Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
"Guerra Traduzida", edição de sexta-feira. Estamos na Rádio Observador. Nos próximos minutos, como sempre, vamos analisar a imprensa da Rússia e a imprensa da Ucrânia. É um trabalho do jornalista Rui Casanova. Hoje começamos com a imprensa ucraniana desta sexta-feira. Em destaque, um ataque de tropas ucranianas a um campo de aviação russo na Crimeia.
As forças ucranianas atacaram o campo de aviação Belbek, na Crimeia, destruíram três aviões da Rússia e mataram vários soldados russos. Não é especificado o número certo, são dados avançados pelo porta-voz da Força Aérea da Ucrânia na televisão do país. Na quarta-feira, há dois dias, já tinha ocorrido uma série de explosões na Crimeia e também um incêndio perto deste campo de aviação. Na altura, o comandante da Força Aérea da Ucrânia deu a entender que Kiev era o responsável, não confirmou a 100%, disse apenas, passo a citar: "Obrigado a todos os que participaram na limpeza da presença russa na Crimeia". Agora, dois dias depois, surge esta nova notícia do ataque ao campo de aviação Belbek, com três aviões da Rússia destruídos e vários soldados russos mortos.
E Volodymyr Zelensky reagiu à morte de dois cidadãos franceses que estavam a lutar pela Ucrânia. Esta é uma notícia também em destaque na imprensa ucraniana.
Desta feita no jornal RBK, Volodymyr Zelensky alerta que o terror russo não reconhece nacionalidades. É a reação do presidente ucraniano numa publicação nas redes sociais. Zelensky expressa ainda condolências. Ontem as tropas russas atacaram Berislav, na região de Kherson, com drones, o que resultou na morte de dois cidadãos franceses, outros três ficaram feridos. O presidente de França, Emmanuel Macron, já condenou este ataque das tropas russas, um ataque que descreve como um ato cobarde. Também o ministro francês dos Negócios Estrangeiros avisa que, na sequência deste ataque, a Rússia, que descreve como país terrorista, tem de responder pelos crimes que praticou.
E Rui, hoje há um jornal ucraniano que tem uma pergunta curiosa. Está em destaque: faz mal divertirmo-nos em tempo de guerra?
É a pergunta que dá título a uma reportagem do jornal online Kyiv Independent, que acrescenta: perguntamos aos ucranianos. No fundo, é uma reportagem sobre eventos culturais que continuam a decorrer, apesar da invasão. Eventos como concertos ou exposições em museus. O Kyiv Independent falou com vários artistas, também promotores de espetáculos, e todos dizem que é importante estes eventos continuarem por duas razões. A primeira, distrair os cidadãos, aliviar deste ambiente de guerra e, por outro lado, mostrar aos russos que a Ucrânia continua a funcionar, que continua aberta e que nunca se vai render. São os destaques desta reportagem do Kyiv Independent, que ainda assim lembra que há algumas alterações à rotina nestes espetáculos devido à guerra. Por exemplo, quem vai a concertos tem que se registrar numa plataforma para ficar a saber o local exato, para evitar que este seja atacado pela Rússia. É uma notícia, um tema em destaque aqui no jornal online Kyiv Independent.
E é assim que fechamos esta edição de Guerra Traduzida, com destaque para a imprensa ucraniana.