Momentos-chave
- Trump prepara-se para revelar plano multimilionário para reconstrução de Gaza no seu Conselho da Paz
- Trump: relações com a Venezuela são "extraordinárias" e petróleo "está a começar a fluir”
- Macron descarta encontro imediato com Putin: "Agora é importante concentrarmo-nos em nós próprios"
- Zelensky: Ucrânia prefere continuar a lutar e adiar "vitória política" de Trump" a aceitar mau acordo de paz
- O que se passou até agora
- "Procurem a paz. Não enviem dinheiro à Ucrânia", diz Orbán
- Alto responsável do ICE anuncia fim de operações dos agentes de imigração no Minnesota
- Expulsão de atleta ucraniano é "decisão moralmente repugnante", diz Zelensky
- Delcy Rodríguez diz que Nicolás Maduro continua a ser o "Presidente legítimo" da Venezuela
- Rússia bloqueia Whatsapp e tenta promover uso de "app" estatal, que não é encriptada
- Zelensky diz que Ucrânia sofreu dos ataques mais fortes dos últimos tempos esta madrugada
- Ucrânia avisa para lançamento de míssil balístico de médio alcance
- Ucrânia ataca infraestruturas na Rússia com drones, incluindo fábrica militar
- Ministro israelita defende que falar-se em "massacre" no 7 de Outubro reflete "mentalidade de vítima"
- Atleta ucraniano expulso dos Jogos Olímpicos de Inverno por causa de capacete polémico
- Rússia atacou Kiev e outras cidades nesta madrugada, com drones e mísseis
- "Evacuação". Rússia começa a retirar turistas de Cuba por falta de combustível imposto pelos EUA
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- A Rússia avançou com um bloqueio total do WhatsApp, continuando a endurecer o controlo estatal sobre a internet no país. Esta medida surge na sequência de bloqueios anteriores de várias plataformas ocidentais e é vista como uma tentativa de forçar a migração dos utilizadores para uma aplicação estatal sem garantias de encriptação ponta-a-ponta.
- Durante a madrugada, a Ucrânia foi alvo de um dos mais intensos ataques aéreos das últimas semanas por parte da Rússia, resultando em impactos significativos em infraestruturas energéticas em várias regiões do país.
- Os Estados Unidos estão a preparar o envio de um novo porta-aviões para o Médio Oriente como parte das suas movimentações militares estratégicas na região, conforme noticiado por fontes do Pentágono.
- A Rússia lançou um novo ataque com mísseis balísticos e drones contra Kiev e outras cidades ucranianas, levando à interrupção de serviços críticos, como fornecimento de eletricidade. As autoridades russas, até ao momento, não confirmaram a disponibilidade para novas negociações de paz propostas pelos Estados Unidos.
[Gregorian Bivolaru dá todos os passos do manual de manipulação. Mas quem vive no interior da seita vai demorar a perceber. Ouça o terceiro episódio de “Os segredos da seita do yoga”, o novo Podcast Plus do Observador. Uma série em seis episódios, narrada pela atriz Daniela Ruah, com banda sonora original de Benjamim. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir aqui o primeiro episódio e o aqui o segundo.]
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Bom dia!
Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.
Pentágono usou ferramenta de IA Claude para capturar Nicolás Maduro
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Trump prepara-se para revelar plano multimilionário para reconstrução de Gaza no seu Conselho da Paz
O Presidente Donald Trump prepara-se para divulgar um programa multimilionário para a reconstrução de Gaza, acompanhado do anúncio de uma força de estabilização sob a alçada das Nações Unidas, na primeira sessão oficial do seu Conselho da Paz, agendada para 19 de fevereiro em Washington, avançou a Reuters.
Não foram ainda revelados mais detalhes sobre a reunião.
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Trump: relações com a Venezuela são "extraordinárias" e petróleo "está a começar a fluir”
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou as “relações extraordinárias” com os parceiros locais na Venezuela, durante o processo de transição.
Donald Trump / Truth Social
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O que se passou até agora:
- Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, expressou a disponibilidade do país para realizar eleições presidenciais ou um referendo, mas recusou qualquer acordo de paz que prejudicasse os interesses ucranianos. Numa entrevista, salientou que um cessar-fogo e garantias de segurança seriam necessários para tais iniciativas. Zelensky destacou ainda o apoio da Ucrânia às propostas norte-americanas de paz, mencionando que não deseja prolongar a guerra de forma a evitar uma “vitória política” para Donald Trump.
- Emmanuel Macron, Presidente francês, descartou um encontro imediato com Vladimir Putin, enfatizando que a França deve centrar-se em questões internas e europeias. Macron reiterou a importância da cooperação no seio da União Europeia, priorizando a definição clara de objetivos antes de reatar o diálogo com a Rússia.
- A Rússia avançou com um bloqueio total do WhatsApp, como parte do aumento do controlo estatal sobre a internet no país. Esta medida segue-se a bloqueios de várias outras plataformas ocidentais, e é interpretada como uma tentativa de obrigar os utilizadores a migrarem para uma aplicação de comunicação estatal, a qual não oferece encriptação ponta-a-ponta segura.
- A Ucrânia enfrentou um dos mais intensos ataques aéreos das últimas semanas por parte da Rússia, com impactos significativos em infraestruturas energéticas em várias regiões do país. O Presidente Zelensky apelou ao reforço das defesas antiaéreas, sublinhando a eficácia dos sistemas Patriot e solicitando entregas mais rápidas de munições dos aliados.
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Zelensky diz que Ucrânia está pronta para eleições e referendo e apoia propostas dos EUA "em qualquer formato" para acelerar
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, diz que o país tem apoiado as propostas de paz dos EUA para por fim à guerra com a Rússia, falando numa entrevista à revista The Atlantic.
Segundo o líder, Kiev está aberto a realizar uma eleição presidencial ou um referendo, mas não um acordo que seja “prejudicial aos interesses da Ucrânia”.
A Ucrânia “não tem medo de nada”, disse ainda o Presidente. “Estamos prontos para as eleições? Estamos prontos. Estamos prontos para um referendo? Estamos prontos”, sublinhou, apontando que “ninguém se está a agarrar ao poder”.
“Mas, para isso, precisamos de segurança, garantias de segurança, um cessar-fogo“, insistiu, realçando que não se devia propor “um mau acordo num referendo”.
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Macron descarta encontro imediato com Putin: "Agora é importante concentrarmo-nos em nós próprios"
O Presidente francês, Emmanuel Macron, descartou qualquer encontro imediato com o líder russo Vladimir Putin, afirmando que não vê necessidade urgente de retomar o diálogo bilateral neste momento. Em declarações ao jornal Le Figaro, Macron sublinhou que o foco atual da França deve ser interno e europeu.
“Não é uma questão de dias, estamos a preparar tudo. Agora é importante concentrarmo-nos em nós próprios e definir claramente o que queremos pedir”, afirmou o chefe de Estado, acrescentando que, apesar da ausência de encontros diretos, faz sentido reforçar a cooperação no seio da União Europeia.
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Zelensky: Ucrânia prefere continuar a lutar e adiar "vitória política" de Trump" a aceitar mau acordo de paz
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, garantiu que a Ucrânia não aceitará um acordo de paz que considere desfavorável, mesmo que isso signifique prolongar o conflito.
Em entrevista à The Atlantic, o chefe de Estado afirmou que “não há vitória maior para Trump do que acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia”, acrescentando que o cenário politicamente mais vantajoso para o Presidente norte-americano seria alcançar esse resultado antes das eleições intercalares nos Estados Unidos. “Sim, ele quer que haja menos mortes. Mas, se formos conversar como adultos, é apenas uma vitória para ele, uma vitória política”, declarou.
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Aliados da Ucrânia prometeram cerca de 32 mil milhões de euros em ajuda militar, diz ministro da Defesa
O ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, disse que os aliados da Ucrânia prometeram cerca de 32 mil milhões de euros em ajuda militar na reunião do Grupo de Contacto de Defesa da Ucrânia, noticiou o Kyiv Independent.
Dessa quantia, 36 mil milhões foram já confirmados, acrescentou Fedorov, apontando que será destinada ao reforço da defesa aérea da Ucrânia e na “expansão das suas capacidades em matéria de drones”
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Conselho de Paz confirma adesão de Israel à organização
O Conselho de Paz confirmou a adesão de Israel à organização numa publicação na rede social X. O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, já tinha anunciado este facto na quarta-feira
The Board of Peace welcomes Israel as a founding member of our growing international organization. pic.twitter.com/OpW2gWwkqL
— Board of Peace (@BoardOfPeace) February 12, 2026
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Relação de Melania e Putin: "Louvor russo denota proximidade"
João Albuquerque considera que “é de fazer pensar” os laços próximos que, em várias circunstâncias, ainda que seja “boa notícia” devolução de crianças ucranianas a pedido da primeira-dama. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
Relação de Melania e Putin: “Louvor russo denota proximidade”
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Irão. ONG regista cerca de sete mil mortos em protestos antigovernamentais
Pelo menos 7.002 pessoas morreram durante a repressão dos protestos antigovernamentais em janeiro no Irão e muitas outras estão desaparecidas, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA), citada hoje pela agência Associated Press (AP).
A organização não-governamental (ONG), sediada nos Estados Unidos, tem sido precisa na contagem de mortes durante outras vagas de protestos no Irão e conta com uma rede de ativistas no país para verificar as mortes, segundo a AP, que não consegue porém confirmar os dados de forma independente, dado que as autoridades de Teerão interromperam o acesso à Internet e as chamadas internacionais.
O aumento contínuo do número de mortos verificados ocorre à medida que a HRANA consegue, aos poucos, cruzar informações, uma vez que as comunicações com as pessoas dentro da República Islâmica continuam a ser difíceis.
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Chefe da NATO satisfeito com "mudança de mentalidade" entre parceiros europeus
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, congratulou-se hoje com a “mudança de mentalidade” que disse ter constatado nos aliados europeus em relação “à responsabilidade da segurança coletiva”.
“O que vi e ouvi hoje é diferente de qualquer reunião da NATO em que tenha participado, e estive em muitas desde 2010”, afirmou Rutte no final da reunião de ministros da Defesa dos aliados em Bruxelas.
Rutte disse que todos os Estados-membros coincidiram na urgência e necessidade de garantir uma dissuasão efetiva, o que requer “uma defesa europeia muito mais forte”.
Assinalou “um notável progresso” no caminho para que a NATO “se mantenha forte” e para que “a responsabilidade da segurança coletiva se partilhe equitativamente”.
“Uma mudança real de mentalidade. Uma unidade de visão. Uma defesa europeia muito mais forte dentro da NATO. Todos ao redor da mesa comprometidos”, afirmou, citado pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP).
Segundo o antigo primeiro-ministro dos Países Baixos, os 32 Estados-membros coincidiram no “sentido de urgência” e na importância de trabalhar em conjunto para “manter a salvo os seus mil milhões de cidadãos”.
Rutte disse que os aliados assumiram “compromissos claros” para alcançar os objetivos de capacidade, e estavam a trabalhar para “assegurar a preparação” no caso de um combate.
“Isso exige investir muito mais, e estão a fazer precisamente isso”, afirmou, durante uma conferência de imprensa na sede da NATO.
O chefe político da NATO deu o exemplo da Dinamarca, Estónia, Letónia, Lituânia e Polónia, que já fizeram “aumentos importantes” dos gastos em defesa.
Referiu também a Alemanha, que “está a caminho de duplicar o investimento” de há apenas alguns anos.
O desafio mais premente, segundo Rutte, é que “o aumento da procura seja satisfeito com um aumento da oferta” em termos de armamento.
Para isso, necessita-se rapidamente de mais defesa aérea, mais munições e mais cadeias de fornecimento em toda a Aliança que produzam armamento “em ambos os lados do Atlântico”, defendeu.
Questionado sobre as lições da crise recente com as pretensões norte-americanas em relação ao território autónomo dinamarquês da Gronelândia, Rutte respondeu que a NATO “é uma coligação de democracias”, pelo que encontra vias de canalizar os conflitos.
Os 32 membros da Aliança têm políticos de distintos perfis, “de centro-direita e de centro-esquerda”, todos eles “eleitos em plena soberania pelas suas populações nacionais”, pelo que é normal que haja “debates e discussões” dentro da organização, referiu.
“Seria muito aborrecido se não fosse assim. E já o vimos no passado. Houve debates enormes nos anos 60, 70 e 80, inclusive recentemente. Portanto, não me preocupa”, disse o chefe da NATO.
Rutte disse que a NATO “encontra sempre a maneira de avançar unida” e de voltar “a focar-se no objetivo geral” para que foi criada em 1949.
“Manter mil milhões de pessoas a salvo sob o Artigo 5.º do Tratado de Washington: um ataque contra um é um ataque contra todos”, precisou.
Insistiu que da crise sobre a Gronelândia — ultrapassada com um acordo entre Rutte e o Presidente norte-americano, Donald Trump, que incluiu o lançamento da missão “Sentinela do Ártico” – resultou uma mudança de mentalidade.
“Os países estão conscientes de que nunca nos vamos separar. Sempre permaneceremos juntos. América do Norte, Canadá, Estados Unidos, os países europeus da NATO, sempre unidos”, afirmou.
“Mas os europeus assumindo mais responsabilidade na defesa desta parte da Aliança, o que implica, efetivamente, gastar mais”, acrescentou o chefe da NATO.
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Rutte diz que estados da NATO se comprometeram com "centenas de milhões" para comprar armas para a Ucrânia
Vários estados-membros da NATO comprometeram-se com “centenas de milhões de dólares” de apoio para a Ucrânia, através do programa PURL, que se dedica a comprar armas norte-americanas para a Ucrânia. O anúncio foi feito por Mark Rutte esta quinta-feira, noticiou a Reuters.
O secretário geral da aliança atlântica agradeceu ao Reino Unido, a Islândia, a Noruega, a Suécia e a Lituânia pelas suas contribuições, indicando que espera mais em breve. Não especificou, porem, que países são esses e qual a quantia total que será enviada.
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Whatsapp diz que bloqueio pela Rússia é "retrocesso" e um "esforço" para levar pessoas para "app de vigilância pelo estado"
O Whatsapp criticou o bloqueio anunciado pela Rússia à sua plataforma, afirmando que a “tentativa de a bloquear totalmente” é um “esforço para levar as pessoas para uma aplicação de vigilância da propriedade do Estado”.
“Tentar isolar mais de 100 milhões de utilizadores de comunicações privadas e seguras é um retrocesso e só pode levar a menos segurança para as pessoas na Rússia. Continuamos a fazer tudo o que podemos para manter os utilizadores conectados”, continuou.
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EUA estão a preparar envio de novo porta-aviões para o Médio Oriente
Os Estados Unidos estão a preparar o envio de um novo porta-aviões para o Médio Oriente, noticiou o Wall Street Journal, citando três representantes norte-americanos.
A ordem de lançamento pode ser enviada em poucas horas, realçou uma das fontes, sendo que essa ordem oficial de envio não foi emitida oficialmente.
Uma das fontes consultadas indicou que o Pentágono estava a preparar o envio do USS George H.W. Bush dentro de duas semanas, tendo estado realizar exercícios de treino na Virgínia que podem ser acelerados caso essa ordem seja dada.
Um oficial da marinha disse ao Wall Street Journal que este navio de guerra pode transportar aeronaves de ataque, de reconhecimento e que podem até fazer ataques eletrónicos.
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Memorando interno russo mostra planos de colaboração com os EUA e regresso ao sistema do dólar
Um memorando interno russo a que a Bloomberg teve acesso mostra uma intenção do Kremlin de voltar a colaborar economicamente com os EUA, que inclui regressar ao sistema internacional do dólar .
O memorando, que será de alto nível dentro do Kremlin, inclui sete pontos de convergência que podem surgir entre os dois países depois do fim da guerra na Ucrânia, lê-se na Bloomberg. A Rússia vê nos EUA uma potencial parceria para promover o uso de combustíveis fósseis em vez de alternativas verdes.
Os pontos fundamentais listados no memorando e citados pela Bloomberg são:
- “Contratos de aviação de longo prazo para modernizar a frota de aeronaves da Rússia”, que podem incluir a participação dos EUA na indústria russa,
- “Empreendimentos conjuntos de petróleo e gás natural liquefeito” e que incluem “reservas offshore e de difícil recuperação”. Teria em consideração “investimentos anteriores dos EUA” e permitiria a recuperação das perdas.
- Retorno das empresas americanas ao “mercado consumidor russo” com “condições preferenciais”.
- “Cooperação em energia nuclear”, que inclui, também, “empreendimentos” de inteligência artificial;
- “Retorno da Rússia ao sistema de liquidação em dólares”, que pode incluir “transações energéticas russas”;
- “Cooperação em matérias-primas como lítio, cobre, níquel e platina”.
- Trabalho conjunto para promover os combustíveis fósseis como alternativa à ideologia favorável ao clima e às soluções de baixas emissões que favorecem a China e a Europa.
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Agência Europeia para a Segurança da Aviação mantém recomendação de se evitar espaço aéreo iraniano até 31 de março
A Agência Europeia para a Segurança da Aviação voltou a recomendar às companhias aéreas dos países da UE que evitem o espaço aéreo do Irão até ao próximo dia 31 de março num boletim publicado esta quinta-feira e citado pela Reuters.
“A presença e o possível uso de uma ampla gama de armas e sistemas de defesa aérea, combinados com respostas imprevisíveis do Estado […] criam um alto risco para os voos civis que operam em todas as altitudes e níveis de voo”, lê-se no boletim da agência.
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Nova flotilha humanitária prepara-se para entregar ajuda humanitária. Desta vez, o objetivo é quebrar o bloqueio dos EUA a Cuba
Uma nova flotilha internacional vai ser lançada para quebrar o bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, noticiou o jornal espanhol ElDiario.
A missão, batizada de “Nossa América”, pretende levar alimentos, medicamentos e bens “urgentemente necessários a comunidades que enfrentam uma escassez aguda”, indicaram os organizadores ao jornal.
A frota partirá já no próximo mês, acrescentam, para enfrentar “uma situação que se deteriora rapidamente” e que está a afetar o funcionamento “dos hospitais, dos sistemas de transporte e da vida cotidiana das pessoas”.
O cerco imposto pelos EUA, dizem, “provoca apagões e limita a gasolina, o que repercute nos lares, nos centros médicos e nas infraestruturas essenciais”, levando a organização, que junta vários coletivos internacionais, sindicais e organizações humanitárias.
“Preparamo-nos para navegar até Cuba pela mesma razão que viajamos na Flotilha Global Sumud para Gaza: romper o cerco, levar alimentos e medicamentos e demonstrar que a solidariedade pode atravessar qualquer fronteira ou mar”, contou David Adler, representante da Internacional Progressista, um dos grupos que participa na nova flotilha.
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Suécia vai enviar caças para nova missão da NATO no Ártico
A Suécia anunciou hoje que vai enviar caças para patrulhar a Gronelândia como parte da nova missão da NATO no Ártico, destinada a apaziguar as intenções do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação ao território.
Caças Gripen fabricados na Suécia irão monitorizar a Gronelândia, um território autónomo dinamarquês, como parte da Operação Sentinela da NATO, indicou o Governo, em comunicado.
“Como aliado da NATO, a Suécia tem a responsabilidade de contribuir para a segurança de todo o território da Aliança. A região do Ártico está a tornar-se cada vez mais importante do ponto de vista estratégico”, disse o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, na nota de imprensa.