Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Olá, seja bem-vindo a mais um episódio do "Claro como Água", o podcast da iniciativa Vimer Explica, em parceria com a Rádio Observador. A água, como temos visto ao longo das duas temporadas deste podcast, desempenha um papel essencial no funcionamento do organismo. O que vamos perceber nos próximos minutos é o impacto que a água pode ter não apenas na prevenção, mas também no tratamento do cancro. Eu sou a Maria João Simões e hoje é a nossa convidada Paula Ravasco, médica nutricionista, especialista em cancro. Bem-vinda, doutora. Muito obrigada por ter aceitado o nosso convite.
Não, obrigada eu. É um prazer estar aqui.
O gosto é nosso, doutora. Eu gostava de começar pela prevenção de doenças oncológicas e saber qual é o principal benefício, não só de uma correta hidratação, como também da ingestão de minerais que compõem algumas águas.
No fundo, essa questão é uma questão interessante, porque a importância não se prende só com a ingestão de águas. Eu acho que existe aqui alguma semelhança entre a ingestão correta de águas e a ingestão correta de uma água que seja realmente mais rica em minerais e que consiga realmente veicular os micronutrientes que para nós são essenciais, para o nosso organismo funcionar bem, para as nossas células funcionarem bem, para os metabolismos estarem todos equilibrados, porque os minerais também acabam por ser cofatores para a produção energética, para o crescimento muscular. Portanto, tudo isso é essencial que funcione bem. Mas também não nos podemos esquecer que para prevenir o cancro, existe toda uma fatia importante que é a alimentação.
Claro.
Portanto, no fundo, existe aqui quase que um papel duplo, que é uma alimentação adequada, variada, equilibrada e depois a ingestão adequada de água, necessariamente rica pela sua diversidade em micronutrientes, que é absolutamente essencial para realmente haver esse efeito sinérgico na promoção da saúde e na prevenção, especialmente deste tipo de cancro. Não é só no cancro.
Pois. Noutras patologias.
Sim. Eu diria que é na prevenção de várias patologias crônicas, porque é isso que a ciência nos diz. A alimentação equilibrada e a hidratação. Até porque a água, também não nos podemos esquecer, é um alimento essencial, que está no centro da roda dos alimentos.
Exatamente.
E não é por acaso. É porque exatamente faz parte de todos os grupos de alimentos-
Completa, não é? Na verdade.
Que nós temos que ingerir todos os dias.
Falamos da prevenção. No caso do tratamento, sabemos, ou pelo menos já ouvimos falar, dos efeitos secundários da quimioterapia ou da radioterapia. As náuseas, os vômitos. Beber água mineral de forma regular pode ajudar a reduzir esses sintomas, doutora?
Pode ajudar a reduzir esses sintomas por vários fatores. Não é só pelos minerais presentes na água, e quanto maior for a riqueza em mineral, também necessariamente será a capacidade do organismo repor os minerais que está a perder por causa das náuseas, por causa dos vômitos e por causa mesmo da própria ação dos fármacos da quimioterapia.
Estamos a falar de que tipo de minerais? Bicarbonato, magnésio, cálcio.
Cálcio, magnésio, fósforo, sódio, potássio. Todos estes minerais que estão presentes nas células e estão presentes no sangue acabam, de alguma forma, por o doente, ao fazer estes tratamentos de quimioterapia, perder muitos destes minerais, porque é um efeito natural e expectável daquilo que acontece quando a pessoa é submetida a este tipo de fármacos. E, portanto, esta água, ou uma água que consiga veicular esses nutrientes, novamente voltamos aqui a ser um veículo de nutrientes essenciais, tal como os alimentos, consegue ajudar o organismo a repor aquilo que está a perder. Em relação aos sintomas em concreto, os sintomas das náuseas, dos vômitos, da fadiga, nós sabemos que se ingerirmos magnésio em quantidade adequada ou cálcio em quantidade adequada, estamos a promover ou estamos a pelo menos contribuir para a fadiga se instalar mais tarde. A fadiga, que é um sintoma muito predominante nos doentes a fazer quimioterapia. A astenia, a falta de força, a fadiga, as náuseas e os vômitos mais associados a alguns tipos de fármacos de quimioterapia, também podem ser aliviados por uma hidratação correta, mas sobretudo porque uma hidratação correta durante a quimioterapia faz com que estimula o rim a funcionar melhor e faz com que haja uma eliminação mais eficaz dos fármacos que estão a ficar acumulados no organismo, porque nós estamos a administrar e temos forçado a entrada desses fármacos no organismo e depois temos que os fazer sair, pelo menos para não ficarem tão concentrados numa quantidade tão grande, porque são realmente quantidades muito grandes que nós fazemos para tratar os doentes. É um facto.
Tem que ser, não é?
Tem que ser. Matar moscas com bombas, como eu costumo explicar aos doentes, porque é mesmo assim. Temos que realmente usar doses grandes para conseguir controlar uma doença, que é uma doença agressiva, que cresce como quer, que é anárquica no crescimento e que se sobrepõe ao hospedeiro onde está a crescer. Portanto, nós temos que ir com tudo. E para salvaguardar o hospedeiro, salvaguardar a pessoa De menos efeitos. Também temos que o nutrir da melhor forma, também temos que o hidratar da melhor forma. Com tudo o que seja mais completo, exatamente para repor aquilo que está a perder e fazer com que aquilo que está no seu organismo a mais, consiga também ser eliminado mais rápido, porque depois a recuperação também é mais rápida. Isso sabe-se.
Doutora, no caso das doenças oncológicas, que são hoje o nosso tema, qual é a grande diferença nos benefícios de beber água mineral em comparação com a água da torneira? São ambas uma fonte confiável de minerais essenciais à saúde e bem-estar ou é sempre preferível optar por águas puras na origem e sem qualquer tipo de tratamento que as tornem potáveis, como as águas minerais e de nascente?
São diferentes. Naturalmente que são diferentes. As águas minerais e que são de nascente e que são puras na sua origem, têm sempre uma composição nutricional e mineral diferente da água da torneira. Mesmo sendo uma água da torneira, porque têm que ser potáveis, mas são submetidas a tratamentos químicos, são submetidas a tratamento com cloro para alterar a composição microbiológica. Podem ter contaminação com outros metais por causa das canalizações, podem existir eventualmente outras contaminações que venham do solo e portanto, é sempre diferente a composição, mas muitas vezes não quer dizer que seja sempre necessário optar por uma água mineral. Até porque há pessoas cujo sistema, cujo seu funcionamento, nomeadamente a nível renal ou hepático.
Pode ser mais intolerante.
Possa não comportar determinada composição em determinado mineral. Isso tem que ser visto com a equipa médica. Há pessoas que têm necessidade de fazer restrição na água, mesmo na água, de alguns minerais por causa da sobrecarga renal que podem ter. Mas isto são situações particulares. É claro que se temos uma água pura, com zero risco de contaminação, será sempre preferível do que uma água que tem risco de estar contaminada com alguma coisa. Logicamente.
E sendo uma fonte de minerais essenciais para a nossa saúde e bem-estar em geral, existe uma quantidade recomendada de água mineral a consumir ou varia de caso para caso?
Varia caso para caso, sempre. Nós temos um cut-off, temos quantidades recomendadas para a população e estas quantidades recomendadas variam em função do sexo, em função da idade, da atividade física, das doenças ou comorbilidades que a pessoa possa ter e do estado fisiológico geral que a pessoa apresente. Em relação à idade, em concreto, que são as nossas principais balizas, nós temos realmente, por exemplo, nos jovens até aos 17 anos, 40 mililitros por quilo de peso. Se temos, por exemplo, uma criança com oito anos com 35 quilos, isto dá 1400 mililitros por dia, portanto, um litro, um litro e meio, aproximadamente. Aquilo que, grosso modo, a Organização Mundial de Saúde recomenda, são oito a 10 copos para a população adulta. Sendo que para as pessoas com mais de 66 anos, a ingestão hídrica e as recomendações baixam para 25 mililitros por quilo. Sabe-se que o threshold, a sensação de sede, vai diminuindo com a idade e também vai diminuindo com a idade a necessidade hídrica pela própria funcionalidade dos tecidos, pela lentidão e a lentificação dos processos celulares, do metabolismo e do mecanismo celular e portanto, esta ingestão hídrica vai sendo cada vez menos necessária ao longo da vida, e isto por questões fisiológicas. Mas existem realmente recomendações que temos que ter em conta. Daí eu estar a dizer que temos mesmo que beber água, é um alimento essencial e é um alimento essencial ao longo da vida sempre, seja qual for a etapa do crescimento.
Doutora Paula Rafasco, o nosso corpo não tem capacidade de produzir minerais e precisa de os ir buscar aos alimentos. Ora a água mineral, como temos aqui falado, é rica em minerais. Quais é que destaca como mais importantes? Há algum cujo consumo seja necessário reforçar durante os tratamentos oncológicos ou até mesmo posteriormente?
Todos, eu diria. Durante os tratamentos de quimioterapia.
Era o que a doutora dizia no início. Há muitos que se perdem.
Há muitos que se perdem. O tratamento é muito agressivo. O tratamento, por exemplo, não só da quimioterapia, mas da radioterapia, leva à muita destruição celular. Há muitas células que se perdem, que morrem, que rebentam e portanto, há muita perda do interior das células para fora. A quimioterapia são fármacos agressivos que também levam a muita morte celular e levam a muito desequilíbrio destes minerais, porque a pessoa ou desidrata ou fica hiper hidratada com edema e faz retenção hídrica e portanto, tudo isto é um equilíbrio que nós temos que realmente tentar gerir. E eu diria que, grosso modo, todos os minerais são importantes, todos os micronutrientes são importantes nesta fase, porque nem nós sabemos muito bem exatamente quanto é que os doentes perdem, porque depende muito do ciclo e depende muito da resistência da pessoa, depende muito da reserva com que o doente parte para iniciar a quimioterapia ou radioterapia.
E que ao longo do processo pode sofrer alterações.
Pode sofrer alterações, porque são processos dinâmicos, porque um ciclo não é igual ao anterior, e o outro que vem a seguir já não tem nada a ver com o segundo, o quarto já não tem nada a ver com o terceiro, nem com o segundo, nem com o primeiro, e portanto a toxicidade também vai sendo cumulativa, tal como a radioterapia, e portanto, todos estes nutrientes são necessários ingerir sempre. Independentemente de ser o bicarbonato, o cálcio, o sódio, o potássio, o fósforo. Alguns são intracelulares, outros são extracelulares, mas são todos essenciais realmente manter a sua ingestão adequada durante um processo que é um processo tão difícil.
Claro. E doutora, torna-se inevitável falarmos sobre o cancro da mama. Em Portugal são detetados cerca de 9 mil novos casos por ano. Que impacto podem ter uma boa hidratação e depois a escolha de determinados tipos de água?
Essa é uma pergunta que eu compreendo, mas que não tem uma relação direta. Ou seja, o cancro de mama é um cancro que está a aumentar e está a aumentar por várias razões. Está a aumentar, sobretudo, em idades mais jovens, em mulheres mais jovens, sobretudo porque continua a ser raro no sexo masculino, embora Também tenha vindo epidemiologicamente a subir a prevalência nos homens, mas não existe, até à data, nenhuma evidência direta que correlacione este tipo de ingestão de minerais por via da água com um potencial papel preventivo deste tipo de cancro. O que nós sabemos globalmente dos nossos estilos de vida e que possam realmente influenciar a incidência ou desenvolvimento do cancro da mama é a obesidade, é o excesso de tecido adiposo, a falta de atividade física e a redução global dos nutrientes que são protetores, que são os tais nutrientes que vêm da alimentação variada. Portanto, todos esses microminerais que nós temos realmente que ingerir todos os dias, diariamente, em quantidades adequadas, inclusive na água. Existe, mais recentemente, uma sugestão de uma associação entre uma microbiota intestinal mais adequada, e isso consegue-se através de uma alimentação equilibrada, mas também de uma ingestão correta de água, porque vai influenciar a composição microbiológica do nosso intestino. Nós temos agora um projeto que vai explorar isso. Vamos explorar a composição da microbiota intestinal e a composição da microbiota no tecido mamário, para ver qual é que é a correlação, qual é que é a semelhança, de que forma é que isto possa ter contribuído para o risco daquelas mulheres terem realmente desenvolvido o cancro de mama. É um projeto de investigação que estamos agora a iniciar e deste ponto de vista nós sabemos que isso acontece, mas ainda não sabemos até que ponto é que esta microbiota intestinal pesa no desenvolvimento do cancro de mama. Sabemos, sim, os outros fatores de risco que eu acabei de dizer, que estão demonstrados, e já estão demonstrados há algum tempo, que são realmente fatores de risco comprovados e que nós temos realmente que limitar pelos estilos de vida e por uma atividade física saudável, e que conseguem realmente prevenir este tipo de cancro que está a aumentar e que vai continuar a aumentar.
Impressionante. Ainda no que respeita às mulheres, que passam, portanto, as alterações hormonais ao longo da vida, como a gravidez, a menopausa, podemos dizer que as mulheres têm diferentes necessidades de determinados minerais em determinadas fases da vida? E já agora, quais são os minerais que não devemos descurar e quais são os seus principais benefícios, doutora?
Na mulher em particular, e em função das várias fases, como acabou de dizer, nós temos, por exemplo, a fase da menstruação, em que temos perdas, e essas perdas associam-se a perdas de dois macrominerais, sobretudo, do magnésio e do ferro. Portanto, há que ter atenção a estes minerais e repor e fazer suplementação destes minerais sempre que possível. Na gravidez, temos o cálcio, o ferro, o zinco e o iodo, porque são essenciais para a grávida, mas também são essenciais para o crescimento fetal. São absolutamente essenciais e, portanto, têm que ser ingeridos em quantidades adequadas durante a gravidez. Durante a lactação, temos o cálcio e o magnésio, porque nós sabemos que o magnésio é um dos minerais que contribui para a produção energética e também para a prevenção da fadiga da mãe. E, portanto, o cálcio e o magnésio são essenciais nesta fase. Na menopausa, temos o cálcio e a vitamina D à cabeça. Todas as mulheres que entram na fase da menopausa têm que fazer e devem seguir um estilo de vida adequado, atividade física, mas com um aporte adequado de cálcio e vitamina D por causa da saúde óssea.
Estou a ouvir muito atentamente essas dicas, adoro. Estou a entrar nessa fase.
É mesmo para gravar into your brain. E o selênio e o zinco por causa da imunidade, porque também se sabe que na idade pós-menopáusica, o sistema imune começa lentamente a ficar mais ineficiente, digamos assim. Ele continua a funcionar, mas mais lentificado. E, portanto, é importante nós termos esta ingestão adequada do selênio e do zinco, porque também se sabe que existe esta relação com o sistema imune, e também do magnésio, por causa da saúde muscular. Para haver anabolismo muscular, para haver força muscular e prevenção da fadiga, há que haver uma ingestão correta de magnésio, através dos alimentos mais ricos e através das águas que o tenham.
Doutora Paula Ravache, existem cancros cujo tratamento pode levar a uma menopausa precoce. Nesta situação, a água mineral natural, fonte de minerais como o cálcio e o magnésio, que agora descrevia, pode de alguma forma reduzir as consequências, como, por exemplo, a osteoporose precoce?
É difícil.
É a tal relação que é difícil.
É difícil, porque a menopausa precoce significa que há uma total perda de produção de estrogênio. E o estrogênio é a hormona que permite que haja fixação de cálcio nos ossos, é o que permite que haja um bom funcionamento cardíaco, é o que permite que haja a prevenção das doenças metabólicas. Todos os mecanismos funcionam bem pela presença desta hormona, que é o estrogênio. Numa situação de uma menopausa precoce, não há este estrogênio. Ou, por exemplo, uma doente com câncer de mama, que tem que fazer tratamentos que induzem uma menopausa precoce e portanto, começam a ter mais cedo as consequências da menopausa, como a osteoporose, como a perda de massa muscular, a perda de força, a fadiga instalada, alterações da concentração, alterações da memória, estes sinais focais, alterações do sono. Isto pode melhorar com o aporte adequado de micronutrientes? Nós sabemos que sim. Até que ponto é que consegue prevenir numa situação tão específica como a menopausa precoce? É difícil, porque implica que há uma ausência de uma hormona que é responsável por tudo, que é o estrogênio. E isto não se consegue substituir. Conseguimos, sim, apaziguar algumas das consequências destes déficits por causa da ausência de estrogênio. Alguns deles através dos minerais, sim, outros através de uma correta ingestão proteica, de uma correta atividade física, de uma correta ingestão calórica, porque isso também ajuda a prevenir outras situações metabólicas e a prevenir outras doenças a jusante, mas realmente prevenir a total ausência do estrogênio ainda não conseguimos, a não ser pela reposição do estrogênio através da terapia hormonal de substituição, que é uma terapêutica médica com indicação em algumas mulheres.
A terminar, doutora, como médica nutricionista, especialista em câncer, que conselhos gostaria de deixar aos nossos ouvintes?
Os conselhos que eu dou a todos. A alimentação adequada, a alimentação equilibrada, com todos os grupos alimentares.
Variada. Muita gente se esquece desse pronome.
Adequada. Só numa alimentação variada é que nós temos a certeza que estamos a ingerir todos os nutrientes que a alimentação tem a capacidade de nos dar e que só a alimentação tem. Só os suplementos não chega. Também há estudos que mostram isto. Nós temos que ir buscar os nossos nutrientes à comida, não é aos comprimidos, não é às pílulas, que às vezes vorazmente as pessoas vão ao supermercado comprar pilhas e frascos de coisas para tomar todos os dias, na esperança que aquilo vá colmatar tudo o que nós precisamos. E não é verdade. A biodisponibilidade é diferente, a biodisponibilidade ideal dos nutrientes vem dos alimentos, vem da água e isto é absolutamente essencial. Outra recomendação essencial: não ganhar peso, manter um peso adequado durante a idade adulta é essencial. A atividade física e realmente este equilíbrio entre a proteína, entre a ingestão calórica. E uma outra coisa muito importante que eu também digo muito aos meus alunos, digo muito aos meus doentes: atenção aos fundamentalismos, atenção aos extremismos, não caiam em modas, não caiam na magic pill.
Naquilo que é fácil.
Naquilo que é fácil, naquilo que aparece como um milagre que de repente vai salvar tudo, que de repente vai resolver tudo, que vai prevenir tudo, porque isso não existe. É isso que a ciência nos diz.
Se existisse, a doutora seria a primeira a dizer que existia.
Eu seria a primeira a dizer que existia, sem dúvida nenhuma que sim.
Doutora Paula Ravaz, gostei muito. Muito obrigada por ter aceitado o convite para vir ao "Claro Como Água". Foi um gosto. Obrigada pelos esclarecimentos.
Obrigada.
Obrigada, doutora. Neste episódio, reforçamos a importância de uma boa hidratação na prevenção, no tratamento e na recuperação de patologias oncológicas. Mas, como ouvimos, cada caso é um caso e por isso é essencial seguir sempre as orientações do seu médico. Termino com a habitual curiosidade. Provavelmente, já reparou que a água mineral não tem prazo limite de validade. Tem, isso sim, uma data de validade recomendada. Esperamos que tenha gostado de mais um episódio do podcast "Claro Como Água" da iniciativa Vimedo Explica. Se ainda não ouviu, os episódios estão todos disponíveis nas várias plataformas digitais e no site do Observador. Eu sou a Maria João Simões, espero por si daqui a 15 dias. Até lá, beba água todos os dias e de preferência mineral. A sua saúde só tem a agradecer.