Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Zelensky critica Hungria por estar "sempre contra tudo", referindo-se à recusa de Orbán em assinar declaração da UE de apoio à Ucrânia
- Zelensky rejeita retirada das tropas ucranianas do Donbass
- Reunião entre Trump e Putin é "uma vitória" para o Kremlin, diz Zelensky
- Reunião entre líderes no Alasca será "um exercício de escuta" para o líder norte-americano, diz Casa Branca
- Casa Branca diz que Zelensky não participa na reunião do Alasca porque encontro foi "um pedido de Putin"
- Putin falou com Kim Jong-un ao telefone sobre a reunião no Alasca e a assistência norte-coreana na reconquista de Kursk
- Casa Branca confirma que encontro entre Trump e Putin terá lugar em Anchorage, a maior cidade do Alasca
- Kallas pede para que pressão sobre cedências territoriais seja feita sobre Moscovo e não sobre Kiev
- Lavrov conversou por telefone com Rubio para confirmar o "compomisso com o sucesso" da cimeira entre Putin e Trump
- "As nossas terras não estão à venda", diz o antigo líder ucraniano Poroshenko
- Ucrânia anuncia novo ataque contra armazém de drones russos para "reduzir a capacidade do inimigo de realizar ataques"
- Erdoğan disposto a realizar cimeira de líderes na Turquia para acabar com a guerra na Ucrânia
- Primeiro-ministro da Sérvia planeia demitir políticos pró-Rússia devido à pressão do Ocidente
- Donald Tusk acusa Rússia de incitar ao ódio ao tentar colocar polacos contra ucranianos
- Reunião entre Trump e Putin é "crucial" para o diálogo, mas nenhuma decisão pode ser tomada "sem a Ucrânia", diz Zelensky
- Orbán não assinou declaração de apoio à Ucrânia por considerar que UE não se deve meter nas negociações para as quais não foi chamada
- Zelensky agradece aos líderes europeus o "apoio claro à independência" da Ucrânia
- Montenegro saúda “esforços do Presidente Trump” para pôr fim à guerra
- Ucrânia admite ceder territórios já controlados pela Rússia para alcançar um acordo de paz
- Rússia está a preparar-se para nova ofensiva e não para por fim à guerra, diz Zelensky
- Finlândia acusa capitão de petroleiro ligado à Rússia por danos em cabos submarinos
- Líderes europeus dizem que Ucrânia deve ter liberdade para decidir o seu futuro
- Putin não é confiável "nem um pouco", alerta Starmer
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou a exclusão da Ucrânia das negociações entre Donald Trump e Vladimir Putin agendadas para o Alasca. Embora considere as reuniões importantes para o diálogo bilateral, sublinhou que nenhuma decisão sobre o seu país pode ser tomada sem a presença de um representante ucraniano. Zelensky confia que Trump valorizará a necessidade de envolver a Ucrânia no processo de paz.
- A reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, marcada para a maior cidade do Alasca, Anchorage, foi descrita como “uma vitória” para o Kremlin por Zelensky. A celebração deste encontro em território americano é vista como uma oportunidade para o Presidente russo sair do isolamento e evitar possíveis sanções americanas. A Casa Branca justificou a ausência de Zelensky afirmando que o encontro foi um pedido de Putin.
- A Hungria foi o único país da União Europeia a não assinar a declaração conjunta de apoio à Ucrânia. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, justificou a sua decisão com o facto de a União Europeia ter sido excluída das negociações entre Trump e Putin. Orbán sugeriu a realização de uma cimeira UE-Rússia como resposta ao exemplo da reunião EUA-Rússia.
- Recep Tayyip Erdoğan, Presidente da Turquia, demonstrou disposição para organizar uma cimeira de líderes que inclua Ucrânia, EUA, Rússia e Turquia, com o objetivo de resolver o conflito entre a Ucrânia e a Rússia. Na conversa com Zelensky, Erdoğan sublinhou que quaisquer negociações sem a Ucrânia não levarão a uma paz sustentável e reafirmou o apoio à soberania e integridade territorial ucraniana.
[Um homem desobedece às ordens dos terroristas e da polícia e entra sozinho na embaixada. Momentos depois, ouve-se uma enorme explosão. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto a embaixada turca em Lisboa e uma execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o quarto episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]
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Zelensky critica Hungria por estar "sempre contra tudo", referindo-se à recusa de Orbán em assinar declaração da UE de apoio à Ucrânia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou, esta terça-feira, a Hungria por ter sido o único país a não assinar a declaração conjunta da União Europeia de apoio à Ucrânia.
No seu discurso diário, o líder ucraniano afirmou que “há uma posição de princípio por parte dos líderes europeus – uma declaração clara da União Europeia, 26 países, todos connosco – no trabalho diplomático e nas posições de princípio”.
“E é claro quem é o vigésimo sétimo, sempre contra tudo, apenas para ser exclusivamente ‘contra’”, disse Zelensky referindo-se à Hungria.
We continue communication with our partners – for common positions, strong positions. Today, I spoke with the President of Türkiye, the Amir of Qatar, the President of Romania, and the Prime Minister of the Netherlands.
There is a principled stance from European leaders – a… pic.twitter.com/ZFmKA2D53N
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) August 12, 2025
Como o Observador noticiou anteriormente neste liveblog, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, afirmou que não assinou a declaração conjunta do bloco comunitário porque considera que a União Europeia não se deve meter nas negociações para as quais não foi chamada.
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Zelensky rejeita retirada das tropas ucranianas do Donbass
O líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, excluiu qualquer saída das forças ucranianas do Donbass para pôr fim à guerra com Moscovo.
“Não nos retiraremos do Donbass [que inclui as regiões ucranianas de Donetsk e Luhansk], afirmou o Presidente ucraniano aos jornalistas, considerando que se esse território for controlado pela Rússia, servirá de desculpa para o Kremlin lançar uma “ofensiva futura” contra a Ucrânia nas regiões de Dnipropetrovsk, Zaporíjia e Kharkiv.
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Reunião entre Trump e Putin é "uma vitória" para o Kremlin, diz Zelensky
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou, esta terça-feira, que a cimeira entre os líderes russo e norte-americano no Alasca, é “uma vitória” para o Kremlin.
Em declarações aos jornalistas, Zelensky disse que “em primeiro lugar, Putin terá uma reunião em território americano, o que, penso eu, é uma vitória pessoal para ele”, acrescentando que esta reunião tira o Presidente russo do seu “isolamento” e adia possíveis sanções americanas.
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Reunião entre líderes no Alasca será "um exercício de escuta" para o líder norte-americano, diz Casa Branca
Durante a conferência de imprensa desta terça-feira, a porta-voz da Casa Branca afirmou que a cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin será “um exercício de escuta” para o líder norte-americano.
Karoline Leavitt diz que está “muito confiante” de que Trump continuará otimista após a reunião com Putin, mas recorda que “apenas uma das partes envolvidas nesta guerra estará presente, por isso, o objetivo é que o Presidente [norte-americano] obtenha uma compreensão mais sólida de como podemos pôr fim a esta guerra”.
Leavitt confirma, ainda, que há planos para Trump viajar para a Rússia no futuro.
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Casa Branca diz que Zelensky não participa na reunião do Alasca porque encontro foi "um pedido de Putin"
Questionada sobre a ausência de Zelensky na reunião entre Putin e Trump, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, justificou-se ao dizer que “esta reunião aconteceu porque o Presidente da Rússia pediu ao Presidente dos Estados Unidos para se encontrar com ele”.
Para Washington, o líder norte-americano “está a concordar com esta reunião a pedido do Presidente Putin”, sendo que o objetivo do encontro é que os dois líderes saiam “com uma melhor compreensão de como podemos acabar com esta guerra”.
“Esta administração realmente usou todas as alavancas, tomou todas as medidas para alcançar a paz através de uma solução diplomática”, acrescentou.
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Putin falou com Kim Jong-un ao telefone sobre a reunião no Alasca e a assistência norte-coreana na reconquista de Kursk
O Presidente russo, Vladimir Putin, falou ao telefone com o seu homólogo norte-coreano,Kim Jong-un, esta terça-feira, relata a agência noticiosa TASS.
De acordo com as informações divulgadas pelo Kremlin, o líder russo saudou, durante a chamada telefónica, a Coreia do Norte pelo 80º aniversário da libertação do domínio japonês (comemorado a 15 de agosto).
Além disso, os dois líderes debateram a assistência norte-coreana na reconquista de Kursk e a reunião entre Putin e Trump no Alasca, marcada para esta sexta-feira.
“Os dois lados confirmaram o seu compromisso com o desenvolvimento contínuo das relações de amizade, boa vizinhança e cooperação em todas as áreas”, sublinhou o Kremlin.
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Casa Branca confirma que encontro entre Trump e Putin terá lugar em Anchorage, a maior cidade do Alasca
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá encontrar-se com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, em Anchorage, a maior cidade do Alasca, confirmou esta terça-feira a Casa Branca.
“O Presidente Trump está determinado em tentar acabar com esta guerra e parar as mortes. A sua forte preferência será sempre pela paz e pela parceria — sempre que esses resultados possam ser alcançados”, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, durante uma conferência de imprensa.
“Não há nenhum líder no mundo neste momento que esteja mais empenhado em prevenir guerras ou em colocar-lhes fim do que o Presidente Trump”, sublinhou.
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Kallas pede para que pressão sobre cedências territoriais seja feita sobre Moscovo e não sobre Kiev
A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, afirmou esta terça-feira que a pressão para eventuais concessões territoriais deve ser exercida sobre a Rússia e não sobre a Ucrânia.
“Quero salientar que aqui há um agressor e uma vítima. Na verdade, a pressão deve ser exercida sobre a Rússia — e não sobre a Ucrânia — para que faça concessões adicionais. Além disso, o facto de a Ucrânia ter concordado com um cessar-fogo incondicional já é uma concessão feita por Kiev”, afirmou Callas durante a entrevista ao canal ucraniano Suspilne.
Kallas salientou, ainda, que desde o início da invasão, em fevereiro de 2022, a Rússia ainda não fez nenhuma concessão. “Eles [autoridades russas] não mudaram os seus objetivos. E para realmente parar esta guerra, precisamos de pressionar o agressor e não a vítima”, sublinhou.
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Lavrov conversou por telefone com Rubio para confirmar o "compomisso com o sucesso" da cimeira entre Putin e Trump
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, falou ao telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, esta terça-feira, relata a agência de notícias TASS.
De acordo com a agência russa, os dois conversaram sobre os preparativos para a reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin, que se realiza no Alasca na sexta-feira.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo adiantou que Lavrov e Rubio “confirmaram o compromisso com o sucesso da realização da cimeira russo-americana no Alasca”.
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"As nossas terras não estão à venda", diz o antigo líder ucraniano Poroshenko
Petro Poroshenko, antigo Presidente da Ucrânia, afirmou esta terça-feira, em entrevista à Sky News, que as terras ucranianas “não estão à venda”, referindo-se à vontade de Trump de realizar um cessar-fogo entre Kiev e Moscovo com cedências territoriais.
Embora considere Donald Trump “um grande negociador”, Poroshenko garante que Vladimir Putin é um “grande causador de problemas” e, por esse motivo, “não podemos dar um presente ao agressor”.
O antigo líder ucraniano reitera que “não pode haver nenhuma decisão final sem a Ucrânia” e que “ficaria feliz se, como resultado desta negociação, houvesse um cessar-fogo incondicional no ar, no mar e na terra”. “Isso seria a vitória do mundo livre e democrático”, sublinhou.
“Putin deve pagar pelo seu comportamento absolutamente desastroso e irresponsável”, concluiu o antigo chefe de Estado que esteve no poder entre 2014 e 2019.
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Ucrânia anuncia novo ataque contra armazém de drones russos para "reduzir a capacidade do inimigo de realizar ataques"
O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) anunciou, esta terça-feira, um novo ataque contra um armazém de drones kamikazes Shahed no Tartaristão, na Rússia.
O armazém está localizado na localidade russa de Kzyl-Yul, a 1300 quilómetros da Ucrânia. No comunicado, citado pelo Le Monde, o SBU explica que “o novo ataque a esta instalação militar visa reduzir a capacidade do inimigo de realizar ataques terroristas contra a Ucrânia. As operações contra as empresas que fornecem armamento à máquina de guerra russa continuarão”.
???????????? Long-range drones from the SBU’s Special Operations Center “A” carried out another attack on a logistics hub where ready-to-use Shaheds and foreign components are stored in Kzyl-Yul, Republic of Tatarstan, 1,300 kilometers from Ukraine.
— MAKS 25 ???????????? (@maks23.bsky.social) 2025-08-12T14:59:44.630Z
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Erdoğan disposto a realizar cimeira de líderes na Turquia para acabar com a guerra na Ucrânia
O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, conversou esta terça-feira com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, e confirmou a disposição em organizar uma cimeira de líderes para resolver o conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
Numa publicação na rede social X, Zelensky agradeceu a Erdoğan por apoiar “a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, bem como pelo papel de mediador durante as reuniões com o lado russo em Istambul”.
I spoke with President of Türkiye Recep Tayyip Erdoğan @RTErdogan. Our conversations are always friendly and substantive, and we feel and greatly value the sincere and warm attitude of Türkiye and the entire Turkish people toward our nation.
I thanked him for supporting… pic.twitter.com/5mcfR5dBVF
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) August 12, 2025
Durante o encontro telefónico, os dois Presidentes debateram “a atual situação diplomática e as opções que ela apresenta neste momento”. Segundo Zelensky, “Erdoğan declarou claramente que quaisquer negociações sem a Ucrânia não trarão uma paz sustentável”, pelo que “confirmou a disposição do seu país organizar uma cimeira dos líderes da Ucrânia, Estados Unidos, Rússia e Turquia”.
“Uma paz simulada, em vez de genuína, não durará muito e apenas incentivará a Rússia a tomar ainda mais território. Estamos prontos para qualquer formato de reunião que vise interromper os assassinatos e pôr fim à guerra”, acrescentou o líder ucraniano.
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Primeiro-ministro da Sérvia planeia demitir políticos pró-Rússia devido à pressão do Ocidente
O primeiro-ministro da Sérvia, Đuro Macut, está a planear demitir políticos pró-Rússia devido à pressão do Ocidente, relata a agência TASS, que cita uma fonte sérvia.
De acordo com a fonte, Macut quer realizar esta reforma nos ministérios no início da próxima semana. Serão demitidos Milos Andjic, chefe de gabinete e conselheiro de segurança nacional, Aleksandra Nikolic, conselheira sénior de política externa, Ana Jovan-cic, vice-chefe de gabinete, e Biliana Bogi-cevic, conselheira sénior.
Os quatro responsáveis são, segundo a mesma fonte, vistos como pró-russos, tendo já trabalhado no gabinete do ex-vice-primeiro-ministro sérvio, Aleksandar Vulin.
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Donald Tusk acusa Rússia de incitar ao ódio ao tentar colocar polacos contra ucranianos
O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, acusou a Rússia de tentar colocar os polacos contra os ucranianos e incitar ao ódio.
Numa publicação na rede social X, Tusk disse que considera que Moscovo está a fazer tudo para gerar discórdia e um sentimento anti-ucraniano no país. Segundo o primeiro-ministro polaco, à medida que a resolução da guerra se aproxima, a Rússia recruta habitantes polacos e agentes estrangeiros para irem para as cidades do país gerar conflitos completamente orquestrados.
Zbliża się rozstrzygnięcie w wojnie ukraińskiej, więc Rosja robi wszystko, by skłócić Kijów z Warszawą. Antypolskie gesty Ukraińców i nakręcanie antyukraińskich nastrojów w Polsce to scenariusz Putina organizowany przez obcych agentów i miejscowych idiotów. Zawsze tych samych.
— Donald Tusk (@donaldtusk) August 12, 2025
É o caso, por exemplo, de um concerto que houve este fim-de-semana em Varsóvia em que foi usada, por parte de uma pessoa na plateia, uma bandeira vermelha e preta do Exército Insurgente Ucraniano — que é oficialmente proibida na Polónia. De acordo com o Ukrinform, os jovens presentes comportaram-se alegadamente de forma agressiva, chegando mesmo a entrar em confronto com a segurança do estádio.
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Reunião entre Trump e Putin é "crucial" para o diálogo, mas nenhuma decisão pode ser tomada "sem a Ucrânia", diz Zelensky
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira que a reunião de sexta-feira entre os seus homólogos norte-americano e russo (Donald Trump e Vladimir Putin, respetivamente) é essencial para o diálogo bilateral, embora nenhuma decisão sobre a Ucrânia possa ser tomada sem um representante ucraniano.
“Quanto às negociações, em qualquer caso, elas são cruciais ao nível da liderança, mas não se pode falar sobre a Ucrânia sem a Ucrânia — e ninguém aceitará isso”, afirmou Zelensky numa conferência de imprensa, citado pelo Ukrainska Pravda.
O líder ucraniano acrescentou, ainda, que “a conversa entre Putin e Trump pode ser importante para o diálogo bilateral, mas eles não podem decidir nada sobre a Ucrânia sem nós. Acredito firmemente e espero que o Presidente dos EUA entenda isso e leve isto a sério”.
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Orbán não assinou declaração de apoio à Ucrânia por considerar que UE não se deve meter nas negociações para as quais não foi chamada
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, recusou-se a assinar a declaração conjunta da União Europeia de apoio à Ucrânia, justificando-se com o facto de o bloco comunitário “ter sido deixado de fora” das negociações entre Putin e Trump.
Na rede social X, Orbán diz que a União Europeia não tem de se meter nas negociações para as quais não foi chamada: “A declaração tenta estabelecer condições para uma reunião para a qual os líderes da UE não foram convidados”.
Just four days ahead of the historic summit between President Trump and President Putin, the European Council sought to issue a statement in the name of all EU heads of state and government.
Before the liberal-mainstream chorus begins its newest rendition of their favourite…
— Orbán Viktor (@PM_ViktorOrban) August 12, 2025
“O facto de a UE ter sido deixada de fora já é triste o suficiente. A única coisa que poderia piorar a situação seria se começássemos a dar instruções a partir de fora”, disse o primeiro-ministro da Hungria, acrescentando que “a única ação sensata para os líderes da UE é iniciar uma cimeira UE-Rússia, com base no exemplo da reunião EUA-Rússia”.
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Zelensky agradece aos líderes europeus o "apoio claro à independência" da Ucrânia
Volodymyr Zelensky agradeceu aos líderes europeus pela declaração de apoio à Ucrânia esta manhã — todos os líderes de países da União Europeia, com exceção da Hungria, apelaram a Donald Trump para que não exclua Kiev das negociações sobre o seu próprio futuro.
Na rede social X, Zelensky agradeceu aos 26 líderes pelo “apoio claro à nossa independência [e] integridade territorial”.
I am grateful to the leaders of Europe for their clear support of our independence, territorial integrity, and precisely such an active approach to diplomacy that can help end this war with a dignified peace.
Indeed, we all support President Trump’s determination, and together…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) August 12, 2025
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Montenegro saúda “esforços do Presidente Trump” para pôr fim à guerra
Primeiro-ministro, Luís Montenegro, saudou hoje “os esforços do Presidente Trump para pôr fim à guerra de agressão na Rússia” na Ucrânia e defendeu “uma solução negociada que garanta o pleno envolvimento” de Kiev e da Europa.
“Saudamos os esforços do Presidente Trump para pôr fim à guerra de agressão da Rússia e alcançar uma paz justa e duradoura e segurança para a Ucrânia”, lê-se numa publicação de Luís Montenegro na rede social X (antigo Twitter).
Saudamos os esforços do Presidente Trump para pôr fim à guerra de agressão da Rússia e alcançar uma paz justa e duradoura e segurança para a Ucrânia.
Continuaremos unidos no apoio à ????????, por uma solução negociada que garanta o pleno envolvimento da Ucrânia e da Europa.
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) August 12, 2025
O chefe do executivo afirma que continuarão “unidos no apoio à Ucrânia, por uma solução negociada que garanta o pleno envolvimento da Ucrânia e da Europa”.
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Ucrânia admite ceder territórios já controlados pela Rússia para alcançar um acordo de paz
A Ucrânia admite ceder territórios à Rússia como parte de um plano de paz que contasse com o apoio dos países europeus, noticia o jornal britânico The Telegraph, adiantando que Zelensky já terá transmitido essa posição aos líderes europeus, rejeitando, no entanto, qualquer cedência de território que não esteja sob ocupação russa.
Segundo o jornal, o Presidente ucraniano estaria assim disposoto a uma soulção que pusesse fim ao conflito e que passasse pelo congelamento das linhas da frente, entregando è Rússia o controlo das áreas que controla nas regiões de Lugansk, Donetsk, Zaporíjia, Kherson e Crimeia.
Dentro das linhas vermelhas definidas por Zelensky para um acordo estão várias garantias de segurança, como entrega de armas e o caminho para uma aseão à NATO.
Esta posição de Zelenky, mostrando uma maior flexibilidade, surge a poucos dias do encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin, na sexta-feira, no Alasca.