medidas que estejam de acordo com a possibilidade que o país tem de gastar”.

    Diferencia-se do que diz ser o “hábito do PSD”, dizendo que no PS o hábito é “propor o que pode fazer e não dar um passo maior do que a perna”.

  • Montenegro quer nos debates “todos os parceiros” da coligação com assento parlamentar

    O primeiro-ministro e líder do PSD defendeu hoje que nos debates para as legislativas devem participar, em nome de uma coligação, “todos os parceiros com representação parlamentar”.

    Luís Montenegro reagiu numa publicação na rede social X às notícias veiculadas por diferentes órgãos de comunicação de que só aceita debater com os líderes de PS, Chega, Iniciativa Liberal e PCP, tendo indicado o presidente do CDS-PP, Nuno Melo, parceiro de coligação, para debater com BE, Livre e PAN.

    “No último ano participei em 18 debates na Assembleia da República com todos os líderes partidários. Não fujo a nenhum debate, mas a democracia deve respeitar que numa coligação possam intervir todos os parceiros com representação parlamentar. E a campanha eleitoral não acabará sem me cruzar em debate com todos”, referiu o primeiro-ministro.

  • Contas públicas. "São resultados da destruição das contas certas", acusa o PS

    No PS, António Mendonça Mendes analisa os dados das contas públicas conhecidos esta quarta-feira e diz que se trata de “resultados da destruição das contas certas”, acusando o Governo de “iludir os portugueses”.

    Em declarações aos jornalistas, o dirigente do PS acredita que “as famílias não se deixarão iludir” e aponta um “evento raro” e que “deve preocupar a gestão orçamental” da conjugação de três realidades: crescimento no ponto alto do ciclo económico, a deterioração do salto orçamental e o aumento da carga fiscal.

    Isto, disse o antigo secretário de Estado doas Assuntos Fiscais, “nos último 30 anos só tinha acontecido em 1991, 1998 e 2000, anos que antecederam ciclos económicos negativos”. “Hoje o que assistimos foi voltar para trás”, acusa ainda Mendonça Mendes que atira ao Governo a responsabilidade de ter “piorado as contas públicas e aumentar a carga fiscal”.

  • Nuno Melo diz perceber que partidos "possam ter receio de debater" consigo

    O ministro da Defesa e presidente do CDS-PP, Nuno Melo, disse esta quarta-feira perceber que certos partidos “possam ter receio de debater” consigo nas televisões, mas afirmou estar “sempre à disposição” para o fazer.

    “Percebo que possam ter receio de debater comigo. Eu estou sempre à disposição para debater com eles”, respondeu apenas Nuno Melo, à margem de uma visita à Base Aérea N.º 11, no distrito de Beja.

    Segundo notícias veiculadas em diferentes órgãos de comunicação, Luís Montenegro só aceita debater com os líderes de PS, Chega, Iniciativa Liberal e PCP, indicando o líder do CDS-PP, Nuno Melo, parceiro da coligação Aliança Democrática, para debater com BE, Livre e PAN.

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