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Espanha, Inglaterra. Está definida a final do Euro 2024, vai acontecer no próximo domingo, às 8 p.m. Vai jogar-se em Berlim, vai ter relato em direto aqui na Rádio Observador, sendo que Inglaterra e Espanha são as duas equipes que vão lutar por esse título de campeão europeu. A Inglaterra chegou a esta final depois de ontem, no último minuto, conseguir bater os Países Baixos por 2 x 1. Vamos fazer a análise. Hoje no programa temos Augusto Inácio, João Castro e Pedro Henriques. Eu sou o Miguel Cordeiro. Augusto, começo desse lado. Destaques desta Inglaterra que no último minuto conseguiu um passaporte pra final do Euro.

Boa tarde a todos. Deixa-me dizer que foi um jogo não muito espetacular. A Inglaterra realmente não tem um futebol de encantar, mas é uma equipe pragmática, é uma equipe que defende bem e que tem jogadores como o Saka na frente, principalmente, que é o abre-latas, é o espalha-brasas da Inglaterra, que faz mossa ali, mas acima de tudo, o Saka, para mim, preencheu medidas no sentido de que é um jogador que antigamente não fazia coisas que está a fazer agora. Ou seja, sem bola, consegue defender bem, consegue ser quase um lateral direito, consegue levar a equipe pra frente. É um jogador muito interessante, já o era, mas agora está mais competitivo e está taticamente mais evoluído. E diria que a Holanda começou bem, marcou um golo, esteve a ganhar e depois a Inglaterra respondeu sempre bem, aquela grande penalidade que o Varane viu e que foi grande penalidade e fez um pro Harry Kane, mas diria que as coisas estavam tão amarradas na segunda parte que se pensava que ia pra prolongamento. O que acontece é que ficou isto mesmo, na última jogada, praticamente o desafio. A Inglaterra faz o 2 x 1 e consegue ir para a final. Mas foi um jogo não muito espetacular, mas foi um jogo emotivo no sentido de se ver pra que lado é que cairia a balança, porque as duas equipes taticamente estiveram muito bem e isso fez com que o resultado ficasse muito incerto até o final da partida.

Uhum! João Castro, o que falhou aos Países Baixos?

Olha, bom dia. Acho que foi um jogo equilibrado. Acho que a primeira parte foi melhor claramente que a segunda. Obviamente que houve mais receio ali em algumas partes, sobretudo nos últimos 20 minutos, de arriscarem. E acho que aqui a Holanda falhou um pouquinho mais de concentração, sobretudo nos minutos finais. Há que destacar aqui a coragem também do treinador inglês, que não teve medo de tirar o Kane, a grande estrela lá na frente, e meter o Watkins, do Aston Villa, que tinha feito uma bela época e faz um belo gol, é uma bela rotação, é uma bela jogada da Inglaterra. Acho que o Southgate pode ser o Fernando Santos deste Europeu, porque a Inglaterra, sem jogar muito, com dificuldades, muito criticada, foi passando pouco a pouco, adversário a adversário, e está na final. Claramente que vai ser uma final muito difícil contra a Espanha, mas lá está, o favoritismo está pro lado espanhol e isso pode beneficiar muito a seleção inglesa, que tem, como o Inácio disse, belos jogadores, o Bellingham, o Saka, o Foden, o Rice, e depois lá na frente tem o Kane, pode entrar também o Watkins. Acho que aqui poderá ser uma final muito interessante e haver aquela tal surpresa, ou seja, a Inglaterra sem deslumbrar, porque uma final é uma final, tudo pode acontecer. Mas ontem a Holanda também caiu de pé. Acho que temos que dar aqui um apreço à seleção holandesa, que se calhar até fez mais do que muitos esperavam. Mas lá está, o jogo só acaba quando o árbitro apita. E neste caso, a desconcentração naquele último lance deitou tudo por terra.

Pedro Henriques, Southgate é o novo Fernando Santos e esta Inglaterra é um reflexo de Portugal em 2016?

Bom dia. Foi assim que eu terminei ontem aqui o "Campeão É". Foi dizendo que a Holanda, os Países Baixos, eram favoritos, que a lógica seria essa, que achava que o jogo terminava empatado. Aliás, tinha apostado aqui nas nossas apostas no empate. Mas disse e terminei com esta frase, que era exatamente essa: será que a Inglaterra não vai ser exatamente em modo Fernando Santos? Isto é, não jogando bem, jogando entre o satisfatório e o medíocre e acontecendo sempre uma coisa qualquer, um pênalti, um autogolo, um gol no último minuto, como já tinha acontecido. Ora, parece que é mesmo a Inglaterra em modo Fernando Santos. E diria o seguinte, pela lógica, eu de repente ao olhar pra este Europeu, eu estou a ver o Euro 2012. Basicamente, a Espanha foi à final com a Itália e com grandes dificuldades eliminou Portugal nas semifinais, foi o Proença até que arbitrou essa final, e depois a Espanha goleou claramente a Itália. Não sei se vai ser assim, ou seja, a indicação que a Espanha é a melhor seleção, certo. Que a Espanha é que está a jogar melhor, é verdade. Que os ingleses aparecem aqui um bocadinho sem saber ler nem escrever na final. Vamos lá ver se não é mesmo Fernando Santos até o fim e depois temos uma surpresa, porque a lógica nos indica que a Espanha não só ganha o Europeu, como ganha com facilidade a final, como vai golear. Agora, a Inglaterra tem nos vindo a surpreender jogo a jogo, um bocadinho entre o satisfatório e a mediocridade. Vamos ver o que vai acontecer. E só de realçar que depois vai ser a minha aposta de campeão, deixando aqui já, porque digam o que disserem, há uma coisa que é muito importante: a tecnologia. E a tecnologia ontem foi duplamente importante e continua a ser importante e vai tendência a evoluir. Vai ser a minha aposta de campeão, deixarei pro fim.

Muito bem, está definida então a final do Euro 2024. Vai jogar-se no próximo domingo, vai ser às 8 p.m. entre Espanha e Inglaterra. Do outro lado do Atlântico, joga-se a Copa América, que ontem à noite teve Uruguai e Colômbia. A Colômbia segue em frente, vai disputar a final com a Argentina. Augusto Inácio, não sei se prestaste muita atenção a este encontro, que acabou por terminar com pancadaria, imagens muito feias das bancadas, adeptos em confrontos, depois jogadores envolveram-se também nesses confrontos, mas quanto ao jogo jogado, a Colômbia conseguiu bater este Uruguai. Augusto Inácio? Perdemos aqui.

Estou.

Agora sim.

Estava a dizer que estava a ver o jogo e acabou às 3 h da manhã, mas estava a ver o jogo com muito interesse e com muita atenção. Por acaso é a minha nota de campeão também para a Colômbia, porque é o 28º jogo que não perde. Isto quer dizer alguma coisa, já vem mais de dois anos sem perder e a competir. E diria que foi um jogo da Copa América, sul-americanos. Muita tensão, muita entrega, muita raça, muita vontade, muito querer, muita correria. Enfim, acho que os jogadores correram mais do que a bola e quando a bola deve correr mais, mas este é o espírito dos sul-americanos. E depois a Colômbia ficou com menos um jogador ainda na primeira parte e fica a segunda parte toda contra 10 e bateram-se que nem os leões e levaram realmente a equipe à vitória. Depois, no final, é aquilo que acontece muitas vezes quando há um jogo no Campeonato Sul-Americano ou quando é Copa América, quando há uma faíscazinha, aquilo incendeia e então vai se pegando à bancada e neste caso aos familiares também dos jogadores que estavam lá na bancada. Enfim, foi um final triste, mas pelo jogo em si, foi um jogo realmente também muito emotivo e muito raçudo e a Colômbia está na final. E sinceramente, pelo que a Colômbia está a fazer, eu aposto que a Colômbia vai ganhar esta Copa América.

Quais são as suas apostas, João Castro?

Eu acho que vai ganhar a Argentina. Acho que o Messi, Di María e companhia querem acabar em beleza e vão dar tudo por tudo, embora o Inácio tenha dito, e bem, que esta Colômbia já não perde há muitos jogos e tem uma seleção muito bem organizada. Mais do que talento, é uma seleção muito organizada, que tem conseguido levar a cabo e tinha um jogo ontem muito difícil perante um dos melhores Uruguais também de sempre, que poderia ter estado na final. A verdade é que as coisas não correram assim, mesmo com 10 a Colômbia aguentou. Mas vai ser uma final muito difícil para a Argentina, mas eu acho que aquele talento extra que a Argentina ainda tem poderá ditar as suas leis na final. Obviamente, lamentar a violência ontem no estádio, sobretudo os jogadores no final subirem para a bancada. O Darwin ainda levou uma agressão ali na bancada, porque foi lá para cima também tentar bater aos adeptos. Momentos de tristeza e que eu acho que também aqui um pouco a culpa da organização não ter segurança suficiente para impedir que os jogadores fossem para a bancada lutar com os adeptos.

Sim, envolver também famílias dos jogadores, crianças. Muito feias essas imagens. Pedro Henriques, quanto ao futebol, a Argentina é favorita para essa final?

Sim, duas notas em relação a isso. Eu acho que a Colômbia está motivada, psicologicamente está na mó de cima e, portanto, pode ser também uma surpresa. Continuo a achar que a Argentina é superior e, portanto, se tivesse que fazer uma aposta segura, é que seja com prolongamentos, 90 minutos, pênaltis, etc, que a Argentina acabará por ganhar. Agora, não me surpreende se o Inácio tiver razão quando diz que a Colômbia pode vir mesmo a ser a seleção vencedora deste torneio. Dizer ainda em relação a essas cenas, o que safa ali esta organização. A organização é péssima. Já sabíamos. 15 campos, 11 com as dimensões do distrital, relvados que parecem campos de batatas e, portanto, péssimos. A organização em si é péssima. E depois os comportamentos, essas atitudes altamente de terramundistas. O que safa é que realmente tem jogadores com grande talento de seleções muito fortes. Por acaso que a Argentina é detentora do título. Portanto, a Argentina, os Uruguais, a própria Colômbia, neste momento estão ao nível das seleções europeias, mas de resto, em termos de organização, em termos daquilo que é tudo o resto, estão a anos-luz e por isso esses jogadores querem vir para cá, por isso há jogadores que têm medo muitas vezes de jogar ali, até por causa das seguranças pessoais, individuais e familiares. Portanto, isso é tudo mau, isso é realmente uma nota péssima para aquilo que é a Copa América nesse particular. Agora, que tem talento, tem jogadores fantásticos, sim, seleções já com níveis de organização e de futebol muito bom, e isso é o que safa. Eu aposto na Argentina, mas estou muito feliz a ver uma seleção com o nível da Colômbia a jogar como estão e portanto vai ser também uma excelente final.

Muito bem, vamos ainda ao mercado de transferências. Foi novela em janeiro, agora está aí a confirmação. João Castro, Palhinha no Bayern de Munique. Caminho preferencial, é a escolha certa para Palhinha? O que te parece que pode dar também ao clube alemão?

Olha, no outro dia dei nota 20 ao Palhinha, sobretudo por esta evolução que teve. Acho que nem sempre os jogadores nascem com o talento natural. É preciso trabalhar muito e o Palhinha tem trabalhado. Subiu do Braga para o Sporting, do Sporting fez uma grande época, depois foi para o Fulham e continua a fazer grande época, até marca mais gols, está a parecer mais a arrematar ali na entrada da área, marca muitos gols de canto também de cabeça, evoluiu bastante. E dei-lhe 20 por quê no outro dia? Porque realmente não é fácil o que aconteceu ao Palhinha o ano passado, que é no último dia, no último segundo, o Fulham tirou-lhe o tapete e ele não ficou no Bayern de Munique, que é obviamente um gigante europeu. Mas a verdade é que continua a trabalhar no Fulham, faz outra grande época, vai ao Euro, faz boas exibições e agora é premiado com essa transferência. Acho que para o Bayern é um belo jogador. Podemos dizer: "Ok, se calhar o Bayern gosta de jogadores mais tecnicistas ali naquela posição", mas o Palhinha evoluiu muito e é isso que conta e acho que é um grande jogador. Acho que o Bayern tem aqui um grande reforço e o Palhinha merece tudo o que lhe está a acontecer.

Augusto Inácio, também vês desta forma? Grande reforço para o Bayern de Munique?

Sim, claro que vejo, porque também era a minha nota de destaque aqui no campeão, nota 20 para o Palhinha, que é o produto do trabalho dele. Isto é tudo do trabalho dele. E onde ele andou, Moreirense, Belenenses, empréstado, Braga, veio para o Sporting, foi para o Fulham, como disse o João Castro, e agora acaba neste gigante. É mais uma prova de que quando às vezes não se tem aquele talento tecnicamente dotado, à custa de muito trabalho consegue-se alcançar grandes feitos e grandes sucessos também. E atingiu O top ao sinal para o Bayern de Munique e realmente o Palhinha enquanto homem, enquanto jogador, enquanto ser humano, realmente merece tudo de bom. Por isso já dou a minha nota de campeão para o Palhinha, que é nota 20 e depois vamos ao resto.

Pedro Henriques, a tua análise quanto a esta transferência de Palhinha do Fulham para o Bayern de Munique. Estamos a falar de um jogador que já tem 29 anos, ainda tem muito para dar ao futebol, mas também já não é propriamente um jovem. Mas era um jogador que o Bayern de Munique queria e tentou de tudo em janeiro, não conseguiu e agora finalmente a confirmação. Até 2028, jogador do Bayern de Munique. Pedro Henriques?

Eu gosto de relacionar essas coisas com outras. Estás a ouvir-me?

Sim.

Eu gosto de relacionar estas coisas com outras, quer dizer o seguinte: se o João Palhinha tivesse a cabecinha do João Félix, posso-te garantir que não estaríamos agora aqui a falar. E é por isso que gostei do discurso do selecionador espanhol, quando disse que contou com os jogadores que sabia que podia contar, que podiam ser campeões e quem queria levar. Esta é a diferença entre quem tem talento e quem trabalha, quem tem atitude, quem tem postura e comportamento. Só é possível porque o Palhinha, mais do que talento, é exatamente um jogador que trabalhou e trabalha e tem se calhar todas aquelas questões que é de humildade. O ano passado não correu bem, foi uma transferência qualquer de um jogador que ficaria numa situação debilitada e o que ele fez? Fez aquilo que os grandes campeões fazem, que é levantar, continuar a lutar e a continuar a lutar pelos próprios objetivos. Basicamente isso. Grande Palhinha, grande transferência e o Bayern vai tirar partido e proveito de um grande jogador.

Vamos às nossas notas de campeão. Muitas já foram deixadas aqui, mas João Castro, começo por ti, campeão do dia.

Mais uma vez 20 para o Palhinha. Nota negativa para a Copa América, para a organização, claramente, e uma nota negativa também, algo que nós podemos abordar com mais calma, a seleção brasileira mais uma vez longe de disputar as finais, em crise em termos de talento, há pouco futebol já na rua e isso tem-se provado que aquela característica que marcava a seleção brasileira. A verdade é que nos últimos anos, só praticamente Neymar, que é um jogador de topo mundial. Há uns que chegam perto, tipo o Vinicius e pouco mais, mas fica a reflexão para o futuro desta seleção dos credos que tem desapontado.

Agosto Inácio.

Já disse nota 20 de Palhinha, já não vou estar a repetir mais nada em relação a isso. Nota 18 para a seleção da Colômbia também, que já está há 28 jogos sem perder, que é destaque. Mas a minha grande nota hoje é a nota 20 para o nosso João Pinto, campeão dos pontos neste Europeu. E aquilo que mais me admira é como é que este benfiquista com este talento todo, o Benfica não aproveita este homem que consegue adivinhar gols no último minuto, no último segundo e consegue ser campeão dos pontos. Por isso, grande João Pinto, parabéns para ti e nota 20.

Estamos aqui a falar do Campeonato de Palpites da Rádio Observador, promovido aqui no "Campeão É". Está sempre disponível nas redes sociais. A classificação atualizada dá João Pinto com 38 pontos em primeiro lugar e garante já o primeiro lugar, porque a pontuação máxima por jogo são três pontos. São três pontos de acertar o resultado exato a 90 minutos e um ponto se acertar a tendência do resultado. Em segundo lugar, está o Luís Pinto Coelho com 34 pontos, o Augusto Inácio com 30 pontos, Pedro Henriques com 27, Gabriel Alves com 26, João Castro com 23. Mas quer isto dizer que só faltando um jogo, o João Pinto ganha o campeonato de palpites. Pedro Henriques, deixo para ti a nota de campeão do dia para fechar o programa.

Olha, obviamente que não vou dar destaque a um palpite e a uma liga que é a liga do Inatel, quer dizer, pelo amor de Deus, temos que subir o nível. Portanto, o João Pinto ganha sem saber ler nem escrever no último minuto. Portanto, tipicamente quem não faz a mínima ideia do que está a fazer e depois as coisas caem do céu. Portanto, fica já aqui esta nota, como é óbvio, como é referência. Avançando à minha nota.

Pedro Henriques, que já agora está na quarta posição, a 11 pontos do João Pinto.

Sim, mas repara, ontem era 1 x 1 e eu tinha acertado no resultado.

Eu também, 1 x 1.

Eu também.

Exatamente, como era em situações normais. Isso é que é resultado da lógica. Agora, mandar bitaites para o ar, isso não, não faz sentido. Portanto, o João Pinto o que fez foi basicamente ganhar nos bitaites. Vamos àquilo que interessa. Nota de campeão, claramente para as tecnologias, porque ontem tivemos algo claro e óbvio e 1000% do Dumfries sobre o Hurricane e que o VAR muito bem fez a sua intervenção. E é bom lembrar que Inglaterra estava a perder 1 x 0 e ganhou por 2 x 1. Depois tivemos um lance que não era preciso a intervenção, mas a tecnologia estava lá porque se perdia a olho nu, que é quando o Dumfries também evita que a bola entre na baliza. Por acaso não foi polémico, mas nós já tivemos e temos todos nós recordações nos nossos campeonatos, que ainda hoje se fala do lance que o guarda-redes vai buscar a bola dentro da baliza. Tivemos europeus, tivemos mundiais com lances destes e portanto temos uma tecnologia de linha de gol, que em Portugal ainda não temos nas nossas competições, mas vamos ter dentro de duas épocas, e que foi extremamente útil, embora ontem não era o momento mais relevante e importante, mas podia ter sido. Isto para dizer que as tecnologias vieram para ficar, mesmo que depois as Inglaterras tenham aqueles devaneios de um clube que de repente diz: "Agora vamos todos votar aqui para acabar com o VAR". Não faz sentido, tudo que vier para a verdade desportiva e para ajudar naquilo que é a tomada de decisão das equipas de arbitragem, sem tirar a parte humana, que essa vai lá continuar, são bem-vindas. E, portanto, nota claramente positiva, pode ser um 18 para as tecnologias e para a importância que têm no futebol atual.

Muito bem, está feita a edição de hoje de "E o Campeão É...". Voltamos amanhã para analisar a atualidade desportiva.