Momentos-chave
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  • Eleições na Madeira. JPP reconhece que governo alternativo ao PSD era "contranatura"

    O secretário-geral do JPP, que no domingo após as eleições regionais da Madeira deixou aberta a possibilidade de formar governo com todos os partidos da oposição, reconheceu nesta sexta-feira que essa solução seria “contranatura”.

    “No domingo à noite, a população da Madeira escolheu o PSD para governar e escolheu o JPP para fiscalizar, vigiar e ter a responsabilidade de ser o maior partido da oposição”, declarou Élvio Sousa.

    Após conhecidos os resultados eleitorais, que deram uma vitória ao PSD – cuja lista foi encabeçada pelo líder da estrutura regional da Madeira dos sociais-democratas, Miguel Albuquerque -, que ficou a um deputado dos 24 necessários para a maioria absoluta, Élvio Sousa admitiu ainda a solução de um governo alternativo e realçou que o cenário ainda não estava fechado.

    “Se Deus quiser, seja num governo alternativo, seja como segunda força política na Madeira, nós não vamos deixar o PSD fazer aquilo que fez até esta sexta-feira. Vamos intensificar a responsabilidade de fiscalizar o que o PSD vai fazer”, afirmou na altura.

  • Eleições na Madeira. PS vai fazer "marcação cerrada" ao novo executivo PSD/CDS-PP

    O líder do PS/Madeira, Paulo Cafôfo, disse nesta sexta-feira que o partido vai fazer “marcação cerrada” ao Governo Regional na Assembleia Legislativa, considerando que a nova maioria PSD/CDS-PP não tem desculpa para não resolver os problemas da região.

    “O Partido Socialista vai fazer na oposição uma marcação cerrada a este governo, aos atos deste governo, uma marcação cerrada com uma fiscalização rigorosa, muita determinada e fundamentada”, disse Paulo Cafôfo.

    “Vamos apresentar na Assembleia Legislativa muitas propostas para melhorar a vida dos madeirenses e dos porto-santenses, porque é para isso que nós fomos eleitos”, disse Paulo Cafôfo, acrescentando: “Espero que da parte deste Governo Regional haja abertura não só para o diálogo, mas para aceitar propostas da oposição e que não entremos aqui numa maioria absolutista que chumba tudo aquilo que vem do Partido Socialista.”

  • PS aprova listas de candidatos em Comissão Política Nacional na 4.ª feira

    O Comissão Política Nacional do PS reúne-se na quarta-feira para aprovar as listas de candidatos a deputados às eleições legislativas antecipadas, adiantou hoje à Lusa fonte oficial do partido.

    Segundo a convocatória, assinada pelo líder do partido, Pedro Nuno Santos, a reunião tem como ponto único a “aprovação das listas de candidatos à eleição de Deputados à Assembleia da República”.

    Esta reunião vai acontecer um dia depois do fim das sessões setoriais que o PS está a promover esta semana com vista à atualização do programa eleitoral que vai apresentar às eleições legislativas de 18 de maio.

  • Legislativas. Autarcas Social Democratas acusam Pedro Nuno de populismo e defendem Hernâni Dias

    Os Autarcas Social Democratas (ASD) acusaram nesta sexta-feira o líder socialista Pedro Nuno Santos de populismo, exigindo que se “retrate publicamente” após as suas declarações sobre Hernâni Dias, ex-secretário de Estado e cabeça de lista por Bragança nas próximas legislativas.

    Em comunicado, os ASD alertaram “para o perigo da deriva em tendências populistas”, exigindo que o líder do Partido Socialista se “retrate publicamente, respeitando o bom nome e idoneidade de Hernâni Dias”.

    Os Autarcas Social Democratas recordaram ainda os motivos que levaram à saída de Pedro Nuno Santos do Governo liderado por António Costa, apontando para as “polémicas associadas ao processo TAP, em particular quando, de forma pouco convencional, decidiu uma indemnização de 500 mil euros por WhatsApp”.

    “Meses depois, apresentou-se como candidato a primeiro-ministro pelo Partido Socialista e agora põe em causa a candidatura de Hernâni Dias que não tem nenhum problema com a Lei, que não cometeu nenhuma ilegalidade e tampouco foi tão ligeiro nas decisões enquanto autarca e governante como o atual líder do Partido Socialista”, frisaram ainda os ASD.

  • Hugo Carneiro acusa Pedro Nuno Santos de seguir estratégia do Chega

    O vice-presidente da bancada parlamentar do PSD Hugo Carneiro acusou hoje no Porto o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos de seguir uma estratégia semelhante à do Chega na forma como critica o Governo.

    Em causa estão as críticas de Pedro Nuno Santos e do líder do Chega, André Ventura, à inclusão de Hernâni Dias, ex-secretário de Estado que se demitiu devido a uma polémica com uma empresa imobiliária, nas listas do PSD às legislativas.

    “Se Luís Montenegro também está por que é que Hernâni Dias não haveria de estar?”, questionou o líder socialista..

    Na resposta, o deputado social-democrata quis “lamentar e censurar veementemente este comportamento da parte [do líder] do Partido Socialista”.

    “Gostava de recordar também que esta atitude de Pedro Nuno Santos é muito semelhante àquilo que o Chega vem fazendo desde há muito tempo a esta parte e aquilo que é novidade é que o Partido Socialista não costumava ter este tipo de atitude, lançando lama para cima do nome das pessoas, que é isso que Pedro Nuno Santos tem vindo a fazer”, acusou Hugo Carneiro.

    Para o responsável do PSD, “isso só pode ser justificado por um fator”, por o PS “estar completamente perdido”.

  • Menezes. "Incapacidade total de PSD atrair sociedade civil nas listas"

    Antigo líder do PSD, Luís Filipe Menezes, critica listas, afasta entendimentos com o Chega, mas diz que uma coligação com a IL deve avançar. Candidatura às autárquicas? Só numa situação limite.

    Ouça aqui a entrevista a Luís Filipe Menezes

    Menezes. “Incapacidade total de PSD atrair sociedade civil nas listas”

  • Primeiro-ministro está internado no Hospital de Santa Maria mas deverá ter alta nas próximas horas

    Montenegro entrou no hospital de Santa Maria pelas 13h00 e foi encaminhado para a cardiologia. Santa Maria diz que “tem prognóstico favorável e deverá ter alta nas próximas horas”.

    Primeiro-ministro com arritmia após desconforto e cansaço nos últimos dias. Esteve internado em Santa Maria, mas já teve alta

  • "Dra. Ângela". Deputada do PSD inventou licenciatura e acabou excluída das listas para legislativas de maio

    Deputada referiu-se a si própria, num aviso, como “Dra. Ângela”. Disse que era “maldicência” as dúvidas sobre as suas habilitações, mas Universidade confirma que Ângela Almeida não é licenciada.

    “Dra. Ângela”. Deputada do PSD inventou licenciatura e acabou excluída das listas para legislativas de maio

  • Miguel Albuquerque indigitado presidente do Governo Regional da Madeira

    O representante da República na Madeira, Ireneu Barreto, indigitou esta sexta-feira o social-democrata Miguel Albuquerque, vencedor das legislativas regionais de domingo, como presidente do executivo do arquipélago.

    “Eu fui indigitado pelo senhor representante para constituir governo. Entreguei a constituição do governo ao senhor representante da República e às 20h55 será enviado a todos os órgãos de comunicação social o governo constituído”, declarou Miguel Albuquerque, numa curta declaração após uma audiência com Ireneu Barreto, no Palácio de São Lourenço, no Funchal.

    O social-democrata acrescentou apenas que vai reunir esta tarde a comissão política do PSD/Madeira.

    Antes, Ireneu Barreto já tinha ouvido os seis partidos que asseguraram a representação parlamentar após as eleições regionais de domingo e tinha declarado que iria indigitar Miguel Albuquerque.

  • Legislativas: Coligação encabeçada por Montenegro publicitada como “AD — Aliança Democrática – PSD/CDS”

    PSD e CDS-PP fizeram publicar esta sexta-feira em jornais diários que a coligação no Continente e na Madeira se irá designar por “AD — Aliança Democrática — PSD/CDS”, e nos Açores repetirá a fórmula usada em anteriores sufrágios “PSD/CDS/PPM”.

    Na quarta-feira à noite, os Conselhos Nacionais do PSD e do CDS-PP aprovaram uma coligação pré-eleitoral entre os dois partidos para as eleições antecipadas de 18 de maio, sem o PPM, ao contrário do que aconteceu nas legislativas e europeias de 2024.

    Na quinta-feira, o Partido Popular Monárquico (PPM) ameaçou avançar com uma providência cautelar no início da próxima semana para impedir o uso da designação “Aliança Democrática” pela coligação PSD/CDS-PP, alegando estar a ser “gravemente lesado”.

  • Eleições na Madeira: Representante da República vai indigitar Albuquerque como presidente do executivo

    O representante da República na Madeira, Ireneu Barreto, vai indigitar o social-democrata Miguel Albuquerque, vencedor das legislativas regionais de domingo, como presidente do executivo do arquipélago, foi anunciado esta sexta-feira.

    “Decidi pedir ao senhor doutor Miguel Albuquerque que viesse ao palácio pelas 16h30 para o indigitar como presidente do Governo Regional”, declarou Ireneu Barreto aos jornalistas, no Palácio de São Lourenço, no Funchal.

    O PSD venceu as regionais de domingo com a eleição de 23 deputados, falhando por um a maioria absoluta, mas assinou esta semana um acordo de incidência parlamentar e governativa com o CDS, que obteve um assento na Assembleia Legislativa.

  • Legislativas: Rui Tavares critica falta de ética na escolha de Hernâni Dias para cabeça de lista

    O porta-voz do Livre Rui Tavares criticou esta sexta-feira a escolha de Hernâni Dias para cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP em Bragança, concluindo que para o primeiro-ministro “a ética é uma batata”.

    “Eu fiquei muito surpreendido com o facto de Hernâni Dias ser candidato por Bragança(…), porque me parece que, basicamente, para Luís Montenegro, a ética é uma batata”, sustentou Rui Tavares em declarações aos jornalistas na Futurália, em Lisboa, depois de ser questionado sobre as escolhas da coligação PSD/CDS-PP para as próximas legislativas.

    Hernâni Dias demitiu-se de secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território em dia 28 de janeiro, depois de ter sido noticiado pela RTP que criou duas empresas imobiliárias já enquanto governante, responsável pelo decreto que altera o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, a polémica lei dos solos.

  • Mortágua recusa debater com Melo como substituto de Montenegro

    A coordenadora do BE afirmou esta sexta-feira a sua recusa em debater com o líder do CDS-PP enquanto substituto de Luís Montenegro e a líder do PAN disse ponderar apresentar um nome secundário da lista a debate.

    “É com o Luís Montenegro que eu quero debater habitação e o Nuno Melo poderá apresentar-se a debates, o CDS pode apresentar-se a debates, mas isso não tira a responsabilidade do Luís Montenegro. Eu não debaterei com Nuno Melo em substituição de Luís Montenegro”, afirmou Mariana Mortágua em declarações aos jornalistas na Futurália, em Lisboa.

    Depois de, na quarta-feira, ter garantido que “não fugia a nenhum debate” e ter desafiado o primeiro-ministro, Luís Montenegro, para debater até ao final da campanha, Mariana Mortágua esclareceu que nos debates televisivos não aceitará outro representante da coligação PSD-CDS que não o líder social-democrata.

  • Eleições na Madeira. CDS-PP diz que acordo com PSD garante governo estável para quatro anos

    O CDS-PP/Madeira transmitiu esta sexta-feira ao representante da República para a região autónoma, Ireneu Barreto, que o acordo estabelecido como o PSD, partido que ganhou as eleições no domingo, permite assegurar um governo estável para quatro anos.

    “Viemos dizer ao senhor representante da República que o CDS tem um acordo de incidência governativa e parlamentar com o partido que ganhou as eleições, o PSD, e que esse acordo, na nossa opinião, é um acordo de estabilidade para quatro anos, que permitirá ter um governo com maioria absoluta, com programa aprovado e orçamentos”, disse o dirigente democrata-cristão Ricardo Vieira.

    Ricardo Vieira foi o porta-voz da delegação do CDS-PP que hoje foi recebida pelo representante da República, uma vez que o líder regional do partido, José Manuel Rodrigues, que vai integrar o novo executivo madeirense, está ausente da região por motivos pessoais.

    O dirigente realçou que o acordo com o PSD é de incidência parlamentar, garantindo posições concertadas ao nível da Assembleia Legislativa da Madeira, e também de incidência governativa, pelo que “haverá um cargo no governo que será da responsabilidade do CDS”.

    “Asseguramos com isso a estabilidade que o povo, na nossa opinião, quis que os partidos tivessem assegurado a partir do ato eleitoral”, afirmou.

  • Eleições na Madeira: Chega aceita ato eleitoral e espera legislatura com estabilidade política

    O líder do Chega/Madeira, Miguel Castro, afirmou esta sexta-feira que espera que a região tenha estabilidade política durante toda a legislatura e alertou que é necessária responsabilidade da parte do representante da República e dos partidos.

    “Nós viemos dizer ao senhor representante da República que aceitamos o ato eleitoral assim como foi e que esperamos que, efetivamente, seja uma legislatura profícua, duradoura e que os madeirenses e porto-santenses tenham os seus interesses defendidos pelo Governo Regional que tomará posse futuramente”, disse Miguel Castro aos jornalistas.

    O dirigente do Chega falava no Palácio de São Lourenço, no Funchal, residência oficial do representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, que recebe esta sexta-feira os seis partidos que garantiram assento na Assembleia Legislativa nas eleições regionais antecipadas de domingo e fará uma declaração no final.

  • Montenegro vê com "estupefação" críticas "injustificadas" por não fazer todos os debates

    Ainda em resposta aos jornalistas, o primeiro-ministro diz “não ter conhecimento” da investigação hoje noticiada pelo Expresso à maior obra pública em Espinho, investigação em que o então escritório de Montenegro estará denunciado.“Não fiz nenhum parecer sobre obras. Intervim em resposta a solicitação de clientes”, responde.

    Sobre as críticas de que está a ser alvo por não participar nalguns debates televisivos na pré-campanha, nos quais será substituído por Nuno Melo, Montenegro diz vê-las com “alguma estupefação”.

    A decisão, diz, é “política” e “assumida” pelo PSD e CDS. “Acusarem-me de fugir a debates é uma coisa injustificada. Estive em 18 ocasiões na Assembleia da República nos últimos dez meses a discutir com todos os líderes da oposição. Estarei nos debates em que participam todos”, justifica.

    “Parece que quem está com medo de debater é quem apresenta problemas. Estou muito tranquilo porque sei que Nuno Melo vai representar muito bem a proposta da AD”.

  • Hernâni Dias como cabeça de lista: "Não há nenhuma razão para estar diminuído na sua capacidade de deputado", diz Montenegro

    À saída de uma reunião com os autarcas da Área Metropolitana de Lisboa, sobre o projeto Parque Cidades do Tejo, Luís Montenegro diz que é preciso “garantir a partilha de informação e continuidade dos projetos” para os legar a quem vier a seguir”, assegurando que este estará na pasta de transição para o próximo Governo.

    Depois, explica que na próxima semana o Governo cumprirá um ano (tomou posse a 1 de abril do ano passado) e que não deixará de “registar” a data, embora, por ser altura de pré-campanha, com “muita contenção”: “Impende sobre nós um dever de neutralidade e isenção no que pode ser o entendimento de promoção das forças políticas que compõem o Governo”, diz aos jornalistas.

    A propósito da inclusão de Hernâni Dias, que se demitiu das funções de secretário de Estado na sequência de ter criado duas empresas enquanto era preparada a lei dos solos, estando também a ser investigado pela Procuradoria Europeia em relação ao seu tempo enquanto autarca de Bragança, nas listas do PSD (como cabeça de lista), o primeiro-ministro diz “não perceber a pergunta”.

    “Saiu do governo num contexto que não tem nenhuma relação com funções que terá no Parlamento. Não há relação objetiva entre uma coisa e outra”, responde aos jornalistas. “Não há nenhuma razão para estar diminuído na sua capacidade para representar a sua população e o seu território”. Quanto ao PSD, escolhe os cabeças de lista que “podem representar melhor as propostas, a população e o interesse nacional”.

  • Cafôfo promete "marcação cerrada" a Albuquerque e espera que não haja "maioria absolutista"

    Após a reunião com o representante da República na Madeira, Ireneu Barreto, o líder do PS-Madeira, Paulo Cafôfo, prometeu fazer “marcação cerrada” ao governo do PSD.

    Prometeu apresentar “muitas propostas para melhorar a vida dos madeirenses”, esperando que da parte do governo “haja abertura para aceitar propostas da oposição” e que não exista uma “maioria absolutista” de PSD e CDS.

  • Pedro Nuno Santos: "Eles têm a Ana Paula Martins, nós temos o Fernando Araújo" na lista de deputados

    Ainda na visita à Futurália, Pedro Nuno Santos é questionado sobre o cabeça de lista do PS pelo Porto e atira: “Eles têm a Ana Paula Martins, nós temos o Fernando Araújo.”

    Justifica a escolha do ex-CEO do SNS para liderar a lista do PS no Porto nas legislativas com o facto de a Saúde ser “um dos exemplos máximos da incompetência deste Governo em resolver os problemas” e Fernando Araújo, diz, “é uma figura consensual na sociedade portuguesa, inspira confiança e segurança aos portugueses”.

    Quanto ao PSD, diz que “é um sinal” ter colocado na lista de deputados “a responsável máxima pelo falhanço na saúde”.

    Sobre as escolhas de Luís Montenegro, que pôs 11 ministros a cabeças de lista pela AD, diz que “foram maus ministros, também não serão bons deputados, mas é o PSD que tem de se responsabilizar pelas suas escolhas”.

  • Pedro Nuno Santos: "Não aceitamos a regra, mas não fugimos aos debates. Não vamos fazer o mesmo que Montenegro"

    O líder do PS está esta manhã a visitar a Futurália, em Lisboa, e falou dos debates televisivos — onde a AD a colocar Nuno Melo em vez de Montenegro em alguns — para acusar o primeiro-ministro de “fugir de alguns debates difíceis”.

    Pedro Nuno Santos foi confrontado com a crítica de Rui Tavares — que considerou que o líder do PS devia ter rejeitado esta regra — e disse que o PS “não aceita a regra, mas não vai fugir aos debates. Não vamos fazer o mesmo que Luís Montenegro”, afirmou em declarações aos jornalistas transmitidas pela RTP3.

    Para o líder do PS, Montenegro, “ao longo da sua governação, fugia dos jornalistas, depois quando rebentou o caso que o envolve fugia também das respostas e agora, em campanha, foge dos debate.” Diz mesmo que “é grave para a democracia ter um primeiro-ministro que no século XXI foge ao debate”.

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