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Os presidentes dos rivais são patetas? A pergunta não é minha, mas sim de Frederico Varandas. O presidente do Sporting partiu a loiça toda na gala Rugidos de Leão. Vamos analisar aqui todas as críticas que fez, mas hoje também falamos da conferência de imprensa de Roberto Martínez. Amanhã há Portugal-Arménia a partir das 14h. São temas em destaque nesta edição de "O Campeão É". Eu sou o João Costa e Silva, tenho comigo hoje o Pedro Henriques, o Luís Pinto Coelho e o João Pinto. Vamos começar pelo Sporting. Frederico Varandas disparou para todos os lados. Acusa Benfica e Futebol Clube do Porto de estarem desesperados para derrubar o bicampeão nacional, o Sporting. João Pinto, falou até da final da Taça de Portugal e do penalti cometido por Renato Sanches, além de críticas a Mourinho. Como é que avalias a comunicação do presidente do Sporting?

Olá, muito bom dia.

Bom dia.

É um tema engraçado, porque realmente parece que há algum sentimento de culpa. É como quando nós fazemos alguma coisa errada, eu estacionei mal, mas atrás de mim estavam 20 estacionados. Regressar à final da Taça de Portugal sem encomenda nenhuma, sem lhe terem feito a pergunta, é uma opção e portanto há ali algum sentimento de culpa ainda latente, porque o senhor Frederico Varandas sabe perfeitamente como é que ganham a taça, sabe ele e sabe toda a gente. E depois há uma série de outros remocos, a questão da defesa do Rui Borges, que é feita em resposta a um comentário de um comentador, que é meu consócio, mas que também já tem idade para ter juízo, num programa em que o comentador do Sporting todas as semanas ofende toda a gente, sem o mínimo desportivismo, sem educação nenhuma, e sobre isso não tivemos nenhuma palavra. E depois é continuar por aí e perceber que quando se fazem críticas ao Benfica e ao Porto sobre comunicados, a autocrítica que se faz é que não foi um comunicado, foi um desabafo. E depois, o último tema, quando falamos no canto, o canto que foi uma polémica, o canto que foi não sei o que mais, o ataque a Vilas-Boas, o ataque, no caso, a Fábio Veríssimo, isso no fundo são, na mesma e implicitamente, condicionamentos à arbitragem, condicionamentos a tudo e todos. Não é um recomeçar, não é um olhar para dentro, não é nada, é outro ataque, é mais um capítulo e não traz nada de novo ao futebol, não traz nada de novo ao discurso, é só mais do mesmo. Quando se apontam dedo, há quatro que apontam para nós.

Luís Pinto Coelho, Vilas-Boas não escapou às críticas. Varandas disse, e passo a citar: "Pinto da Costa era superiormente inteligente e jamais faria isto, é patético." Isto em relação ao caso com o Fábio Veríssimo e das imagens que foram exibidas ao intervalo do jogo entre o Futebol Clube do Porto e o Braga. Também como é que avalias esta prestação de Frederico Varandas nesta gala Rugidos de Leão? Estás de acordo com o João Pinto?

Olá, bom dia. Sim, claro que estou de acordo com o João Pinto. E logo aí Frederico Varandas comete um erro, porque se diz que o anterior presidente do Futebol Clube do Porto nunca faria uma coisa dessas, então os 40 anos disto não fazem sentido. Andou anos a criticar e a dizer 40 anos disto, mas afinal o antigo presidente do Porto era muito inteligente e nunca faria uma coisa dessas. Então é porque não fez coisas muito graves. Logo aí comete um erro de comunicação. A única coisa que eu concordo do que ele disse foi a questão do Rui Borges.

A defesa do treinador.

Sim, acho que fez bem, obviamente, está a defender o seu treinador e aqui tem havido um ou outro comentário menos feliz. Também não tem que se dar muita importância a essas pessoas que preferem esses comentários, mas aí tudo bem. O resto é falar para a sua tribo, a querer unir os sportinguistas e a fazer mais do mesmo que critica nos outros, que é insultar, atirar larachas para a fogueira. E eu lembro, por exemplo, que o Frederico Varandas era médico do Sporting e foi expulso de um banco, por exemplo. Esta é a mesma pessoa que como médico estava no banco e também insultava árbitros. Depois vem aqui com esta tentativa de superioridade moral criticar toda a gente. Mas é o que é. Faz o mesmo quando desceu no túnel em Famalicão para confrontar João Pinheiro, mas depois acha-se superior a toda a gente e que os outros é que estão mal e ele é que faz tudo correto e o Sporting não pressiona ninguém. No ano passado aquela entrevista, por exemplo, a falar praticamente só de árbitros, quando o Sporting tinha perdido pontos em quatro ou cinco jogos praticamente consecutivos, veio dar uma entrevista que só falou de arbitragem e a falar de árbitros, e depois até acabou por beneficiar um bocadinho dos erros dos árbitros nos jogos a seguir. Obviamente que é esta tentativa sempre de atacar o próximo e se calhar a atacar mais até o Futebol Clube do Porto, porque percebe que o Futebol Clube do Porto está mais forte este ano e também é alvo a abater. Mas é mais do mesmo

O que critica nos outros é o que ele faz, por isso também não lhe dou grande crédito.

Pedro Henriques, foram muitos os visados nestas críticas de Frederico Varandas. O presidente do Sporting lembra que o clube fez apenas duas comunicações contra a arbitragem, o Benfica fez 20 e o Porto 19. Pede assim punições mais severas. Como é que tu avalias esta era de radicalismo, de posições cada vez mais extremadas no futebol português, sempre que temos pronunciamento de um dos presidentes dos três grandes? Porque aqui Frederico Varandas acaba por lançar muitas críticas e acusar também do outro lado.

Olha, eu quando preparei aqui para o programa, fui à inteligência artificial e escrevi: "telhados de vidro frases". E a primeira que aparece diz assim: "As pessoas que têm telhados de vidro são aquelas que mais gostam de atirar pedras no telhado alheio". Depois é uma série de frases: "Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho" e por aí fora. Basicamente, estamos perante os três grandes que estão em troca de acusações. Todos têm telhados de vidro, mas grandes, largos, que são estádios grandes. Todos fizeram acusações, todos meteram a arbitragem no foco, todos criticaram o presidente, todos criticaram o treinador. Todos utilizam. Depois podem usar métodos mais ou menos rebuscados, com mais comunicado, menos comunicado, com televisão em lupa ou entradas em campo, o que quer que seja. Mas na prática e na realidade, o que eles estão a fazer sistematicamente é, como já foi dito aqui muito bem, por um lado, mas todos fazem, não é o Frederico Varandas, todos. Em momentos estratégicos, ou porque há eleições no Benfica, ou porque o Porto está a ganhar e quer manter essa vitória, ou porque o Sporting está nos registes de Leão e é um momento de empolgação interna, querem acima de tudo fazer discursos internos para que a malta da falta de neurónios diga assim: "O meu presidente está aqui, respondeu". Porque se calarem, já sabem, que mesmo que se calem em nome do futebol e para tentar pacificar, eles vão ser autodestruídos internamente. Por quê? É fraqueza, e nós vimos isso com o Rui Costa.

Exatamente, estava a pensar precisamente nisso.

Exatamente. E, portanto, eles têm que reagir, mesmo que não queiram, ou mesmo que achem que metade das conversas, dos discursos que alguém fez por eles, e foram lá descobrir que em 2020 há um canto a favor do Benfica, que dá o 2 a 1 contra o Sporting, não sei o quê. Aquelas coisas que ontem foram invocadas. E depois, o que me preocupa no meio disso tudo, e termino com isto: cimeira de presidentes agora, daqui a duas ou três semanas. Benfica e Sporting, agora, com os adeptos a beberem estas críticas, já estás a ver as caixas de segurança e os comportamentos nos estádios. Depois, e as condições dos nossos relvados, e os bilhetes dos preços, e os horários dos jogos, e o quadro competitivo, e vender isto para o estrangeiro, e os direitos centralizados de televisão, e aquilo que interessa para o futebol. E melhorar a arbitragem, que no meu ponto de vista está num patamar que não é muito positivo, sob o ponto de vista daquilo que é qualidade. Isso é que interessava discutir. E se calhar nas cimeiras de presidentes vamos ter eles outra vez a debaterem estas do comunicado. Tu mandaste dois comunicados, eu mandei três e meio, portanto, tu estás à frente de mim e aquilo que interessava discutir no futebol não interessa. E por isso é mais do mesmo. Quem tem neurônio, pelo menos um, basta ter um, consegue interpretar e entender o que está a passar. Só há um lugar na Liga dos Campeões, dá muito dinheiro. O segundo, se calhar, não vai, o terceiro nunca lá vai, quem quer que seja o segundo e o terceiro. Isso é que é a problemática. E cada vez temos uma liga com menos tempo útil de jogo e com mais faltas e mais uma série de coisas que não interessam. Eu acho que isso é que era importante refletir. Isto tem que parar. E como o futebol não se está a autorregular, provavelmente, se calhar, eu não estou a defender a proposta da APAF, que acho que é um bocado exagerada, mas se calhar, com medidas daquelas autopunitivas, e o Varandas até disse que é 200% acordo. Se calhar tem que ser por aí. Se calhar tem que ser, infelizmente, pelo lado que não devia ser, que é pela punição, para ver se a punição assenta. Porque se for punição contada, vai dar tudo ao mesmo.

O clima de crispação no futebol português, agora com estas críticas de Frederico Varandas. Vamos avançar, até porque amanhã temos Portugal-Arménia, mais uma oportunidade para a Seleção Nacional carimbar aqui o apuramento para o Mundial do próximo ano. Luís Pinto Coelho, o Roberto Martínez falou há pouco, a expulsão de Ronaldo continua a ser tema e deu um murro na mesa, falou numa falta de respeito e vamos ouvir esse pequeno trecho.

Quando há um jogador que não está na lista de convocatória para o dia do jogo, não está na seleção. Por quê? Porque o foco dos outros jogadores é o foco de ganhar o jogo. E já fizemos isso com o Bruno, não estava na Irlanda, o Cristiano já teve cartões no jogo contra a Eslováquia e o jogo a seguir foi Luxemburgo, foi a maior vitória de sempre e o Cris não estava. Para mim é uma falta de respeito para o Cristiano e para os jogadores da seleção, é como questionar o compromisso do Cristiano.

Luís Pinto Coelho, o que tens a dizer sobre a posição do selecionador nacional?

Sim, acho que faz sentido. É normal, o jogador quando não está convocado, não está disponível para jogar, é dispensado. Também mal seria se Portugal, para jogar em casa com a Arménia, precisasse do Cristiano Ronaldo no balneário para ganhar a Arménia.

Ronaldo continua a ser notícia, mesmo não estando envolvido, não é? Evento

O problema aqui é que o Cristiano Ronaldo cometeu um erro. Certo, cometeu um erro. Já se sabe, ele também sabe. Depois extrapola-se para outras questões. A mesma coisa com o Roberto Martínez. Uma coisa é, como eu critiquei aqui durante o relato, acho que a abordagem ao jogo foi mal feita, o treinador não esteve bem, os jogadores não estiveram bem. Isso é uma coisa, a análise ao jogo em si, mas depois extrapola-se logo para todo lado, é tudo e mais alguma coisa, questiona-se tudo e mais alguma coisa. Quando Portugal há pouco tempo ganhou uma Liga das Nações na Alemanha, ganhou à Alemanha, ganhou à Espanha, e as pessoas utilizam muitas vezes a questão da seleção para libertar as suas frustrações, até dos próprios clubes. A seleção serve para bater sempre, porque batiam no Fernando Santos, batiam no Carlos Queiroz, batiam no Paulo Bento, batiam no Scolari. É o normal e as análises depois são sempre muito superficiais e isso também não faz crescer o futebol português. Aquele adepto comum, eu ainda consigo perceber. Agora, quem tem algum espaço mediático e faz comentários na comunicação social, devia ter um bocadinho mais de cuidado. O Roberto Martínez perdeu um jogo em jogos de qualificação, juntando Portugal e Bélgica. Isto é que é o problema, um treinador que perdeu um jogo numa fase de qualificação. Na primeira fase de qualificação, Portugal teve 10 jogos, 10 vitórias. As pessoas continuam sempre a achar que o Guardiola vai treinar a seleção portuguesa. Porque dentro dos treinadores que estão disponíveis para as seleções, nós temos um dos melhores. Essa que é a questão. Mas as pessoas continuam a achar que podem convencer o Klopp ou o Guardiola a vir treinar Portugal e não vêm. Por isso, porque não querem treinar seleções. E dentro dos selecionadores disponíveis, este é um selecionador com qualidade. Depois achamos sempre que a nossa seleção é sempre muito melhor que a dos outros, que os nossos jogadores são sempre os melhores do mundo. Eu deixo só uma questão: temos uma grande seleção? Temos, mas neste momento temos um central, apenas um central de topo. Um central de topo, não temos mais. E depois achamos sempre que temos que esmagar os adversários e continuamos a ganhar jogos e ainda agora ganhámos a Liga das Nações. Mas são análises sempre muito superficiais e isso depois não leva a lado nenhum, obviamente. E amanhã vamos ganhar e vamos estar sem ir a playoff no mundial e sem grande problema. Por isso também não dou grande ênfase a estas críticas constantes a tudo e mais alguma coisa.

João Pinto, o Roberto Martínez disse também nesta conferência que não podia falar do 11, mas que Gonçalo Ramos vai ter um papel importante. É alguém que já merece uma oportunidade, tem feito uma boa época, mesmo não sendo titular no PSG, mas tem gols, algo que faltou à seleção frente à Irlanda.

Sim, ele tem sido uma ótima arma secreta para o Luís Enrique e agora entra de início e que já no Mundial, quando lá esteve, provou que consegue ser um jogador muito útil. Vamos ver até que ponto é que Portugal reage. Eu acho que Portugal vai marcar muito cedo e a partir daí vai ser uma goleada das antigas, mas às vezes é mais vontade do que propriamente contato com a realidade. Mas estou esperançoso que sim, que aos 20 minutos está resolvido.

Pedro Henriques, nós deixamos a grande análise para amanhã, assim como o teu 11, mas em conferência de imprensa, o Bruno Fernandes voltou a frisar o grande objetivo, vencer este mundial de futebol. A exibição de amanhã, sem Ronaldo, é também importante para definir um rumo para a seleção sem o capitão?

Em primeiro lugar, eu gostei da análise que fez o Bruno Fernandes, que neste momento, mais do que estar a falar em que vamos ganhar amanhã e vamos ao mundial, porque isso é óbvio, é falar mais além. E acho que ter esse objetivo maior, que é sermos campeões do mundo de seleções, tem que ser. Ponto final, parágrafo. Concordo com o Luís Pinto Coelho, esta questão do central não é assim tão despente. Houve tempos em que tínhamos lá dois, três centrais de altíssimo gabarito e agora só temos um. Mas, de qualquer maneira, e as outras seleções também jogam e sabem jogar, mas eu gostei disso que o Bruno Fernandes disse, apontou e falou. Agora, em relação ao Roberto Martínez, é a tal questão, já nem vou falar dos aspetos técnicos e táticos, deixamos isso para outras ocasiões, eu percebo que haja sempre a defesa dos próprios jogadores, que haja essa questão do respeito pelos jogadores que cá estão, dos que não estão, mas sempre que o assunto é Cristiano Ronaldo, percebam só isto: a lotação estava esgotada no Dragão. Vejam a quantidade de bilhetes que neste momento estão disponíveis à venda e pessoas a dizerem que o Cristiano Ronaldo não vai, tenho o meu bilhete à venda. Tão simples quanto isso, é para as pessoas perceberem. Portanto, é impensável, é impossível, enquanto o Cristiano Ronaldo estiver na seleção, seja no 11, seja a suplente ou seja, por causa do castigo, não estando a jogar, é impossível não haver outra coisa. Reparem que a notícia não foi a Irlanda ter ganho a Portugal, foi o Cristiano Ronaldo ter sido expulso. O homem seca tudo à volta, não há hipótese. É uma figura planetária, portanto não há nada a fazer. E eu acho que mais do que o Roberto Martínez estar chateado e zangado, é responder com naturalidade. Está tudo à volta do Cristiano Ronaldo, a Federação Portuguesa de Futebol vai fazer uma exposição à FIFA para tentar evitar os três jogos de castigo. Um é o limite mínimo para quem faz faltas grosseiras, contra disciplina normalmente são dois. Isso significa que o Cristiano Ronaldo poderá não estar presente no primeiro ou nos dois primeiros jogos da seleção. E acho muito bem que a Federação faça a defesa, sabendo que há um gesto e um ato que o Cristiano Ronaldo teve. Teve azar, foi infeliz, foi o que foi, e que venha a punição e espero que o Gonçalo Ramos não tenha um papel, como é que ele disse, importante. Não, que ele seja titular, são coisas diferentes. Se o Gonçalo Ramos não for titular, por amor de Deus, vai pôr no banco, vai fazer o quê? Ataques móveis? Por amor de Deus, está em modo Rúben Amorim quando ficou em quarto lugar pelo Sporting. Ponto de lança é ponto de lança, tem que jogar sempre

Vamos ver. Amanhã também contamos com o teu 11 e o jogo está marcado para as 14h, é uma hora um pouco incomum e vai poder acompanhar aqui também na Rádio Observador. Portugal-Arménia amanhã, aqui na Rádio Observador. Antes das notas, destaque para as modalidades, o Luís Pinto Coelho e o João Pinto vão gostar disto. Hoje há clássico de basquetebol na Luz, com o Benfica a receber o Futebol Clube do Porto às 14h30. Ao final da tarde, às 18h, no Dragão Arena, os portistas e os encarnados medem forças no Campeonato Nacional de Andebol. E vamos às notas. Começo por ti, João Pinto, quem é que queres destacar hoje?

Era esse o meu destaque. Num dia chuvoso e sem bola, o destaque era esse, eram os dois clássicos entre o Benfica e o Futebol Clube do Porto, um aqui e outro lá em cima. E que bom que não sejam à mesma hora, que assim dá para sofrer.

E ficar a tarde toda no sofá.

Exatamente.

E qual é a nota, João?

É um 15. Venham os clássicos.

Luís Pinto Coelho.

Eu acho que nesses clássicos vai dar uma vitória para cada lado. O Porto ganha andebol, o Benfica ganha basquete.

Dividir o mal pelas aldeias.

E assim fica toda a gente minimamente contente. Eu vou dar aqui um 18 para a nossa seleção nacional de sub-17. É muita qualidade naquela seleção. Acho que há muitos jogadores que já deviam estar nas principais equipas portuguesas, porque atendendo até a alguns dos planteis, acho que fazia todo sentido. Mas há ali muita qualidade, acho que temos hipótese de ganhar este mundial, mas principalmente pelo que podemos projetar para futuro. Há ali vários jogadores dos grandes que não tenho dúvidas que vão singrar no futebol sénior, por isso um 18 para esta seleção que está muito boa.

O futuro está ali. Pedro Henriques, a tua nota em 30 segundos, por favor.

Sim, nota 7 para os presidentes dos três grandes nesta troca constante de palavras que vão tendo uns em relação aos outros e por isso eu termino com sábado, 10 de novembro de 2007, quando alguém disse: "Por que não te calhas?" Foi uma frase dita pelo rei Juan Carlos I de Espanha ao presidente venezuelano Hugo Chávez. Aplicava-se tão bem agora aos nossos presidentes todos.

E nós ficamos por aqui nesta edição de sábado e o "Campeão É". Amanhã há mais, a partir das 11h30. Um abraço a todos.