Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a instabilidade geopolítica internacional ao longo do dia de ontem, quarta-feira.

    Trump diz que ataques contra o Irão são apenas “pancadinhas de amor”. E garante que cessar-fogo “está em vigor”

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • O que se passou até agora

    • Os Estados Unidos e o Irão estão em negociações para finalizar um acordo de paz. A proposta dos EUA inclui uma moratória no enriquecimento nuclear iraniano em troca do levantamento das sanções e descongelamento dos ativos iranianos, bem como a retirada dos bloqueios no Estreito de Ormuz. A resposta oficial do Irão é aguardada nas próximas 48 horas.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, expressou disposição para um caminho diplomático, mas reiterou que não aceitará um acordo desfavorável. Caso o Irão rejeite os termos propostos, Donald Trump ameaça retomar bombardeamentos a uma escala maior do que anteriormente, destacando que a operação “Fúria Épica” será retomada se necessário.
    • Israel está a enfrentar um aumento nas tensões regionais, com ataques aéreos no sul do Líbano contra posições do Hezbollah, e expressou sérias preocupações com o acordo potencial entre os EUA e o Irão. A liderança israelita declarou que qualquer acordo que permita ao Irão manter capacidades nucleares será considerado um desastre para a segurança de Israel e do Médio Oriente.
    • No campo humanitário, a ONU destacou a situação difícil no Líbano, onde a continuidade das greves e os recentes conflitos resultaram em milhares de mortos. A Amnistia Internacional e o Gabinete dos Direitos Humanos da ONU pediram a libertação de ativistas humanitários detidos por Israel, sublinhando o risco que enfrentam de maus-tratos e violação dos direitos humanos.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [Ao décimo dia em Nova Iorque dá-se o homicídio brutal. As últimas horas, o que aconteceu no quarto 3416 e a confissão de Renato sobre como matou Carlos Castro. O acesso aos ficheiros da investigação permite reconstituir toda a investigação ao crime. Ouça o quinto episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro episódio e aqui o quarto episódio]

  • Israel interceta “alvo aéreo suspeito” lançado do Líbano

    O exército israelita afirma ter intercetado um “alvo aéreo suspeito” lançado do Líbano em direção a Israel, relata a Al Jazeera.

    A interceção ocorreu após o acionamento de sirenes em Manara, Margaliot e Kiryat Shmona.

  • Nações Unidas: "situação humanitária no Líbano continua altamente instável apesar do cessar-fogo"

    A situação humanitária no Líbano “continua altamente instável apesar do cessar-fogo”, e os civis continuam a ser afetados pelas hostilidades, afirma o Gabinete para a Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas.

    “De acordo com as autoridades, mais de 2.700 pessoas foram mortas desde 2 de março. Com a continuidade das greves, o número de mortos aumenta diariamente”, escreveu o Gabinete das Nações Unidas numa publicação na rede social X.

  • Hezbollah intensifica ataques contra Israel no sul do Líbano

    O Hezbollah afirma que os seus combatentes lançaram 17 ataques direcionados contra forças israelitas em território libanês esta quarta-feira, relata a Al Jazeera.

    De acordo com um comunicado, o grupo libanês atacou concentrações de soldados e veículos militares israelitas em Qantara, Biyyada, Taybeh, Naqoura, Rishaf e Aita al-Shaab através de uma série de ataques com drones e rockets.

    O Hezbollah terá também realizado ataques contra equipamento e armamento específico, incluindo um ataque com um drone contra um veículo de transporte de pessoal.

  • Relatos contraditórios sobre morte de comandante na sequência de ataque israelita em Beirute

    A pessoa visada no ataque terá sido Malek Balout, comandante da Força Radwan, unidade de elite do Hezbollah responsável por diversos ataques contra Israel, avança a Al Jazeera.

    Fontes do grupo libanês afirmaram à emissora que nenhum comandante militar de alto escalão da Força Radwan ou do Hezbollah foi afetado pelo ataque nos subúrbios de Beirute.

    Entretanto, outra fonte próxima do Hezbollah afirmou à AFP que “Malek Ballout, comandante de operações da força Radwan”, foi morto nos ataques desta quarta-feira, escreve o The Guardian.

    Notícia atualizada às 23h40

  • Líder do Hamas confirma que filho ficou ferido por ataque israelita em Gaza

    O líder do gabinete político do Hamas em Gaza, Khalil al-Hayya, confirmou à Al Jazeera que o seu filho ficou ferido num ataque israelita à Faixa de Gaza, que matou uma pessoa e feriu outras 10.

    “Este ataque criminoso é uma extensão da agressão sionista contra o nosso povo em todo o lado, e uma extensão do ataque à delegação palestiniana de negociação que estava em Doha, no Qatar, no dia 9 de Setembro”, afirmou Khalil al-Hayya.

    “Nem a morte dos nossos filhos, nem o martírio dos nossos líderes nos intimidarão”.

  • Ouvem-se sirenes na cidade fronteiriça de Kiryat Shmona, no norte de Israel

    Foram acionadas sirenes na cidade fronteiriça de Kiryat Shmona, no norte de Israel, e em várias comunidades vizinhas, devido a suspeitas de disparos de drones e rockets do Hezbollah, avança o The Times of Israel.

  • Três mortos em ataque aéreo israelita no sul do Líbano

    Pelo menos três pessoas morreram e sete ficaram feridas na sequência de um ataque aéreo israelita que teve como alvo a cidade de Ansariyeh, no sul do Líbano, informou a agência estatal de notícias do país, segundo a Al Jazeera.

  • Conselho de Cooperação do Golfo condena Teerão por “alegações infundadas e inaceitáveis” contra os Emirados Árabes Unidos

    O secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), Jasem al-Budaiwi, condenou Teerão por alegadas “declarações infundadas e inaceitáveis” contra os Emirados Árabes Unidos, depois de o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão ter acusado o país de colaborar com atores hostis.

    Al-Budaiwi, segundo a Al Jazeera, afirmou que as “alegações enganosas são uma extensão da abordagem provocatória e de escalada do Irão em relação aos países da região”.

    “Os países do CCG estão unidos aos Emirados Árabes Unidos e apoiam todas as medidas que o país tome para preservar a sua segurança, estabilidade e soberania”, acrescentou ainda.

  • Amnistia Internacional pede libertação de ativistas da flotilha de Gaza detidos por Israel

    A Amnistia Internacional apelou à libertação dos ativistas Saif Abu Keshek e Thiago Ávila, detidos por Israel desde a interceção, na semana passada, de embarcações da Flotilha Global Sumud em águas internacionais pelas forças israelitas.

    Abu Keshek e Ávila correm um “grande risco de violações dos direitos humanos, incluindo tortura e outros maus-tratos”, segundo uma publicação da organização na rede social X.

    A ONG disse estar especialmente preocupada com Abu Keshek, “um cidadão palestiniano-espanhol-sueco”, uma vez que está “detido por suspeita de ligação a uma organização terrorista, dadas as leis discriminatórias de Israel e o historial persistente de assédio e opressão aos palestinianos sob o sistema de apartheid israelita”.

  • Hamas classificou ataques de Israel a Gaza como “violação flagrante do acordo de cessar-fogo”

    O Hamas condenou os ataques de Israel em Gaza, classificando-os como uma “violação flagrante do acordo de cessar-fogo” e uma continuação da sua “guerra de extermínio” contra os palestinianos no enclave, segundo a Al Jazeera.

    “O governo de ocupação terrorista continua os seus crimes brutais contra o nosso povo na Faixa de Gaza sob o pretexto do acordo de cessar-fogo, sem enfrentar qualquer resposta dissuasora a estas graves violações do acordo e do direito internacional humanitário”, afirmou o Hamas em comunicado, citado pela emissora.

    O grupo apelou ainda às Nações Unidas e às suas instituições, em particular ao Conselho de Segurança, para que adotem medidas que garantam a proteção do povo palestiniano e ponham fim à agressão contra civis.

  • Irão afirma que portos do país estão aptos para apoiar navios no Estreito de Ormuz

    A Organização dos Portos e Assuntos Marítimos do Irão afirmou que os portos do país estão “totalmente preparados” para prestar serviços marítimos, apoio técnico e serviços médicos a navios comerciais no Estreito de Ormuz e noutras águas regionais, relata a Al Jazeera.

  • Responsáveis israelitas acreditam que acordo EUA-Irão será "desastre para Israel"

    Os responsáveis pelo sistema de segurança israelita opõem-se unanimemente a um acordo dos EUA com o Irão e acreditam que será “um desastre para Israel”, disse uma fonte dentro dessa cúpula ao Haaretz.

    Para Israel, o Irão iria “enganar” os EUA e apressar-se a produzir armas nucleares.

  • Força Aérea portuguesa intercetou aeronaves russas nas imediações do espaço aéreo da NATO

    A Força Aérea portuguesa intercetou novamente aeronaves russas, durante uma missão na Estónia, que estavam a operar sobre águas internacionais nas imediações do espaço aéreo da NATO, divulgou hoje este ramo das Forças Armadas.

    A missão decorreu na terça-feira, após um alerta emitido pelo Centro de Operações Aéreas Combinadas de Uedem, na Alemanha, devido à “deteção de aeronaves não identificadas a operar sobre águas internacionais nas imediações do espaço aéreo da NATO”.

    “Perante a situação, foi prontamente acionada uma parelha de aviões F 16M da Força Aérea Portuguesa, a operar a partir da Base Aérea de Ämari, na Estónia, com a missão de identificar e acompanhar as aeronaves sinalizadas, confirmando-se pertencerem à Federação Russa”, explicou a Força Aérea, em comunicado.

  • Quatro pessoas morreram e 33 ficaram feridas na sequência de ataques israelitas no sul do Líbano

    Pelo menos quatro pessoas morreram e 33 ficaram feridas na sequência de ataques israelitas à cidade de Saksakieh, segundo o Ministério da Saúde do Líbano, escreve a Al Jazeera.

  • Vídeo mostra veículo, alegadamente conduzido por um colono israelita, a perseguir uma mulher palestiniana na Cisjordânia

    Um vídeo partilhado nas redes sociais por uma correspondente do Haaretz mostra um veículo, alegadamente conduzido por um colono, a perseguir uma mulher palestiniana numa estrada nos arredores de uma aldeia palestiniana na região central da Cisjordânia.

    A mulher começou a correr ao aperceber-se da aproximação do veículo, enquanto o condutor fez uma manobra brusca na sua direção, cercando-a. Ainda assim, conseguiu atravessar a rua e escapar.

  • Donald Trump: “É muito possível que cheguemos a um acordo”

    O Presidente norte-americano afirma ter tido “conversas muito boas” com o Irão nas últimas 24 horas, enquanto Teerão analisa uma proposta dos EUA para pôr fim à guerra, escreve o The New York Times.

    “É muito possível que cheguemos a um acordo”, disse Donald Trump aos jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, citado pelo jornal.

  • Alerta de suspeita de infiltração terrorista coloca o colonato israelita de Metzad, na Cisjordânia, em confinamento

    Um alerta de suspeita de infiltração terrorista foi ativado no colonato israelita de Metzad, na Cisjordânia, depois de um veículo palestiniano ter entrado na comunidade, relata o The Times of Israel.

    Segundo o jornal israelita, os moradores foram instruídos para permanecerem trancados nas suas casas até novo aviso.

    Entretanto, as IDF afirmaram que as tropas estão a vasculhar a área e outras forças foram enviadas para o local.

  • Emirados Árabes Unidos condenam "comportamento inaceitável” do Irão

    Os Emirados Árabes Unidos rejeitam “quaisquer alegações ou ameaças que prejudiquem a sua soberania, segurança nacional ou capacidade de decisão independente”, segundo a Al Jazeera.

    Qualquer retórica que contenha uma ameaça direta ou indireta à segurança do Estado, das suas instalações ou dos seus residentes e visitantes será considerada “comportamento inaceitável”, por contrariar os princípios da boa vizinhança, as normas do direito internacional e a Carta das Nações Unidas, afirma o país.

    De acordo com a emissora, os Emirados Árabes Unidos afirmam ainda que as suas parcerias são uma “questão puramente soberana”.

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