Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Conferência de imprensa da Rádio Observador. Passamos em revista os destaques da imprensa nacional e internacional. Eu sou o Carlos Pedro, a edição de hoje é da jornalista Teresa Freire. Muito bom dia, Teresa.
Bom dia, Carlos.
Vamos começar com a manchete do jornal Público: a atribuição do número da Segurança Social a imigrantes vai passar a ser automática.
O Público entrevista o presidente do Instituto de Informática da Segurança Social, Luís Farra Toja, presidente desde novembro de 2024, garante que o modelo de funcionamento da Segurança Social sofreu uma transformação. O antigo assessor da Ministra do Trabalho explica que a prioridade foi deslocar as pessoas do atendimento presencial para os canais digitais. Entretanto, o novo objetivo aponta para a promoção da partilha de dados e de informação entre todos os organismos dependentes do Ministério do Trabalho, um processo que fica concluído ainda este ano. Quanto à atribuição automática do número de Segurança Social aos imigrantes, Luís Farra Toja explica que a medida é justificada com os números de 2025, quando 250 mil pessoas pediram o NISS em balcões da Segurança Social e mais tarde tiveram de voltar para o levantar, o que acaba por sobrecarregar os serviços.
Seguimos com o jornal Económico, em destaque a fusão entre a Galp e a Mueve, que deve ficar concluída ainda este ano.
Durante o segundo semestre, é a garantia que foi deixada ontem. A Galp explica que as discussões com os acionistas da Mueve continuam, com todas as partes comprometidas em avançar com uma transação que vai criar significativamente valor estratégico e financeiro. Assim, está previsto que o acordo potencial seja assinado na segunda metade deste ano. A companhia anunciou também que a margem de refinação disparou 175% no segundo trimestre, face a período homólogo, refletindo a valorização registrada nos mercados internacionais durante a guerra no Médio Oriente.
Vamos ao Jornal de Notícias. O Estado vai pagar €50 mil a um arguido de Tancos que esteve dois anos e meio preso.
Mas que acabou absolvido. O homem foi acusado de integrar o grupo que assaltou os paióis de Tancos em 2017 e de crimes como tráfico de armas e de droga. Gabriel Moreira passou dois anos, cinco meses e cinco dias preso, mas no fim foi absolvido. O Jornal de Notícias teve acesso ao acórdão, no qual o Supremo Tribunal de Justiça diz que o Estado terá de indemnizar em €50 mil pelos danos sofridos durante a prisão preventiva e a posterior obrigação de permanência na habitação.
Vamos fechar a imprensa nacional com o Diário de Notícias, em destaque o Banco Central Europeu, porque a taxa de juro, Teresa, pode subir até 2,75%, em vez de 2,5% este ano.
Isto devido à situação no Médio Oriente. O cessar-fogo, que entretanto acabou, começou a pressionar o BCE a duplicar a subida dos juros. A taxa principal da zona euro subiu de 2% para 2,25% em meados de junho, já num ambiente de alívio gradual, na sequência do cessar-fogo anunciado entre os Estados Unidos e Irão em maio. Entretanto, o BCE achou que se calhar não seriam necessárias mais subidas de juro durante este ano, mas agora já não é assim. É dado como quase garantido duas subidas, uma em setembro, mais 0,25% para 2,5%, e outra algures no próximo ano, também de 0,25%.
Passamos à atualidade internacional. O The New York Times destaca a forma como Donald Trump não conseguiu garantir a segurança do Estreito de Ormuz no acordo com o Irão.
O presidente Trump anunciou um acordo que, segundo o Irão, lhe conferia o controle do estreito e dos abastecimentos energéticos globais, mas agora as Forças Armadas do Irão estão a reafirmar a autoridade sobre o estreito. Os críticos afirmam que, na verdade, o acordo formalizou uma realidade que as autoridades iranianas deixaram claras ao longo de toda a guerra. Agora é o Irão que controla o estreito. O artigo destaca ainda as últimas atualizações da guerra. A terceira noite de ataques entre os dois países, tendo em conta que o Comando Central Norte-Americano avançou que durou cinco horas a última vaga de ataques. Os Estados Unidos atingiram sistemas de defesa costeira iranianos, bases de mísseis e drones e capacidades marítimas.
Teresa Freire, com os destaques dos jornais de Portugal e do mundo.