Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

"Guerra Traduzida" na Rádio Observador. Passamos em revista os destaques dos jornais russos com a Laura Figueiredo. Laura, a Rússia proibiu exportações de gasóleo devido à escassez de combustível.

Anúncio feito pelo vice-primeiro-ministro russo Alexander Novak durante uma reunião com o presidente Vladimir Putin dedicada à crise no setor energético. Esta medida é tomada numa tentativa de aumentar a disponibilidade de combustível no mercado interno, face à escassez provocada pelos ataques ucranianos. Alexander Novak diz que a proibição das exportações de gasóleo entrou hoje em vigor, o que vai aumentar a oferta no mercado interno. Esta medida surge depois da adoção por Moscovo, nos últimos meses, de outras restrições para responder às perturbações no abastecimento de combustíveis, agravadas pelos ataques ucranianos a infraestruturas energéticas e refinarias russas.

E o Kremlin diz que a Ucrânia demonstra agressividade e uma tendência para realizar ataques terroristas contra o sistema energético global.

Críticas do porta-voz do Kremlin, citado pela TASS. Dmitry Peskov afirma que Moscovo tem alertado repetidamente Ankara para as alegadas tentativas de Kiev de atacar infraestruturas russas de fornecimento de gás. Peskov acusa também a Ucrânia de realizar ataques com drones contra petroleiros. Ele classifica estas ações como uma manifestação da atividade terrorista de Kiev contra a infraestrutura energética internacional. O porta-voz do Kremlin acrescenta que a Ucrânia demonstra constantemente agressividade e uma tendência para realizar ataques terroristas contra o sistema energético global, uma situação que a Rússia considera muito perigosa. Já sobre a segurança europeia, Peskov critica a possibilidade de os países bálticos seguirem o exemplo da Finlândia e aceitarem o destacamento de armas nucleares. Segundo o porta-voz do Kremlin, essa decisão não aumentaria a segurança da região e obrigaria a Rússia a adotar contramedidas.

E pelo menos duas pessoas morreram na sequência de ataques ucranianos a refinarias de petróleo russas.

De acordo com o Moscow Times, o Ministério da Defesa da Rússia adianta que os sistemas de defesa aérea interceptaram e destruíram 415 drones ucranianos durante a noite. A esmagadora maioria destes aparelhos foi neutralizada sobre as regiões de Belgorod, Bryansk e Voronezh, assim como em áreas mais profundas do território russo. No entanto, fontes locais confirmaram que vários drones conseguiram ultrapassar a barreira defensiva e atingiram vários alvos. Em Saratov, por exemplo, um ataque com drone provocou um incêndio de grandes proporções numa refinaria petrolífera operada pela estatal Rosneft, enquanto em Tatarstão foram atingidas as instalações petroquímicas. Já na região de Krasnodar, a Gazprom admitiu que uma estação do gasoduto Blue Stream foi alvo de bombardeamento, embora garanta que o fluxo de gás para a Turquia permanece regular.

Laura, a Rússia diz que atacou centros de logística e locais de transporte do exército ucraniano.

Em comunicado citado pelo jornal TASS, o Ministério da Defesa russo adianta que aeronaves táticas, veículos aéreos não tripulados, tropas de mísseis e artilharia dos grupos de forças russas atingiram centros de logística, infraestruturas de combustível e energias usadas pelo exército ucraniano. Ainda de acordo com o mesmo jornal, nas últimas 24 horas, o exército ucraniano perdeu quase 1500 soldados.

E fica por aqui a edição de hoje de "Guerra Traduzida". Está de regresso amanhã. Até logo.