Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, irão reunir-se para uma cimeira na base militar Elmendorf–Richardson, no Alasca, com o objetivo de discutir o potencial económico entre ambos os países e a guerra na Ucrânia. A reunião tem como ambição alcançar um cessar-fogo na Ucrânia e delinear negociações de paz. Há a possibilidade de uma segunda reunião envolvendo líderes europeus que poderia incluir Putin e Zelensky para negociar a paz.
    • Antes do encontro, Trump afirmou que Putin “não vai brincar” com o seu governo e expressou confiança de que sem a sua presença na presidência, Putin poderia ter já tomado o controlo total da Ucrânia. Além disso, expressou a intenção de um acordo imediato de paz e a necessidade de garantias de segurança nas negociações.
    • Em preparações para a cimeira, Trump alinhou-se com líderes europeus sobre cinco linhas vermelhas para as negociações com Putin, incluindo um cessar-fogo pré-requisito, envolvimento direto da Ucrânia, e suporte conjunto dos EUA e Europa para qualquer acordo alcançado. Foi destacada a importância das garantias de segurança aceites pela Rússia.
    • Putin, por sua vez, elogiou os esforços dos Estados Unidos em tentar pôr fim às hostilidades na Ucrânia e expressou a esperança de alcançar acordos sobre o controlo de armas nucleares, fortalecendo assim a paz na região. O Kremlin, no entanto, indicou que não está prevista a assinatura de nenhum documento oficial após a cimeira.

    [Um homem desobedece às ordens dos terroristas e da polícia e entra sozinho na embaixada. Momentos depois, ouve-se uma enorme explosão. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto a embaixada turca em Lisboa e uma execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o quarto episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]

  • Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a seguir a cobertura do Observador sobre a guerra na Ucrânia neste outro artigo em direto. Obrigado!

    Trump e Putin vão estar “cara a cara” no Alasca para falar de guerra e paz

  • MNE ucraniano falou com homóloga canadiana sobre esforços diplomáticos para acabar com a guerra

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, conversou, esta quinta-feira, por telefone com a sua homóloga do Canadá, Anita Anand, sobre os esforços diplomáticos para terminar com a guerra entre Kiev e Moscovo.

    “Concordámos com a importância de aumentar a pressão política e as sanções contra a Rússia, utilizando todos os meios disponíveis para obrigar a Rússia a aceitar um cessar-fogo e a iniciar um processo de paz genuíno”, disse Sybiha na rede social X, acrescentando que “os ativos congelados da Rússia devem ser plenamente utilizados para garantir que o agressor pague o preço da sua guerra”.

  • Autoridades ucranianas ordenam evacuações em zonas de avanço russo

    As autoridades ucranianas ordenaram hoje a retirada de famílias com crianças de uma zona da região leste de Donetsk, incluindo a cidade de Druzhkivka, devido ao rápido avanço do Exército russo nos últimos dias.

    “Iniciámos a retirada obrigatória de famílias com crianças da cidade de Druzhkivka” e de várias aldeias vizinhas, informou o governador da região leste de Donetsk, Vadym Filashkin, acrescentando que 1.879 menores ainda se encontravam no local.

  • Putin "não vai brincar comigo" durante a cimeira no Alasca, garante Trump

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu, durante a conferência de imprensa desta quinta-feira, que Putin “não vai brincar” com ele na reunião de amanhã no Alasca.

    Trump acrescentou que o homólogo russo “gostaria de chegar a um acordo” e sugere que se não fosse ele, Putin tomaria o controlo da Ucrânia: “Se eu não fosse Presidente, na minha opinião, ele [Putin] preferiria tomar conta de toda a Ucrânia, mas eu sou Presidente e ele não vai brincar comigo”.

    O líder da Casa Branca sugeriu, ainda, o Alasca como local para a segunda reunião — que gostaria que acontecesse “muito rapidamente”.

  • Possível reunião entre Putin e Zelensky poderá acontecer com a presença de líderes europeus, diz Trump

    O líder da Casa Branca afirmou, esta quinta-feira, que existe uma perspetiva de os líderes europeus se juntarem à possível reunião entre Putin e Zelensky.

    Durante uma conferência de imprensa e questionado sobre a reunião com o Presidente russo, Vladimir Putin, que se realiza amanhã no Alasca, Trump disse que se trata de “uma grande reunião”, uma vez que “iremos salvar muitas vidas e milhares de soldados por semana”.

    No entanto, Trump garante que “a reunião mais importante será a segunda reunião que teremos: uma reunião com Putin, Zelensky, eu e talvez levemos alguns dos líderes europeus. Ou talvez não”, sublinhando que acha que os Presidentes ucraniano e russo “irão fazer as pazes”.

  • Trump alinha-se com Europa nas linhas vermelhas para a Ucrânia antes de encontro com Putin

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se virtualmente com líderes europeus e com Zelensky na quarta-feira. Durante o encontro acordou cinco linhas vermelhas para as negociações com Vladimir Putin, marcadas para sexta-feira no Alasca.

    Segundo o Wall Street Journal, entre os pontos definidos com os líderes europeus estão:

    • Um cessar-fogo como pré-requisito para novas negociações;
    • A não negociação de questões territoriais fora das atuais linhas da batalha;
    • Garantias de segurança do Ocidente aceites pela Rússia;
    • Participação direta da Ucrânia nas negociações;
    • Apoio conjunto dos Estados Unidos e da Europa a qualquer eventual acordo.

  • Putin agradece à Casa Branca pelos "esforços sinceros" e reitera desejo de alcançar acordo sobre armas nucleares com Trump

    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, agradeceu, esta quinta-feira, ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, pelos “esforços sinceros” para travar o conflito na Ucrânia e disse que espera alcançar acordos sobre armas nucleares táticas nos próximos passos das negociações com os Estados Unidos.

    “A atual administração americana está a fazer, na minha opinião, esforços bastante enérgicos e sinceros para parar as hostilidades, parar a crise e chegar a acordos que são de interesse para todas as partes envolvidas neste conflito”, disse o líder do Kremlin, citado pela TASS.

    Putin acrescentou, ainda, que o encontro com Trump tem como objetivo “criar condições de longo prazo para a paz entre os nossos países, assim como na Europa e no mundo, se chegarmos a acordos na esfera do controlo estratégico de armas ofensivas nas próximas etapas [das negociações]”.

  • Trump espera conseguir parar os combates na Ucrânia após conversar com Putin, diz Marco Rubio

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, espera conseguir um cessar-fogo na Ucrânia, afirmou esta quinta-feira Marco Rubio. Segundo o secretário de Estado norte-americano, durante a reunião entre Putin e Trump, terão de existir “garantias de segurança”.

    “Para chegar à paz, creio que temos de reconhecer que terá de haver uma conversa sobre as garantias de segurança. Terá de haver uma conversa sobre disputas territoriais e reclamações e sobre aquilo porque estão a lutar”, disse Rubio, citado pela Sky News, acrescentando que “todas estas coisas farão parte de um acordo global”.

    “Acho que o Presidente [Trump] espera alcançar alguma paragem nos combates para que estas negociações possam existir”, concluiu.

  • Kremlin diz que não está prevista nenhuma assinatura de documentos entre Trump e Putin no Alasca

    Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nenhum documento deverá ser assinado após a cimeira entre a Rússia e os Estados Unidos, agendada para sexta-feira no Alasca.

    Questionado sobre a possibilidade de um acordo formal, Peskov afirmou, citado pelo Ukrainska Pravda: “Não, não está previsto. Nada foi preparado e dificilmente será possível que haja qualquer documento”.

    Segundo o porta-voz presidencial russo, haverá uma conferência de imprensa conjunta, na qual Putin irá apresentar “o leque de acordos e entendimentos” que possam ser alcançados. “Seria inadequado tentar prever resultados”, sublinhou.

  • Trump diz que se reunião com Putin for má não vai telefonar a ninguém: "Vou para casa"

    Um dia antes de se reunir com o homólogo russo, o Presidente norte-americano sublinhou que está interessado em assegurar um acordo de paz “imediato”. Em entrevista à Fox News, Donald Trump reiterou que se a reunião com Vladimir Putin trouxer progressos rapidamente ligará a Volodymyr Zelensky e aos líderes europeus.

    Donald Trump alertou, no entanto, que terá outra atitude se o encontro não correr como espera. “Se for uma má reunião, eu não vou telefonar a ninguém. Eu vou para casa”, sublinhou. No entanto, o Presidente dos EUA disse acreditar que Putin quer fechar o assunto na cimeira marcada para sexta-feira numa base militar no Alasca. Questionado sobre números, disse que há 25% de probabilidade de a reunião acabar em fracasso.

    Trump disse ainda que o seu grande objetivo para o encontro de sexta é marcar uma segunda reunião já com Zelensky para fazer um acordo.

  • Zelensky anuncia a libertação de 84 prisioneiros ucranianos, alguns detidos desde 2014

    Depois da reunião com Keir Starmer, Volodymyr Zelensky usou o X para anunciar a libertação de 84 prisioneiros ucranianos, entre civis e militares, alguns detidos desde 2014.

    “Estamos a trazer ucranianos de volta para casa, na Ucrânia. Uma nova troca, 84 pessoas, entre militares e civis. Quase todos necessitam de cuidados médicos e de uma reabilitação significativa”, disse o Presidente ucraniano. “Entre os civis libertados hoje estão os que estavam detidos pelos russos desde 2014, 2016 e 2017. Entre os militares libertados hoje estão os defensores de Mariupol. Estou grato a todos os que nos ajudam a continuar a libertar os prisioneiros ucranianos.”

    Zelensky também agradece as equipas a trabalhar no terreno e os países envolvidos nas trocas, afirmando que em breve mais prisioneiros devem ser libertados. “Agradeço à nossa equipa – a todos os que trabalham no Quartel-General de Coordenação, na Inteligência de Defesa, no Gabinete e nos serviços especiais que trabalham para trazer o nosso povo de volta. Agradeço aos Emirados Árabes Unidos pela sua assistência nesta troca. E, acima de tudo, agradeço aos nossos combatentes que reabastecem o “fundo de troca” da Ucrânia todas as semanas na linha da frente. A bravura e a eficácia das nossas unidades na linha da frente tornam possível, entre outras coisas, trazer o nosso povo de volta a casa. Haverá mais trocas.”

  • IL pede ao Governo que condene utilização de símbolos de apoio à Rússia

    A IL recomendou hoje ao Governo que condene o uso de símbolos associados à invasão russa da Ucrânia, como a fita de São Jorge ou a letra “Z”, salientando que têm ocorrido episódios de agressão relacionados a sua utilização.

    Num projeto de resolução entregue na quarta-feira na Assembleia da República, a IL indica que “têm ocorrido em território português episódios preocupantes relacionados com a exibição de símbolos ligados à narrativa de guerra do regime russo”.

    “Entre esses símbolos encontra-se a fita de São Jorge (preta e laranja), as letras ‘Z’ e ‘V’ estilizadas, e outras variações que, atualmente, são utilizadas como marcas de apoio à invasão russa e à ideologia que a sustenta”, lê-se no texto.

  • Zelensky diz que reunião com Starmer foi "muito produtiva"

    Volodymyr Zelensky afirmou que a reunião com Keir Starmer esta quinta-feira, 14 de agosto, foi “muito produtiva”, e adianta que Ucrânia e Reino Unido falaram sobre a reunião desta sexta-feira entre Donald Trump e Vladmir Putin e que continuam a “coordenar posições”. O encontro deu-se um dia depois do Presidente ucraniano reunir-se com outros líderes europeus.

    “Ontem, juntamente com todos os nossos parceiros, e hoje em formato bilateral, discutimos as expectativas para a reunião no Alasca e as possíveis perspetivas. Discutimos também em detalhe as garantias de segurança que podem tornar a paz verdadeiramente duradoura se os Estados Unidos conseguirem pressionar a Rússia a interromper os assassinatos e a envolver-se numa diplomacia genuína e substantiva. É importante que, no âmbito da Coligação dos Dispostos, todos possamos alcançar formatos eficazes para a cooperação em matéria de segurança”, escreveu Zelensky no X.

    O Presidente ucraniano também falou nas medidas para fortalecer a defesa da Ucrânia. “Discutimos também a continuidade dos programas de apoio ao nosso exército e à nossa indústria de defesa. Em qualquer cenário, a Ucrânia manterá a sua força. Keir e eu também falámos sobre mecanismos para o fornecimento de armas, como o programa PURL, e instei o Reino Unido a aderir. É claro que também discutimos o nosso Acordo de Parceria de Cem Anos. A Ucrânia está a preparar-se para o ratificar em agosto e, como resultado, poderemos realizar uma reunião alargada entre a Ucrânia e o Reino Unido.”

    Por fim, Zelensky destacou os planos para aumentar a produção de drones. “Um item separado e importante na agenda foi o investimento na nossa produção de drones. Temos um potencial significativo para aumentar os volumes de produção e precisamos urgentemente de financiamento para o fazer. Os drones desempenham um papel decisivo na linha da frente, e a capacidade da Ucrânia para os produzir é excecional. Portanto, o investimento nesta produção pode realmente influenciar a situação a nível estratégico.”

  • Putin sugere que Rússia e EUA podem chegar a um acordo de controlo de armas nucleares

    Vladmir Putin disse esta quinta-feira que a Rússia e os EUA podem chegar a um acordo sobre o controlo de armas nucleares, de acordo com o que publica a Reuters. O Presidente russo afirma que a administração Trump está a fazer “esforços sinceros” em resolver o conflito na Ucrânia, e que um acordo nuclear poderia fortalecer a paz na região.
    De acordo com a TASS, citada pelo The Guardian, Putin encontrou-se com alguns oficiais russos para se preparar para a reunião com Trump um dia mais tarde. Os dois líderes reunem-se na sexta-feira às 20h30, hora de Lisboa.

  • Putin elogia esforços dos EUA para pôr fim à guerra

    O Presidente russo, Vladimir Putin, elogiou hoje os esforços “enérgicos e sinceros” dos Estados Unidos para pôr fim aos combates na Ucrânia, na véspera da cimeira no Alasca com o homólogo norte-americano, Donald Trump.

    Os Estados Unidos “estão a envidar, na minha opinião, esforços muito enérgicos e sinceros para pôr fim às ações militares e à crise” na Ucrânia, disse Putin no início de uma reunião extraordinária com altos funcionários do governo e do Kremlin (presidência).

  • O passo a passo da cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin

    O conselheiro do Kremlin, Yuri Ushakov, apresentou hoje o plano para a cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin a realizar-se na próxima sexta-feira, na base norte-americana Elmendorf–Richardson, em Anchorage no Alasca.

    Depois de uma viagem de nove horas para Putin, a partir de Moscovo, e de oito horas para Trump, a partir de Washington D.C., os dois Presidentes encontram-se às 11h30 locais (20h30 em Lisboa). Para essa hora, está agendada uma reunião a dois — com a “participação, naturalmente, de tradutores”. Antes deste primeiro encontro, “está programado que cada um dos Presidentes diga algumas palavras”.

    Depois desta reunião, Putin e Trump voltam a falar à imprensa através de uma conferência de imprensa conjunta, em que irão “resumir os resultados das negociações”. O encontro entre os dois Presidentes continua com um “pequeno-almoço de trabalho”.

    A agenda para o dia inclui ainda uma reunião entre as delegações russa e norte-americana, constituídas por cinco elementos cada. A equipa russa será constituída pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Sergey Lavrov, da Defesa, Andrei Belousov, das Finanças, Anton Siluanov, pelo representante especial para o investimento e a cooperação económica, Kirill Dmitriev, e pelo conselheiro Yuri Ushakov, detalhou o próprio, citado pela TASS.

  • Cimeira Trump-Putin realiza-se em base militar do Alasca

    O enclave militar é o único local no Alasca que cumpre os requisitos de segurança para a reunião, que será a primeira entre os líderes dos dois países desde que a Rússia invadiu a Ucrânia.

    Cimeira Trump-Putin realiza-se em base militar do Alasca

  • Trump e Putin vão reunir-se às 20h30 de sexta no Alasca

    Já é conhecido o horário do encontro previsto entre os Presidentes norte-americano e russo: às 20h30 de sexta-feira, segundo revelou esta manhã o conselheiro do Kremlin Yuri Ushakov. A reunião vai decorrer na base Elmendorf–Richardson, no Alasca.

    Ushakov, que é citado pela agência Reuters, explicou que Donald Trump e Vladimir Putin vão falar sobre o “enorme potencial inexplorado” dos laços económicos entre a Rússia e os EUA e as perspetivas de pôr fim à guerra na Ucrânia.

  • Trump pondera oferecer a Putin acesso a minerais raros para pôr fim à guerra na Ucrânia

    Líder dos Estados Unidos pretende negociar com Putin, oferecendo-lhe minerais raros, petróleo e gás no estreito de Bering e peças para aviões russos, numa tentativa de encerrar o conflito na Ucrânia.

    Trump pondera oferecer a Putin acesso a minerais raros para pôr fim à guerra na Ucrânia

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