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Um Ronaldo sorridente no regresso aos trabalhos com o Al-Nassr, mas o caso continua a marcar a atualidade numa altura em que os focos também começam a voltar para o regresso da Liga Portuguesa e das competições europeias. Vamos analisar a atualidade desportiva em mais uma edição de "E o Campeão É", com comentários hoje de João Castro, Augusto Inácio, Bruno Roseiro e Pedro Henriques. Eu sou o Nelson Ferreira, sejam bem-vindos. Boa tarde, campeões. Bruno Roseiro, muita tinta ainda corre relativamente a este caso Ronaldo. Parece-te uma reconciliação possível para integrar a equipa ou apenas para um jogo de despedida como aquele que vai ser feito hoje para Lionel Messi?

Não para a primeira resposta, não para a segunda resposta, não por diferentes motivos. Custa-me muito aceitar que Jorge Jesus, depois de tudo aquilo que aconteceu, possa realmente olhar para Cristiano Ronaldo como uma opção para os dois jogos que faltam em novembro da Liga das Nações.

Ele disse que sim no fim da conferência de imprensa no domingo.

Eu também gostava de jogar com o Djokovic, estou agora aqui a ver no telefone, mas há coisas que não dá. Até por um contexto desportivo que é: estes dois jogos de novembro será uma grande oportunidade para Jorge Jesus começar a ver outros jogadores, tendo em conta que a qualificação para os quartos já está garantida e que Portugal está a apenas a um ponto de garantir o primeiro lugar, que depois é importante para ser cabeça de série no sorteio. Para mim, é ainda mais inverosímil, sobretudo pela questão de Cristiano Ronaldo, que eu, como expliquei na semana passada, e reforço essa ideia, a relação de Ronaldo com Jesus sofreu um golpe irreversível e, portanto, por aí, e só por aí, se percebe que se a relação Ronaldo-Jesus sofreu um golpe irreversível, se Pedro Proença não vai deixar cair, como é óbvio, Jorge Jesus, não me parece que exista esse contexto para Ronaldo regressar num contexto competitivo. Olhando para o outro lado, eu diria que o mínimo era Cristiano Ronaldo ter a despedida que merecia, em campo, a jogar pela seleção, numa homenagem de todos. Todos os passos que têm sido dados não me parece que tenham contribuído muito nesse sentido. Percebe-se pelo jornalista Piers Morgan que-

Jornalista?

Sim, enganei-me.

Eu tinha aqui na minha apresentação o apresentador Piers Morgan.

Qualquer coisa assim do gênero. Mas percebe-se que o argumentário e aquilo que Cristiano Ronaldo não gostou está mais ou menos definido, porque se nós compararmos as palavras de Piers Morgan, o estilo pode ser diferente, mas entronca muito naquilo que é do Aguirre, que é outro jornalista e amigo próximo de Cristiano Ronaldo, já tinha dito no El Chiringuito. E, portanto, a posição do Ronaldo está definida. O contexto também para encontrar uma solução vai ser muito complicado, porque a partir de sexta-feira o Al-Nassr vai jogar três em três dias e há jogo, há estágio, há recuperação, há uma série de coisas. Portanto, não há propriamente também um calendário muito favorável. E um outro ponto que para mim também é importante e remato assim a conversa. Olhando para aquilo que Ronaldo não gostou e que levou a que abandonasse na concentração, e foi o próprio que o disse após a conferência do selecionador nacional, não me parece que aquela escorregadela que Jorge Jesus teve no Dragão, na conferência de imprensa, quando perguntou: "Mas eu vou pedir desculpas de quê e a quem?" também tenha contribuído para chegar a essa, pelo menos a uma solução de consenso, de se sentarem todos à mesa e falarem todos uns com os outros. Para mim é um não assunto nesta altura e também me parece que não será Pedro Proença que vai conseguir desbloquear este problema. Também não sei. Já ouvi dizer que até a Dona de Loures devia ser colocada como uma tentativa de-

Um concílio da paz.

Sim, um concílio da paz com a Dona de Loures. Eu sinceramente não consigo perceber quem é que tem condições para chegar a esse concílio entre ambos.

Augusto Inácio, a Federação Portuguesa de Futebol está a fazer tudo ou está até a fazer demais para voltar a ter Ronaldo na equipa nacional?

Boa tarde a todos.

Parece que há sempre, do ponto de vista público, uma grande abertura para que regresse, para que seja feita alguma aproximação. Parece passar cá para fora que tem muito essa intenção, mas também não está a fazer demais e terá que esperar agora um pouco para que o amuo do Ronaldo passe?

Olha, nós falamos, comentamos, mas só ouvimos uma parte, que foi a do Jorge Jesus. Nós não ouvimos ainda nenhuma parte do Cristiano Ronaldo. E o que se tem assistido é autênticos recados públicos para que as pessoas possam ter a sua opinião. Eu acho que isso divide muito as pessoas de não saberem a verdade dos dois lados. Sabe-se uma verdade, a sua verdade, Jorge Jesus, não se sabe se a verdade do Cristiano Ronaldo. Mas pelo andar da carruagem, como se costuma dizer, não há condições nenhumas para o Cristiano Ronaldo voltar à Seleção Nacional, nem como jogador, nem como embaixador sequer. E acho que esse tal jogo de homenagem que o Cristiano Ronaldo merecia, só o vai ter quando o Jorge Jesus sair da Seleção Nacional Porque não faz sentido nenhum haver um jogo de homenagem com o Jorge Jesus a ser o selecionador de Portugal e com ele a jogar. Não dá. Na minha opinião, não cola. Diria que as coisas estão estremadas de uma tal maneira que já não é só o plano profissional, institucional, jogador, treinador, é mais também, e aqui acho que tem uma força muito grande, o lado pessoal. Um jogador que conviveu com o seu treinador durante um ano e foi esse jogador capitão da equipe do Al-Nassr que praticamente deu a ideia aos seus presidentes do Al-Nassr para contratar se o Jorge Jesus. Ou seja, foi ele praticamente que contratou o Jorge Jesus. Na seleção nacional também parece que foi ele que fez muita força para que o Jorge Jesus fosse o selecionador nacional. Foram os dois em conferência de imprensa no Football Summit, que se desviaram muito um ao outro, em que o Cristiano Ronaldo disse que era a pessoa certa no lugar certo. E de um momento para outro, tudo descambou de uma maneira que eu, olhando para a personalidade dos dois, não estou a ver. Sinceramente, será uma surpresa muito grande para mim que agora sentassem em uma mesa, ultrapassassem tudo e mais alguma coisa e que voltasse a ser convocado.

Já vimos sapos maiores não serem lidos.

Até porque também, e esta verdade tem que ser dita, por muito que me olhem de lado amanhã, eu diria que na seleção nacional, nem todos os jogadores estavam com o Cristiano Ronaldo, porque há jogadores que não gostam do Cristiano Ronaldo. Esta é que é a verdade. E mesmo assim, depois desta atitude que o Cristiano Ronaldo teve, na minha opinião, muito má, que foi de abandonar, independentemente das suas razões, a seleção nacional, eu acho que houve jogadores que ficaram contentes com essa decisão de ele não voltar.

Pedro Henrique.

Deixa-me só acrescentar uma coisa. Há aqui ponto muito simples que é: há duas pessoas que tiveram uma reunião na terça-feira. Por acaso até havia uma terceira, mas houve duas pessoas que tiveram uma reunião numa terça-feira, houve duas pessoas que tiveram uma reunião na quarta. Ronaldo e Jorge Jesus têm dizer o que é que ficou combinado nessa reunião. Ponto final.

Quem é que faltou a essa combinação?

Mas a partir daí já se sabe a história. A questão é

Não sabes o do Jorge Jesus.

Jorge Jesus já contou a sua versão. E a do Cristiano Ronaldo não sabemos, porque as caixas de ressonância que estão cá fora não conseguem explicar realmente o que é que aconteceu naquela reunião.

Vai ser aos bocadinhos para alimentar.

Sim. Pedro Henriques, continuamos aqui a ter Cristiano Ronaldo em silêncio. Vamos tendo aqui algumas indicações de onde se posiciona nesta polêmica, também com declarações, por exemplo, do apresentador Piers Morgan, mas ajudaria a toda esta situação que Ronaldo falasse e explicasse como prometeu fazer as razões para ter saído daquela forma do estágio da seleção?

Boa tarde, claro que sim. Por acaso, o ponto para mim fundamental foi isso que acabou agora mesmo de dizer, que é o seguinte: a reunião de terça à noite e a reunião de quarta de manhã são duas reuniões que neste momento podem resolver o imbróglio, independentemente de quem tem razão ou não tem razão, ou de mensagens ou ideias que foram trocadas entre Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus e o entendimento que cada um fez daquilo que seria o acordo ou o pré-acordo, do que é que fosse. Porque na terça-feira à noite e na quarta-feira de manhã, Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus falaram, isso é sabido. E em ambas as reuniões esteve presente sempre uma terceira pessoa, que curiosamente nunca foi ninguém relacionado com a Federação Portuguesa de Futebol, que é um erro estratégico, no meu ponto de vista, da parte da Federação. E entre aquilo que o Jorge Jesus diz, que não pediu desculpa, que não ficou um pedido de desculpa, e entre aquilo que a caixa de ressonância disse, que ficou um pedido de desculpa para dizer, e entre a tal terceira pessoa que o Jorge Jesus diz, não falou em terceira, falou em interferências externas, o tal possível telefonema de pressão sobre o Jorge Jesus, o tal documento, entre aspas, não sei se é verdade, se é mentira, dos tais oito pontos em que o Jorge Jesus teria que replicar em termos daquilo que era a conferência de imprensa, fica aqui algo para tentar perceber se realmente há uma terceira pessoa a pressionar a dizer que Jorge Jesus tinha que dizer alguma coisa. Obviamente, quem conhece o Jorge Jesus saberia que ele nunca iria dizer. E perceber se, isto para mim é que é fundamental, já se sabe o que o Jorge Jesus disse e interpretou relativamente ao pedido de desculpa, àquilo que foi acordado. E aqui há ponto comum, o próprio Piers Morgan deu a entender isso, embora tenha dito os dois primeiros jogos. Não é os dois primeiros jogos, é os dois primeiros jogos em casa que ficaram acordados que Cristiano Ronaldo ia jogar e o terceiro e o quarto que não iria jogar. O erro, se é que se pode dizer que é erro, porque acho que a questão treinador é sempre questão do treinador, mas dada a situação de ser quem é o Cristiano Ronaldo, está em o Jorge Jesus ter não cumprido com essa questão no sentido de punir o primeiro e quarto e no segundo e terceiro não contava. Portanto, aquele momento de aquecimento, depois de 25 ou 30 minutos e depois não o colocar, pode ser realmente um dos pontos aqui que não abona em função do Jorge Jesus, na perspectiva de que eu acho que um treinador pode sempre fazer isso com qualquer jogador, mas atendendo à circunstância. E se tem cumprido isso, não sei até que ponto o Cristiano Ronaldo estaria na mesma circunstância e situação. Isso também sabemos, porque foi isso que o Cristiano Ronaldo escreveu no momento de saída, ou alguém escreveu por ele lá na página dele, que foi após a conferência de imprensa, quer dizer que foi algo que foi dito na conferência de imprensa e que despoletou, e nós já aqui explicamos, desde o Jorge Jesus dizer que o presidente é que manda na equipe e ele manda no clube, a questão de promessa, não promessa, a questão dos 30 minutos de aquecimento, ele ter respondido que o Gonçalo Ramos era titular amanhã, isto na altura, em relação ao jogo seguinte. Portanto, alguma coisa ali despoletou e que claramente o Cristiano Ronaldo é influenciado externamente por alguém que, obviamente, perante Rodolfo não estava na cabine, estava dentro de uma carrinha a ouvir a conferência de imprensa e provavelmente também terá sido buzinado por alguém para tomar a decisão de sair. O que falta aqui para terminar? Aquilo que todos nós dizemos, que não é a caixa de ressonância, mas a versão do Cristiano Ronaldo para confirmar ou não aquilo que foi dito ontem, para depois nós tentarmos perceber. Porque eu acho que não é um mal-entendido, é uma coisa grave, muito mais grave que um mal-entendido, que há a ideia de que o Cristiano Ronaldo acha que o Jorge Jesus prometeu-lhe coisas que depois não cumpriu e para o Jorge Jesus está tudo ok, o único erro que cometeu foi ter posto a aquecer 30 minutos e não o ter colocado.

João Castro, alguma solução para este concílio da paz ou vamos ter de esperar por uma nova FPF, um novo treinador para que este conflito fique sanado? Ou se, por outro lado, as tuas agulhas já se viraram para as exibições de Doumbia ao serviço de Itália?

Boa tarde a todos. Já se viraram um bocadinho para as exibições do Doumbia. Eu acho que o mais importante de tudo numa seleção é o rendimento desportivo. E nesta altura, Portugal cumpriu 100% o objetivo destes quatro jogos, que era vencê-los todos. E esse é o aspecto mais importante da seleção. No caso Ronaldo, obviamente vai se arrastar, são as caixas de ressonância já de bitar um dos lados ou quase tudo de um lado. Falta ouvir o Ronaldo agora, mas eu acho que é muito difícil, porque reparem, o Ronaldo já percebeu que o papel que tinha na seleção acabou. Ou seja, já percebeu que vai ser gerido de outra forma e eu não sei se ele está preparado para isso.

Mas ele disse que estava preparado para isso, nessa conferência de imprensa com o Jorge Jesus.

Claro, muita gente diz que está preparada para isso até enfrentar a mesma realidade. E eu acho que a realidade bateu-lhe de frente. Também não sei até que ponto o Ronaldo quer voltar para jogar só uns minutos, para voltar só a jogar uns específicos jogos. Ele disse que estava preparado para isso.

Para ir para a bancada, se fosse necessário.

Pois, mas esteve no banco e foi chamado, podia ter entrado. Não entrou, esteve a aquecer muitos minutos. Ali até devia ter sido o Fábio Silva que estaria no banco e ele realmente estivesse na bancada e não se passava nada disso. Ele tem que estar preparado para tudo. O futebol tem que estar preparado para estar a aquecer, para não entrar, para entrar, para tudo. E não estava. Se calhar pensaria que estaria, mas perante a realidade, decidiu abandonar. E esse é um fator que eu acho que é fundamental nesta análise. Como capitão, não pode ter abandonado a seleção e, portanto, acho difícil o Ronaldo voltar. Acho difícil agora também arranjar um calendário para um jogo de despedida. Terá que ficar para quando as águas estiverem um bocadinho mais calmas e arranjar um grande jogo ou uma forma de. Mas agora voltar, acho que não será fácil, porque depois também aqui abre-se um precedente. E se fosse o Inácio ou o Diogo Dalot abandonar por não jogarem? O Inácio jogou zero minutos e o Fábio Silva também. O que acontecia? Nunca mais eram chamados à seleção. Essa que é a questão, o estatuto aqui pesa muito.

Tinha para perguntar também ao Augusto Inácio se a federação também já não estaria a fazer demais, porque há uma situação de abandono que parece que ninguém está a olhar para ela. Estamos só a tentar que o Ronaldo regresse.

Ao lado regulamentar.

A quem perdoamos tudo ao nível do estatuto que tem. Diz, Pedro, desculpa.

Artigo 160, parágrafo um, €500.000 de multa, um mês a seis meses de suspensão.

Exato. Bem, temos que avançar para os nossos campeões. João Castro, peço-te já o campeão de hoje.

O campeão de hoje vai para o Messi, para a despedida de Messi da seleção da Argentina, uma despedida, neste caso, como deve ser, deu muito à Argentina, é considerado realmente um deus na Argentina, conseguiu também um mundial, tal como o Maradona para a Argentina e portanto, fica aqui o 20 para o Messi nessa despedida pela seleção argentina.

No Monumental de Buenos Aires, meia-noite, hora portuguesa, num particular frente ao Benim. Pedro Henriques, o teu campeão hoje?

Também era para o Messi, porque realmente jogadores lendários, não estamos a falar de jogadores bons, nem extraordinários, nem muito bons. Estamos a falar de jogadores lendários e neste momento, no meu ponto de vista, lendários a jogar há dois. Um deles é o Messi, o outro é o Cristiano Ronaldo. E o Messi, não sei se foi com a melhor seleção, mas também era difícil arranjar outro calendário, o opositor, se calhar outras figuras podiam estar presentes, mas acho que é isto que o povo que ama o futebol e que ama estes ídolos merece, que é uma despedida condigna, com as pessoas de pé a aplaudir, mas a aplaudir por prazer e por amor. E o Cristiano Ronaldo também acho que merece, acho não, tenho a certeza, merece isso e deveria ter isso. Infelizmente, há aqui um imbróglio bastante grande. Espero que se consiga mais tarde ou mais cedo fazer isso. Não é agora pelo presidente ou pelo treinador, é por aquilo que são os 20 ou 23 anos que representam o Cristiano Ronaldo, porque há uma era antes de Cristiano Ronaldo e uma era depois de Cristiano Ronaldo na seleção portuguesa. E este é, para mim, claramente, e não ponho aqui na equação o Eusébio, o melhor jogador de todos os tempos de Portugal e no futebol português. E isso não pode terminar da maneira como terminou. Nota 20 para o Messi e espero um dia também dar 20 a uma despedida condigna ao Cristiano Ronaldo.

Muito bem. Augusto Inácio?

Claro, também vou pôr na mesma onda a nota 20 para o Messi, por tudo o que fez, por tudo o que deu. Vamos continuar a vê-lo na MLS, mas na seleção argentina é hoje o último jogo e acho que vai sair. Acho que merecia um adversário diferente, sinceramente. A despedida não devia ser com o Benim, por muito respeito que eu tenha por este país. Acho que devia sair com uma outra seleção, com outro nível. Mas queria dar nota zero para os recados que estão a ser dados para a imprensa, os recados sobre a situação do Cristiano Ronaldo e de Jorge Jesus. Acho que devem ser os próprios a dar a cara, a falar, a tentar dar um rumo a isto, mas através de recados as coisas ficam mais difíceis.

Ficam ainda piores. Bruno Zóio.

Uma nota 20 para outra lenda, Djokovic. Independentemente do que possa acontecer agora aqui na final que está a decorrer em Pequim, aos 40 anos, quase, ele está a um par de meses de fazer 40 anos, fazer os jogos que ele fez com o Zverev e com o Medvedev, só um extraterrestre é que consegue. E uma nota final muito curta, sobretudo é uma nota de curiosidade, para tentar perceber um dia por que o Benfica, no dia 11 de setembro, foi à federação reunir-se com os elementos federativos e apresentar uma série de propostas para reformar a arbitragem de Portugal. No dia 20, Rui Costa criticou a arbitragem no Dragão e não fez qualquer alusão à reunião. E agora, na antecâmara da apresentação do primeiro evento público do novo movimento Unum, que juntou uma série de tendências do Benfica, de repente apareceu nos jornais que houve essa reunião de 11 de setembro. O Benfica está a olhar demasiado para dentro e é por isso que não consegue ganhar lá fora.

Está feita a edição de hoje de "E o Campeão É".